O médico serra-talhadense George Conrado, foi vítima de uma tentativa de assalto ou atentado com tiros essa manhã em Serra Talhada. Foi por volta das 07h40.
George é médico e professor da Universidade de Pernambuco (UPE). Foi atingido segundo informações preliminares por tiro de arma de grosso calibre, calibre 12, no estacionamento de sua clínica, Uniclin, que fica na Rua Joaquim Godoy, 388, no Centro de Serra Talhada.
Informações dão conta de que o médico passou pela Clínica Maternal São Vicente, para realizar uma tomografia de urgência. Ele foi atingido na região do ombro. Várias pessoas ligadas ao médico se encontram no local. Ainda não há pistas sobre os criminosos, nem da motivação do atentado.
Conrado é tido como homem tranquilo. Segundo um irmão maçônico que o acompanha, ele passa bem e está fora de perigo. Informações preliminares indicam que a pessoa que atirou fez os disparos de dentro do próprio carro, pela porta traseira, com uma espingarda de grosso calibre.
Uma testemunha que estava no local na hora do atentado, disse que ouviu um barulho como se fosse de um pneu estourando e logo depois já viu a correria. George entrou no carro andando e seguiu para o hospital .
Por Paulo César Gomes* Ricardo Henrique de Araujo Rocha, nasceu no dia 29 de novembro de 1969, na cidade de Salgueiro, filho de Alípio Rocha de Olimpio e Maria Juracy de Araujo Rocha. Foi o quinto filho, o caçula do primeiro casamento de Maria Juracy. Já órfão de pai, mudou-se com a família, em 1981, […]
Ricardo Henrique de Araujo Rocha, nasceu no dia 29 de novembro de 1969, na cidade de Salgueiro, filho de Alípio Rocha de Olimpio e Maria Juracy de Araujo Rocha. Foi o quinto filho, o caçula do primeiro casamento de Maria Juracy.
Já órfão de pai, mudou-se com a família, em 1981, para Serra Talhada e logo fez amizade com Camilo Melo, seu parceiro em composições na fundação da banda de rock D.Gritos. Ricardo Rocha foi casado com Célia Rocha, e entre idas e vindas para São Paulo, o casal teve dois filhos: Jéssica e Julian Richard. Ricardo Rocha foi cantor, compositor, instrumentista e poeta.
É autor de mais 2 mil músicas, a maioria inédita, muitas delas feitas em parceria com o amigo Camilo Melo. A dupla compôs verdadeiros clássicos da música do interior de Pernambuco e que são tocadas até hoje, entre elas, está “Escravos de Ninguém (Porra)”, um verdadeiro hino da juventude dos anos de 1980.
O grupo lançou 3 discos, sendo que os dois últimos não foram comercializados. Ao lado dos amigos das diversas fases da Banda D.Gritos, a exemplo de, Jorge Stanley, Gisleno Sá, Toinho Harmonia, Paulo Rastafári, Edésio, Nilsão, Derivan, Tota, Jario, Cleobulo, Eltinho, Ditinho e César Rasec, Ricardo Rocha tornou-se um símbolo da sua geração através da rebeldia, dos conflitos internos e dos sonhos de muitos jovens sertanejos, que foram retratados através de suas letras e de suas poesias.
Ricardo Morreu precocemente aos 23 anos, no dia 30 de agosto de 1993, vitima de um ataque cardíaco, motivado por uma descarga elétrica sofrida durante a apresentação de um show da banda na Praça Sergio Magalhães, em Serra Talhada, diante de familiares, amigos e admiradores.
O musico deixou alguns poemas inéditos e outros publicados na série de livros da coleção “Coletânea de Poesia do Jornal Desafio”, ele também escreveu crônicas para o extinto Jornal “O Veredicto”, que circulou em Serra Talhada durantes as décadas de 1980 e 1990.
Em 2013, Ricardo Rocha e a banda D.Gritos foram os temas centras do livro “D.Gritos: do sonho à tragédia. A história da maior banda de rock do Sertão Pernambucano”, escrito por Paulo César Gomes. Em 2017, o músico tornou-se patrono da cadeira No. 10, da Academia de Letras do Sertão Pernambucano (ALESPE), tendo como ocupante o escritor Paulo César Gomes.
Evento foi marcado pela exibição de “No Coração do Povo”, documentário inspirado na história da emissora Fotos: Cláudio Gomes Um show único e inesquecível aconteceu esta noite no Cine Teatro São José. Juntos no palco, Maciel Melo, Lindomar Souza, Alexandre Morais e ainda Paulo Matricó, uma das surpresas da noite, subiram ao palco para um cine […]
Evento foi marcado pela exibição de “No Coração do Povo”, documentário inspirado na história da emissora
Fotos: Cláudio Gomes
Um show único e inesquecível aconteceu esta noite no Cine Teatro São José. Juntos no palco, Maciel Melo, Lindomar Souza, Alexandre Morais e ainda Paulo Matricó, uma das surpresas da noite, subiram ao palco para um cine lotado. O show começou com Alexandre e Lindomar em um belo dueto no palco.
Na sequência, o Caboclo Sonhador Maciel Melo foi chamado ao palco. Maciel fez referência à sua ligação com a Rádio Pajeú, sua memória afetiva e a criação de sua identidade musical, ouvindo os cantadores e músicas de grandes artistas da MPB e do cenário sertanejo.
Depois, desfilou seus grandes sucessos. Antes de cantar Caboclo Sonhador brincou: “Luiz Gonzaga tem Asa Branca, Roberto Carlos, Emoções, John Lennon , Imagine. Maciel Melo tem Caboclo Sonhador“.
Depois, a surpresa. Maciel Melo chamou ao palco o talentoso Paulo Matricó. Pra começar arrebentando, os dois cantaram juntos a bela Retinas. Depois, Paulo cantou sua Canção de Engenho e outros sucessos.
Maciel volta ao palco com Alexandre, Lindomar e Paulo. Ainda estava á o músico Ederck José. Foi o ápice. Na última música, os profissionais de ontem e de hoje da emissora que estavam no cinema subiram ao palco, para os aplausos do público. O Prefeito José Patriota esteve entre os que participaram da solenidade. Ele também foi comunicador da Rádio Pajeú.
Antes, houve a exibição do Documentário “No Coração do Povo”, que teve a Direção e Montagem de William Tenório e mostrou em 45 minutos representantes das gerações que fizeram e fazem a emissora. Cada um, a seu modo, registra com emoção sua participação na Pioneira do Sertão Pernambucano.
A abertura do documentário mostra Waldecy Menezes contando como foi que a emissora entrou ao ar em 04 de outubro de 1959, ao som de Luzes da Ribalta. Da geração que deu voz a emissora, além de Waldecy, houve falas de João Gomes, Luciano Bezerra, Marconi Edson, Miguel Alcântara, Pe. Assis Rocha, Tarcísio Sá, Tarcísio Sá, Djacy Veras, Dom Francisco e Abílio Barbosa.
Da atual geração, houve depoimentos de Aldo Vidal, Anchieta Santos, André Bento, Aparecida Sultério (Cida), Celso Brandão, Joselita Amador, Leandro Simões, Micheli Martins, Nill Júnior, Pe. Josenildo Nunes, Samuelson, Toninho Soares (Toninho no Grau), Paulinho Acioly, Edezel Pereira, Rubens do Vale e Mons. João Carlos Acioly, Presidente da Fundação, responsável pela transição mais recente da emissora.
Houve ainda falas daqueles que atravessaram as duas gerações, como Antônio Martins, Carlinhos de Lica, Luciete Martins, Dona Zezinha, Tito Barbosa, Toni Medeiros e Zé Leite.
Ainda participam da produção Thiago Caldas (Fotografia), Richard Soares (captação de som), Bruna Tavares e Nill Júnior (Produção), Antônio Arnobio dos Santos (Libras) e colaboração de Fernando Pires, Marlom Meirelles e Petrônio Pires. A apresentação foi de Michelli Martins.
do Estadão Conteúdo Em nota divulgada nesta quinta-feira, 04, a campanha presidencial da candidata Marina Silva (PSB) classificou de “mentiras e ilações maliciosas” as repercussões sobre o patrimônio e os ganhos pessoais dela. Entre 2011 e junho de 2014 Marina ganhou cerca de R$ 1,6 milhão com palestras para bancos, empresas e seguradoras. A campanha […]
Em nota divulgada nesta quinta-feira, 04, a campanha presidencial da candidata Marina Silva (PSB) classificou de “mentiras e ilações maliciosas” as repercussões sobre o patrimônio e os ganhos pessoais dela. Entre 2011 e junho de 2014 Marina ganhou cerca de R$ 1,6 milhão com palestras para bancos, empresas e seguradoras. A campanha diz que “acusações infundadas são um desserviço” para o debate e que tais questionamentos só servem “àqueles que delas querem se valer para obter vantagens a qualquer preço”.
Segundo a campanha, a candidata do PSB a presidente abriu a empresa M.O.M da S.V de Lima em março de 2011 e, desde então, descontadas as despesas, a ex-senadora lucrou R$ 1.016.247,30, o que daria um valor mensal de R$ 24.196,36 divididos em 42 meses. A assessoria de Marina informa que os valores foram usados, “exclusivamente, para a sobrevivência da candidata e manutenção de sua família, considerando que Marina Silva não possuía nenhuma outra fonte de renda que não a de conferencista”. Ela interrompeu as atividades de palestrante após lançar a candidatura e negocia com o partido receber uma remuneração mensal.
Na nota, a campanha enfatiza que a declaração encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é de bens e não de rendimentos. “Os bens da candidata foram devidamente declarados, atendendo ao dispositivo legal em vigor: trata-se dos bens adquiridos por Marina Silva ao longo de sua trajetória pessoal. Tal patrimônio é o mesmo que consta na base de dados da Receita Federal e informado ao TSE quando do pedido de registro de sua candidatura.” Na primeira vez que concorreu a presidente, a ex-senadora declarou bens de R$ 149.264,38. Em 2014, o valor caiu para R$ 135.402,38.
Marina mora em Brasília, mas ocupa um apartamento quando está em São Paulo, uma vez que boa parte da agenda eleitoral dela se concentra na capital paulista. A campanha afirma que o imóvel foi emprestado pelo empresário Carlos Henrique Ribeiro do Vale, com quem ela não mantém relacionamento pessoal. “A intermediação da cessão do imóvel foi conduzida por amigo comum. De mudança para outra cidade, Carlos Henrique decidiu doar o imóvel à campanha, pelo valor estimado de R$ 9.300,00, devidamente declarado na prestação de contas da candidata”, diz a nota.
Historicamente escanteados nos festejos juninos de todo o Estado, o Movimento em Defesa dos Sanfoneiros e Trios Pé de Serra aproveitará a realização do 8º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco, Amupe, no Centro de Convenções, em Salgadinho, Olinda, nesses dias 28, 29 e 30 abril, para sensibilizar prefeitas e prefeitos […]
Historicamente escanteados nos festejos juninos de todo o Estado, o Movimento em Defesa dos Sanfoneiros e Trios Pé de Serra aproveitará a realização do 8º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco, Amupe, no Centro de Convenções, em Salgadinho, Olinda, nesses dias 28, 29 e 30 abril, para sensibilizar prefeitas e prefeitos dos 184 municípios pernambucanos a mudarem seus olhares para os nossos sanfoneiros, trios pé de serra formados por sanfona, zabumba e triângulo e os demais artistas, cantores e músicos instrumentistas da Terra.
Durante o Congresso, integrantes desse Movimento estarão presentes, num boca a boca com os participantes, além da Divulgação de uma Carta Aberta que será enviada aos gestores municipalistas, secretários, diretores e demais envolvidos com a área cultural. Parlamentares e demais autoridades participantes também serão convocados pelo Movimento em Defesa dos Sanfoneiros e Trios Pé de Serra para abraçarem essa causa, pela valorização e preservação da festa mais pernambucana, mais nordestina que é o São João e todo esse período.
Apesar de levantarem as bandeiras de nossas maiores e melhores Raízes Culturais, esses artistas ficam sempre em segundo plano em relação às atrações vindas de fora, sem a mínima identidade com as nossas tradições, que são tratados com fidalguia e cachês altíssimos, enquanto os daqui recebem minguados e atrasados pagamentos por suas artes. E é bom lembrar que na Assembleia Legislativa de Pernambuco A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça já aprovou o substitutivo 01/2024 aos Projetos de Lei Ordinária 537/2023 e 878/2023, que tratam da contratação de artistas e grupos locais da cultura pernambucana em eventos e festas realizadas pelos podres públicos.
Estado encerrou o último ano com redução de 25% na taxa de desocupação, na comparação com 2024 Pernambuco encerrou 2025 com o menor percentual de desocupação desde 2014. O estado registrou 8,7% da força de trabalho desocupada no ano passado, resultado 25% inferior ao observado em 2024. O índice representa uma queda de 2,2 pontos […]
Estado encerrou o último ano com redução de 25% na taxa de desocupação, na comparação com 2024
Pernambuco encerrou 2025 com o menor percentual de desocupação desde 2014. O estado registrou 8,7% da força de trabalho desocupada no ano passado, resultado 25% inferior ao observado em 2024. O índice representa uma queda de 2,2 pontos percentuais em relação ao ano anterior, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“O resultado da PNAD Contínua é o espelho de um Estado que só avança. Fechamos o ano de 2025 com a menor taxa de desocupação em mais de uma década, e isso não é por acaso. Esse quadro é fruto do trabalho de uma equipe engajada em garantir que Pernambuco seja uma terra atrativa para empreendedores e geradora de oportunidades. Hoje temos menos pessoas desempregadas e o maior crescimento médio da renda no Brasil. Isso materializa a transformação na vida das pessoas”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Guilherme Cavalcanti, “os dados confirmam que Pernambuco está no caminho certo”. E completa: “Temos trabalhado para fortalecer o ambiente de negócios, atrair investimentos e ampliar as oportunidades de qualificação profissional. A redução do desemprego é resultado de uma política consistente de desenvolvimento econômico e geração de empregos”,observou.
O secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Manuca, ressaltou o que a evolução dos números representa na vida prática da população. “Os dados da PNAD mostram que Pernambuco está reagindo com força. Reduzimos o desemprego de 16% para 8,7% — a maior queda do Brasil — e isso significa milhares de pernambucanos voltando a ter dignidade, renda e esperança. Esse resultado é fruto do trabalho sério do Governo de Pernambuco, com qualificação profissional alinhada ao mercado, apoio ao empreendedorismo e políticas públicas que colocam as pessoas no centro”, disse.
De acordo com a pesquisa, o número de pessoas desocupadas no Estado teve redução de 16,9% no último ano, entre o quarto trimestre de 2024 e o quarto trimestre de 2025. Em números absolutos, isso representa aproximadamente 74 mil pernambucanos a menos em situação de desemprego em relação ao ano anterior.
Ao longo de 2025, a tendência de melhora se confirmou trimestre a trimestre. Nos últimos três meses do ano, a taxa ficou 2,8 pontos percentuais abaixo da registrada no primeiro trimestre, o que representa uma redução acumulada de 24% ao longo do ano.
OCUPAÇÃO – Segundo o IBGE, o número de pessoas ocupadas em Pernambuco passou de 3.637.000 no quarto trimestre de 2024 para 3.768.000 no quarto trimestre de 2025. O aumento representa 130.980 pessoas a mais com emprego formal ou informal no período.
RENDIMENTO – O rendimento médio habitual também apresentou avanço. Em 2025, o salário médio no Estado foi de R$ 2.666,00, um crescimento de 6% (R$ 152,00 a mais) em relação ao ano anterior.
Na comparação com o início da gestão, o crescimento acumulado chega a 31% — o maior do Brasil — representando R$ 633,00 a mais no rendimento médio dos pernambucanos. A PNAD também revela queda no número de pessoas que haviam desistido de procurar emprego por falta de oportunidades. Esse contingente caiu 8,6% em relação ao ano anterior, passando de 225.874 para 207.927 pessoas.
PNAD CONTÍNUA – Conforme define o IBGE, a pesquisa acompanha as flutuações trimestrais e a evolução da força de trabalho no curto, médio e longo prazos, além de produzir informações essenciais para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. A unidade de investigação é o domicílio, e os dados geram indicadores trimestrais sobre o mercado de trabalho, além de informações anuais sobre temas suplementares permanentes.
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