Medicamentos sem eficácia contra a Covid se tornam problema adicional para médicos
Por André Luis
O laboratório Merck Sharp & Dohme, que fabrica o medicamento ivermectina, divulgou uma nota em que declara que não existe base científica que indique efeitos terapêuticos desse medicamento contra a Covid em estudos pré-clínicos- ou seja: testes com cobaias, como camundongos, por exemplo.
O laboratório declarou, também, que não existe evidência significativa de eficácia clínica em pessoas que contraíram o coronavírus. A ivermectina é indicada para o combate de verminoses – piolho também.
A Anvisa já declarou que o medicamento deve ser usado apenas para este fim, como consta na bula. Mas o presidente Jair Bolsonaro e o Ministério da Saúde estimularam o consumo desse medicamento e de outros, que também não têm eficácia, como um suposto tratamento precoce da Covid. E isso acabou se tornando um problema adicional para os médicos na pandemia, como mostra a reportagem de Ben-Hur Correia e Laura Nonohay para o JN.
Por Anchieta Santos Coordenada pelo ex-prefeito de Itapetim e representante do PSB Estadual Adelmo Moura, o PSB de Tabira, antes comandado pelo ex-vereador Ubirajara Jucá, escolheu ontem sua nova Comissão Provisória. A nova formação apresenta como presidente Valdeir Tomé da Silva (Pipi da Verdura), Joel Mariano como vice, Zé de Bira (Tesoureiro) e Beliato (Secretário). […]
Coordenada pelo ex-prefeito de Itapetim e representante do PSB Estadual Adelmo Moura, o PSB de Tabira, antes comandado pelo ex-vereador Ubirajara Jucá, escolheu ontem sua nova Comissão Provisória.
A nova formação apresenta como presidente Valdeir Tomé da Silva (Pipi da Verdura), Joel Mariano como vice, Zé de Bira (Tesoureiro) e Beliato (Secretário).
Além dos integrantes da nova comissão Provisória do PSB participaram da reunião os vereadores Marcos Crente, Sebastião Ribeiro, Djalma das Almofadas, o ex-vereador Ubirajara Jucá, o suplente Vianey Justo e os convidados Genedy Brito, vice-Prefeita, além da empresária Lúcia Simões.
O ex-prefeito Dinca Brandino (PSB) que desejava o comando da sigla para emplacar a candidatura da esposa Nicinha ficou fora.
Zeca Baleiro, Maciel Melo, Fulô de mandacaru e Silvério Pessoa entre as atrações O Prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, anunciou ao programa Primeira Página, da Rádio Pajeú, neste sábado, a programação da Festa de Zé Dantas 2017. A programação oficial vai de 29 de outubro a 4 de novembro. A proposta anunciada pela prefeitura de […]
Zeca Baleiro, Maciel Melo, Fulô de mandacaru e Silvério Pessoa entre as atrações
O Prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, anunciou ao programa Primeira Página, da Rádio Pajeú, neste sábado, a programação da Festa de Zé Dantas 2017.
A programação oficial vai de 29 de outubro a 4 de novembro. A proposta anunciada pela prefeitura de Carnaíba é a de realizar um evento 100% cultural, aproveitando o viés da cidade para a música.
O evento terá oficinas de música, Forronata, shows com artistas locais, danças populares, violeiros, mesas de glosas, missa e shows culturais.
Na programação de shows, dia 3, haverá shows com Juninho e Forró Mió, Silvério Pessoa e Maciel Melo.
No dia 4, encerramento da festa, haverá shows com Os Zé Dantas, Zeca Baleiro e Fulô de Mandacaru. Outra atração é o músico Léo Gandelman, que participará da programação e das oficinas de música.
Outros nomes como o músico Aranha e o cantador Oliveira de Panelas também estarão a programação. O gestor afirmou que cerca de 50% dos valores da festa serão custeados pelo Governo do Estado, através da Fundarpe/Empetur.
Perguntado sobre o impacto da programação cultural e a disputa de espaço com bandas de má qualidade ou sem representação cultural, muitas vezes contratadas com a bênção das prefeituras sob a máxima de que “atendem a juventude”, Anchieta disse que é papel da gestão fazer esse enfrentamento.
“Já fizemos algumas concessões como na Festa de Santo Antonio. Mas precisamos ter esse diálogo e firmar posição na valorização da nossa cultura”, disse.
Não há dúvida de que, sem a atuação do STF, o golpe talvez vencesse Por Celso Rocha de Barros/Folha de S.Paulo Ao contrário do que dizem os bolsonaristas, Alexandre de Moraes não é um ditador. Ele é só o sujeito que as instituições brasileiras designaram para conduzir a briga contra o golpismo de Jair Bolsonaro. […]
Ao contrário do que dizem os bolsonaristas, Alexandre de Moraes não é um ditador. Ele é só o sujeito que as instituições brasileiras designaram para conduzir a briga contra o golpismo de Jair Bolsonaro.
Moraes foi designado para esse papel por seus colegas de STF, que sempre ratificaram suas decisões. O STF, por sua vez, agiu por obrigação constitucional e clara delegação do Congresso Nacional.
Os congressistas brasileiros poderiam ter limitado os poderes de Moraes, inclusive mudando a Constituição; Bolsonaro tentou fazer isso várias vezes, sem nenhum sucesso.
Os congressistas, inclusive, superaram seu tradicional corporativismo para manter a prisão do deputado Daniel Silveira, que gravou vídeo narrando suas fantasias violentas com ministros da suprema corte. Em um caso específico, o presidente do Senado preferiu deixar que o STF ordenasse a abertura da CPI da pandemia, para a qual já estavam reunidos todos os requisitos legais, apenas para jogar para cima do STF a responsabilidade de brigar com Bolsonaro.
É fácil entender por que o Congresso, durante a legislatura mais conservadora já vista até então, fez isso.
Nos últimos anos, o Congresso continuou negociando cargos e verbas com Jair Bolsonaro, culminando no escândalo do orçamento secreto. Mas todos sempre souberam que Jair era golpista. E todos sempre souberam que, se o golpe desse certo, ser deputado ou senador deixaria de ter qualquer valor. A solução encontrada pelos parlamentares foi terceirizar para o STF o combate contra o golpe enquanto continuavam negociando verbas e cargos com Jair.
E não há dúvida de que, sem a atuação do STF, o golpe talvez vencesse. O ódio dos bolsonaristas se explica por isso: se tivesse tido um pouco mais de chance de mentir, um pouco mais de chance de colocar a polícia rodoviária para tentar impedir pobre de votar, um pouco mais de dinheiro de empresário golpista que ficou com medo de ser preso, talvez o golpe tivesse dado certo.
Isso quer dizer que “as instituições funcionaram”? Pelo amor de Deus, não.
Metade do trabalho feito por Moraes e pelo STF deveria ter sido feito pelo procurador-geral da República. Se o Congresso, ao invés de terceirizar suas funções para o STF, tivesse feito o impeachment de Bolsonaro, o Brasil teria tido um presidente durante a pandemia disposto a comprar vacinas. Se as Forças Armadas tivessem, desde o início, deixado claro que fuzilariam qualquer um que tentasse um golpe, ninguém teria medo de colocar Mourão na Presidência. E, ao longo de quase todo esse tempo, o establishment mentiu para o público, dia após dia, que Jair não era golpista.
É legítimo discordar das decisões de Moraes. Na semana passada, enquanto me preparava para discutir o assunto com o jornalista Glenn Greenwald, conversei com alguns professores brilhantes que discordam, como Luciano da Ros, da UFSC, e Diego Werneck, do Insper.
Os dois, entretanto, concordam enfaticamente que o golpismo de Bolsonaro sempre foi incomparavelmente mais perigoso para a democracia do que qualquer erro que Moraes possa ter cometido.
E para quem duvida que a urgência justificava algumas das decisões de Moraes, acrescento: com base no precedente, ou você pune golpe de Estado enquanto ainda é tentativa, ou leva 50 anos para fazer comissão da verdade.
Depois de conquistar um FIAT Ducato junto a Receita Federal, agora o Secretário de Administração da Prefeitura de Tabira Flávio Marques reforça a frota com um veículo conseguido diante do Ministério Público do Trabalho, 6ª região. Flávio Marques está no Recife onde recebe em solenidade as chaves de um automóvel Chevrolet das mãos do Procurador […]
Depois de conquistar um FIAT Ducato junto a Receita Federal, agora o Secretário de Administração da Prefeitura de Tabira Flávio Marques reforça a frota com um veículo conseguido diante do Ministério Público do Trabalho, 6ª região.
Flávio Marques está no Recife onde recebe em solenidade as chaves de um automóvel Chevrolet das mãos do Procurador Chefe José Laizio Pinto Junior.
A Prefeitura de Tabira foi contemplada com o carro depois de oficio enviado por Flávio Marques ao setor de patrimônio do Ministério Público do Trabalho.
Cláudia Eloi* / Blog do Diário Eles tiveram múltiplas funções quando estavam no poder. Autorização dada pelo eleitor para administrar os interesses da cidade, influência, liberdade para montar secretariado e nomear cargos comissionados. No entanto, no dia 31 de dezembro de 2016, alguns gestores de cidades-polo do estado, como Caruaru, Olinda, Petrolina e Jaboatão dos […]
Descontente com gestão no PSDB, Elias Gomes se colocou como alternativa para disputar o governo pelo partido (Foto: Valter Andrade/Divulgação)
Cláudia Eloi* / Blog do Diário
Eles tiveram múltiplas funções quando estavam no poder. Autorização dada pelo eleitor para administrar os interesses da cidade, influência, liberdade para montar secretariado e nomear cargos comissionados. No entanto, no dia 31 de dezembro de 2016, alguns gestores de cidades-polo do estado, como Caruaru, Olinda, Petrolina e Jaboatão dos Guararapes, encerraram seus oito anos de mandato e tiveram que voltar à “planície”. O período de quarentena, entretanto, não significou abono da vida política.
Eles se preparam agora para serem testados novamente nas urnas na eleição do próximo ano. Os voos ainda estão sendo avaliados com cautela, porque qualquer erro de estratégia, seja na disputa majoritária ou proporcional, poderá ser fatal. O ex-prefeito de Jaboatão Elias Gomes (PSDB) saiu na frente e já colocou seu nome para concorrer ao governo do estado pelo PSDB, mesmo sem aprovação da cúpula estadual do partido.
Elias garante que, inicialmente, não pretendia ocupar cargos pelos próximos dois anos, mas o máximo que aguentou foi oito meses afastado da política. Nesse período atuou na área de consultoria de gestão de municípios e captação de recursos internacionais. “Fiquei oito meses afastado para respirar e organizar minha vida profissional. Agora em setembro decidi que iria me dedicar à política. Tenho disponibilidade, disposição e projeto de candidatura própria. Estou trabalhando em torno de um projeto de partido. Ter um nome para oferecer como alternativa à sociedade pernambucana”, avisa.
O ex-prefeito de Caruaru José Queiroz (PDT) também está em plena atividade pré-eleitoral. O pedetista só tirou 40 dias após deixar a prefeitura – hoje nas mãos da tucana Raquel Lyra – e votou num ritmo acelerado para fazer política. Diariamente, dá expediente numa sala do escritório político de seu filho, o presidente estadual do PDT, Wolney Queiroz. Sobre o cenário político de 2018, o pedetista comenta que o quadro está indefinido, mas reafirma que o PDT está na base do governo Paulo Câmara e, após definição das regras eleitorais, as legendas vão definir os caminhos a percorrer.
Segundo Queiroz, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, tem defendido um palanque para reforçar a candidatura presidencial de Ciro Gomes no estado e, consequentemente, a presença do PDT em uma chapa majoritária em Pernambuco. “Estou desenvolvendo o que mais gosto: fazer política. Vou ao escritório todos os dias para receber as lideranças municipais e, à noite, o expediente é no escritório em casa. Tenho ido a Brasília, conversado com prefeitos e a população”.
O ex-prefeito de Olinda, Renildo Calheiros (PCdoB), prefere fazer mistério sobre que posição vai jogar em 2018. Adianta que não disputará, em hipótese alguma, com a deputada federal Luciana Santos espaço no partido. “O mandato que Luciana disputar terá meu apoio”, avisa. Em sua avaliação, o cenário político no país está nebuloso e o mais prudente é aguardar a movimentação em torno da aprovação da reforma política para decidir seu destino político. “Não me desliguei da política, estou conversando com as pessoas. Porém, ninguém sabe quem vai disputar e os palanques que serão formados. Posso ser candidato ou não”, desconversa Calheiros.
Após deixar a Prefeitura de Petrolina, agora sob o comando de Miguel Coelho (PSB), Julio Lóssio (PMDB) decidiu passar um período sabático. Formado em medicina, o peemedebista passou quatro meses em Londres e dois nos Estados Unidos estudando inglês e as desigualdades sociais com foco na educação infantil. Também fez estágios em oftalmologia na Holanda e Alemanha.
O afastamento de Lóssio na política, no entanto, foi temporário. O ex-prefeito de Petrolina assegura que a política não sai da vida das pessoas nunca e com ele não seria diferente. “Não sei em que posição vou atuar, mas quero jogar. Se será na posição de centroavante, zagueiro, técnico, gandula ou até mesmo torcedor. Só sei que vou jogar, mas não defini a posição”, brinca.
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