Notícias

Marília Arraes participa do ato Fora Bolsonaro no Recife

Por André Luis

Os atos pedindo Fora Bolsonaro ocuparam as ruas de várias cidades do Brasil neste 19 de junho.

No Recife, a deputada federal Marília Arraes (PT) participou deste momento de luta que reuniu milhares de representantes da sociedade civil e integrantes de movimentos políticos e sociais. 

O ato representa a força popular na luta contra todos os retrocessos realizados pelo Governo Bolsonaro. 

“Essa gestão está sendo uma vitrine negativa para o Brasil em relação ao restante do mundo. É preciso unificar a luta contra Bolsonaro. O ato de hoje foi muito importante e cada vez mais vamos reunir as pessoas pedindo o Fora Bolsonaro”, afirma Marília.

Outras Notícias

MPF cita advogado pernambucano em esquema de compra de sentenças. Ele nega e critica acusação

Do blog Pinga Fogo/JC Online Um dos desdobramentos da Operação Alcmeón, deflagrada nesta quarta (30), em ação conjunta da Polícia Federal e Ministério Público Federal (MPF), no Rio Grande do Norte, envolve uma suposta compra de sentenças judiciais no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). De acordo com o MPF-RN, um dos escritórios envolvidos […]

Equipe da Operação Almeon. Foto: Reprodução de vídeo

Do blog Pinga Fogo/JC Online

Um dos desdobramentos da Operação Alcmeón, deflagrada nesta quarta (30), em ação conjunta da Polícia Federal e Ministério Público Federal (MPF), no Rio Grande do Norte, envolve uma suposta compra de sentenças judiciais no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). De acordo com o MPF-RN, um dos escritórios envolvidos seria do advogado Ademar Rigueira, mais conhecido no Recife pela defesa de empresários e políticos envolvidos pernambucanos nas operações Lava Jato, Turbulência, Fair Play, Pulso, Catilinárias e Vidas Secas, entre outras.

O advogado, em nota, afirma que já prestou esclarecimentos ao Ministério Público, liberou espontaneamente dados bancários e fiscais e que não foi sequer indiciado, tampouco alvo da operação deflagrada nesta quarta. E que não há provas das acusações – ele foi alvo de delação. Confira a íntegra da resposta ao final do texto.

Na apresentação à imprensa, nesta quarta (30), o MPF não cita envolvimento do escritório pernambucano em compra de sentença na Lava Jato, apesar da atuação do advogado em defesa de investigados na famosa operação. O Ministério Público cita Ademar Rigueira em  um suposto esquema em outra operação, a Pecado Capital. A menção ao criminalista surgiu na delação de Rychardson de Macedo Bernardo, ex-presidente do Ipem do Rio Grande do Norte e preso na Pecado Capital.

De acordo com a força-tarefa, houve investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e da Receita Federal durante aproximadamente dois anos de investigação. A coleção de provas reuniria colaborações premiadas, quebras de sigilo telefônico, fiscal, bancário e gravações ambientais.

À imprensa, Renan Felix, procurador da República, disse que Rychardson teria comprado sentenças em duas ocasiões, uma relativa a um habeas corpus e uma a um mandado de segurança. “Ele [Rychardson] buscou alguns advogados e acertou compra de votos para a sua liberação e de seus bens. Constatou-se que houve pagamento, por intermédio de Francisco Wellington da silva, de R$ 150 mil, e posteriormente repassada ao desembargador Francisco Barros Dias”, afirmou. Esse pagamento teria ocorrido no dia do julgamento habeas corpus, no estacionamento do Tribunal Federal da 5ª Região. O procurador continua: “Também houve pagamento comprovado no âmbito das investigações ao ex-desembargador federal Paulo Gadelha, hoje falecido. Também constatou-se que houve repasse de R$ 100 mil por intermédio do advogado Ademar Rigueira, no escritório localizado em Recife”.

O habeas corpus teria totalizado R$ 250 mil para dois desembargadores. Posteriormente, diz o procurador, teria havido novo pedido ao Tribunal, por intermédio de um mandado de segurança, e pagos mais R$ 150 mil aos desembargadores, sendo R$ 50 mil pelo escritório de Ademar.

Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, oito de condução coercitiva e 13 de busca e apreensão no Rio Grande do Norte e em Pernambuco. As medidas foram determinadas pelas 2ª e 14ª varas federais do Rio Grande do Norte e se referem a dois inquéritos distintos.

NOTA OFICIAL DE ADEMAR RIGUEIRA

“Em relação à citação de meu nome em entrevista coletiva, divulgada hoje, por conta da deflagração da Operação Alcméon, com base em depoimento prestado pelo Sr. Rychardson de Macêdo, em 2015, esclareço que:

-sobre estes mesmos fatos, tudo já foi esclarecido formalmente ao Ministério Público desde o ano passado, não tendo sido indiciado, tampouco acusado pela prática de qualquer irregularidade. Inclusive liberei, espontaneamente, meus dados bancários e fiscais, bem como os da sociedade advocatícia de que faço parte. Na data de hoje, da mesma forma também não fui alvo de qualquer das medidas desencadeadas com a Operação;

-minhas atividades profissionais na representação, como advogado do Sr. Rychardson de Macêdo Bernardo, deram-se exclusivamente para a impetração de uma Ordem de Habeas Corpus liberatório e para uma interposição de Mandado de Segurança, visando à liberação de seus bens;

-as decisões judiciais obtidas sob minha atuação seguiram os estritos caminhos da lei e os entendimentos consolidados por diversos outros Tribunais;

-essa pontual atuação em favor do Sr. Rychardson foi pautada em rigorosos critérios éticos, que norteiam a minha vida profissional ao longo de praticamente 35 (trinta e cinco) anos;

-A entrevista concedida tem apenas como embasamento um lastimável e contraditório depoimento de um delator já condenado, que buscava, a todo custo, obter benefícios em seu favor, mesmo com ausência de provas e em detrimento de minha honra profissional e pessoal;

Assessoria de imprensa de Ademar Rigueira Neto

Adutora do Pajeú – Obra que avança entre Afogados e Tabira

por Anchieta Santos Primeiro foi a etapa entre Floresta e Serra Talhada, depois o trecho entre a capital do xaxado e Afogados da Ingazeira. A nova fase da Adutora do Pajeú anda a passos largos entre Afogados da Ingazeira e Tabira. A perfuração das valas e a colocação da tubulação já atinge a região rural […]

timthumb

por Anchieta Santos

Primeiro foi a etapa entre Floresta e Serra Talhada, depois o trecho entre a capital do xaxado e Afogados da Ingazeira. A nova fase da Adutora do Pajeú anda a passos largos entre Afogados da Ingazeira e Tabira.

A perfuração das valas e a colocação da tubulação já atinge a região rural do sitio Santa Clara.

É hoje! Escritoras e fotógrafas da Bahia e Pernambuco participam de programação virtual sobre mulher e literatura

Em junho, a Circulação Profundanças promove mais uma roda de conversa com escritoras e fotógrafas do livro Profundanças 3 e uma oficina gratuita de criação poética para mulheres, com a poeta pernambucana, Ezter Liu. O segundo mês da Circulação Profundanças – Mulheres em Diálogo conecta o público com quatro escritoras e fotógrafas da Bahia e […]

Em junho, a Circulação Profundanças promove mais uma roda de conversa com escritoras e fotógrafas do livro Profundanças 3 e uma oficina gratuita de criação poética para mulheres, com a poeta pernambucana, Ezter Liu.

O segundo mês da Circulação Profundanças – Mulheres em Diálogo conecta o público com quatro escritoras e fotógrafas da Bahia e de Pernambuco. As artistas colaboraram com o livro Profundanças 3, um projeto que celebra e publica a poesia escrita por mulheres, em sua maioria nordestinas. A programação contempla roda de conversa e, na mesma semana, uma oficina voltada para mulheres cis e trans que têm interesse em produzir poesia.

A roda de conversa acontece na quarta–feira, dia 08 de junho, às 19h, com as escritoras Tereza Sá (BA) e Ezter Liu (PE) e as fotógrafas que realizaram os respectivos ensaios fotográficos das poetas, Raíça Bomfim (BA) e Mariana Souto (PE). O diálogo tem como tema norteador “Mulheres em Profundanças”, pautando a resistência de mulheres no campo das artes. Os encontros acontecem com a participação ao vivo do público, no canal www.youtube.com./profundanças. Para quem deseja receber certificado, basta se inscrever no site www.profundancas.com

Na mesma semana, sábado dia 11, de 14h às 17h, acontece a oficina “Criação poética para mulheres”, com a poeta pernambucana Ezter Liu. São 40 vagas gratuitas para interessadas em refletir e criar por meio da linguagem poética. O encontro é apenas para inscritos e acontece na plataforma Zoom. “Espero instigar essas mulheres a produzirem o seu conteúdo, a escatearem as suas impostoras, a se colocarem no mundo através da palavra. Fazer esse encontro feminino e feminista, com ares de revolução, para mim é incrível”, conta Ezter, escritora de Carpina (PE).

Sobre Profundanças e a Circulação

A circulação celebra oito anos do circuito editorial Profundanças, um projeto literário e fotográfico independente criado na Bahia em 2014 pela professora e poeta baiana, Daniela Galdino, e que em três antologias elaboradas de forma completamente colaborativa, já publicou poemas de 51 escritoras, da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. No início de maio, foi lançado o site www.profundancas.com, onde é possível baixar todos os livros gratuitamente, conhecer mais sobre as escritoras de Profundanças e ainda consultar as críticas acadêmicas que abordam a antologia.

Para este ano de 2022, após aprovação pelo Fundo de Cultura da Bahia, o projeto realiza entre maio e agosto a Circulação Profundanças: Mulheres em Diálogo, a fim de mobilizar o público por meio de plataformas virtuais, promovendo diálogos sobre mulher, literatura, resistência e mercado editorial, além da dimensão formativa do projeto que são as oficinas. Ao todo, são quatro rodas de conversa e quatro oficinas, uma a cada mês.

O projeto Circulação Profundanças – Mulheres em Diálogo busca trazer o público para mais perto da proposta da antologia Profundanças. Foi contemplado pelo Edital Setorial de Literatura 2019 e tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda, Fundação Cultural do Estado da Bahia e Secretaria de Cultura da Bahia. A produção é da Voo Audiovisual. Mais informações podem ser acessadas nas redes sociais em @profundancas.

SERVIÇO:

Dia 08 de junho, às 19h, no Youtube.com/profundancas: Roda de Conversa “Mulheres em Profundanças”, pautando a resistência de mulheres no campo das artes.

Dia 11 de junho, às 14h, no Zoom: Oficina gratuita “Criação poética para mulheres”, com a pernambucana Ezter Liu.

Produção: Voo Audiovisual.

Apoio financeiro: Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda, Fundação Cultural do Estado da Bahia e Secretaria de Cultura da Bahia.

Bolsonaro tinha participação ativa no planejamento do golpe de Estado, diz PF

A investigação conduzida pela Polícia Federal revelou que o grupo investigado avançou na execução de um plano com o objetivo de abolir o Estado Democrático de Direito no Brasil. Segundo o relatório, Jair Bolsonaro (PL) “tinha plena consciência e participação ativa” nas ações clandestinas promovidas pelo grupo. O texto detalha que, ao dar continuidade à execução do plano, os envolvidos […]

A investigação conduzida pela Polícia Federal revelou que o grupo investigado avançou na execução de um plano com o objetivo de abolir o Estado Democrático de Direito no Brasil. Segundo o relatório, Jair Bolsonaro (PL) “tinha plena consciência e participação ativa” nas ações clandestinas promovidas pelo grupo.

O texto detalha que, ao dar continuidade à execução do plano, os envolvidos realizaram práticas que visavam subverter a ordem constitucional e inviabilizar a transição democrática de poder.

“Dando prosseguimento à execução do plano criminoso, o grupo iniciou a prática de atos clandestinos com o escopo de promover a abolição do Estado Democrático de Direito, dos quais Jair Bolsonaro tinha plena consciência e participação ativa”, escreve a PF.

Segundo a PF, Bolsonaro realizou lives e reuniões para sustentar a narrativa de fraude nas eleições e desacreditar o sistema eletrônico de votação.

As ações clandestinas, organizadas e deliberadas, reforçam o caráter articulado das investidas contra as instituições democráticas.

Além disso, os desdobramentos da investigação trazem à tona a gravidade dos fatos, colocando Bolsonaro como uma figura central no esquema.

As evidências reforçam o comprometimento do grupo com uma tentativa de ruptura institucional que, segundo os investigadores, teve início ainda durante o mandato presidencial.

Bolsonaro, por exemplo, teria recebido um rascunho da ‘minuta do golpe’ diretamente do assessor Filipe Martins e do advogado Amauri Feres Saad, e determinado mudanças no texto.

“O então Presidente da República Jair Bolsonaro teria recebido uma minuta de um decreto, que detalhava diversos ‘considerandos’ (fundamentos dos atos a serem implementados) quanto a supostas interferências do Poder Judiciário no Poder Executivo e, ao final, decretava a prisão de diversas autoridades”.

Na lista, constavam a detenção de ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

O documento inicial também decretava a realização de novas eleições devido a supostas fraudes no pleito.

No entanto, Bolsonaro devolveu o documento impondo alguns ajustes. A pedido do então presidente, ficaram mantidas somente a determinação de prisão do ministro Alexandre de Moraes e a realização de novas eleições presidenciais.

Pressão por apoio

Bolsonaro também teria convocado os Comandantes das Forças Militares no Palácio da Alvorada para apresentar o documento e pressionar as Forças Armadas.

Ele contou com o alinhamento de alguns militares, como o comandante da Marinha, Almir Garnier, enquanto outros, como o comandante do Exército Freire Gomes, resistiram.

De acordo com a investigação, as mensagens subtraídas do celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, provam que o então titular do Planalto participou pessoalmente das ações de “pressão” ao comandante do Exército para que aderisse à trama golpista.

Mas, diante da recusa dos então comandantes do Exército e da Aeronáutica em aderirem ao intento golpista, Bolsonaro teve uma nova reunião com comandante de Operações Terrestres (COTER), general Estevam Theóphilo, que aceitou executar as ações a cargo do Exército, caso Bolsonaro assinasse o decreto.

Marinha tinha tanques na rua prontos para o golpe

De acordo com o contato identificado como “Riva”, o comandante da Marinha, Almir Garnier, era considerado um aliado estratégico, descrito como “PATRIOTA”. Riva afirmou em mensagens que “tinham tanques no arsenal prontos”, indicando uma possível preparação militar para apoiar o intento golpista.

Em resposta, o interlocutor sugere que Bolsonaro, referido como “01”, deveria ter tomado uma atitude mais decisiva com a Marinha, afirmando que, se isso tivesse ocorrido, “o Exército e a Aeronáutica iriam atrás”.

As mensagens reforçam a tese de que havia articulação militar entre setores das Forças Armadas para apoiar ações autoritárias que poderiam culminar em uma ruptura institucional.

Braga Netto estimulou ataques e pressões a chefes das Forças

A Polícia Federal afirma que o candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, general Walter Souza Braga Netto, estimulou ataques e pressões aos então comandantes do Exército Freire Gomes e da Aeronáutica Carlos Almeida Baptista Junior, porque estes não estavam aderindo a ações golpistas.

No relatório final, os investigadores afirmam que Braga Netto orientou Ailton Barros – um ex-capitão do Exército que incitava militares a praticarem um golpe –a incentivar pressões e ataques contra os comandantes do Exército e da Aeronáutica.

Em trocas de mensagens com Ailton Barros no dia 14 de dezembro de 2022, Braga Netto chamou Freire Gomes de “cagão” e que a cabeça dele deveria ser oferecida aos leões.

Cafú diz que Câmara de Afogados precisa urgentemente de renovação

Renato Panta Batista, 35 anos, o Cafú, é candidato a vereador pelo Podemos. Falando ao blog, afirmou que sua decisão se deu pela vontade de renovar a Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. Empresário de uma empresa que atua na área de serviços de segurança, ele não esconde que assim como parte da população […]

Renato Panta Batista, 35 anos, o Cafú, é candidato a vereador pelo Podemos.

Falando ao blog, afirmou que sua decisão se deu pela vontade de renovar a Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira.

Empresário de uma empresa que atua na área de serviços de segurança, ele não esconde que assim como parte da população , está cansado dos políticos tradicionais.

“Por isso resolvi colocar meu nome para disputar um mandato na Câmara.  Estamos cansados do que está aí “, afirmou.