Marília Arraes critica nomeação de bolsonarista para o Detran-PE
Por André Luis
Governadora está sendo acusada de “bolsonarizar” a gestão
A ex-deputada federal e ex-candidata ao governo de Pernambuco, Marília Arraes (Solidariedade), usou as suas redes sociais para criticar a nomeação do novo diretor presidente do Detran-PE, Carlos Fernando Ferreira da Silva Filho.
O Detran é um dos espaços mais cobiçados do segundo escalão do Executivo estadual. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado do último sábado (18).
O indicado é aliado do presidente estadual do PL e aliado do ex-presidente, Jair Bolsonaro, Anderson Ferreira, que também disputou o Governo de Pernambuco no pleito de 2022.
“Raquel Lyra, que já tinha entregue a Secretaria de Educação ao bolsonarismo, agora deixa o Detran, de porteira fechada, nas mãos de representantes do genocida e seu partido. E surpreende um total de zero pessoas”, escreveu a ex-deputada.
“Isso poucos dias depois de interferir na Alepe, fazendo uma manobra junto com o PL, o partido de Bolsonaro, para garantir a presidência da CCJ. É o velho e conhecido ‘toma lá, dá cá’. Neutro é sabonete de bebê”, disparou Marília Arraes.
O PL também conseguiu emplacar o novo secretário-executivo de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor, o advogado Anselmo de Araújo Lima.
Para a oposição, as nomeações mostram que Raquel Lyra está “bolsonarizando” o Governo de Pernambuco.
A juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara Federal em Brasília, atendeu na tarde desta sexta-feira (29) a um pedido da Defensoria Pública da União e ordenou que as Forças Armadas não realizem comemorações dos 55 anos do golpe militar de 1964. A magistrada considerou que a iniciativa fere o princípio da legalidade porque […]
A juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª Vara Federal em Brasília, atendeu na tarde desta sexta-feira (29) a um pedido da Defensoria Pública da União e ordenou que as Forças Armadas não realizem comemorações dos 55 anos do golpe militar de 1964.
A magistrada considerou que a iniciativa fere o princípio da legalidade porque não se trata de data comemorativa prevista em lei. No último dia 23, o porta-voz da Presidência, Otávio Rego Barros, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro determinou ao Ministério da Defesa “as comemorações devidas”. Nesta quinta (28), Bolsonaro disse que o objetivo não era “comemorar”, mas “rememorar”.
Ela concedeu uma liminar (decisão provisória) para que as Forças Armadas não fizessem a leitura de texto em referência a 31 de março de 1964, quando teve início a ditadura militar no Brasil que perdurou por 21 anos.
A decisão, no entanto, não terá efeito prático porque a leitura foi realizada nesta manhã no Comando Militar do Planalto, em Brasília. Um dos trechos do texto diz: “As Forças Armadas participam da história da nossa gente, sempre alinhadas com as suas legítimas aspirações. O 31 de março de 1964 foi um episódio simbólico dessa identificação”.
A juíza ordenou que o Ministério da Defesa fosse notificado. A ação, no entanto, ainda será julgada no mérito. Ao final da ação civil pública, se a conclusão for a de que houve ilegalidade, a Justiça pode determinar punições.
A Defensoria argumentou que eventual comemoração fere o princípio da legalidade previsto no artigo 37 da Constituição. Isso porque a lei estipula que uma data só pode ser comemorada se houver lei que a estipule. Além disso, a Defensoria argumentou que comemorar um regime em que pessoas foram perseguidas, torturadas e assassinadas viola a moralidade administrativa.
Para a juíza, realizar comemorações, como a leitura da Ordem do Dia feita nesta sexta, “não é compatível com o processo de reconstrução democrática promovida pela Assembleia Nacional Constituinte de 1987 e pela Constituição Federal de 1988.
“Nesse contexto, sobressai o direito fundamental à memória e à verdade, na sua acepção difusa, com vistas a não repetição de violações contra a integridade da humanidade, preservando a geração presente e as futuras do retrocesso a Estados de exceção. Nesse ponto, ressalte-se que a alusão comemorativa ao 31 de março de 1964 contraria, também, a ordem de manter a educação contínua em direitos humanos, como instrumento de garantia de não repetição, estabelecida em sentença proferida pela Corte Interamericana de Direitos Humanos”, disse a juíza.
A Câmara Municipal de Tuparetama recebeu hoje parecer prévio do TCE-PE rejeitando as contas do ex-prefeito Deva Pessoa (PSD), referentes ao exercício de 2015. O tribunal verificou déficit de execução orçamentária de mais de R$ 1 milhão e 700 mil reais, além da omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias (FUNPRETU). O órgão também identificou distorções na […]
A Câmara Municipal de Tuparetama recebeu hoje parecer prévio do TCE-PE rejeitando as contas do ex-prefeito Deva Pessoa (PSD), referentes ao exercício de 2015.
O tribunal verificou déficit de execução orçamentária de mais de R$ 1 milhão e 700 mil reais, além da omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias (FUNPRETU).
O órgão também identificou distorções na LOA com superestimação de receitas e abertura excessiva de créditos suplementares de quase R$ 8 milhões, correspondente a 26,66% do orçamento anual.
Agora, Deva precisa de maioria qualificada, de dois terços, para reverter o parecer. A oposição tem maioria de 5 membros, mas não tem o número necessário para virada de mesa.
Blog do Magno Após uma série de conversas com aliados mais próximos e avaliações sobre o cenário eleitoral, o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil) passou a considerar de forma mais concreta a possibilidade de disputar uma vaga no Senado. Interlocutores afirmam que o parlamentar avalia que o atual quadro político abriu uma oportunidade real […]
Após uma série de conversas com aliados mais próximos e avaliações sobre o cenário eleitoral, o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil) passou a considerar de forma mais concreta a possibilidade de disputar uma vaga no Senado. Interlocutores afirmam que o parlamentar avalia que o atual quadro político abriu uma oportunidade real para sua eleição à Casa Alta.
Entre os fatores que pesam nessa análise estão o tempo de propaganda eleitoral garantido pelo PL, considerado estratégico, além da perspectiva de receber o apoio integral da família Coelho, com o ex-prefeito Miguel Coelho disposto a se engajar diretamente em sua campanha.
Fontes próximas ao deputado afirmam ainda que Mendonça encomendou pesquisas para medir seu potencial eleitoral. Segundo esses interlocutores, os levantamentos indicam desempenho superior ao do deputado federal Eduardo da Fonte em diferentes cenários. A expectativa agora gira em torno da decisão final do parlamentar, que deve definir ainda hoje se entrará na disputa majoritária pelo Senado ou se permanecerá na corrida pela reeleição à Câmara dos Deputados.
Ao contrário da Câmara Federal, que só volta a funcionar na próxima semana, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), volta às atividades normais nesta quinta-feira (1º), com sessão plenária pela manhã. Como às sextas-feiras não há reunião plenária, só na próxima segunda-feira a Casa deve dar andamento formal ao processo de votação dos sete projetos […]
Ao contrário da Câmara Federal, que só volta a funcionar na próxima semana, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), volta às atividades normais nesta quinta-feira (1º), com sessão plenária pela manhã.
Como às sextas-feiras não há reunião plenária, só na próxima segunda-feira a Casa deve dar andamento formal ao processo de votação dos sete projetos enviados pela governadora Raquel Lyra no final do primeiro semestre.
Os projetos, se aprovados, vão permitir ao estado adesão ao Projeto de Equilíbrio Fiscal do Governo Federal que vai garantir pagamento de juros mais baixos tanto nos empréstimos nacionais quanto internacionais.
Com isso, Pernambuco deve voltar ao Capag B (Capacidade de Pagamento). No momento o estado está com Capag C. Dois dos sete projetos se referem a demandas do Tribunal de Justiça e Ministério Público. As informações são do Blog Dellas.
O líder do Governo, deputado Waldemar Borges, do PSB, fez um balanço, nesta segunda (22 de dezembro), das atividades da liderança governista na atual Legislatura. Segundo ele, nos últimos quatros anos todos os assuntos foram discutidos e esclarecidos. O parlamentar destacou que os projetos de lei foram debatidos democraticamente e muitos sofreram modificações em respeito […]
O líder do Governo, deputado Waldemar Borges, do PSB, fez um balanço, nesta segunda (22 de dezembro), das atividades da liderança governista na atual Legislatura. Segundo ele, nos últimos quatros anos todos os assuntos foram discutidos e esclarecidos. O parlamentar destacou que os projetos de lei foram debatidos democraticamente e muitos sofreram modificações em respeito às considerações da Oposição, sempre em busca do entendimento.
Waldemar assinalou que 2014 encerra um ciclo que mudou a realidade de Pernambuco para melhor, e que fez do Estado uma referência nacional ao longo da gestão do ex-governador Eduardo Campos, a ser concluída neste final de ano pelo governador João Lyra Neto.
O líder governista ressaltou os avanços econômicos e sociais do período que, segundo ele, alcançaram a maior parcela da sociedade pernambucana. E destacou trechos do discurso de Eduardo Campos em sua posse, em 2007, quando o ex-governador avisou que seu Governo serviria para a construção de um novo tempo, enfrentando a miséria, a violência e a exclusão.
De acordo com o deputado, passados quase oito anos daquele momento, é possível constatar que as promessas foram cumpridas e o Estado vive, atualmente, um período de desenvolvimento sem precedentes.
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