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Marília Arraes critica modelo de gestão de Segurança Pública do Governo Raquel Lyra

Por André Luis

Por André Luis

Nesta sexta-feira (15), a ex-deputada federal e vice-presidente do Solidariedade Nacional, Marília Arraes, utilizou suas redes sociais para compartilhar um vídeo em que critica o modelo de gestão de Segurança Pública adotado pelo governo do estado de Pernambuco, liderado pela governadora Raquel Lyra. Marília Arraes argumenta que o atual modelo é “anacrônico, atrasado e ineficiente, não obtendo resultados positivos”.

No vídeo, Marília Arraes ressalta que o governo de Pernambuco não tem o controle efetivo da Segurança Pública e argumenta que a governadora Raquel Lyra não possui a capacidade necessária para lidar pessoalmente com essa questão. Ela enfatiza que o estado tem presenciado um aumento na violência, com vidas sendo ceifadas em uma guerra que está se instalando em Pernambuco.

“Eu que não funciona porque no caso em que se encontra é a governadora que tem que tomar conta pessoalmente da segurança, claro, se ela tivesse capacidade para isso, que não tem e infelizmente”, criticou.

A ex-deputada destaca a importância de garantir a paz no estado e expressa sua preocupação com a situação atual, afirmando que Pernambuco não pode se tornar um estado de guerra. Ela enfatiza que é fundamental buscar um estado de paz e evitar que vidas de pernambucanos e pernambucanas sejam perdidas devido a um sistema de segurança que não está funcionando adequadamente.

Marília Arraes diz ainda que é necessário promover uma mudança efetiva no modelo de gestão de Segurança Pública em Pernambuco, a fim de garantir a proteção e o bem-estar da população. Ela argumenta que é preciso buscar soluções mais eficientes e que valorizem a vida dos pernambucanos, permitindo que contribuam de forma positiva para o estado.

“A gente não pode deixar isso acontecer. Pernambuco não pode virar um estado de guerra. A gente tem que ter um estado de paz, a gente não pode deixar que esse estado de mudança para pior que está sendo instalado por Raquel Lyra tire vidas de tantos pernambucanos e Pernambucanas que teriam tanto ainda para contribuir com o nosso estado”, aponta Marília.

A crítica de Marília Arraes ao modelo de gestão de Segurança Pública do Governo Raquel Lyra, veio após os recentes episódios de violência que ocorreram no estado. Seis pessoas foram mortas nesta sexta-feira (15) horas depois que policiais militares foram assassinados num tiroteio no bairro de Tabatinga, no município de Camaragibe, no Grande Recife.

Outras Notícias

Regularização fundiária de territórios quilombolas é tema de diálogo entre o Iterpe e a União

Texto e foto: Mirthis Novaes/ASCOM Iterpe No mês que é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, o Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe) articulou reuniões junto ao Ministério Público da União e ao Incra, com o objetivo de dialogar sobre os processos de regularização fundiária de três territórios quilombolas. Na pauta […]

Texto e foto: Mirthis Novaes/ASCOM Iterpe

No mês que é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, o Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe) articulou reuniões junto ao Ministério Público da União e ao Incra, com o objetivo de dialogar sobre os processos de regularização fundiária de três territórios quilombolas. Na pauta discutida estão os imóveis rurais das comunidades de Castainho (Garanhuns); Negros de Gilú (Itacuruba) e Filhos do Pajeú (Floresta).

“A articulação que estamos promovendo tem como foco a celeridade dos processos de regularização fundiária desses territórios que tramitam na esfera judicial. A expectativa do Iterpe, nessa mediação, é propor soluções e tomar medidas administrativas para que as comunidades quilombolas obtenham a titulação sonhada”, explicou o presidente do Instituto, Altair Correia.

Vale ressaltar que, em 2018, o Iterpe participou de audiência pública na sede da associação da comunidade quilombola do Castainho, localizado na área rural do município de Garanhuns, para discutir os desdobramentos do processo em favor da regularização fundiária da comunidade. Nesse processo, o Iterpe, órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), se comprometeu a realizar a emissão do Título de Domínio Coletivo em nome de remanescentes do Quilombo do Castainho.

Através da regularização fundiária dos territórios quilombolas, as comunidades remanescentes ficam asseguradas constitucionalmente. Com o título do imóvel em nome da comunidade quilombola, as famílias acessam diversas políticas públicas de melhoria da qualidade de vida, entre elas a construção de escola, posto de saúde e de desenvolvimento rural.

MP ingressa com Ação Cautelar contra realização do Tupan Folia 2017

Recomendação 003/2017 foi emitida, mas prefeitura manteve entendimento em realizar evento, diz promotor. “Evento não está autorizado por Lei”.  O Ministério Público do Estado de Pernambuco, através do Promotor de Justiça Aurinilton Leão, ajuizou ação cautelar, requerendo a concessão de tutela de urgência cautelar em caráter antecedente contra  a realização do Tupãn Folia 2017, previsto […]

Tupan Folia, em foto de arquivo: MP diz que evento não atende pré-requisitos legais

Recomendação 003/2017 foi emitida, mas prefeitura manteve entendimento em realizar evento, diz promotor. “Evento não está autorizado por Lei”. 

O Ministério Público do Estado de Pernambuco, através do Promotor de Justiça Aurinilton Leão, ajuizou ação cautelar, requerendo a concessão de tutela de urgência cautelar em caráter antecedente contra  a realização do Tupãn Folia 2017, previsto para os dias 15 e 16, sábado e domingo próximos, conforme nota ao blog.

“A posição da Promotoria de Justiça é bastante simples e objetiva: o Tupã Folia 2017 não pode ser realizado porque não está autorizado por lei. Fere, portanto, o princípio da legalidade. Afinal, em Direito Administrativo, o Administrador só pode fazer o que a lei expressamente o autoriza, ao contrário do que ocorre no Direito Privado em geral, campo no qual o que não está expressamente proibido está implicitamente permitido”, diz o promotor em nota.

O ingresso com ação cautelar tem como fundamento nos arts. 294, 300, § 2º, e 306 a 308, do Novo Código de Processo Civil, e nos arts. 16 e 17, da Lei nº 8.429, de 1992, e, sobretudo no art. 37, da Constituição Republicana de 1988, distribuída à Vara Única da Comarca de Tuparetama, PE, por meio do sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico) e está registrada sob o nº 0000016-63.2017.8.17.3540 (acessível em: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam).

O ajuizamento da Ação tornou-se necessário segundo o MP, tendo em vista que, no último dia 10 de abril de 2017, não se chegou a um consenso acerca da realização do evento, em reunião que contou com a presença do Promotor de Justiça Aurinilton Leão Carlos Sobrinho, do Prefeito Sávio Torres, e do Advogado contratado pelo Município Jonathan do Nascimento Oliveira. “À ocasião, manteve-se o inteiro teor da Recomendação nº 003/2017, mas o Prefeito comunicou a pretensão de promover o evento”.

“Por outro lado, também foram reiteradas todas as razões já expostas na Recomendação nº 003/2017, além da circunstância de o Município de Tuparetama, PE, continuar em situação de emergência, conforme Decreto nº 44.278, de 3 de abril de 2017, de lavra do Excelentíssimo Senhor Governador do Estado de Pernambuco”, diz o promotor.

Acrescenta: “Como se não bastasse a mácula ao princípio da legalidade, ainda há os atuais momentos sociopolítico e econômico pelos quais vêm passando o Brasil, com sucessivas quedas de arrecadação e das quotas do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

Os atos administrativos, portanto, que eventualmente forem realizados pelo Poder Público Municipal para promover o Tupã Folia 2017 são nulos de pleno direito, porque desprovidos de embasamento legal (expressa autorização da lei para agir), de motivo e de motivação constitucionalmente conformes, configurando, assim, mácula às normas dispostas, dentre outras, no art. 37, da Constituição Republicana de 1988”.

O promotor alerta que caso seja, de fato, promovido o Tupã Folia 2017, será obrigatória a apuração da prática do crime de responsabilidade previsto no art. 11, item 1, da Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, “tornando-se igualmente obrigatório que esta Promotoria de Justiça de Tuparetama represente ao Procurador Geral de Justiça para investigar o Prefeito, já que possui foro por prerrogativa de função (foro privilegiado), mesmo já estando prefixado o dolo por meio da Recomendação nº 003/2017”.

Água volta às torneiras em Itapetim

Após mais de dois anos e meio em colapso em função de uma das piores estiagens da história, a população de Itapetim comemora o retorno da água as torneiras. O abastecimento regular foi restabelecido pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) na manhã desta quinta-feira (14), duas semanas dias após a chuva de 180 mm que […]

12990842_1687594378167804_2108823607299923164_nApós mais de dois anos e meio em colapso em função de uma das piores estiagens da história, a população de Itapetim comemora o retorno da água as torneiras.

O abastecimento regular foi restabelecido pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) na manhã desta quinta-feira (14), duas semanas dias após a chuva de 180 mm que recuperou todos os mananciais do município.

Para garantir maior agilidade ao restabelecimento do serviço, foi necessária parceria da Compesa com a Prefeitura de Itapetim, em uma série de intervenções na rede de distribuição e na estação de tratamento. A parceria foi firmada entre o chefe do Setor de Distribuição, Washington Jordão e o prefeito Arquimedes Machado.

Segundo o chefe de distribuição da Compesa, Washington Jordão, devido a necessidade de ampliação da estação de tratamento e de possíveis reparos em canos quebrados, o abastecimento será feito em sistema de rodizio até a conclusão dos serviços.

O retorno da água as torneiras foi comemorado com um grande foguetório em toda a cidade.

Novo ciclo de antibióticos visa combater bactéria que atinge Padre Genildo Herculano

Ontem a noite, os padres  Gilvan Bezerra e Mons. João Carlos Acioly Paz reuniram-se com o chefe noturno  da  UTI da Unimed em Recife para tratarem da situação clínica do Padre Genildo Herculano. As informações repassadas foram as seguintes: hoje iniciou-se um novo ciclo de antibiótico para impedir a ação da bactéria agressiva que o […]

Ontem a noite, os padres  Gilvan Bezerra e Mons. João Carlos Acioly Paz reuniram-se com o chefe noturno  da  UTI da Unimed em Recife para tratarem da situação clínica do Padre Genildo Herculano. As informações repassadas foram as seguintes: hoje iniciou-se um novo ciclo de antibiótico para impedir a ação da bactéria agressiva que o acomete.

O quadro agrava-se por conta do diabetes, que, segundo os dados clínicos, nunca foram cuidados de forma adequada. Em virtude desse quadro, o seu organismo fica mais fragilizado à açã da bactéria que atinge pulmões e rins.

Padre Genildo continua sedado e acompanhado pela equipe médica. Tem a seu favor a idade, por ser jovem. “Isso gera esperança de reverter o quadro”, diz o sacerdote. “A equipe médica passou para nós que se não houver nenhuma surpresa clínica, o período para um novo resultado da ação dos antibióticos será com dez dias a contar de hoje”, acrescenta.

“Portanto, continuemos em oração e vamos aguardar o tempo que a equipe médica  nos deu ontem a  noite. Nos lembrando que o tempo de Deus é diferente do nosso. Orações, serenidade e tranquilidade é o que o momento nos pede”, seguiu. Quanto a assistência religiosa na Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes em Solidão, a Diocese providenciará em tempo hábil.

Justiça determina execução e penhora em ações contra ex-prefeito e ex-secretários de São José do Egito

Exclusivo Quatro novas ações de execução fiscal foram protocoladas nesta semana contra o ex-prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, e ex-integrantes de sua gestão. As ações, que tramitam na Comarca do município, buscam o ressarcimento de valores aos cofres públicos referentes a débitos apurados entre os anos de 2021 e 2024. Além de […]

Exclusivo

Quatro novas ações de execução fiscal foram protocoladas nesta semana contra o ex-prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, e ex-integrantes de sua gestão. As ações, que tramitam na Comarca do município, buscam o ressarcimento de valores aos cofres públicos referentes a débitos apurados entre os anos de 2021 e 2024.

Além de Evandro Valadares, também são alvos das ações a ex-secretária de Ação Social Isabele Valadares (filha do ex-gestor), o ex-secretário de Saúde Paulo Jucá (genro) e a ex-secretária de Administração Luísa Baixinha (prima).

De acordo com as informações obtidas  pelo blog do Nill Júnior com exclusividade, a juíza responsável pelos casos já expediu mandados de execução e penhora, que poderão ser efetivados caso os valores cobrados não sejam quitados dentro do prazo legal.

Os processos têm como base relatórios técnicos, documentos administrativos e pareceres jurídicos que apontam prejuízos ao erário durante a última gestão municipal. As ações são públicas e podem ser consultadas no sistema do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).