Notícias

Marido da prefeita de Trindade morre em acidente

Por Nill Júnior

O marido da prefeita Helbinha Rodrigues, da cidade de Trindade, no sertão de Pernambuco, faleceu vítima de um acidente de trânsito ocorrido na madrugada desta segunda-feira (18/12).

Segundo as informações iniciais, uma mulher que o acompanhava no veículo também perdeu a vida no acidente.

Alex Sandro Simão do Nascimento era casado com a atual prefeita da cidade de Trindade, Helbe Rodrigues da Silva Nascimento (Helbinha).

O acidente ocorreu na BR-316, entre Santa Rita e Trindade. Alex Sandro estava em um veículo Strada de cor branca que ficou completamente destruído. As informações são do blog Araripina em Foco.

A mulher que estava com Alex Sandro no carro foi identificada como Maria Erinalda de Sá Oliveira, de 31 anos, conhecida como Nalva.

Natural de Trindade, era uma empresária atuante no ramo de suplementos. Infelizmente, também veio a óbito no acidente.

Segundo a PRF – Alex Sandro, que dirigia o carro, perdeu o controle do veículo, saiu da pista e capotou várias vezes. “Eles foram arremessados para fora da caminhonete e faleceram no local. Existe a suspeita de que estavam sem o cinto de segurança”, informou a PRF.

Outras Notícias

Impedimento de Paulo Câmara assumir BNB é Constitucional, Afirma Aras

O procurador-geral da República, Augusto Aras, apresentou ao Supremo Tribunal Federal, nesta terça (28), parecer na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.331, defendendo a “constitucionalidade da vedação à indicação de ministros de Estado e dirigentes partidários aos conselhos de Administração e diretorias das empresas públicas e sociedades de economia mista”. É o caso de Paulo […]

O procurador-geral da República, Augusto Aras, apresentou ao Supremo Tribunal Federal, nesta terça (28), parecer na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.331, defendendo a “constitucionalidade da vedação à indicação de ministros de Estado e dirigentes partidários aos conselhos de Administração e diretorias das empresas públicas e sociedades de economia mista”.

É o caso de Paulo Câmara, escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para comandar o Banco do Nordeste (BNB), mas que não teve a indicação oficializada porque a Lei das Estatais veda nomeação de dirigentes de partidos. Até o início do ano, Paulo Câmara era o vice-presidente nacional do PSB, de onde se desfiliou com uma carta em 2023.

Conforme o texto do chefe do Ministério Público da União (MPU), essas regras “expressam a intenção do legislador de garantir a efetividade da governança corporativa nesse setor e coibir possíveis conflitos de interesses, assegurando a autonomia decisória e a probidade administrativa dos ocupantes dos cargos de direção das empresas“. 

A manifestação de Aras foi em tese, abordando o texto da lei, sem mencionar a situação específica de Paulo Câmara. Porém, o caso do ex-governador se enquadra.

A manifestação se deu nos autos da ADI 7.331, apresentada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), da ministra Luciana Santos (PCdoB) também ex-vice-governadora de Paulo Câmara.

O processo está sob relatoria do ministro Ricardo Lewandowski.

Segundo o PCdoB, as restrições à indicação para o Conselho de Administração e para a diretoria de empresas estatais, previstas na Lei das Estatais (Lei 13.303/2016), violariam “o direito constitucional à igualdade; a liberdade de expressão no ambiente político-partidário; a ampla acessibilidade a cargos, empregos e funções públicas, bem como afrontariam o princípio da proporcionalidade como proibição de excesso“. As informações são do Blog de Jamildo.

Zeca Cavalcanti acusa de eleitoreira a mudança de comando do Hospital de Arcoverde

Por Anchieta Santos Depois das críticas do deputado Júlio Cavalcanti (PTB) na Tribuna da Assembleia Legislativa contra a medida do Governo do Estado de passar o comando do Hospital Regional Ruy de Barros Correia de Arcoverde para a Organização Social Hospital do Tricentenário, agora foi a vez do seu irmão, o deputado federal e ex-prefeito […]

_DSC8245

Por Anchieta Santos

Depois das críticas do deputado Júlio Cavalcanti (PTB) na Tribuna da Assembleia Legislativa contra a medida do Governo do Estado de passar o comando do Hospital Regional Ruy de Barros Correia de Arcoverde para a Organização Social Hospital do Tricentenário, agora foi a vez do seu irmão, o deputado federal e ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB). Falando à Rádio Itapuama FM, Zeca declarou que a medida é eleitoreira.

“O interventor que está saindo, afirmou que R$ 700 mil reais seriam suficientes para gerenciar o Regional. O governo do Estado dizia não ter o dinheiro e só repassava pouco mais de R$ 300 mil. Agora terá R$ 2 milhões par a transferir a uma OS? A medida é eleitoreira. Isso acaba logo, não passa de dois meses”.

O parlamentar federal ainda atacou o líder do governo Waldemar Borges que havia rebatido as críticas de Júlio na Assembleia, dizendo que a crise se arrasta deste o tempo em que a família Cavalcanti tomava conta dele. Zeca disse que “Waldemar não sabe o que diz”.

Itapetim inicia recuperação de estradas vicinais

A Prefeitura de Itapetim deu início a recuperação das estradas vicinais do município que têm sido danificadas com a chegada das chuvas. O serviço começou pela região do Distrito de São Vicente onde a patrulha mecanizada está a todo vapor fazendo a restauração das vias. O objetivo do Governo Municipal é melhorar o acesso para […]

A Prefeitura de Itapetim deu início a recuperação das estradas vicinais do município que têm sido danificadas com a chegada das chuvas.

O serviço começou pela região do Distrito de São Vicente onde a patrulha mecanizada está a todo vapor fazendo a restauração das vias.

O objetivo do Governo Municipal é melhorar o acesso para que a população da zona rural possa se deslocar com segurança.

“Todas as estradas do município serão reformadas pela prefeitura garantindo melhores condições de tráfego aos moradores das localidades, principalmente aquelas onde o acesso é mais difícil”, declarou o prefeito Adelmo Moura.

O novo luxo é ser simples: por que a ostentação se tornou atraso

Por Inácio Feitosa* Vivemos um momento histórico em que a ostentação deixou de ser símbolo de poder e passou a ser evidência de atraso. Durante muito tempo, consumir e exibir foram gestos quase obrigatórios para quem desejava reconhecimento. Era como se a sociedade exigisse um desfile permanente de marcas, objetos, etiquetas e exageros.  Só que […]

Por Inácio Feitosa*

Vivemos um momento histórico em que a ostentação deixou de ser símbolo de poder e passou a ser evidência de atraso. Durante muito tempo, consumir e exibir foram gestos quase obrigatórios para quem desejava reconhecimento. Era como se a sociedade exigisse um desfile permanente de marcas, objetos, etiquetas e exageros. 

Só que o excesso cansou. Cansou porque falta sentido. Cansou porque o mundo amadureceu. Cansou porque não cabe mais num contexto global que exige consciência e sobriedade. Aos poucos, tornou-se evidente que aparência não resolve vazio, que logotipo não compra paz e que objetos não sustentam identidade. Hoje, ostentar não impressiona — constrange. Não comunica grandeza — revela insegurança. Não mostra sucesso — mostra falta de compreensão sobre o próprio tempo.

As redes sociais ajudaram a acelerar esse desgaste. O exagero permanente transformou-se em paródia de si mesmo. Perfis recheados de ostentação perderam credibilidade e passaram a ser vistos como uma tentativa desesperada de compensar algo que falta. Quanto mais gente exagera, menos gente respeita. Quanto mais se exibe, menos se admira. Esse colapso da estética do excesso expôs a fragilidade emocional que existe por trás da obsessão pela aparência. O espetáculo da ostentação ficou ultrapassado, e não perceber isso é perder a mudança cultural do século.

Sociedades mais maduras já não medem sucesso pelo volume de bens, mas pelo impacto social, pela solidez interna, pela capacidade de viver com propósito. Países desenvolvidos migraram da lógica da abundância ostentatória para a lógica da elegância silenciosa. E o Brasil, embora ainda preso a certos resíduos culturais, começa a despertar para essa transição. Hoje, o comportamento realmente admirado não é o que chama atenção, mas o que a dispensa. Não é o que grita, mas o que sabe falar baixo. Não é o que acumula, mas o que escolhe. E, acima de tudo, não é o que tenta parecer, mas o que consegue ser.

Enquanto consumidores mais atentos abraçam o “quiet luxury”, muitos ainda acreditam que exibir é avançar. Porém, exibir é regredir. É não entender a mudança de época. É permanecer preso à ingenuidade estética e simbólica dos anos 2000, quando o mundo ainda se encantava com brilho e barulho. Hoje, brilho e barulho soam infantis. É anacrônico confundir valor com preço, grandeza com visibilidade, qualidade com chamativo. O novo luxo é justamente o oposto dessa lógica: discrição, leveza, paz, autonomia, autenticidade, tempo, silêncio — bens intangíveis que não se compram numa vitrine, mas se constroem com maturidade.

Pessoas que realmente evoluíram não precisam provar nada a ninguém. A sofisticação atual não está na posse, mas no discernimento. Não está no acúmulo, mas na clareza. Não está no excesso, mas na medida. Talvez por isso os sinais mais sofisticados hoje sejam os mais discretos: a roupa sem logotipo, o carro que não chama atenção, o relógio que não precisa ser reconhecido, a garrafa de água comum no lugar da versão importada de valor absurdo. É um gesto simples, mas carregado de inteligência cultural. Esse comportamento não significa pobreza de possibilidades, mas riqueza de consciência. É a afirmação sutil de quem já entendeu que existir vale mais do que parecer.

Ostentar, nesse contexto, não é apenas falta de bom senso: é falta de leitura de mundo. É não perceber que a humanidade mudou de eixo. É insistir num modelo ultrapassado, preso à estética da década passada. É viver segundo o olhar alheio, e não segundo a própria lucidez. Exibir-se para conquistar respeito é como gritar para parecer eloquente: quanto mais alto, menos digno. O excesso virou ruído, e o ruído virou ridículo.

Viver com menos, por escolha, é maturidade emocional. Viver com exagero, por necessidade de reconhecimento, é fragilidade disfarçada de poder. É sinal de desequilíbrio interno. É a demonstração de que a pessoa ainda depende de aplauso externo para sustentar a própria autoestima. A verdadeira força está em não precisar ser visto para existir. Está em não depender de aprovação para permanecer inteiro. Está em ser suficiente para si mesmo.

O mundo mudou, a sensibilidade mudou, a régua da elegância mudou. A nova estética é ética. O novo estilo é consciência. O novo símbolo de status é a serenidade. O que realmente impressiona hoje não é o brilho, mas a profundidade; não é o volume, mas o silêncio; não é a exibição, mas a sobriedade. Um ambiente organizado, uma rotina equilibrada, uma vida coerente — isso sim comunica grandeza. Porque o que encanta, hoje, não é o exagero, mas a clareza; não é o luxo ostensivo, mas a simplicidade consciente.

Quem ainda não percebeu isso continua preso a um tempo que já se foi, lutando para parecer mais enquanto o verdadeiro avanço é simplesmente ser. E a tendência global é clara: quanto mais o mundo se torna complexo, mais as pessoas inteligentes buscam o simples. Quanto mais a sociedade grita, mais o sábio se recolhe. Quanto mais tudo encarece emocionalmente, mais o equilíbrio se torna valioso. A simplicidade não é ausência — é conquista. Não é falta — é escolha. Não é pouco — é tudo o que basta.

E, no fim das contas, quando todas as luzes externas se apagam e sobra apenas o que somos de verdade, resta a constatação mais simples e mais difícil de todas: a maior obstinação do ser humano é ser humano!

*Inácio Feitosa é Advogado e Presidente do ICE — Instituto Confraria da Educação

Boletim: Arcoverde registra terceiro óbito por Covid-19 e mais seis suspeitos entram em investigação

A Secretaria de Saúde de Arcoverde informou em nota que nesta terça-feira, 21 de abril de 2020, foi registrado novo óbito por Covid-19 e mais seis casos suspeitos entraram em investigação. O falecimento foi de um homem de 65 anos, no Hospital Regional Ruy de Barros Correia, o que totaliza três mortes na cidade. O […]

A Secretaria de Saúde de Arcoverde informou em nota que nesta terça-feira, 21 de abril de 2020, foi registrado novo óbito por Covid-19 e mais seis casos suspeitos entraram em investigação.

O falecimento foi de um homem de 65 anos, no Hospital Regional Ruy de Barros Correia, o que totaliza três mortes na cidade. O boletim diário registra dez suspeitos, quatorze descartados, onze confirmados e três óbitos.

O Governo do Estado confirmou, mais 218 casos do Coronavírus, totalizando 2.908. Em Pernambuco, foi anunciada confirmação laboratorial de 26 novas mortes. Ao todo, já são registradas 260 mortes.

Mesmo sendo feriado, as barreiras sanitárias nas entradas de Arcoverde registraram 836 carros, na sua maioria das cidades da região. Foram quase cem veículos a mais que dia 20. A equipe da Vigilância em Saúde conta com o apoio da Arcotrans, do Detran-PE e da PM-PE. Neste locais estão sendo realizadas orientações sobre o Covid-19, uso de máscaras e aferição de temperatura.