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Márcio Oliveira na coordenação do Polo Integrado da Rota do Cordeiro pelo Ministério do Desenvolvimento Regional

Por Nill Júnior

O vice-prefeito e Secretário Municipal de Agricultura e Recursos Hídricos, Márcio Oliveira, foi reconhecido para a coordenação do Polo Integrado Pernambuco-Paraíba da da Rota do Cordeiro, de acordo com a Portaria nº 3.560, de 13 de dezembro de 2022, da Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Conforme a Portaria nº 3.560, o Ministério do Desenvolvimento Regional reconheceu mais onze rotas de integração nacional no país, incluindo a Rota do Cordeiro, englobando os estados de Pernambuco e da Paraíba.

A Rota do Cordeiro é uma iniciativa do MDR, com a participação da Embrapa Caprinos e Ovinos e de diversos parceiros locais, regionais e nacionais. “O objetivo da Rota do Cordeiro é apoiar a cadeia produtiva da caprinovinocultura no Nordeste, modernizando a produção, o beneficiamento da carne, a frigorificação, distribuição, comercialização, culinária e gastronomia, uma maneira de melhorar a renda dos produtores locais, beneficiando também o consumidor, que terá acesso a produtos seguros e de qualidade”, explicou Márcio Oliveira.

A solicitação para inclusão do município de Serra Talhada na Rota do Cordeiro foi feita em novembro de 2021, no primeiro ano de gestão da prefeita Márcia Conrado. “A região de Serra Talhada tem um grande potencial na área da caprinovinocultura, um importante setor de nossa economia que precisa ser apoiado e fortalecido, proporcionando melhores condições de trabalho e renda para os produtores, por isso trabalhamos desde o início da gestão para a inclusão do município na Rota do Cordeiro, um programa do Governo Federal que busca apoiar e modernizar toda a cadeia produtiva de caprinos e ovinos no Nordeste. Aproveito para parabenizar nosso secretário Márcio Oliveira, escolhido para coordenar as ações do programa na Rota Integrada Pernambuco e Paraíba, um reconhecimento pelo exitoso trabalho que a gestão municipal vem desempenhando na área da agricultura”, afirmou Márcia.

Outras Notícias

Aliados querem esvaziar sessão para salvar Temer

Folha Um dos planos traçados por aliados de Michel Temer para mantê-lo no cargo consiste no esvaziamento da sessão da Câmara dos Deputados que irá analisar a denúncia criminal contra o presidente. A Procuradoria-Geral da República deve apresentar nos próximos dias a acusação formal contra o peemedebista em decorrência da delação dos executivos da JBS. […]

Folha

Um dos planos traçados por aliados de Michel Temer para mantê-lo no cargo consiste no esvaziamento da sessão da Câmara dos Deputados que irá analisar a denúncia criminal contra o presidente.

A Procuradoria-Geral da República deve apresentar nos próximos dias a acusação formal contra o peemedebista em decorrência da delação dos executivos da JBS.

A Constituição estabelece que essa denúncia só pode ser transformada em processo no Supremo Tribunal Federal –com o consequente afastamento do presidente caso haja aprovação pelo plenário da Câmara, com o voto de pelo menos 342 de seus 513 integrantes.

Ou seja, Temer necessita ter ao menos 172 deputados ao seu lado, mas não necessariamente do voto desses parlamentares –a rigor, não precisa de nenhum.

É o lado contrário que tem a obrigação de reunir 342.

A votação da análise da denúncia se dará por meio de chamada nominal de cada um dos deputados, que irão declarar seus votos em um dos microfones do plenário. Após a primeira rodada, a tradição manda que haja uma segunda chamada dos faltosos, mas isso não é obrigatório. As regras serão definidas pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um dos principais aliados de Temer.

Um dos maiores temores dos governistas é o desgaste político e eleitoral de ir ao microfone do plenário da Câmara votar contra o prosseguimento das investigações.

Além de todas as suspeitas contra o presidente levantadas nos depoimentos capitaneados por Joesley Batista, pesa contra o peemedebista a péssima avaliação popular: de acordo com a última pesquisa do Datafolha, de abril, Temer contava com apenas 9% de aprovação das ruas.

Um dos planos de governistas é se ausentar na hora da votação e se fiar no hoje improvável cenário de oposição e dissidentes reunirem os 342 votos.

Estratégia essa que tende a murchar caso fique claro na percepção popular que a ausência é a mesma coisa de votar a favor de Temer.

Na época do impeachment de Dilma Rousseff, essa saída também foi pensada por apoiadores da petista, mas acabou naufragando diante da promessa de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), então presidente da Câmara e desafeto da presidente, de fazer sucessivas chamadas dos faltosos na sessão realizada em um domingo, com transmissão ao vivo para todo o país.

Governistas dizem contar hoje com cerca de 250 deputados para barrar a denúncia contra Temer, mas esse é um número oscilante.

“A chance de a oposição ter os 342 votos para aprovar a denúncia é a mesma que o Sargento Garcia tem de prender o Zorro, salvo haja algo novo, grave e comprovado contra o presidente”, disse o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos principais aliados do Planalto. “Confio no Temer, pode tirar a ressalva, a chance é a mesma de o sargento prender o Zorro”, se corrigiu, logo em seguida.

Ele diz que chega a ser aplaudido pela forma como tem defendido o presidente. “A forma como cada um vai se portar diante do microfone eu não sei, o que sei é que a oposição não terá votos para levar a frente uma denúncia frágil como essa.”

Filho de Mendonça e assessor tem alta em Recife

O pré-candidato a deputado federal Vinícius Mendonça, filho de Mendonça Filho, e o assessor Rodrigo Mota receberam alta hospitalar no final da manhã  desta terça-feira (17), do Hospital Santa Joana, no Recife. Os dois deram entrada na unidade de saúde durante a madrugada em decorrência de um acidente ocorrido na noite desta segunda-feira (16), na […]

O pré-candidato a deputado federal Vinícius Mendonça, filho de Mendonça Filho, e o assessor Rodrigo Mota receberam alta hospitalar no final da manhã  desta terça-feira (17), do Hospital Santa Joana, no Recife.

Os dois deram entrada na unidade de saúde durante a madrugada em decorrência de um acidente ocorrido na noite desta segunda-feira (16), na BR-232, no município de Bezerros. No capotamento, que ocorreu por volta das 21h, morreram o advogado Rodrigo Albuquerque e o motorista Edson de Oliveira Santos. Os quatro seguiam para Belo Jardim, no Agreste, quando aconteceu o acidente.

Vinícius Mendonça teve rompimento nos ligamentos no ombro direito e Rodrigo Mota  sofreu escoriações no corpo. Ambos foram atendidos pelo SAMU no local do acidente tendo sido levados inicialmente para o Hospital de Bezerros, sendo posteriormente transferidos para o Recife.

O corpo de Rodrigo Albuquerque e Edson de Oliveira foi levado para o Instituto de Medicina Legal de Caruaru. O sepultamento do advogado está marcado para às 16h desta terça (17), na cidade de Gravatá, no Agreste. Já o enterro do motorista Edson será realizado somente nesta quarta (18), no Cemitério Parque das Flores, em Tejipió, no Recife.

BNDES corre risco de calote de US$ 2 bi de Angola, Venezuela e Moçambique

Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno Da Agência Estado Após calotes de Venezuela e Moçambique, no ano passado, Angola pode ser a próxima a atrasar pagamentos de empréstimos do BNDES que financiaram obras de empreiteiras brasileiras. No total, o banco tem US$ 4,3 […]

Foto: REUTERS/Sergio Moraes

Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno

Da Agência Estado

Após calotes de Venezuela e Moçambique, no ano passado, Angola pode ser a próxima a atrasar pagamentos de empréstimos do BNDES que financiaram obras de empreiteiras brasileiras. No total, o banco tem US$ 4,3 bilhões a receber de dívidas nessa modalidade, sendo US$ 2 bilhões de Venezuela, Moçambique e Angola. Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno, incluindo juros.

A conta dos atrasos, na verdade, ficará com o Tesouro Nacional, pois as operações têm seguro, coberto pelo Fundo de Garantia à Exportação (FGE). Vinculado ao Ministério da Fazenda, o fundo é feito para garantir esse tipo de empréstimo. Nos financiamentos de longo prazo no exterior, é normal haver participação dos governos no crédito ou nas garantias, dizem especialistas. Mesmo que os recursos sejam recuperados à frente, após renegociações com os devedores, não há previsão orçamentária em 2018 para os eventuais calotes, informou o Ministério da Fazenda. Novos calotes podem pressionar ainda mais as contas públicas, já deficitárias.

A Venezuela preocupa mais. Do calote de US$ 262 milhões anunciado em setembro, US$ 115 milhões são com o BNDES. O banco tem mais US$ 274 milhões a receber apenas neste ano, do saldo devedor total de US$ 814 milhões. O atraso da parcela deste ano implicaria gasto adicional de R$ 885 milhões no Orçamento federal de 2018. A avaliação do governo é que dificilmente a dívida será paga normalmente, disse uma fonte.

Angola, maior devedora do BNDES, não chegou a esse ponto, mas o novo governo, eleito em agosto, anunciou na última quarta-feira um pacote de ajuste que prevê a renegociação da dívida externa para lidar com o tombo nas receitas com as exportações de petróleo. A Embaixada de Angola em Brasília informou que não teria como comentar o assunto na sexta-feira. O Ministério da Fazenda e o BNDES negaram qualquer contato de Angola sobre atrasos.

Entre 2002 e 2016, o BNDES contratou US$ 4 bilhões em empréstimos com o país africano, a maioria para projetos da Odebrecht, como a construção da Hidrelétrica de Laúca. A obra recebeu financiamento de US$ 646 milhões, em duas operações, de 2014 e 2015. Em nota, a Odebrecht diz que “não há qualquer atraso” do governo angolano, embora a empresa tenha frisado que, como a dívida é com o banco de fomento, não acompanha o pagamento.

No caso de Moçambique, houve calote de US$ 22,5 milhões no empréstimo para a construção do Aeroporto de Nacala, no norte do país, a cargo da Odebrecht. A obra, de US$ 125 milhões, virou um elefante branco. Como mostrou o Estado no mês passado, o terminal opera com 4% da capacidade de 500 mil passageiros por ano. O país da costa leste africana ainda deve US$ 161 milhões ao BNDES.

Polêmica

O crescimento dos recursos para financiamentos de obras no exterior foi um dos pontos polêmicos das gestões do BNDES durante os governos do PT. O banco seguiu critérios políticos e ideológicos na escolha dos países que receberam crédito e ofereceu condições vantajosas demais, dizem os críticos.

Para o diretor da área de Comércio Exterior do BNDES, Ricardo Ramos, a instituição já reconheceu que pode melhorar o financiamento à exportação de serviços de engenharia ao estabelecer novos critérios para a aprovação dos empréstimos, quando anunciou a suspensão de 25 operações com empreiteiras, em outubro de 2016.

Mesmo assim, Ramos defendeu a política. Segundo o executivo, o FGE cobra pelo seguro oferecido aos países credores. Os valores são proporcionais ao risco. O governo tem enfatizado que o fundo tem atualmente um superávit de R$ 4,19 bilhões (US$ 1,3 bilhão), entre taxas e indenizações. A escolha dos países de destino, disse Ramos, se deve à demanda: os projetos que buscam crédito do BNDES, normalmente, são em países emergentes, mais arriscados. “O atraso é pontual. Esses países vão pagar”, disse o diretor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Política do BNDES é alvo de críticas

A política de promover as exportações de serviços de engenharia com crédito público é prática de muitos países, afirmam especialistas. Ainda assim a estratégia do BNDES é alvo de críticas. “A Odebrecht monopolizou os financiamentos do BNDES. Essa é a anomalia”, diz Mathias Alencastro, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) especializado nas relações Brasil-África. Segundo ele, o foco em Angola seguiu uma estratégia comercial da Odebrecht. O consultor Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior no governo Lula, considera os atrasos como risco inerente ao sistema internacional de financiamento. São poucos os casos de inadimplência, diz, destacando que os países tendem a retomar os pagamentos, sob pena de ficarem sem crédito externo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nem sinal de maquinário na PE 292. Engenheiro diz que obras só depois do carnaval

Carlos Alberto, dono da empreiteira responsável pelas obras de restauração da PE-292, ligando Albuquerque-né (Sertânia) a Afogados da Ingazeira, garantiu ao Governo que, a partir do dia 22, teria operários começando a chegar ao canteiro de obras para instalação da usina de asfalto. Pelo menos até ontem não havia sinais de maquinário. O único sinal de […]

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Cadê os “homens trabalhando?” Restauração da PE 292 ainda não saiu do papel

Carlos Alberto, dono da empreiteira responsável pelas obras de restauração da PE-292, ligando Albuquerque-né (Sertânia) a Afogados da Ingazeira, garantiu ao Governo que, a partir do dia 22, teria operários começando a chegar ao canteiro de obras para instalação da usina de asfalto.

Pelo menos até ontem não havia sinais de maquinário. O único sinal de serviço em toda extensão da rodovia era o isolamento de uma pequena área menor que vinte metros para roço, nada relacionado com a prioridade da via, recapeamento.

O engenheiro responsável Paulo Rogério, disse à produção do programa Manhã Total (Rádio Pajeú) que até quarta deve chegar o maquinário para montagem da usina de asfalto. E foi mais sincero: afirmou que as obras pra valer só devem começar depois do carnaval.

Blog acompanhou último dia da festa dos 105 anos de Afogados

por Bruna Verlene Nesta terça (01) Afogados da Ingazeira viveu momentos de muita festa, eventos e religiosidade na comemoração dos seus 105 anos. Durante o dia houve  a inauguração do Matadouro Público e entrega da Área Integrada de Segurança. A noite, o prefeito José Patriota ao lado da primeira dama Madalena, secretários, autoridades locais e […]

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O prefeito José Patriota brindou os 105 anos de Afogados, junto com a primeira dama Madalena, vereadores, Aline Mariano e Marcílio Pires. Foto: Bruna Verlene

por Bruna Verlene

Nesta terça (01) Afogados da Ingazeira viveu momentos de muita festa, eventos e religiosidade na comemoração dos seus 105 anos. Durante o dia houve  a inauguração do Matadouro Público e entrega da Área Integrada de Segurança. A noite, o prefeito José Patriota ao lado da primeira dama Madalena, secretários, autoridades locais e estaduais participaram da missa em ação de graças na Catedral Bom Jesus dos Remédios.

Após os parabéns e o corte do bolo, os olhos foram voltados para o Centro Desportivo, com o show do paulista Alê Martins, que abriu a noite de shows dos 105 anos de Afogados.

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Geraldo Azevedo recebeu a imprensa em seu camarim, e falou da sua carreira e do forró que está tomando o Brasil. Foto: Bruna Verlene

O momento mas esperado da noite era o show do cantor pernambucano Geraldo Azevedo, que antes falou à Rádio Pajeú AM e aos blogs da Região. “Estou muito lisonjeado em ter sido convidado para um dia tão especial”, declarou Geraldo.

Ainda no camarim, Geraldo recebeu o fã Thiago Caldas. Ele ganhou um presente especial do artista :  o tão desejado autografo no violão. O pároco da cidade, Pe. Josenildo Nunes e o Pe. Claudivan Siqueira também tiveram contato com o artista.

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Gabriel Diniz recebeu o Blog no seu camarim.

Logo em seguida o cantor Gabriel Diniz falou ao blog como foi voltar a Afogados depois de toda a polêmica do carnaval, quando por motivos de atraso o show não foi realizado.

“Na verdade foi solucionado no outro dia, e até hoje isso é comentado. Volto a Afogados que sempre me abraçou pra caramba. A galera daqui tem um carinho muito grande pelo Gabriel Diniz, e estamos finalizando a nosso São João aqui em Afogados”, declarou o forrozeiro.

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Limão com Mel emocionou o público que se fazia presente no Centro Desportivo. Foto: Bruna Verlene

A festa não parou:  ao entrar no palco a banda Limão Com Mel emocionou os corações apaixonados de fãs. E em seu último show o vocalista da Limão, Batista Lima, disse que não haveria lugar melhor e uma data tão especial para encerrar sua carreira na banda.

As comemorações dos 105 anos de Afogados terminaram as três e cinquenta da manhã, cumprindo no limite da margem acertada o acordo feito entre a prefeitura e o Ministério Público.