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Márcia Conrado representa Serra Talhada na COP-26

Por André Luis

A prefeita Márcia Conrado, acompanhada do secretário municipal de Meio Ambiente, Sinézio Rodrigues, encontra-se em Brasília representando o Município de Serra Talhada na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-26), realizada pela embaixada do Reino Unido no Brasil, nesta quarta-feira (04/08). 

O evento reúne governadores, prefeitos e CEOs que estão à frente dos debates sobre ações estratégicas de combate ao aumento do aquecimento global. 

Na ocasião, a prefeita foi chamada ao palco juntamente com demais prefeitos para anúncio coletivo dos compromissos das cidades com a Corrida do Zero no Brasil. 

A gestora discursou sobre as ações que estão sendo realizadas por Serra Talhada visando o fortalecimento do desenvolvimento sustentável do Município, dentre elas a participação como membro da diretoria da Associação Brasileira de Municípios e participação do Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia. 

“Reafirmamos o nosso compromisso à adesão da “Corrida do Zero”, campanha global que mobiliza investidores, gestores públicos e também a iniciativa privada na busca pelo fortalecimento de uma economia saudável e zero carbono,  gerando mais empregos e impulsionando um crescimento baseado na inclusão e na sustentabilidade”, afirmou Márcia, única prefeita mulher participante do evento. 

A prefeita aproveitou, ainda, para falar sobre a grande dificuldade das gestões públicas locais em desenvolver suas ações, devido à sobrecarga deixada pela falta de atuação do governo federal na pauta climática, pedindo suporte por parte das lideranças climáticas da ONU aos gestores públicos que estão empenhados em desenvolver as agendas de políticas climáticas em seus municípios. 

O evento contou com a participação do Presidente Designado da COP26, Alok Sharma; do Embaixador do Reino Unido no Brasil, Peter Wilson; do Campeão de Alto Nível para Ação Climática da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, Gonzalo Munoz; e da Presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Marina Grossi; além de CEOs, prefeitos, governadores e secretários de meio ambiente do Brasil.

Outras Notícias

Morre Guilherme Uchoa

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchoa (PSC), morreu, na manhã desta terça-feira (3). Ele deu entrada no Hospital Português, que fica no bairro do Paissandu, na área central da Capital, na madrugada do último domingo (1º). Juiz aposentado, Guilherme Uchoa estava no sexto mandato parlamentar e presidia a Assembleia Legislativa pela […]

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchoa (PSC), morreu, na manhã desta terça-feira (3). Ele deu entrada no Hospital Português, que fica no bairro do Paissandu, na área central da Capital, na madrugada do último domingo (1º).

Juiz aposentado, Guilherme Uchoa estava no sexto mandato parlamentar e presidia a Assembleia Legislativa pela sexta vez consecutiva. O presidente da Alepe realizaria, junto com o seu filho, que é pré-candidato a deputado federal também pelo PSC, uma festa de São João, em Igarassu, com os apoiadores, mas a festa foi cancelada após a internação.

O governador Paulo Câmara (PSB) visitou o aliado no hospital antes de seguir para as agendas em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú.

O último boletim médico do Hospital Português revelara que o presidente da Assembleia, deu entrada na unidade de saúde com um “quadro de pneumonia decorrente de broncoaspiração”. Ainda segundo o boletim, o quadro clínico do parlamentar estava “sob controle médico”. Mas ele piorou nas últimas horas.

Uchoa foi atendido e internado em caráter de urgência da Unidade de Terapia Intensiva e nas últimas 24 horas.

O presidente da Alepe deu entrada no Hospital Português, que fica no bairro do Paissandu, na área central da Capital, na madrugada do último domingo (1º).

De acordo como filho dele, Uchoa Junior, o parlamentar teria passado mal no sábado à noite após jantar, mas foi dormir. Logo cedo no domingo, o deputado foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cruz de Rebouças, em Igarassu, no Grande Recife, e, posteriormente, encaminhado ao hospital no Recife.

Alessandra Vieira é a nova presidente do PSDB em PE

Blog do Magno A deputada estadual Alessandra Vieira será a nova presidente do PSDB em Pernambuco, numa nova composição de espaços do partido juntamente com a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, o ex-deputado Betinho Gomes, o prefeito de Gravatá, Joaquim Neto e outras três lideranças do partido. O seu nome foi confirmado hoje, durante reunião […]

Blog do Magno

A deputada estadual Alessandra Vieira será a nova presidente do PSDB em Pernambuco, numa nova composição de espaços do partido juntamente com a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, o ex-deputado Betinho Gomes, o prefeito de Gravatá, Joaquim Neto e outras três lideranças do partido.

O seu nome foi confirmado hoje, durante reunião coordenada pelo presidente nacional do partido, Bruno Araújo, na sede do PSDB, no Recife.

Durante o encontro, Araújo confirmou ainda que o PSDB terá candidatura própria na cidade do Recife. “A deputada Alessandra é a primeira mulher a presidir o PSDB em Pernambuco. Estamos iniciando um novo momento de estruturação do nosso partido. Vamos preparar o PSDB para a Convenção Estadual onde será definida a nova direção e em seguida para as eleições do ano que vem num processo de construção coletiva. Logo após a Convenção Estadual o partido vai começar a definir os nomes da candidatura própria no Recife”, destacou Bruno Araújo.

“O nosso objetivo é fortalecer o partido em Pernambuco. Vamos organizar o partido para as eleições, garantir uma maior participação feminina e da juventude no processo decisório e incentivar outros coletivos tucanos como o Tucanafro. Esse será um processo coletivo e estou bastante motivada e pronta para o desafio”, enfatizou Alessandra Vieira.

Covid-19: Afogados tem semana com menor número de casos desde o início do ano

Levantamento mostra tendência de queda no registro da doença no município Segundo a Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira, o município encerrou no último sábado (10), a Semana Epidemiológica (SE) 27, com 37 casos e Média Variável (MV) de 5,28 casos/dia.  Ainda segundo a Secretaria, a semana em questão foi a menor em número […]

Levantamento mostra tendência de queda no registro da doença no município

Segundo a Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira, o município encerrou no último sábado (10), a Semana Epidemiológica (SE) 27, com 37 casos e Média Variável (MV) de 5,28 casos/dia. 

Ainda segundo a Secretaria, a semana em questão foi a menor em número de casos desde o início de 2021. Nota-se uma tendência de queda observando as 04 semanas anteriores: SE 26 – 60 casos e MV de 8,57; SE 25 – 60 casos e MV de 8,57; SE 24 – 172 casos e MV de 24,57; SE 23 – 222 casos e MV de 31,71.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta segunda-feira (12) foram registrados 10 novos casos de Covid-19.

São cinco pacientes do sexo feminino, com idades entre  22 e 37 anos (1 dose) e cinco pacientes do sexo masculino, com idades entre 5 e 62 anos (1 dose). Entre as mulheres: três agricultoras, uma agente administrativa e uma engenheira civil. Já entre os homens: dois estudantes (rede pública), dois motoristas e um autônomo. 

Nesta segunda-feira não foram registrados novos casos em investigação e 51 pacientes testaram negativo para a doença. 

Hoje, oito pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e/ou epidemiológica. Afogados atingiu a marca de 22.401 pessoas testadas para covid-19, o que representa 60,12% da nossa população.

Por tanto, o município conta com 5.381 casos confirmados, 5.261 (97,76%) recuperados, 71 óbitos e 49 casos ativos. 

Com relação a casos leves x SRAG/covid-19, o município registrou até o momento: 5.213 casos leves (96,87%) e  168 casos graves (3,13%).

Enfrentamento da crise e crescimento econômico nos discursos que abriram 19ª ExpoSerra

Por André Luis Na noite desta quinta-feira (12), aconteceu no pátio de eventos de Serra Talhada, a abertura oficial da 19ª ExpoSerra, a maior feira de negócios da região e uma das maiores do Estado. A exemplo das últimas edições, o evento continua com a nova proposta de focar no empreendedorismo. Uma coisa comum pôde […]

Marcus Godoy – Presidente da CDL. Foto: Wellington Júnior

Por André Luis

Na noite desta quinta-feira (12), aconteceu no pátio de eventos de Serra Talhada, a abertura oficial da 19ª ExpoSerra, a maior feira de negócios da região e uma das maiores do Estado. A exemplo das últimas edições, o evento continua com a nova proposta de focar no empreendedorismo.

Uma coisa comum pôde ser observada nas palavras dos que discursaram durante a abertura: a valorização da economia e o enfrentamento da crise. Outro ponto muito comemorado durante os discursos foi o voo experimental que aconteceu mais cedo, quando o primeiro avião comercial pousou no aeroporto de Serra Talhada trazendo cerca de sessenta convidados, entre eles muitos dos que estavam na tribuna de honra do evento.

Luciano Duque – foto: Wellington Júnior

“A ExpoSerra é um evento feito a muitas mãos, temos aqui no palco, um extrato dessas mãos. O evento serviu para embalar alguns de nossos sonhos e através dele temos conseguido atrair várias empresas pra cá”, disse Francisco Mourato, presidente do SINDCOM.

“Apesar de não ser daqui, foi uma emoção muito grande ter vindo pra cá neste dia em um voo comercial. Não imaginam como foi significativo pra gente. Isso vai fazer com que a região cresça cada dia mais. Não temos dúvida nenhuma de que a ExpoSerra é um grande evento para região e ano que vem estaremos aqui novamente”, Ana Cláudia Dias, diretora técnica do Sebrae.

Francisco Mourato – Sinduscom

“Esse evento é fruto da garra de nossos empreendedores. Somos indutores do desenvolvimento regional, creio que o caminho é esse, confrontar a crise que está em nosso país com ações empreendedoras”, destacou Luciano Duque, prefeito de Serra Talhada.

“A ExpoSerra impulsiona a economia da região com o volume de negócios que aqui são produzidos. Essa é a nossa vitrine, a capacidade de gerar negócios. Foi o comércio que fez de Serra Talhada uma das economias mais fortes da região e é o comércio que dará continuidade nesse processo”, afirmou Marcos Godoy, presidente da CDL Serra Talhada.

Nordeste tem recorde de reservatórios secos; um terço da região enfrenta ‘seca máxima’

Do UOL O Nordeste brasileiro fechou 2017, seu sétimo ano seguido de estiagem, com um terço de seu território no grau mais elevado de seca, segundo dados da ANA (Agência Nacional das Águas). Outro dado mostra outro efeito do resultado da seca: o sistema Olho N’água, do órgão federal Insa (Instituto Nacional do Semiárido), indica […]

Maior barragem do RN, a Armando Ribeiro Gonçalves (Açu) atingiu seu volume morto. Foto: Adrovando Claro/Photo Press/Folhapress

Do UOL

O Nordeste brasileiro fechou 2017, seu sétimo ano seguido de estiagem, com um terço de seu território no grau mais elevado de seca, segundo dados da ANA (Agência Nacional das Águas). Outro dado mostra outro efeito do resultado da seca: o sistema Olho N’água, do órgão federal Insa (Instituto Nacional do Semiárido), indica apenas 11,4% da capacidade total de água acumuladas em barragens e açudes – trata-se do menor índice já registrado na região.

Segundo mapa do Monitor de Secas do Nordeste, da ANA, 33,6% do território nordestino apresentava, em dezembro,  seca nível 4, o mais alto da escala e classificado como seca excepcional. Em 2015, esse índice chegou a 47% e, em 2016, a 65%. Em 2014, ano com maior volume de chuva desde 2012, só 6% do território teve seca excepcional.

Também no ano passado, 29% do território nordestino registraram nível 3, de seca extrema.

De acordo com o boletim da ANA, o mês de dezembro não registrou chuvas como se esperava. “O que se verificou foi que as chuvas de dezembro ficaram, predominantemente, abaixo do normal, sobretudo naquelas áreas em que se esperava acumulados significativos [centro-sul e oeste dos Estados do Maranhão, Piauí e Bahia]”, informa o boletim.

No semiárido não há uma época chuvosa uniforme e cada área tem sua especificidade. Ao norte do Nordeste, os meses de dezembro e janeiro são considerados pré-estação chuvosa –de fevereiro a maio. As faixas centro-sul e oeste do Nordeste estão em seu período chuvoso, de dezembro a fevereiro. No lado leste (onde as chuvas geralmente vão de maio a agosto), não há previsão de chuva intensa para agora.

Barragem de Jucazinho, no agreste pernambucano, está em colapso há um ano e quatro meses. Foto: Compesa

Deficit hídrico

Mesmo com mais chuvas em 2017 do que nos anos anteriores, os índices seguiram abaixo da média e não foi possível sanar o problema da falta de água –o que levou dezenas de cidades ao colapso e a serem abastecidas apenas por carros-pipa.

O sistema Olho N’água, que monitora 452 reservatórios do semiárido brasileiro (Nordeste e norte de Minas Gerais), aponta a gravidade da situação: 62% dos reservatórios estão com índices abaixo de 10% do total. Em maio, o número de reservatórios nessa condição ficava em 50,5%.

Hoje no semiárido, apenas 15 reservatórios (menos de 4%) têm mais de 75% de seu volume total. Já 17% deles ficam com valores entre 10% e 25%.

Reservas secando

Sem água, as reservas estão secando pelos Estados. No início deste ano, a maior barragem do Rio Grande do Norte, a Armando Ribeiro Gonçalves, em Açu, atingiu seu volume morto (reserva d’água mais profunda, que só pode ser extraída com uso de bombas). Caso não chova até fevereiro, pode não haver mais água para abastecer cerca de 40 municípios.

Segundo o Instituto de Gestão das Águas do Estado, no dia 26 de dezembro as reservas hídricas do Rio Grande do Norte estavam “no seu menor nível pelo monitoramento realizado nos últimos seis anos, com apenas 11,5% da capacidade total de armazenamento no Estado”.

No Ceará, o maior açude –o Castanhão, em Alto Santo, que abastece Fortaleza– também entrou no volume morto em novembro de 2017. Na última medição do governo do Estado, dia 4 de janeiro, o nível do reservatório estava em 2,38% do total. Os 155 reservatórios estavam com apenas 6,8% do total acumulado de água.

Em Pernambuco, a barragem de Jucazinho, em Surubim –que deveria abastecer cidades do agreste do Estado–, está em colapso há um ano e quatro meses. A barragem foi feita para resolver um histórico problema de abastecimento da região, o que não aconteceu.

Na Paraíba, o açude de Boqueirão estava em volume morto até julho. A saída, porém, só ocorreu com a inauguração do eixo leste da transposição do rio São Francisco.