Manifestações contra a Reforma da Previdência em Recife e no interior
Por Nill Júnior
Foto e informações: André Luiz/Portal Pajeú Radioweb
Foto e informações: André Luiz/Portal Pajeú Radioweb
A “Parada Nacional” contra a Reforma da Previdência que acontece nesta quarta-feira (15), em todo o Brasil. Aos gritos de “fora Temer” e “não a Reforma da Previdência”, a população de Afogados aderiu ao ato, levando placas e faixas onde se liam frases contra a Reforma e contra a desvalorização dos professores e da Escola Pública.
Em uma das faixas se lia: “Não quero que meus alunos troquem minha fralda na sala de aula, quero o direito de me aposentar com dignidade”.
Puxados por entidades sindicais, movimentos sociais e políticos do município, o ato teve seu início um pouco depois das 09h. Uma passeata saiu de frente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Afogados da Ingazeira, passando pela Avenida Rio Branco, Antônio Rafael de Freitas, Avenida Manoel Borba e teve seu encerramento na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, em frente a Catedral.
Lá, lideranças sindicais, professores e políticos fizeram uso da fala, para esclarecer a população sobre os prejuízos para os trabalhadores, se acaso a Reforma seja aprovada no Congresso Nacional.
Conde da Boa Vista. Foto: Ivaldo Bezerra
Sindicatos divulgam número de manifestantes em Recife: segundo o movimento sindical, 40 mil pessoas participaram das manifestações na capital pernambucana.
Foram duas concentrações (praças do Derby e Oswaldo Cruz), passando pela Avenida Conde da Boa Vista e encerrando na Avenida Dantas Barreto.
Blog do Erbi A novela para colocar o serviço para funcionar na Região do Pajeú já se estende desde 2014, enquanto região semelhante e vizinha, o Cariri paraibano, já tem o SAMU funcionando desde 2011. Inaugurado em 28 de abril daquele ano, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU 192, completou 10 anos […]
A novela para colocar o serviço para funcionar na Região do Pajeú já se estende desde 2014, enquanto região semelhante e vizinha, o Cariri paraibano, já tem o SAMU funcionando desde 2011.
Inaugurado em 28 de abril daquele ano, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU 192, completou 10 anos em pleno funcionamento, mantendo a Central e Bases Descentralizadas em plantão de 24 horas.
Com equipe profissional de saúde que conta com suporte de médicos intervencionistas e médicos reguladores, enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores socorristas, o Samu atende as mais diversas situações de urgência e emergência, sejam elas de natureza traumática, clínica, pediátrica, cirúrgica, gineco obstétrica e de saúde mental da população.
Hoje a região do Cariri conta com um Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Regionalizado, o “SAMU 192 Regional Monteiro”. Serviço este composto por uma Central de Regulação Médica e sete ambulâncias, sendo seis de Unidade de Suporte Básico (USB) e uma Unidade de Suporte Avançado (USA), conforme foto.
Na base central sediada no município de Monteiro o SAMU dispõe, para atender a população, uma USA, uma USB, duas motolâncias e uma RT (Reserva Técnica), e esta última serve para dar suporte não só a este município, mas a todos que dispõe de bases descentralizadas. As bases descentralizadas do SAMU Regional Monteiro estão localizadas nos municípios de Sumé, Serra Branca, São João do Cariri, Livramento e Taperoá, todos estes municípios dispõem para atender a suas populações e das cidades vizinhas de uma USB.
A situação da Delegacia de São José do Egito é vexatória, vergonhosa, absurda. Agentes civis em contato com o blog compartilharam imagens do prédio entregue às baratas. A situação tem chamado atenção de veículos de imprensa na região e no estado. A lista de problemas estruturais é enorme, indo deste as instalações elétricas, passando pela […]
A situação da Delegacia de São José do Egito é vexatória, vergonhosa, absurda. Agentes civis em contato com o blog compartilharam imagens do prédio entregue às baratas. A situação tem chamado atenção de veículos de imprensa na região e no estado.
A lista de problemas estruturais é enorme, indo deste as instalações elétricas, passando pela hidráulica e problemas de infiltração. “É desumano trabalhar nessas condições”, diz um agente de segurança em contato com o blog.
Em 2018, a sede anterior chegou a sofrer ação de despejo. O caso teve ampla repercussão e por um tempo a Delegacia funcionou em um container. Na cidade, havia outros prédios em situação similar, como no caso da Rodoviária da cidade. Nesse caso a prefeitura assumiu o prédio e passou a gerí-lo.
Deputados ainda precisam analisar sugestões de alteração ao texto original. Houve ao menos 3 tumultos e manifestantes foram retirados da comissão. Do G1 Em uma sessão marcada por tumultos ao longo do dia, a comissão especial na Câmara que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para os gastos públicos […]
Antes de fazer votação no painel eletrônico, deputados da comissão especial haviam aprovado a PEC do teto de gastos em votação simbólica (Foto: Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados)
Deputados ainda precisam analisar sugestões de alteração ao texto original.
Houve ao menos 3 tumultos e manifestantes foram retirados da comissão.
Do G1
Em uma sessão marcada por tumultos ao longo do dia, a comissão especial na Câmara que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para os gastos públicos aprovou, nesta quinta-feira (6), por 23 votos a favor e 7 contra, o texto-base do parecer do relator, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS). Inicialmente, a votação foi simbólica, mas, como houve pedido de verificação, passou para o painel eletrônico.
Para concluir a votação, contudo, os deputados ainda vão analisar oito sugestões que podem alterar trechos do relatório.
Desde que foi apresentado pela equipe econômica do governo, ainda no primeiro semestre, o projeto enfrenta resistências por parte de setores da sociedade. Partidos que fazem oposição ao presidente Michel Temer, por exemplo, argumentam que, se aprovada, a proposta representará o “congelamento” dos investimentos sociais, como nas áreas de saúde e educação.
Pela proposta, que ainda precisa passar nos plenários da Câmara e do Senado antes de virar lei, os gastos da União só poderão crescer conforme a inflação do ano anterior. O projeto estabelece que esse cálculo valerá pelos próximos 20 anos, mas, a partir do décimo ano, o Palácio do Planalto poderá apresentar outra base.
Em 2017, contudo haverá exceção para as áreas de saúde e educação, que somente passarão a obedecer o limite a partir de 2018, segundo o governo. Atualmente, a Constituição especifica um percentual mínimo da arrecadação da União que deve ser destinado para esses setores.
Argumentos – Ao longo da sessão, os deputados aproveitaram para apresentar seus pontos de vista. Para o líder da Rede, Alessandro Molon (RJ), a imposição de um teto de gastos para saúde e educação fará com que o Brasil fique um “país mais desigual”. Na sessão, ele ressaltou não ser contrário ao controle de despesas, desde que os gastos sociais não tenham limitação.
“Essa PEC congela os gastos sociais. Nada contra que cortemos os gatos e enfrentemos o déficit, mas que comecemos pelos nossos benefícios. (…) Vamos começar dando o exemplo. Vamos limitar os nossos gastos, não os gastos com saúde pública”, afirmou, acrescentando que, se não fosse isso, a PEC seria aprovada “com larga vantagem”.
Também contrário à PEC, o deputado Jorge Solla (PT-BA) afirmou que a proposta é a “PEC da perversidade”. Na mesma linha, a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), presidente nacional do partido, engrossou o coro: “Vai ter luta!”.
Favorável à PEC, Silvio Torres (PSDB-SP), por sua vez, argumentou que o país vive uma “situação caótica” e que, para ele, irá piorar caso não haja um teto para os gastos. “É hora de olharmos para a realidade que o Brasil está vivendo”, disse.
Em seguida, o deputado Eduardo Cury (PSDB-SP) ponderou que a balança das receitas e dos gastos está “desequilibrada”. “Quem paga a conta não aguenta mais. Temos que ter limites”, destacou.
Tramitação – Por se tratar de uma mudança na Constituição, a PEC só passará a valer após ser aprovada em dois turnos tanto na Câmara quanto no Senado e receber no mínimo 308 votos de deputados e 49 de senadores.
Com o objetivo de garantir esse apoio, o governo intensificou nas últimas semanas uma maratona de encontros, jantares e cafés da manhã entre integrantes da equipe econômica com parlamentares.
Um dos resultados desses encontros foi o anúncio por cinco partidos da base aliada (PMDB, PSDB, PSD, PR e PP) do chamado “fechamento de questão” em torno da proposta. Na prática, isso significa que, se algum deputado desses partidos votar de forma diferente da orientação da sigla, poderá ser punido pela legenda.
O deputado Líder do PSL, da base do governo Bolsonaro, Delegado Waldir (PSL-GO), foi apontado pelos congressistas como portando arma, nesta terça-feira (9), na sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que debate a reforma da Previdência. O deputado Carlos Veras (PT-PE) denunciou a infração ao presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, reforçando […]
O deputado Líder do PSL, da base do governo Bolsonaro, Delegado Waldir (PSL-GO), foi apontado pelos congressistas como portando arma, nesta terça-feira (9), na sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que debate a reforma da Previdência.
O deputado Carlos Veras (PT-PE) denunciou a infração ao presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, reforçando na oportunidade, o atendimento à questão de ordem do deputado Eduardo Bismarck(PDT-CE) para verificar se de fato o deputado estava portando arma por ser um quesito de segurança dos parlamentares.
“Vem aqui o delegado da base do governo, com postura ameaçadora para aprovar essa proposta de todo jeito? É para o povo entender isso: é querer na base da bala acabar com aposentadoria, acabar com o direito dos trabalhadores”, denunciou Veras.
O artigo 271 do regimento é claro “excetuado aos membros da segurança, é proibido o porte de arma de qualquer espécie nos edifícios da Câmara e suas áreas adjacentes, constituindo infração disciplinar, além de contravenção, o desrespeito a esta proibição.”
A atitude do deputado Carlos Veras mostra que a oposição não se intimidará com a pressão governista e continuará firme na defesa da classe trabalhadora, segundo nota.
Entidades designadas para receber equipamentos ainda não apareceram O Gerente Regional do IPA, Dêva Pessoa, alertou em contato com o blog a existência de cinco ensiladeiras novas que estão agora sem utilidade no espaço do órgão em Afogados da Ingazeira porque as ONGs designadas para receber os equipamentos simplesmente ainda não apareceram para pega-los. Eles estão […]
Entidades designadas para receber equipamentos ainda não apareceram
O Gerente Regional do IPA, Dêva Pessoa, alertou em contato com o blog a existência de cinco ensiladeiras novas que estão agora sem utilidade no espaço do órgão em Afogados da Ingazeira porque as ONGs designadas para receber os equipamentos simplesmente ainda não apareceram para pega-los.
Eles estão lá desde o dia 11 de agosto, ou seja, há um mês, quando houve a entrega. Todas as prefeituras do Pajeú foram contempladas. Além delas, seis foram destinadas a ONGs que atuam no campo. “Porém , desde o dia 11 estão a disposição e cinco dessas ONGs não vieram retirar do pátio do IPA”, reclama Deva. Apenas uma foi buscar o equipamento.
Através da Secretaria Estadual de Agricultura foram entregues 28 equipamentos, sendo vinte para municípios que fazem parte do CIMPAJEÚ, uma para São José do Belmonte, uma para Mirandiba e outras seis distribuídas para organizações não governamentais que trabalham com o homem do campo na agricultura de base familiar. A entrega foi feita pelo Secretário Nilton Mota com vários prefeitos da região.
Segundo o Gerente, a definição das ONGs foi feita por escolha dos gestores integrantes do CIMPAJEÚ. “Nós apenas entregamos. Foi briga para que as ONGs ficassem com essas máquinas e estão aqui , sem utilidade. Propus que ficassem no IPA e atendessem Alto, Médio e Baixo Pajeú, mas não aceitaram. Agora, estão assim”, reclama.
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