Centro Comercial de Serra Talhada começa a ser invadido pelas águas da chuva.
Cidades do Sertão do Pajeú continuam registrando chuvas. Em Afogados da Ingazeira foram 10mm ontem à tarde e mais 40mm na madrugada de hoje – tem chuva registrada ainda em cidades como Tabira, Ingazeira e Iguaracy.
Alça de Peia de Afogados foram 90mm e já tem casas sendo invadidas pela água. Na PE-320 a água invadiu a pista na altura da bueira da Carnaubinha. Na Carnaubinha dois açudes e mais o açude de Carnauba estão sangrando e obstruindo o trânsito.
Serra Talhada – Na Capital do Xaxado a preocupação é com as partes mais baixas da cidade. O prefeito Luciano Duque já demonstrava preocupação durante o dia de ontem e criou um gabinete para monitorar chuvas e alagamentos.
Segundo informações recebidas na manhã desta quarta-feira (18), a água já invadiu o Pátio da Feira e começa a alagar partes da Rua Enock Ignácio de Oliveira – Centro comercial da cidade.
A prefeitura começou ontem uma operação para a retirada dos produtos e mercadorias dos comerciantes do Pátio da Feira Livre e encaminhando para o Ginásio esportivo Egídio Torres. Segundo a municipalidade, o local terá a vigilância da Guarda Municipal. A força tarefa tem as Secretarias de Desenvolvimento Econômico e Serviços Públicos, encabeçada por Marcos Oliveira, Defesa Civil e Guarda Municipal.
O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) foi eleito nesta segunda-feira (1º) presidente da Câmara dos Deputados e ficará no comando da Casa Legislativa pelos próximos dois anos, até 2023. Lira recebeu 302 votos, mais que o dobro do segundo colocado, Baleia Rossi (145 votos) e mais que a metade dos 503 votantes. Com isso, a vitória foi definida já […]
O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) foi eleito nesta segunda-feira (1º) presidente da Câmara dos Deputados e ficará no comando da Casa Legislativa pelos próximos dois anos, até 2023.
Lira recebeu 302 votos, mais que o dobro do segundo colocado, Baleia Rossi (145 votos) e mais que a metade dos 503 votantes. Com isso, a vitória foi definida já no primeiro turno.
Líder dos partidos do Centrão, que fazem parte da base do governo na Câmara, o deputado tinha o apoio do Palácio do Planalto. O resultado representa uma vitória política do presidente da República, Jair Bolsonaro, que trabalhava para ter um aliado no comando na Casa.
Além de definir as pautas de votação do plenário, o presidente da Câmara tem a prerrogativa de decidir, sozinho, se abre ou não um processo de impeachment para afastar o presidente da República.
O deputado do PP ainda contou com ajuda extra do governo, que entrou de cabeça nas negociações para elegê-lo. Adversários acusaram o Executivo de liberar, em troca de votos, recursos adicionais para parlamentares aplicarem em obras em seus redutos eleitorais.
Bolsonaro também sinalizou que poderia recriar ministérios para acomodar indicações dos partidos que apoiaram Lira, descumprindo a promessa feita na campanha de 2018 quando prometeu uma Esplanada com 15 ministérios. Hoje, já são 23. Depois, diante da repercussão negativa, o presidente voltou atrás e negou a intenção de reabrir pastas.
Questionado sobre o impacto da atuação do Planalto na eleição, Lira negou interferência do Planalto e disse que ninguém “influi” na Presidência da Câmara.
Aeroporto funcionando é obrigação!! As lideranças políticas votadas em Serra Talhada, incluindo o Governador Paulo Câmara, o Deputado Federal Sebastião Oliveira, o Estadual Rogério Leão, o prefeito Luciano Duque, os vereadores, todos, cada um no seu quadrado, devem à cidade o início das operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães. As lideranças políticas votadas na […]
As lideranças políticas votadas em Serra Talhada, incluindo o Governador Paulo Câmara, o Deputado Federal Sebastião Oliveira, o Estadual Rogério Leão, o prefeito Luciano Duque, os vereadores, todos, cada um no seu quadrado, devem à cidade o início das operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães.
As lideranças políticas votadas na região, incluindo o Governador Paulo Câmara e sua equipe, os Deputados da ala governista aqui votados , os prefeitos da região, os vereadores, todos, cada um no seu quadrado, devem ao Pajeú o início das operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães.
Não é favor, é compromisso firmado, é palavra empenhada, é projeto que teve início, meio e, obrigatoriamente, precisa ter sua conclusão.
Infelizmente, nossos resquícios culturais do coronelismo estrutural, criam situações inusitadas, pra não dizer ridículas.
Nós – a sociedade – creditamos a quem apela nossa confiança um mandato eletivo muito bem remunerado, com conforto, gabinete, assessores, motorista, palácio pra morar, o das Princesas, gabinete funcional, sala equipada do que há de mais moderno, carro oficial com motorista, reembolso por alimentação, estrututa administrativa, etecétera.
A esses agentes públicos esperamos ao menos, se não for pedir demais, o cumprimento de suas obrigações executivas e legislativas. Mas, dada nossa formação que vem do tempo dos coronéis, cumpridos os compromissos pactuados com nosso povo, ainda somos levados ao bate palmas, “muito bem dotô”, chalerado em rede social, compartilhar card do tipo “Fulano trouxe”, e atitudes similares.
Dá asco ver… mas é o que se vê. Registrar que determinada autoridade “cumpriu aquela missão para a qual se propôs para pedir e ganhar nosso voto” era o justo e devidamente adequado para conquistas como a anunciada para este fim de ano: o início das operações da Azul no Aeroporto Santa Magalhães.
Todos os agentes políticos votados na região, cada um no seu quadrado, tem obrigação de pressionar e agir para celeridade no início das operações.
Tudo isso pra no final a gente ouvir a aeromoça informar:
“Senhoras e senhores passageiros. Obrigado por obrigatoriamente escolherem a Azul. Sigam as instruções e em caso de despressurização máscaras de oxigênio cairão. Coloque primeiro a sua e depois nos políticos que querem ser pais da criança. Não fizeram mais que a sua obrigação. Vai subir! Boa viagem!!”
Tá demais
Na vida, todos somos livres. Mas se Sidney Cruz, Roberto Guarda, Zé Negão e Renon de Ninô não se questionam e usam por estratégia só bater em Sandrinho e Daniel, porque não aceitaram se unir em um único projeto?
É o amor?
A questão não está em criticar os governistas, no que tem todo direito. Mas trocam tantas figurinhas e afagos nos debates que acabam dando impressão de jogo combinado. No mínimo estranho.
É Federal?
Victor Oliveira, que registrou sua candidatura no limite do prazo em Serra Talhada, quer mesmo, dizem, se cacifar para Deputado Federal. Aí residiria a “incompatibilidade de gênios” com Sebastião Oliveira.
Aprovação de Evandro
Segundo a pesquisa do Instituto Múltipla divulgada quinta, a gestão de Evandro Valadares tem aprovação de 70,8%, com desaprovação de 22,4% e 6,8% que não opinaram. Chamados a classificar a gestão, 40,8% disseram que é boa, 33,2% regular, 11,6% ótima, 8% péssima e 5,6% ruim.
Da série perguntas que ficaram sem resposta
Porque Zé Marcos não se alinhou a Romério Guimarães, ajudando por tabela Evandro Valadares? Uma certeza é que o médico candidato é uma liderança inquestionável, mas para muitos não tem o traquejo que a politica exige quando é contrariado. Se sabe que vai perder um apoiador, ao invés de tentar reverter, se intriga.
Faltou ler
O debate dos candidatos a vice de Serra Talhada foi o que mostrou menor reconhecimento das regras, mesmo enviadas uma semana antes. Véi das Verduras e Jesus Mourato aparentam não ter decorado o roteiro. Márcio Oliveira não fixou o tempo em um dos blocos. “São dois ou três minutos?” E Eliane Oliveira queria um direito de resposta não previsto nas regras.
Pajeú Blanc
Afogados, São José do Egito e Serra puxaram a discussão da Lei Aldir Blanc, unificando caminhos para acesso ao recurso. Em Afogados, Edgar Santos iniciou os debates em maio, garantindo transparência. A oficina promovida pela Amupe com apoio da Astur, ministrada por Isabelly Moreira ajudou mais de 100 municípios a encontrar a melhor forma de executar a lei.
Fura fila
Sebastião Oliveira não gostou de ver Felipe Carreras dando data para o início dos voos da Azul em Serra Talhada. Já Paulo Câmara e seu staff não gostaram de ver os dois se adiantando a um anúncio oficial.
Questão de honra
O Múltipla e o blog tem dois desafios para cravar o resultado do pleito : Serra Talhada, onde deve fazer a última pesquisa no limite do prazo legal e Arcoverde, uma das novidades da parceria esse ano.
Frase da semana:
“Tá muito difícil de a gente se concentrar com uma mundiça na porta da rádio”.
De Eliane Oliveira, candidata a vice do PSL, reagindo à militância governista que, contrariando orientações, se acumulou na Praça Barão do Pajeú durante debate na Cultura FM.
As missas na diocese de Afogados da Ingazeira continuarão sem a presença física dos fieis durante as celebrações. O anúncio foi feito durante a Solenidade de Pedro e Paulo, na Catedral, pelo bispo diocesano dom Egidio Bisol. Dom Egidio disse que é um momento muito difícil para ele ter que tomar essa decisão e fez […]
As missas na diocese de Afogados da Ingazeira continuarão sem a presença física dos fieis durante as celebrações. O anúncio foi feito durante a Solenidade de Pedro e Paulo, na Catedral, pelo bispo diocesano dom Egidio Bisol.
Dom Egidio disse que é um momento muito difícil para ele ter que tomar essa decisão e fez referência ao ditado que há nos para-lamas de alguns caminhões que diz ‘na dúvida, não ultrapasse’.
“Tem elementos que nos trazem alguma insegurança, que me traz muita insegurança, já que sou eu que tenho que tomar essa decisão. A taxa de contaminação está acima dos patamares de segurança. Que estuda essas coisas diz que é preciso estar abaixo de 1, e não está, está acima. E a gente vê que a autoridade competente abre e depois fecha e nós talvez tenhamos que nos acostumar com esse efeito sanfona, podemos chamar assim. Abre, se também não ter uma resposta correspondente por parte do povo, fecha novamente”, disse o bispo.
O bispo ainda acrescentou que, mesmo abrindo as igrejas com todas as medidas necessárias de segurança, apenas um público seleto poderia participar das celebrações, pois os idosos e crianças de até 10 anos não poderiam estar presentes.
O governo federal assinou dois contratos para a compra de 138 milhões de doses da vacina contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, 100 milhões de doses serão fornecidas pela Pfizer/BioNTech e outros 38 milhões pela Janssen, do grupo Johnson&Johnson. A expectativa é que os imunizantes sejam entregues até o final deste […]
O governo federal assinou dois contratos para a compra de 138 milhões de doses da vacina contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, 100 milhões de doses serão fornecidas pela Pfizer/BioNTech e outros 38 milhões pela Janssen, do grupo Johnson&Johnson. A expectativa é que os imunizantes sejam entregues até o final deste ano. A reportagem é de Mariana Hallal/Estadão.
A vacina da Pfizer/BioNTech, batizada de Comirnaty, é a única com registro definitivo no Brasil — a Coronavac e a de Oxford/AstraZeneca, por enquanto, só têm autorização para uso emergencial. O aval à Comirnaty foi dado pela Anvisa em 23 de fevereiro deste ano. Já a da Janssen ainda não tem autorização para ser aplicada no País.
A vacina da Pfizer/BioNTech deve ser aplicada em duas doses, enquanto a da Janssen é aplicada em dose única. Por isso, a quantidade anunciada seria suficientes para vacinar cerca de 83,6 milhões de pessoas. O Plano Nacional de Imunização contra a covid-19 considera perdas operacionais de aproximadamente 5% das doses.
Segundo o ministério, a negociação com a Pfizer prevê a entrega de 13,5 milhões entre abril e junho e outros 86,5 milhões de julho a setembro. O contrato com a Janssen estabelece a entrega de 16,9 milhões de julho a setembro e 21,1 milhões de outubro a dezembro.
“Cabe ressaltar que o cronograma de entrega das vacinas é enviado ao Ministério da Saúde pelos laboratórios e está sujeito a alterações, de acordo com a disponibilidade de doses e a real entrega dos quantitativos realizada pelos fornecedores”, diz a nota enviada pela pasta.
Com esses contratos, o País já tem mais de 562 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 contratadas para 2021.
Até agora, nem Bradesco nem a empresa Guardsecure se manifestaram sobre a campanha que pede a manutenção do colaborador Agenan Marques na agência. Um abaixo assinado foi entregue por empresários da cidade, que se reuniram com o gerente da agência, Luiz Alves. Não foi permitida a participação do repórter Marcony Pereira, da Rádio Pajeú, que […]
Até agora, nem Bradesco nem a empresa Guardsecure se manifestaram sobre a campanha que pede a manutenção do colaborador Agenan Marques na agência.
Um abaixo assinado foi entregue por empresários da cidade, que se reuniram com o gerente da agência, Luiz Alves. Não foi permitida a participação do repórter Marcony Pereira, da Rádio Pajeú, que só conseguiu ouvir os representantes da sociedade, os empresários Almir Luiz, o Mima, Nilson Rodrigues e Valter Henrique, o Valtinho.
Aos empresários, o gerente argumentou que a decisão foi da empresa de vigilância. Entretanto, informações que chegaram ao blog indicam que a decisão do gerente da agência é determinante para que a empresa terceirizada mantenha ou não colaboradores de vigilância. “Houve casos em que houve mudança de decisão a partir da solicitação do gerente”, disse uma fonte ao blog.
O gerente não quis gravar entre, dizendo ser contra a política da empresa e também não permitiu a gravação de imagens da reunião.
O blog ainda tentou contato com Guilherme Gama, Supervisor de Filial da Empresa Guardsegure. Enviou mensagens contextualizando a mobilização pela permanência do colaborador, dada sua imagem e bom conceito junto à sociedade, clientes, correntistas e servidores estaduais, mas não obteve resposta.
Dado o silêncio, o movimento contra a demissão do colaborador avalia até a possibilidade de um ato público em frente à agência.
Entre essa e outras empresas de vigilância, ele soma mais de vinte anos de serviço. Já é amplamente conhecido, sem nada que desabone sua conduta profissional.
Pelo que também foi apurado, o clima é o mesmo entre os funcionários da agência 2542. Todos têm manifestado indignação com a decisão.
Você precisa fazer login para comentar.