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Magali, Fiapo, Tadeu Queiroz e Dr Orestes despontam na disputa à Câmara

Por Nill Júnior

O Múltipla aferiu a corrida eleitoral para a Câmara de Sertânia.

Como costuma destacar o Diretor do Instituto Ronald Falabella, é sempre um cenário mais difícil de ser aferido, principalmente considerando a margem de erro.

De toda forma, há indicativo, que pode ou não ser confirmado, dos mais votados. Como a pesquisa é espontânea, é um cenário mais complexo.

Ainda assim, cabe registrar os mais citados: Magali (5,9%), Fiapo e Tadeu Queiroz (5,2%), Dr Orestes (4,1%), Rita Rodrigues (3,7%), Marinho do Ônibus (3,3%), Washington Passos e Vando do Caroá, com 3%. Veja relatório completo: Vereadores Sertânia .

Outras Notícias

Em nota Ângelo Ferreira diz que falta de diálogo fez com que se retirasse da votação do Cimpajeú

O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), esclareceu o episódio sobre as eleições do Cimpajeú, que ocorreu na manhã desta sexta-feira, 27. “Fui chamado para ser candidato na última terça, dia 24, pois alguns prefeitos estavam preocupados com a divisão do grupo. Fui colocado para tentar fazer uma composição com os demais”, explica. No entanto, […]

O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), esclareceu o episódio sobre as eleições do Cimpajeú, que ocorreu na manhã desta sexta-feira, 27. “Fui chamado para ser candidato na última terça, dia 24, pois alguns prefeitos estavam preocupados com a divisão do grupo. Fui colocado para tentar fazer uma composição com os demais”, explica.

No entanto, segundo o ex-deputado estadual, não foi possível o consenso. “Apesar de termos insistido por essa composição harmoniosa, agregando as duas chapas, não tivemos sucesso nesta negociação. A outra chapa não quis nenhum acordo, mesmo a gente tendo apelado por uma unidade do Consórcio na região. Nosso conjunto não se interessou em fazer confusão alguma, pelo contrário. A falta de abertura ao diálogo nos levou a abstenção”, detalhou.

AMUPE realiza última Assembleia e recebe comitiva de Cabo Verde

Acontece na sede da AMUPE a a última Assembleia Extraordinária da entidade no ano.  A Mesa foi formada pelo Presidente José Patriota, Tesoureiro João Batista prefeito de Triunfo, Débora Almeida, Secretária da Mulher, Eduardo Tabosa, representante da CNM, e os membros da Delegação de Cabo Verde, Manoel Pina (Presidente Associação Nacional dos Municípios de Cabo […]

Acontece na sede da AMUPE a a última Assembleia Extraordinária da entidade no ano.  A Mesa foi formada pelo Presidente José Patriota, Tesoureiro João Batista prefeito de Triunfo, Débora Almeida, Secretária da Mulher, Eduardo Tabosa, representante da CNM, e os membros da Delegação de Cabo Verde, Manoel Pina (Presidente Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde) e Francisca Santos (Diretora da Unidade de Desenvolvimento e Conselheira do Primeiro).

Do Pajeú, presentes os prefeitos, Marconi Santana (Flores), Zeinha Torres (Iguaracy), Lino Morais (Ingazeira), Djalma Alves (Solidão), Tião Gaudêncio (Quixaba), Manuca (Custódia), Adelmo Moura (Itapetim), Tânia Maria (Brejinho), Ângelo Ferreira (Sertânia), Evandro Valadares (São José do Egito).

O Presidente da entidade, José Patriota, recebeu antes do encontro  a delegação de Cabo Verde, que terá uma agenda extensa em Pernambuco. Na pauta,  a missão viaja para os municípios de Toritama, onde visita o Polo de Confecções, São Bento do Una, onde conhece a Agroindústria, Afogados da Ingazeira, faz uma vista de campo para conhecer como é feito o reuso da água e Cisternas, além do Polo de Móveis. Já em Triunfo, visita a Agroindústria de Cachaça.

“Esse intercâmbio faz parte do Protocolo de Intenções entre ANMCV – Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde e Amupe, firmado no mês de outubro no II Evento CIMEIRA Internacional dos Líderes Locais”, disse Patriota.

Nome de Renata como vice de Marina é consenso no PSB; sigla espera resposta

Por Carlos Madeiro – Uol Recife Fotos : Cláudio Gomes As lideranças do PSB usam a cautela, mas não escondem o desejo de que a viúva de Eduardo Campos, Renata Campos, aceite os pedidos para ser vice numa eventual chapa encabeçada por Marina Silva. Apesar de negarem a pressão, os socialistas tem discurso unânime de […]

Por Carlos Madeiro – Uol Recife

Fotos : Cláudio Gomes

As lideranças do PSB usam a cautela, mas não escondem o desejo de que a viúva de Eduardo Campos, Renata Campos, aceite os pedidos para ser vice numa eventual chapa encabeçada por Marina Silva. Apesar de negarem a pressão, os socialistas tem discurso unânime de que ela seria a vice ideal para dar mais força à campanha.

Todas as lideranças do partido que passaram pelo velório e na reunião de partidos nesta segunda-feira (18), no Recife, deixaram claro que a decisão é exclusiva de Renata, que ainda não esclareceu se embarca ou não na disputa eleitoral.

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Secretária de Cultura do Recife, Leda Alves trabalhou com Campos na Cepe

A viúva de Campos é auditora do TCE-PE (Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco) e está cumprindo licença-maternidade –o quinto filho do casal, Miguel, nasceu em 28 de janeiro último– oficialmente desde o dia 7 de abril deste ano.

Desta forma, Renata –que é filiada ao PSB desde 1991–, está apta para ser concorrer nas eleições deste ano, já que a legislação eleitoral determina que servidores públicos devem se afastar de suas funções com no mínimo três meses de antecedência caso desejem se candidatar.

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Público presente à Blue Angel recepções

Em seu primeiro pronunciamento desde a morte do marido –ela usou a tela de um celular para ler uma carta nesta segunda–,  Renata deu pistas de que vai se engajar na campanha, mas não sinalizou a possibilidade de ser candidata.

Adilson Gomes, um dos fundadores do PSB, homem forte nos Governos Arraes e muito ligado a Campos
Adilson Gomes, um dos fundadores do PSB, homem forte nos Governos Arraes e muito ligado a Campos

“Depois da tragédia, lembro que perguntaram: ‘O que faremos?’ Mantém tudo como ele queria! Como participei a vida toda, não terá diferença nessa”, afirmou a viúva de Campos durante o encontro que reuniu lideranças locais dos 22 partidos que compõem a Frente Popular de Pernambuco, que apoiam o candidato Paulo Câmara (PSB) na disputa pelo governo de Pernambuco.

Fotos de Cláudio Gomes : os registros nesta nota são do fotógrafo sertanejo Cláudio Gomes, gentilmente cedidas ao blog. “O presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, mencionou a esposa de Eduardo e a plateia gritava Marina Presidente e Renata Vice. Os demais que falaram, lembraram de Eduardo com frases como vamos pegar no serviço e do sentimento com Eduardo e o compromisso com Paulo Câmara”, disse Gomes ao blog.

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Inocêncio Oliveira
Sileno Guedes
Sileno Guedes
Roberto Amaral, Presidente do PSB
Roberto Amaral, Presidente do PSB
Henry e Câmara
Henry e Câmara
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Renata Campos, após leitura da mensagem em que promete “trabalhar por dois”
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O Prefeito do Recife, Geraldo Júlio
Bezerra Coelho, em um dos discursos mais acalourados
Bezerra Coelho, em um dos discursos mais acalorados
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Ontem foi aniversário de Renata Campos. Mesmo em meio à dor, foi feita uma homenagem com direito a bolo.
Polícia Federal pede ao Supremo mais prazo para concluir inquérito sobre Temer

G1 A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal o adiamento do prazo para a conclusão do inquérito aberto para investigar o presidente Michel Temer e o ex-assessor dele Rodrigo Rocha Loures, preso há uma semana. O prazo acabava no próximo dia 13, mas a PF pediu mais 10 dias porque a perícia no áudio […]

G1

A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal o adiamento do prazo para a conclusão do inquérito aberto para investigar o presidente Michel Temer e o ex-assessor dele Rodrigo Rocha Loures, preso há uma semana.

O prazo acabava no próximo dia 13, mas a PF pediu mais 10 dias porque a perícia no áudio gravado por Joesley Batista, dono da JBS, em um encontro com o presidente, não foi concluída. Ainda não há decisão do minsitro Luiz Edson Fachin sobre o pedido da PF.

Joesley Batista fechou acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato. Como provas, ele entregou ao Ministério Público documentos, áudios, vídeos e fotos. Entre as gravações, está o áudio de uma conversa que ele teve com Temer em março deste ano.

A defesa de Temer diz que a gravação é “imprestável”, foi editada e, em uma situação “normal”, jamais seria aceita.

No Supremo, o ministro Edson Fachin autorizou a abertura de um inquérito para investigar o presidente pelos crimes de corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa.

Segundo o Ministério Público Federal, Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), afastado do mandato parlamentar, atuaram em conjunto para impedir o avanço da Operação Lava Jato.

Desde que as delações da JBS se tornaram públicas, o presidente tem enviados notas à imprensa, concedido entrevistas e feito pronunciamentos para rebater as acusações e dizer que jamais atuou para beneficiar a empresa.

No Congresso Nacional, a oposição passou a liderar um movimento a favor do impeachment de Temer e alguns partidos da base aliada deixaram de apoiar o governo. Além disso, o PSDB decidirá na semana que vem se permanece no governo ou desembarca (a legenda comanda quatro ministérios).

Cúpula do PSDB mantém apoio a Aécio e evita falar em expulsão da sigla

Para Executiva Nacional, veredito sobre candidatura cabe ao senador, réu no STF, e ao diretório de MG Por Angela Boldrini e Thaiza Pauluze / Folha de São Paulo Réu no Supremo Tribunal Federal, o senador Aécio Neves (MG) ainda conta com o apoio do PSDB, partido que presidiu até 2017. Em enquete realizada pela Folha […]

Foto: Sergio Lima/AFP

Para Executiva Nacional, veredito sobre candidatura cabe ao senador, réu no STF, e ao diretório de MG

Por Angela Boldrini e Thaiza Pauluze / Folha de São Paulo

Réu no Supremo Tribunal Federal, o senador Aécio Neves (MG) ainda conta com o apoio do PSDB, partido que presidiu até 2017.

Em enquete realizada pela Folha nesta semana, membros da Executiva do partido afirmaram não ver motivos para a expulsão do parlamentar e disseram que a decisão sobre uma eventual candidatura à reeleição cabe apenas a ele e ao diretório estadual mineiro.

A reportagem questionou os políticos sobre: 1) se o senador deveria ser expulso do partido; e 2) se Aécio, permanecendo na legenda, deveria desistir de sair candidato ou ser impedido de disputar o pleito pela cúpula tucana.

Dos 41 membros da Executiva Nacional contatados, 12 afirmaram que o senador não deve ser expulso da legenda ou impedido de se candidatar por ter virado réu. Na avaliação deles, o avanço do julgamento no STF não significa que Aécio seja culpado, e, portanto, deve-se esperar a decisão final da Corte.

Outros 23 não quiseram se posicionar sobre o assunto, mas a própria negativa embutia um aval ao senador.

“A executiva nacional não discutiu em nenhuma reunião sobre essa possibilidade”, afirmou o ex-presidente do partido Teotônio Vilela Filho.

“Se os partidos forem expulsar todo mundo aqui [na Câmara] que é réu, não sobra muita gente”, afirmou o líder do PSDB na Casa, Nilson Leitão (MS), para quem é necessário dar a Aécio a chance de se defender na Justiça.

Apenas o prefeito de Manaus (AM), Arthur Virgílio Neto, disse que Aécio deveria sair do partido. “Se o PSDB tivesse uma comissão de ética que funcionasse e não fosse uma reunião de compadres, eu acho que deveria, sim. Na verdade, ele deveria tomar a atitude de sair, mas não sendo o caso, a comissão de ética tinha que tomar essa atitude.”

Integrante da Executiva, Aécio não fez parte da pesquisa. Cinco dos membros não foram localizados pela reportagem.

O senador virou réu pela primeira vez no Supremo no dia 17 de abril, por causa do episódio em que foi gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da JBS, em março de 2017. As acusações são de corrupção e obstrução de Justiça.

Sobre a decisão da candidatura, dentre os que responderam à pesquisa, a opinião preponderante é que o veredito não cabe à direção nacional, mas ao diretório mineiro e ao próprio senador.

“Ele conhece o estado e as dificuldades e cabe somente a ele decidir. Depois, terá que se justificar com o diretório do PSDB em Minas Gerais”, afirmou o líder tucano no Senado e vice-presidente do partido, Paulo Bauer (SC).

Dos 36 entrevistados, só três membros afirmaram que Aécio não deve ser candidato: Virgílio, que defende a expulsão e, portanto, que o senador não seja candidato a nada, e os deputados Geraldo Resende (MS) e Mara Gabrilli (SP), ambos suplentes na cúpula partidária.

Nos bastidores, a decisão de não se posicionar é vista como estratégica. Membros do alto comando da legenda afirmaram que a tendência é que Aécio desista de qualquer candidatura, mas temem que uma pressão partidária nesse sentido possa ter o efeito contrário sobre o senador.

Um tucano afirmou que a Executiva está “dando espaço” para que o congressista anuncie ele mesmo a desistência.

É essa ala que avalia que os pré-candidatos do partido à Presidência e ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin e João Doria, se precipitaram ao afirmar que o correligionário mineiro não deveria concorrer, apesar de concordarem com a avaliação de que Aécio pode afetar candidaturas do partido tucano.

“É claro que o ideal é que ele não seja candidato, é evidente”, afirmou Alckmin em entrevista à rádio Bandeirantes.

Apesar da possibilidade de as acusações contra o presidenciável de 2014 respingarem na campanha do ex-governador de São Paulo —que já vem enfrentando baixos índices de intenção de votos nas pesquisas do Datafolha—, correligionários avaliam que o principal problema estaria no palanque de Minas Gerais, onde o senador Antonio Anastasia deve concorrer ao governo do estado.

Após a declaração dos paulistas, Aécio reagiu, afirmando que a decisão será tomada pelos mineiros. Ele já afirmou que ainda não decidiu se concorrerá à eleição e, em caso afirmativo, a qual cargo. “É uma decisão coletiva que vamos tomar no momento certo em função do quadro eleitoral de Minas Gerais.”

Alckmin, que é o atual presidente do PSDB, e Doria não responderam à pesquisa da Folha. A executiva, que segundo listagem do site da sigla possui 42 membros, é formada por senadores, deputados federais, ex-presidentes do partido e lideranças de grupos como o Tucanafro, movimento negro tucano, e da juventude do partido.

23 integrantes da cúpula do PSDB não quiseram responder

  • Geraldo Alckmin – Presidente do PSDB e ex-governador (SP)
  • Fernando Henrique Cardoso – Presidente de Honra do PSDB e ex-presidente da República
  • Marconi Perillo – 1º Vice-presidente do PSDB e ex-governador de Goiás
  • Flexa Ribeiro – Vice-presidente do PSDB e senador (PA)
  • Beto Richa – Vice-presidente do PSDB e ex-governador (PR)
  • Shéridan – Vice-presidente do PSDB e deputada federal (RR)
  • Aloysio Nunes – Vice-presidente do PSDB e ministro das Relações Exteriores
  • Marcus Pestana – Secretário-Geral do PSDB e deputado federal (MG)
  • Eduardo Cury – 1º Secretário do PSDB e deputado federal (SP)
  • Terezinha Nunes – 2ª Secretária do PSDB e deputada estadual (PE)
  • Silvio Torres – Tesoureiro do PSDB e deputado federal (SP)
  • Cássio Cunha Lima – Senador (PB)
  • Nelson Marchezan – Prefeito de Porto Alegre
  • Rogério Marinho – Deputado federal (RN)
  • João Doria – Ex-prefeito de São Paulo
  • Pedro Taques – Governador do Mato Grosso
  • Thelma de Oliveira – Suplente e prefeita de Chapada dos Guimarães (MT)
  • Yeda Crusius – Presidente do PSDB Mulher e deputada federal (RS)
  • Marcos Saraiva – Presidente da Juventude do PSDB
  • Juvenal Araújo – Presidente do Tucanafro
  • Tasso Jereissati – Ex-presidente do PSDB e senador (CE)
  • José Aníbal – Ex-presidente do PSDB
  • José Serra – Ex-presidente do PSDB e senador (SP)

5 não foram localizados

  • Giuseppe Vecci, deputado federal (GO)
  • Bruno Araújo, deputado federal (PE)
  • Miyuki Hyashida, suplente e ex-prefeita de Brejinho de Nazaré (TO)
  • Pimenta da Veiga, ex-presidente do PSDB e ex-prefeito de Belo Horizonte
  • Eduardo Azeredo, ex-presidente do PSDB e ex-governador de Minas Gerais