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Lula tem 34%, Bolsonaro, 17% e Marina, 9%, aponta Datafolha

Por Nill Júnior

Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste sábado (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. Veja os resultados dos nove cenários pesquisados:

Cenário 1 (com Marina, Joaquim Barbosa, Temer e Meirelles):

  • Lula (PT): 34%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 17%
  • Marina Silva (Rede): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 6%
  • Joaquim Barbosa (sem partido): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Manuela D´Ávila (PCdoB): 1%
  • Michel Temer (PMDB): 1%
  • Henrique Meirelles (PSD): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 12%
  • Não sabe: 2%

Cenário 2 (com Joaquim Barbosa):

  • Lula (PT): 37%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 18%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • Joaquim Barbosa (sem partido): 6%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 14%
  • Não sabe: 3%

Cenário 3 (com Meirelles):

  • Lula (PT): 37%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 19%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%
  • Henrique Meirelles (PSD): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 14%
  • Não sabe: 5%

Cenário 4 (com Marina):

  • Lula (PT): 36%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 18%
  • Marina Silva (Rede): 10%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 13%
  • Não sabe: 2%

Cenário 5 (com Doria e Marina)

  • Lula (PT): 36%
  • Jair Bolsonaro (PSC): 18%
  • Marina Silva (Rede): 11%
  • Ciro Gomes (PDT): 7%
  • João Doria (PSDB): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 14%
  • Não sabe: 2%

Cenário 6 (sem Lula, com Joaquim Barbosa):

  • Jair Bolsonaro (PSC): 21%
  • Ciro Gomes (PDT): 12%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 11%
  • Joaquim Barbosa (sem partido): 8%
  • Alvaro Dias (Podemos): 6%
  • Fernando Haddad (PT): 3%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 28%
  • Não sabe: 4%

Cenário 7 (sem Lula, com Meirelles):

  • Jair Bolsonaro (PSC): 22%
  • Ciro Gomes (PDT): 13%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 12%
  • Alvaro Dias (Podemos): 6%
  • Fernando Haddad (PT): 3%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 3%
  • Henrique Meirelles (PSD): 2%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 2%
  • Guilherme Boulos (sem partido): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 30%
  • Não sabe: 5%

Cenário 8 (sem Lula, com Marina):

  • Jair Bolsonaro (PSC): 21%
  • Marina Silva (Rede): 16%
  • Ciro Gomes (PDT): 12%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
  • Alvaro Dias (Podemos): 5%
  • Fernando Haddad (PT): 3%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 25%
  • Não sabe: 3%

Cenário 9 (sem Lula, com Doria e Marina):

  • Jair Bolsonaro (PSC): 21%
  • Marina Silva (Rede): 17%
  • Ciro Gomes (PDT): 13%
  • João Doria (PSDB): 6%
  • Alvaro Dias (Podemos): 6%
  • Fernando Haddad (PT): 3%
  • Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%
  • João Amoêdo (Partido Novo): 1%
  • Em branco/nulo/nenhum: 27%
  • Não sabe: 3%

O Datafolha fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Como houve alteração dos cenários pesquisados, não é possível comparar diretamente o resultado desta pesquisa com a anterior, realizada pelo Datafolha em setembro (naquele mês, em um dos cenários, Lula registrou 36%, Bolsonaro, 16%, e Marina, 14%).

Simulações de 2º turno:

(29 e 30 de novembro)

  • Lula 52% x 30% Alckmin
  • Lula 48% x 35% Marina
  • Lula 51% x 33% Bolsonaro
  • Alckmin 35% x 33% Ciro
  • Marina 46% x 32% Bolsonaro

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FECONAF deve movimentar R$ 25 milhões, diz presidente da CDL Afogados

Prefeito Alessandro Palmeira destacou dimensão da feira: “já começa grande” Por André Luis Na noite desta quinta-feira (25), foi realizada a abertura da 1ª FECONAF – Feira de Construção Civil de Afogados da Ingazeira, que segue até este sábado (27). Além dos estandes dos expositores e da solenidade oficial de abertura, a primeira noite teve […]

Prefeito Alessandro Palmeira destacou dimensão da feira: “já começa grande”

Por André Luis

Na noite desta quinta-feira (25), foi realizada a abertura da 1ª FECONAF – Feira de Construção Civil de Afogados da Ingazeira, que segue até este sábado (27).

Além dos estandes dos expositores e da solenidade oficial de abertura, a primeira noite teve a palestra sobre crédito imobiliário com os representantes da Caixa Econômica Federal.

Falando ao repórter Pepeu Acioly, que cobre a FECONAF para a Rádio Pajeú, Ilma Valério, presidente da CDL Afogados da Ingazeira, disse estar muito feliz com a realização do evento. “Serão três noites de muitas alegrias e de muitos negócios. Um marco para a história de Afogados da Ingazeira”, destacou Ilma.

Ilma disse ter certeza que a feira vai movimentar mais de R$ 25 milhões. “Passamos a semana levantando os dados nos bancos. Eu estive com gerentes de todos os bancos e temos muitos financiamentos encaminhados, temos mais de 90 imóveis que vamos estar tentando fechar negócio nestes dias de feira e de pós-feira, estamos prevendo um aumento nas vendas para os lojistas no pós-feira, com o vitrinismo que vai ter aqui, de 20%.

O prefeito Alessandro Palmeira, também falando ao repórter Pepeu Accioly, destacou a dimensão da 1ª FECONAF. 

“Apesar de ser a primeira já é referência. Afogados é a primeira cidade do nosso estado a realizar essa feira unicamente da construção civil. Já começa grande! Com grandes parcerias, estratégias, o governo municipal com a CDL, com o SEBRAE, compreendendo que as parcerias são importantes, compreendendo que toda essa cadeia produtiva da construção civil é extremamente importante para o aquecimento da nossa economia, para a geração de emprego e de renda. Então, é uma estratégia muito interessante que está se dando início hoje. Já começa grande e a gente tem certeza absoluta que teremos outras feiras nos anos seguintes”, destacou o prefeito.

Para esta sexta-feira (26), às 19h a Quartzolit ministra o curso: Solução para cada fase da obra; às 20h30 o Banco Santander ministra a palestra: Crédito Imobiliário; e as 21h, o Banco do Brasil promove também uma palestra com o tema: Crédito Imobiliário.

A feira acontece na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, no centro de Afogados da Ingazeira.

Bolsonaro faz ato de lançamento de novo partido em Brasília

Número escolhido para a nova legenda é o 38, afirmou presidente. G1 O presidente Jair Bolsonaro deu nesta quinta-feira (21), em Brasília, o primeiro passo para criação do partido Aliança pelo Brasil. O ato de lançamento da sigla aconteceu em um hotel de Brasília e reuniu diversos apoiadores, que lotaram a capacidade do local. A nova legenda ainda […]

Número escolhido para a nova legenda é o 38, afirmou presidente.

G1

O presidente Jair Bolsonaro deu nesta quinta-feira (21), em Brasília, o primeiro passo para criação do partido Aliança pelo Brasil. O ato de lançamento da sigla aconteceu em um hotel de Brasília e reuniu diversos apoiadores, que lotaram a capacidade do local.

A nova legenda ainda depende da coleta de assinaturas e de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em transmissão ao vivo por uma rede social na noite desta quinta, Bolsonaro afirmou que o número escolhido para a nova sigla é o 38.

“Acho que é um bom número, não é? Tinha poucas opções, e 38 é um número fácil de gravar”, afirmou o presidente.

O 38 é o calibre de um dos modelos de revólver mais comuns. Entre os princípios que a nova legenda diz ter está o “direito à legítima defesa, inclusive por meio do acesso às armas”.

O Aliança, se criado, será o nono partido de Jair Bolsonaro. Ele foi eleito pelo PSL, do qual se desfiliou na semana passada. Ao longo de três décadas de carreira política, ele teve passagens por PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP e PSC. Em discurso durante o ato, Bolsonaro disse que o partido não é “um negócio”, e que por isso saiu do PSL.

“Agora, falo para vocês uma coisa da minha vida: fiquei 28 anos dentro do parlamento. Dois anos como vereador no Rio de Janeiro, 30 anos de vida pública, nunca tive um diretório municipal. Não pode, como está na cabeça de alguns, querer ter comando do partido no estado para negociar legenda. Isso não vai acontecer. Em parte, o problema que tivemos no partido que deixei há poucas horas foi essa questão: negociar legenda, vender tempo de televisão e fazer do partido um negócio”, afirmou Bolsonaro.

No ato de lançamento na capital federal, a maior parte da imprensa não teve acesso ao evento e assistiu aos discursos por um telão instalado do lado de fora, sob o sol, em um gramado cercado.

De mãos dadas com Célia Galindo, Wellington promete reajuste a professores

Vereadora tem sido dura nas críticas contra o prefeito de Arcoverde O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, divulgou nesta quinta-feira (2), em suas redes sociais, uma foto onde aparece de mãos dadas com  o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Administração Direta e Indireta de Arcoverde, Caio Magalhães, as vereadoras Célia Galindo e […]

Vereadora tem sido dura nas críticas contra o prefeito de Arcoverde

O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, divulgou nesta quinta-feira (2), em suas redes sociais, uma foto onde aparece de mãos dadas com  o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Administração Direta e Indireta de Arcoverde, Caio Magalhães, as vereadoras Célia Galindo e Zirleide Monteiro e o presidente da Câmara de Vereadores, Siqueirinha.

A foto chama a atenção, principalmente, pela presença da vereadora Célia Galindo, que tem sido uma crítica contumaz do prefeito Wellington, chegando a dizer em alguns momentos que ele “é o pior prefeito que Arcoverde já teve”. Internautas, inclusive, comentaram na publicação do prefeito dizendo não entender a união.

A foto em questão foi publicada para divulgar o envio do projeto de lei municipal do pagamento dos precatórios do FUNDEF e a aplicação do reajuste salarial.

“Foi um momento importante e produtivo de diálogo, em favor da nossa cidade e dos servidores municipais. Apresentamos dados relevantes para análise da possibilidade de concessão do reajuste, que passará por uma cuidadosa análise interna dos impactos orçamentários. Nos próximos dias, voltaremos a discutir esse tema”, destacou Wellington.

O prefeito informou ainda que no próximo dia 13 de março estará encaminhando ao Poder Legislativo Municipal, o projeto de lei que vai estabelecer os critérios de pagamento do rateio do FUNDEF, assegurando esse importante direito dos nossos professores, a partir do momento em que o valor for liberado e destinado ao município.

A postagem do prefeito Wellington Maciel acontece após os professores da cidade cruzarem os braços nesta quinta-feira para cobrar da prefeitura os precatórios do Fundef e o repasse do piso nacional da educação dado pelo Presidente Lula. 

Denúncia de favorecimento em licitação abala Superintendência da Suplan da Paraíba

Uma grave denúncia de um suposto favorecimento em licitação tem abalado os corredores da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado da Paraíba(Suplan). Segundo informações recebidas pela redação do Blog do Nill Júnior, a empresa AN Projetos, Construções e Serviços Ltda., pertencente ao esposo da secretária do gabinete da superintendente da Suplan, teria […]

Uma grave denúncia de um suposto favorecimento em licitação tem abalado os corredores da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado da Paraíba(Suplan). Segundo informações recebidas pela redação do Blog do Nill Júnior, a empresa AN Projetos, Construções e Serviços Ltda., pertencente ao esposo da secretária do gabinete da superintendente da Suplan, teria sido beneficiada em uma licitação no valor de mais de R$ 3 milhões.

A polêmica teve início quando foi publicada, no Diário Oficial da Paraíba, a exoneração da secretária da superintendente da Suplan, logo após a vitória da empresa de seu esposo na licitação. A empresa AN Projetos estava inicialmente inabilitada, porém, de forma misteriosa, foi habilitada e acabou vencendo o certame.

A licitação em questão, de número 124/2023, tinha como objeto a construção de um campo de futebol em Serra Branca, na Paraíba. No entanto, a suspeita de irregularidades no processo licitatório ganhou proporções ainda maiores quando, nesta quinta-feira (4), foi publicada uma tentativa de reversão da situação, com a desclassificação da empresa.

A exoneração da secretária, porém, não parece ser o desfecho final dessa controvérsia. Fontes próximas à Suplan afirmam que há mais pessoas do gabinete da superintendente envolvidas no caso, o que lança luz sobre a extensão do suposto favorecimento.

Um aviso de julgamento de recurso, datado de 25 de março de 2024, revela que a Comissão Permanente de Licitação da Suplan deu provimento ao recurso administrativo interposto pela empresa AN Projetos, alterando seu status de inabilitada para habilitada. Isso levanta questionamentos sobre a lisura do processo e a transparência das decisões tomadas.

Maia se desculpa por acusar governo de tratar deputados como ‘palhaços’

G1 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu desculpas no plenário, no fim da tarde desta quarta-feira (5), por ter pedido mais cedo que o governo não tratasse os deputados como “palhaços”. Maia deu a declaração depois de o líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), ter afirmado que ainda não há […]

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu desculpas no plenário, no fim da tarde desta quarta-feira (5), por ter pedido mais cedo que o governo não tratasse os deputados como “palhaços”.

Maia deu a declaração depois de o líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), ter afirmado que ainda não há consenso entre os partidos da base acerca do projeto que altera a lei sobre repatriação de recursos no exterior não declarados à Receita, que tem sido discutida há semanas e pode ser votada na Casa ainda nesta semana.

“Quero dizer o seguinte: se essa arrecadação [com os impostos recolhidos sobre os bens repatriados] vier abaixo do que está se esperando, o governo não vai fechar a conta e vai ficar com a conta aberta. Estou dizendo explicitamente: o grande conflito era foto ou filme. Agora, o governo quer de novo filme. Então, não trate a gente como palhaço”, afirmou.

No plenário, enquanto presidia a sessão desta quarta, Maia pediu desculpas pela declaração e disse que reagiu daquela maneira porque tinha recebido uma informação errada sobre o governo ter recuado das mudanças no texto da repatriação.

Ele afirmou que as palavras estavam “fora do tom” e não foram “adequadas”. “Quero aproveitar a oportunidade para me desculpar pelas minhas palavras de hoje mais cedo. Elas não foram adequadas. Eu recebi uma informação que não foi a correta e reagi da forma que eu reagiria se ela tivesse sido a correta”, afirmou.

E acrescentou: “Felizmente, a informação que eu recebi não foi correta. O erro foi meu e eu peço, de público, desculpas pela minha palavra fora do tom por um motivo que não existiu. Se tivesse existido, sem dúvida nenhuma eu a usaria”.

Maia fez o pedido de desculpas depois que o deputado Sílvio Costa (PTdoB-PE), crítico do governo Temer, elogiar o presidente da Câmara pela declaração sobre os “palhaços”.

“Eu queria parabenizar vossa excelência por sua postura altiva, como deve se comportar um presidente de um parlamento. Vossa Excelência foi muito correto, muito duro com o presidente Michel Temer, que realmente está querendo tratar a maioria dos parlamentares como palhaços”, disse Costa.

Na tentativa de desfazer o mal-estar, Maia divulgou ainda uma nota em que reitera que deu a declaração com base em uma informação “que não estava correta” e reagiu de “forma inadequada”.