Lula recebe 10 pedidos para reuniões bilaterais na COP 27
Por André Luis
Presidente eleito viaja ao Egito para participar da cúpula do clima e discutir questões ambientais com outras nações. Cotados para ministérios estarão com o petista.
Blog da Julia Dualibi
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva recebeu dez pedidos de reuniões bilaterais durante a COP 27, segundo assessores próximos. Entre as demandas estão encontros com representantes da China, Estados Unidos e Alemanha, além do presidente do Banco Mundial, David Malpass. Outro pedido é do parlamentar britânico Alok Sharma, que presidiu a COP 26, realizada em Glasgow, na Escócia, no ano passado.
Lula deve se encontrar com emissários desses países para questões ambientais, uma vez que os chefes de estado estão visitando a COP 27 nesta primeira semana de conferência e já irão ter retornado a seus países quando o presidente eleito desembarcar no Egito. Lula só pôde viajar na segunda semana do encontro em função dos compromissos da transição.
Já estão acertados os encontros bilaterais com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e com o presidente do Egito, o general Abdul Fatah Al-Sisi.
Lula, provavelmente, não conseguirá atender a todos os pedidos. Ele também deverá participar de três espaços na COP 27: o Brazilian Hub, o fórum dos governadores da Amazônia Legal e um terceiro evento em que fará um discurso para um público mais amplo.
O petista recebeu pedidos para se encontrar também com ex-chefes de estados e representantes de organismos internacionais.
Cinema histórico tem programação especial para marcar a data Equipamento teve interrupção temporária de sua programação por conta de intercorrência que depende de componente importado para retomada das projeções A partir de hoje, o Cine São José inicia a programação por ocasião de seus 80 anos de história. Às 19 horas de hoje, mostra de curtas, […]
Cinema histórico tem programação especial para marcar a data
Equipamento teve interrupção temporária de sua programação por conta de intercorrência que depende de componente importado para retomada das projeções
A partir de hoje, o Cine São José inicia a programação por ocasião de seus 80 anos de história.
Às 19 horas de hoje, mostra de curtas, com exibição de Cine São José (Pajeú Filmes, 2017), Uma balada para Rocky Lane (Djalma Galindo,2017) e Kennel Rogis (2021), todos tratando de histórias de resistência dos cinemas e de iniciativas de preservação da sétima arte no interior. Em seguida, a roda de conversa “O Cine São José e sua resistência de 80 anos”, com William Tenório e Bruna Tavares, da Pajeú Filmes. A entrada é franca e terá participação de estudantes da rede pública municipal e da FASP, Faculdade do Sertão do Pajeú.
De sexta a domingo, 19 horas, filme Além da Lenda – primeiro longa-metragem em animação pernambucano. Expandindo o universo de Além da Lenda – série brasileira da TV Brasil – o filme traz a história dos folclores brasileiros para a telas de cinema do Brasil. Uma vez por ano, a cada Dia do Saci, 31 de Outubro, também conhecido como “Dia das Bruxas”, é revelado o livro sagrado que reúne todas as lendas do Brasil. Mas nessa data de Saci/Halloween, outros seres místicos de outros países vem para o país, onde pretendem roubar o livro e as lendas. Entrada simbólica: R$ 5.
Quinta, dia 31, 19 horas, tem a peça teatral “Luanda Ruanda – histórias africanas”, um espetáculo Teatral com narrações oral de histórias africanas, que intercala histórias da tradição oral com músicas e costumes populares de alguns lugares da África, pautado em lendas, mitos e contos de domínio público, com temática afro-brasileira, contadas e cantadas pela narratriz Stephany Metódio, pelo poeta, escritor, músico e compositor Alexandre Revoredo e pelo percussionista Nino Alves. Foi criado em 2013 e circula desde 2014, já tendo passado por mais de 15 comunidades quilombolas no estado de Pernambuco, além de ter realizado diversas apresentações em mostras teatrais e festivais literários. Entrada simbólica: R$ 5.
O Cine São José é um patrimônio do município. Foi inaugurado em 23 de novembro de 1942, fechado em 1994 e reinaugurado no final de 2003, após ação da sociedade civil encabeçada pela Associação Cultural São José. Pertence à Diocese de Afogados da Ingazeira, foi recentemente repassado plenamente para a gestão da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, que já era responsável por sua manutenção física.
A existência dessa sala de cinema, uma das mais antigas no interior de Pernambuco, reflete a importância da cena audiovisual na região, com vários profissionais envolvidos na produção de obras e realização de mostras e festivais independentes, como a Mostra do Pajeú, já na sua 4ª edição. Em 2018 e 2019, a Secult e a Fundarpe promoveram lá uma mostra do Festival Varilux de Cinema Francês.
O Cine São José hoje é gerido pela Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, fruto de comodato com a Diocese de Afogados da Ingazeira, detentora do prédio, com a qual a Fundação também tem ligação.
Como Fundação, a entidade mantenedora se comunica com vários entes públicos e setores da sociedade. Mas não abre mão de gerir o espaço, mantendo o prédio de 80 anos e equipamentos preservados, derivação do trabalho da Associação Cultural São José.
A entidade adquiriu o equipamento que gera filmes no espaço, um projetor digital da marca Cristie, com investimento de mais de R$ 250 mil, considerando todas as etapas. Conseguiu captação de recursos para a mostra de curtas e outros projetos com Fundarpe e Empetur, além de parceria com a prefeitura de Afogados para eventos públicos no espaço.
Claro, há desafios, como o relatado da ansiedade pela manutenção em virtude de intercorrência técnica. Mas projeta uma solução definitiva para dar mais estabilidade para o funcionamento do equipamento.
Depois de anos sem atividades, o cine voltou a exibir e ter sessões ano passado. Entretanto, está sem programação regular recente em virtude de um problema em uma peça do projetor Cristhie, que é importado, o que gerou a interrupção. Questões de disposição da peça, dificuldades de importação atrasaram as etapas, segundo Alexandre Barros, da empresa Base Post, de São Paulo, responsável pela manutenção do equipamento.
A adaptação da sala antiga de projeção ao moderno equipamento, questões ligadas a variação de tensão (uma sobrecarga de rede pode ter danificado um componente do projetor) impactaram no processo. Outro problema é que o profissional e a empresa atendem mostras de cinema de todo o Brasil, interferindo na agenda. Mas a previsão é de que até o fim do ano o projetor volte a funcionar.
Um total de 69 mortes por Covid-19 e 2.843 casos da doença foi registrado pela Secretaria Estadual de Saúde de (SES-PE) em Pernambuco nas últimas 24 horas. Agora Pernambuco totaliza 13.317 mortes pela Covid-19 e 386.027 casos confirmados da doença, sendo 38.960 graves e 347.067 leves. As mortes desse boletim ocorreram entre 9 de julho […]
Um total de 69 mortes por Covid-19 e 2.843 casos da doença foi registrado pela Secretaria Estadual de Saúde de (SES-PE) em Pernambuco nas últimas 24 horas.
Agora Pernambuco totaliza 13.317 mortes pela Covid-19 e 386.027 casos confirmados da doença, sendo 38.960 graves e 347.067 leves.
As mortes desse boletim ocorreram entre 9 de julho do ano passado e essa seguna-feira (19).
Entre os 2.843 casos confirmados hoje, 205 (7%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.638 (93%) são leves.
Foto: Ricardo Araújo/Arquivo ASA Brasil Por Adriana Amâncio/Marco Zero “Eu mal caminho dentro de casa, não posso carregar água de canto nenhum. Quando falta água, eu espero a nora botar, vem outro e bota, tudo é difícil pra mim”. Este é o relato de Tereza Correia, agricultora de 77 anos, que mora na comunidade Jacarecanga, […]
“Eu mal caminho dentro de casa, não posso carregar água de canto nenhum. Quando falta água, eu espero a nora botar, vem outro e bota, tudo é difícil pra mim”. Este é o relato de Tereza Correia, agricultora de 77 anos, que mora na comunidade Jacarecanga, no município de Rio Grande do Piauí, no semiárido daquele estado, a 380 quilômetros de Teresina.
Idosa e sofrendo de diabetes, ela sente dificuldades de caminhar. Por isso, quando a bomba do poço que abastece a comunidade quebra, ela depende da ajuda de parentes e vizinhos para ter água em casa. O marido, também idoso, não pode ajudar com a busca por água no dia a dia. Dona Tereza está entre as quase 1 milhão de pessoas que esperam a retomada do Programa Cisternas para ter acesso a um reservatório de 16 mil litros de água apta para consumo humano.
Para viabilizar o programa, era preciso antes recompor seu orçamento, que, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) elaborado por Bolsonaro, tinha previstos apenas R$ 2 milhões para 2023. Isso já foi feito, chegando a dotação de R$ 500 milhões para esta finalidade.
O valor seria suficiente para mais 83 mil reservatórios ao custo de R$ 6 mil cada, aumentando as chances de Dona Tereza trazer a água mais para perto da sua casa. “Isso não dá conta do déficit, mas já movimenta bastante”, avalia o coordenador Executivo da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) pelo estado da Bahia, Naidson Baptista.
Além da recuperação financeira, o Programa Cisternas demanda a retomada de procedimentos democráticos e transparentes na implementação. “A ideia da ASA é, uma vez que nós tenhamos celebrado algum termo de parceria com o governo, feito a seleção das organizações, chamar as eleitas para reativar os princípios metodológicos, os prazos porque, nas entidades, muita coisa mudou, muita gente saiu”, afirma Batista.
Um desses princípios metodológicos envolve, por exemplo, a análise dos perfis e a definição das famílias elegíveis ao programa nas comissões municipais, formadas por organizações comunitárias.
Hoje, no Semiárido brasileiro, 350 mil famílias, quase 1 milhão de pessoas, necessitam de uma cisterna de água para consumo humano. Já aquelas que vivem sem cisterna de produção – que coleta e reserva água para agricultura e pecuária –, somam 800 mil pessoas.
Os dados são da publicação Acesso à água para as populações do Semiárido Brasileiro, elaborada pela ASA. Nos últimos quatro anos, o Programa Cisternas enfrentou os cortes orçamentários mais drásticos da história. Em 2022, executou um orçamento de pouco mais de R$ 22 milhões, de acordo com dados do portal Siga Brasil.
De acordo com Naidison, as organizações que compõem a ASA estão lançando mão de estratégias políticas para garantir as condições orçamentárias do programa ao longo dos próximos quatro anos. Um desses caminhos, complementa ele, é acionar diversos conselhos de controle social nas esferas estadual e nacional.
“Um caminho é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), que está para ser reconstruído. O Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea), que será recriado no dia 28 de fevereiro. As cisternas estão constantemente na pauta do Consea, o Consea faz questão de ter as cisternas funcionando. O outro caminho é manter contato com deputados e senadores do Nordeste, no sentido de que eles estejam reafirmando na Câmara e no Senado a importância do Programa. E outra coisa é realizar audiências com autoridades responsáveis por fazer o programa andar. Nós já realizamos uma audiência e temos outra marcada com a secretária Nacional Segurança Alimentar e Nutricional do MDS [Lilian dos Santos Rahal] e também solicitamos uma audiência com o ministro Wellington Dias para discutir a perspectiva das cisternas”, relata.
Praticamente sem orçamento nos últimos quatro anos, a melhoria dos indicadores econômicos e de saúde no semiárido ficou mais lenta ou regrediu, como foi o caso da insegurança alimentar.
Com isso, a agonia vivida pela agricultora Zenaide Costa, de 55 anos, que mora na mesma comunidade de Dona Tereza, ficou longe de ter um fim. Ela também sofre quando a água do poço não chega às torneiras quando a bomba quebra. No seu caso, além do corpo não aguentar o esforço de buscar água no poço, por ser albina, ela não pode se expor ao sol para carregar água. Sem alternativa, ela pede ajuda ao vizinho que possui cisterna para lhe ceder um pouco de água. “No final das contas, quando a bomba do poço quebra e o carro pipa não vem, é a cisterna do vizinho que salva. Mesmo assim, é racionada, não pode pegar tudo e deixar ele sem água. É um sufoco!”, desabafa Zenaide.
Quando o problema na bomba não é resolvido rápido, Zenaide e outros moradores se unem para pedir que a prefeitura traga um carro pipa para abastecer a comunidade. “A gente fica ligando até eles trazerem. Eles alegam que tem muita comunidade para abastecer. E diz ‘aquele que colocou o nome primeiro, vai ser abastecido primeiro’. E assim é a nossa vida”, relata Zenaide em tom de lamento.
A falta de água também afeta a sua segurança alimentar. Sem fonte hídrica para produção, ela cultiva alimentos apenas no período chuvoso. “Sem água não dá para plantar na estiagem. A gente só planta na chuva e come o que ganhar da chuva.”, afirma resignada.
O tom da voz de Tereza e Zenaide até mudou quando perguntei sobre a expectativa de chegada da cisterna. Zenaide se antecipou e afirmou.
“Eu tô com muita esperança, eu tô acreditando que eu vou ganhar a minha cisterna e a minha vida vai melhorar. Eu vou poder cultivar uma hortinha”, planeja. Já Dona Tereza, sem titubear, emenda: “trazendo a cisterna pra perto de casa, fica mais fácil para qualquer um pegar [água], até o meu marido pega. Eu tenho fé em Deus que vai acontecer dela vim, a minha cisterna.”
A nossa reportagem fez contato com o Governo Federal. Pedimos confirmação sobre o valor do orçamento do Programa Cisternas previsto para 2023, sobre quais medidas estão sendo adotadas para a retomada do programa neste ano e se há previsão para assinatura do termo de parceria. Até o fechamento desta reportagem, não obtivemos retorno. O espaço segue aberto.
Imagens do encontro do empresário Victor Oliveira no camarote da prefeitura na festa da dupla Jorge e Mateus na noite desse domingo alimentaram a imaginação dos governistas de plantão em Serra Talhada. As imagens mais clicadas foram do encontro de Victor e a Secretária de Saúde Márcia Conrado, tida como a favorita para encabeçar a […]
Imagens do encontro do empresário Victor Oliveira no camarote da prefeitura na festa da dupla Jorge e Mateus na noite desse domingo alimentaram a imaginação dos governistas de plantão em Serra Talhada.
As imagens mais clicadas foram do encontro de Victor e a Secretária de Saúde Márcia Conrado, tida como a favorita para encabeçar a disputa no grupo do prefeito Luciano Duque.
Não foram poucas as imagens registradas entre Victor, Márcia Conrado, Luciano Duque, Karina Rodrigues, Zé Raimundo e outros nomes. Bastou o registro chegar ao blog para aumentarem as especulações. Não faltou quem dissesse que aquela era “a chapa dos sonhos”.
Em uma das imagens é possível ver Duque brincando com a presença de Victor e Márcia no espaço.
Até agora, o que se sabe é que o neto de Inocêncio Oliveira pleiteia o direito de disputar a prefeitura no grupo do Deputado Federal Sebastião Oliveira. Outros nomes como Carlos Evandro também querem a benção do grupo.
Neste sábado (15.02), o bloco Galo da Travessa, realizou a sua décima quinta edição confirmando as expectativas e arrastando centenas de foliões para as ruas de São José do Egito ao som do Trio Backstage e Felipão e Rangel. Na abertura oficial, Romério Guimarães, um dos fundadores da agremiação, disse que “tudo está belo, este […]
Neste sábado (15.02), o bloco Galo da Travessa, realizou a sua décima quinta edição confirmando as expectativas e arrastando centenas de foliões para as ruas de São José do Egito ao som do Trio Backstage e Felipão e Rangel.
Na abertura oficial, Romério Guimarães, um dos fundadores da agremiação, disse que “tudo está belo, este ano estamos homenageando Galeguinho das Encomendas e o Jornalista Inaldo Sampaio e que esse evento seja um grande sucesso como foi nos anos anteriores e até se supere, vamos brincar em paz”.
O percurso em 2020 se iniciou nas imediações do Posto São José e Posto Petrovia, no bairro Planalto, com concentração às 18h, seguindo pela Av. 25 de Agosto e indo até a Rua da Baixa. A partir daí a festa continua no Polo da Folia.
A história do bloco começou um grupo de amigos apaixonados pelo carnaval de rua, que residem em São José do Egito, mais precisamente frequentadores do Bar de Sheko’s, um reduto boêmio e social da Capital da Poesia.
O bloco que já virou tradição na Terra dos Poetas sai sempre no sábado que antecede o Sábado de Zé Pereira, com muita folia, irreverência e alegria em grande estilo.
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