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Lula: “Não há perdão para quem atenta contra a democracia”

Por André Luis

Ato do primeiro ano dos ataques antidemocráticos em Brasília reuniu os chefes dos três Poderes, governadores, parlamentares, ministros de Estado e representantes da sociedade civil

Nesta segunda-feira, 8 de janeiro, um ano após os ataques antidemocráticos às sedes dos três poderes em Brasília, o evento “Democracia Inabalada”, realizado no Congresso Nacional, reafirmou o compromisso do país com a preservação das instituições. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, destacou que a solenidade marca a celebração da vitória da democracia sobre o autoritarismo.

No início do discurso, o presidente Lula saudou todos os brasileiros que se colocaram acima das divergências para repudiar o fascismo e os trabalhadores das forças de segurança – em especial a Polícia Legislativa – que, mesmo em minoria, se recusaram a aderir ao golpe e arriscaram suas vidas no cumprimento do dever.

“A coragem de parlamentares, governadores e governadoras, ministros e ministras da Suprema Corte, ministros e ministras de Estado, militares legalistas e, sobretudo, da maioria do povo brasileiro garantiu que nós estivéssemos aqui hoje celebrando a vitória da democracia sobre o autoritarismo”, afirmou Lula.

O presidente Lula defendeu a punição para os envolvidos na depredação de prédios públicos em Brasília e sinalizou que o perdão soaria como impunidade e salvo conduto para novos atos terroristas. “Todos aqueles que financiaram, planejaram e executaram a tentativa de golpe devem ser exemplarmente punidos. Não há perdão para quem atenta contra a democracia, contra seu país e contra o seu próprio povo”, disse.

“Salvamos a democracia. Mas a democracia nunca está pronta, precisa ser construída e cuidada todos os dias. A democracia é imperfeita, porque somos humanos – e, portanto, imperfeitos. Mas temos, todas e todos, o dever de unir esforços para aperfeiçoá-la”, defendeu Lula.

UNIÃO — O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, expressou repúdio aos atos praticados no 8 de janeiro passado. “Sob premissas falsas, golpistas desejavam invalidar o resultado das urnas. Para além dos prejuízos materiais das depredações e da violência praticadas, essa turma de criminosos que invadiu estas mesmas dependências desrespeitou a vontade popular manifestada pelo voto. Isso é absolutamente inaceitável”.

Pacheco também ressaltou que a cerimônia desta segunda-feira demonstra a força das instituições brasileiras e o êxito da união do país em prol da democracia. “Este é um ato de reafirmação da opção democrática feita pelo povo brasileiro e de que a defesa da democracia é uma ação permanente e constante. Reafirmação da maturidade e da solidez de nossas instituições”, afirmou.

Já o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, pontuou que o ataque às sedes dos três Poderes foi precedido de outros tipos de ações contra as instituições democráticas. “Foi um ataque meticulosamente preparado. O dia da infâmia foi precedido de anos de ataques às instituições, ofensas aos seus integrantes, ameaças de naturezas diversas e disseminação do ódio e de mentiras”, disse.

“Porém, a despeito de tudo, as instituições venceram e a democracia prevaleceu. A reação dos presidentes da República, do Senado, da Câmara, do Supremo, dos diferentes setores da sociedade civil e da imprensa demonstrou que nós já superamos os ciclos do atraso”, completou Barroso.

Por sua vez, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do STF, Alexandre de Moraes, destacou que além de reafirmar a resiliência da República brasileira e do vigor das instituições, o evento também representa um momento de celebrar a união de todas as autoridades dos três poderes em torno da Constituição, em defesa da democracia.

“Todos, absolutamente todos aqueles que compactuaram covardemente com a quebra da democracia e a tentativa de instalação de um Estado de exceção, serão devidamente investigados, processados e responsabilizados na medida de suas culpabilidades”, assegurou Moraes.

COMPROMISSO — O presidente Lula lembrou, ainda, o trabalho executado para reforma dos prédios públicos depredados e para recuperação de obras vandalizadas em 8 de janeiro de 2023. “Nos dias, semanas e meses que se seguiram à tentativa de golpe, reformamos as sedes dos três poderes. Trocamos vidraças, removemos a sujeira, restauramos obras de arte, recuperamos objetos históricos. E, acima de tudo, reafirmamos o valor da democracia para o Brasil e para o mundo”.

“Agora é preciso avançar cada vez mais na construção de uma democracia plena. Uma democracia que se traduza em igualdade de direitos e oportunidades. Que promova a melhoria da qualidade de vida, sobretudo para quem mais precisa”, afirmou Lula.

DEMAIS AUTORIDADES — O ato “Democracia Inabalada” reuniu 14 governadores: Renato Casagrande (ES), Eduardo Leite (RS), Raquel Lyra (PE), Jerônimo Rodrigues (BA), Rafael Fonteles (PI), Fátima Bezerra (RN), Fábio Mitidieri (SE), Celina Leão (DF, substituta), João Azevedo (PB), Elmano de Freitas (CE), Carlos Orleans Brandão Júnior (MA), Helder Barbalho (PA), Paulo Dantas (AL) e Clécio Luis (AP).

Também participaram do evento os ministros da Casa Civil, Rui Costa; das Cidades, Jader Barbalho Filho; da Fazenda, Fernando Haddad; das Relações Exteriores, Mauro Vieira; da Pesca e Aquicultura, André de Paula; da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino; da Cultura, Margareth Menezes, e da Educação, Camilo Santana. A solenidade contou ainda com a presença de parlamentares, embaixadores, representantes de empresas estatais e da sociedade civil.

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Meio/Ideia: Flávio tem 51,1% e Lula 48,9% dos votos válidos; empate técnico no segundo turno

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 2,2 pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento. O resultado considera apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e eleitores […]

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 2,2 pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento.

O resultado considera apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e eleitores indecisos. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, o que caracteriza empate técnico entre os dois candidatos a quatro dias da votação.

No cenário estimulado, que considera o total de entrevistados, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46%. Os votos brancos e nulos somam 3,4%, e outros 2,6% não souberam responder.

Na comparação com a pesquisa anterior do instituto, divulgada em 30 de setembro, Lula oscilou de 48,5% para 46%, uma redução de 2,5 pontos percentuais. Flávio manteve os 48% registrados naquele levantamento.

A pesquisa também identificou um aumento nas intenções de voto em branco ou nulo, que passaram de 2,1% para 3,4%. Já o percentual de entrevistados que não souberam responder subiu de 1,5% para 2,6%.

Outro dado apresentado pelo levantamento é o grau de definição do voto. Segundo a Meio/Ideia, 83,7% dos entrevistados afirmaram já ter decidido em quem votar, enquanto 16,3% admitiram a possibilidade de mudar de candidato.

A pesquisa também mediu a rejeição dos presidenciáveis. Lula registra 47,7% de eleitores que afirmam não votar nele de maneira alguma, enquanto Flávio aparece com 46,5%. Os percentuais estão dentro da margem de erro.

O levantamento foi realizado pelo instituto Ideia, contratado pelo Meio, e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 15 e 19 de outubro, em todas as regiões do país.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08251/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Meio/Ideia; Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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Palver: Flávio tem 50% e Lula 48% das intenções de voto; candidatos seguem em empate técnico

Pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 50%, e Lula (PT), com 48% das intenções de voto para o segundo turno. O levantamento também mostra que 79% dos entrevistados afirmam que nada os faria mudar de candidato até a votação. Os resultados indicam estabilidade em relação à pesquisa […]

Pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 50%, e Lula (PT), com 48% das intenções de voto para o segundo turno. O levantamento também mostra que 79% dos entrevistados afirmam que nada os faria mudar de candidato até a votação.

Os resultados indicam estabilidade em relação à pesquisa anterior, divulgada no dia 13. Flávio Bolsonaro manteve os 50%, enquanto Lula oscilou de 49% para 48%, variação dentro da margem de erro de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento também analisou o comportamento dos eleitores que votaram em outros candidatos no primeiro turno. Entre os que escolheram Renan Santos (Missão), Flávio registra 42% das intenções de voto, contra 39% de Lula.

No grupo que votou em Ronaldo Caiado (PSD), os dois presidenciáveis aparecem com 44%. Já entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), Lula tem 52%, enquanto Flávio registra 43%, apesar de Cury ter declarado apoio ao candidato do PL.

A pesquisa também investigou o grau de certeza dos eleitores em relação ao voto. Ao todo, 79% dos entrevistados afirmaram que nada os faria mudar de opinião. Outros 7% disseram que poderiam reconsiderar a escolha diante de um escândalo grave envolvendo o candidato.

A desistência ou o impedimento de um dos concorrentes foi citado por 4% dos entrevistados como motivo para mudar o voto, enquanto 3% mencionaram possíveis alterações na situação econômica.

A Palver ouviu 5 mil eleitores entre os dias 18 e 20 de outubro, por meio de questionários realizados pela internet. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto, tem margem de erro informada de 2,4 pontos percentuais, nível de confiança declarado de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04612/2026.

Os percentuais de 50% para Flávio e 48% para Lula representam os votos totais. A reportagem da Folha não apresentou resultados específicos para os votos válidos.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Folha de S.Paulo Foto: Reprodução

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Quaest divulga nova pesquisa presidencial nesta quarta; último levantamento apontou empate técnico entre Flávio e Lula

Nova pesquisa Quaest será divulgada às 10h desta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno. O novo levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de outubro, com 2.154 eleitores entrevistados presencialmente em seus domicílios. A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número […]

Nova pesquisa Quaest será divulgada às 10h desta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno.

O novo levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de outubro, com 2.154 eleitores entrevistados presencialmente em seus domicílios. A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026. A divulgação está prevista para cinco dias antes do segundo turno, marcado para domingo (25).

Na última pesquisa Quaest, Flávio Bolsonaro registrou 46% das intenções de voto, enquanto Lula apareceu com 44%. Como a diferença estava dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o resultado indicou empate técnico entre os presidenciáveis.

O levantamento anterior também mostrou que 9% dos entrevistados pretendiam votar em branco ou nulo, enquanto 1% se declarou indeciso.

Em relação à rejeição, Flávio Bolsonaro registrou 54%, e Lula, 53%. Os percentuais também ficaram dentro da margem de erro, indicando equilíbrio entre os candidatos nesse indicador.

A pesquisa divulgada em 14 de outubro ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 daquele mês. O levantamento teve nível de confiança de 95% e foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.

A nova rodada permitirá comparar as intenções de voto com os números da semana anterior, na reta final da disputa presidencial. Os resultados ainda não haviam sido divulgados até a preparação desta matéria.

Foto: Reprodução

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Em Petrolina, Lula diz que Flávio tem “vida podre” e volta a cobrar abertura de sigilos

Presidente questionou a honestidade do adversário e voltou a desafiá-lo a divulgar dados bancários e telefônicos. Em Petrolina, o petista afirmou não acreditar que Flávio aceite a proposta. Ao justificar sua avaliação, declarou que o adversário não teria coragem de abrir os sigilos “porque ele sabe que a vida dele é podre quando se trata […]

Presidente questionou a honestidade do adversário e voltou a desafiá-lo a divulgar dados bancários e telefônicos.

Em Petrolina, o petista afirmou não acreditar que Flávio aceite a proposta. Ao justificar sua avaliação, declarou que o adversário não teria coragem de abrir os sigilos “porque ele sabe que a vida dele é podre quando se trata da honestidade”.

Lula informou que já apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento autorizando a divulgação de seus dados bancários, fiscais e telefônicos, condicionada à adoção da mesma medida pelo candidato do PL.

O documento prevê a abertura de informações referentes aos últimos oito anos. A autorização apresentada pelo presidente inclui a primeira-dama Janja Lula da Silva, seus cinco filhos e uma empresa da qual é sócio.

Em contrapartida, Lula propõe que Flávio também disponibilize seus dados, assim como os de sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, de seus pais, Jair e Rogéria Bolsonaro, e dos irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan. O pedido também menciona empresas relacionadas aos candidatos.

Entre elas está a Alcazar Holdings, registrada na Ilha da Madeira, em Portugal. A Polícia Federal investiga suspeitas envolvendo movimentações financeiras e possíveis vínculos do senador com uma conta associada à empresa. Flávio nega irregularidades.

A apresentação do requerimento ao TSE não representa a quebra automática dos sigilos. A proposta de Lula está condicionada à adesão do adversário.

As declarações foram feitas antes da caminhada de campanha que reuniu apoiadores e lideranças políticas de Pernambuco e da Bahia, entre Juazeiro e Petrolina. Participaram da agenda nomes como João Campos, Humberto Costa, Teresa Leitão, Marília Arraes e o governador baiano Jerônimo Rodrigues.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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PF aponta vínculos entre Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz; senador pede acesso a inquérito no STF

A Polícia Federal identificou indícios de uma possível relação empresarial entre Flávio Bolsonaro (PL) e o advogado Willer Tomaz, além de pagamentos para remover links de notícias que associavam os dois. O candidato à Presidência pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso à investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro. […]

A Polícia Federal identificou indícios de uma possível relação empresarial entre Flávio Bolsonaro (PL) e o advogado Willer Tomaz, além de pagamentos para remover links de notícias que associavam os dois. O candidato à Presidência pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso à investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro.

As informações foram reveladas pelo jornal O Globo nessa terça-feira (20), com base em documentos e mensagens analisados pela PF. O material reúne registros bancários, viagens internacionais em jatinhos particulares, contatos em um aplicativo de mensagens temporárias e a contratação de serviços para retirar conteúdos dos resultados de buscas na internet.

Um dos principais elementos da investigação envolve a Alcazar Holding, empresa controlada por Willer Tomaz. Segundo a PF, Flávio aparecia cadastrado como “usuário master” de uma conta bancária da companhia. Os investigadores também localizaram um pedido de exclusão desse acesso, datado de 22 de maio de 2025.

Para a Polícia Federal, os registros levantam a hipótese de uma participação econômica ou societária não formalizada do senador em negócios ligados ao advogado. Essa suspeita ainda não foi comprovada.

Outro ponto investigado são viagens internacionais realizadas pelos dois, acompanhados de familiares. Documentos analisados pela PF indicam que despesas com deslocamentos em aeronaves particulares foram atribuídas à Cathedral, empresa controlada por Tomaz no exterior. Entre os destinos estão Portugal, França, Estados Unidos e África do Sul.

Os investigadores também identificaram Flávio entre os contatos favoritos do advogado no aplicativo Confide, que permite enviar mensagens que desaparecem após a leitura. O uso da ferramenta, isoladamente, não configura irregularidade.

A PF encontrou ainda conversas e uma planilha indicando que Willer Tomaz contratou um serviço para remover ou desindexar 12 links de notícias sobre sua relação com o senador. As mensagens, de outubro de 2025, mencionam um pagamento de R$ 9 mil à empresa Seu Nome Novo de Novo.

Entre os conteúdos relacionados estavam reportagens sobre uma disputa por uma mansão e encontros de Flávio com representantes de cassinos em Las Vegas.

Willer afirma que a medida consistiu em uma ação judicial contra o Google para retirar dos resultados de busca conteúdos antigos e desatualizados. O advogado nega ter tentado esconder sua amizade com o senador.

A investigação teve origem no Rio Grande do Sul e apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo empresas e plataformas de apostas esportivas. O caso foi encaminhado ao STF após a identificação de elementos relacionados a Flávio.

Nessa terça-feira (20), a defesa do senador apresentou uma petição a Alexandre de Moraes solicitando acesso aos documentos do inquérito e habilitação formal no processo. Os advogados afirmaram que souberam da investigação por meio da imprensa.

Flávio classificou as suspeitas como “fake news” e afirmou que mantém apenas uma relação de amizade com Willer Tomaz. O advogado também negou irregularidades e contestou a divulgação das informações às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.

A investigação permanece em andamento, sem conclusão definitiva sobre a existência de crimes ou eventual responsabilidade dos envolvidos.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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