Lula elogia Silvio Costa Filho, que se fortalece na disputa ao Senado
Por Nill Júnior
Pré-candidato ao Senado, o ministro Silvio Costa Filho vem cada vez mais consolidando a sua relação de confiança com o presidente Lula. O presidente reconheceu mais uma vez publicamente, em evento recente, o trabalho que o ministro Silvio Costa Filho vem realizando.
Durante agenda pública, o presidente fez um dos mais enfáticos elogios ao ministro, reforçando a confiança e a relação de lealdade construída entre ambos. Na ocasião, Lula destacou a competência de Silvio na condução do ministério.
“Quero parabenizar o companheiro Silvio Costa Filho, que é um menino, um pernambucano que eu escolhi para ministro de Portos e Aeroportos e ele tem, sinceramente, dado um show no trabalho dele. É um menino que não tem preconceito. Não persegue ninguém. É um menino que não tem discórdia com ninguém e que só trabalha para fazer as coisas acontecerem. Isso me deixa muito orgulhoso de saber que às vezes a gente erra, mas também acertamos e escolhemos ministros de qualidade”, disse Lula em discurso.
Vale ressaltar que, em Brasília, o presidente tem dito a aliados que um dos seus senadores em Pernambuco será o ministro Silvio Costa Filho, porque gosta, confia e tem ajudado muito o seu governo. O ministro Silvio vem se dedicando entre as agendas em Pernambuco e Brasília, andando o país e fazendo entregas de infraestrutura fortalecendo o desenvolvimento econômico e social do Brasil.
Segundo o presidente da Casa, Igor Mariano, tudo vai depender de conversas com vereadores, profissionais de saúde e ampla testagem de envolvidos. Por André Luis A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira e as sessões virtuais, foi o tema no Debate das Dez da Rádio Pajeú desta quarta-feira (29). O presidente da Casa, Igor […]
Segundo o presidente da Casa, Igor Mariano, tudo vai depender de conversas com vereadores, profissionais de saúde e ampla testagem de envolvidos.
Por André Luis
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira e as sessões virtuais, foi o tema no Debate das Dez da Rádio Pajeú desta quarta-feira (29). O presidente da Casa, Igor Sá Mariano e os vereadores, Augusto Martins e Luiz Bizorão, avaliaram as sessões virtuais da Câmara, o andamento dos trabalhos da Casa e a polêmica envolvendo Bizorão, que cometeu um ato falho na última sessão ordinária, que aconteceu nesta terça-feira (28).
Falando sobre previsão de volta as sessões presenciais, Igor informou que está avaliando a possibilidade de realizar a testagem com todos os vereadores e com os servidores que participam de forma efetiva durante as sessões.
A informação, partiu, após o presidente ser provocado pelo fato de que a Câmara de Iguaracy ter realizado a testagem em massa e ter anunciado a volta dos trabalhos presenciais a partir da próxima semana.
Igor disse que foi pactuado com os vereadores que as sessões virtuais seguem até o final do mês de julho e que em agosto será feita uma reavaliação do cenário epidemiológico no município, para daí em reunião com os vereadores decidirem se voltam aos trabalhos presenciais.
Além de reavaliar o cenário da pandemia em Afogados, Igor informou também que a Casa vai ouvir os profissionais da saúde antes de tomar qualquer decisão.
“A partir daí, decidiremos o caminho a adotar. Se a gente retoma sessões presenciais e ai na retomada obviamente vamos fazer teste com todo mundo, ou se continuamos com as reuniões virtuais até que tenhamos um número de casos aqui no nosso município em declínio”, explicou.
O vereador Augusto Martins, que participou por telefone, disse achar a testagem positiva, mas questionou o fato de que, esta, teria que ser feita toda semana, visto que entre uma sessão e outra geralmente são oito dias. “Então, teria que toda semana estar replicando essa testagem. Penso que é algo para se analisar. Por enquanto, está dando para ir resolvendo de forma virtual” disse Augusto.
Sobre a polêmica envolvendo o vereador Luiz Bizorão, que num ato falho durante a sessão de ontem, soltou um: ”Vai se lascar, Igor”, não percebendo que o seu microfone estava aberto. Igor disse não ter ficado magoado. “Não fiquei magoado na hora e nem estou, porque a relação que tenho com ele é muito maior do que isso”.
Já o vereador Augusto Martins, disse que a grande maioria das pessoas “entendeu como uma falha, que pode acontecer com qualquer pessoa. Foi uma falha, já foi justificada e acredito que isso não descredencia o vereador Luiz Bizorão na sua atividade de vereador e também na sua vida de cidadão”, destacou Augusto.
Outro vereador que hipotecou solidariedade a Bizorão, foi Daniel Valadares que pelo WhatsApp da emissora enviou mensagem dizendo acreditar na versão apresentada por Bizorão, de que a fala foi direcionada a seu sobrinho, que, assim como o presidente da Câmara, se chama Igor. “Sigo acreditando na palavra do vereador Luiz Besourão onde o mesmo já esclareceu e se desculpou”, escreveu Daniel.
O vereador Luiz Bizorão, participou do debate através de mensagem de áudio via WhatsApp. Ele pediu desculpas e voltou a dizer que a fala não foi direcionada ao presidente da Casa. “Eu não tinha intenção nenhuma de chamar aquele nome com Igor, porque ele é meu amigo, gosto muito dele, já votei duas vezes nele para presidente da Câmara, não tenho o que dizer de Igor e gosto também do meu sobrinho, falei na brincadeira”, explicou Bizorão.
Questionado se teria problemas com o uso das redes sociais, Bizorão disse que nunca teve problemas e que acha uma ferramente importante para se comunicar “principalmente durante esse período de pandemia, mas prefiro a sessão presencial”, esclareceu.
Quanto a repercussão, disse que já esperava. Relatou ter recebido críticas, mas também “apoio de pessoas que me conhecem e sabem que não sou de maltratar ninguém. Aos que me criticaram, espero que nunca errem”, pontuou o vereador.
Hoje faz três anos da morte de Valdir Teles. O repentista morria em um domingo, vítima de um infarto fulminante. Valdir Teles é tido como um dos maiores nomes da poesia oral brasileira. Estava com 64 anos e faleceu no Sítio Serrinha, onde morava, na Zona Rural de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cidade que o […]
Hoje faz três anos da morte de Valdir Teles. O repentista morria em um domingo, vítima de um infarto fulminante. Valdir Teles é tido como um dos maiores nomes da poesia oral brasileira. Estava com 64 anos e faleceu no Sítio Serrinha, onde morava, na Zona Rural de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cidade que o adotou ainda criança.
Paraibano de Livramento, no Cariri paraibano, ele se tornou órfão de pai aos onze anos, passou a trabalhar para sustentar a mãe e os quatro irmãos mais novos. Trabalhou na agricultura até os 19 anos. Foi peão nas hidroelétricas de Sobradinho, Itaparica e Paulo Afonso. A arte do repente até 1979, permaneceu mais ou menos latente em Valdir Teles até que aflorou numa cantoria entre Sebastião da Silva e Moacir Laurentino, em São José do Egito. Daí em diante não teria mais volta. Em pouco tempo ele apresentaria um programa de cantoria e viola numa emissora de Patos (PB).
Como escreveu com precisão Zé Teles, Valdir era enorme. Aliás, é, dada a contemporaneidade de seus versos, ouvidos até hoje.
Numa entrevista à radialista Roberta Clarissa, em 2001, sobre a vocação para a poesia, respondeu: “Concordo, o poeta nasce feito, agora ele se aperfeiçoa, ele nasce feito e tem que se aperfeiçoar a muitas coisas, por que se ele nascer feito e não se atualizar, não procurar progredir, aí ele estagna, fica com a fonte estagnada que não vai produzir e acompanhar a evolução de hoje”.
Valdir teles nunca parou de evoluir, deixou vários clássicos para a poesia popular, um destes desenvolvido, com Moacir Laurentino, em torno do mote, Eu ainda sinto o cheiro, do café que mãe fazia. Poete premiado, com apresentações no exterior, Valdir , como grande parte dos cantadores de viola, circulava basicamente no universo particular dos repentistas e apologistas. Gravou vários CDs, DVDs, vendidos em espaços limitados.
A filha, Mariana Teles, deixou uma linda homenagem ao poeta. “Tomada pela saudade dos três anos da partida de painho, divido com os amigos a saudade para ver se fica mais leve de carregar”.
Meu pai,
Faz tanto sentido repetir essas duas palavras quando pronuncio de quem sou filha, que o tempo verbal não muda, não sucumbe com a brevidade da vida, muito menos com os altos e baixos dessa saudade, que hora se faz veloz como o senhor foi nos palcos, outra mansa como o senhor foi na vida.
Partilhei sua benção, seu colo ilimitado, suas renúncias em favor dos nossos sonhos, sua abnegação desmedida, seu coração sem tamanho e sua fé sem limites – por 25 anos de minha vida. Mas continuo a partilhar cotidianamente do seu amor em tudo que foi plantado em mim e vivido por nós.
É o seu amor, Painho, que me salva até quando a saudade insiste em me condenar.
É da lavra do seu carinho que encontro âncora e certeza para não me perder nos caminhos da vida nem esquecer de quem sou e de onde venho.
A firmeza das posições, a fragilidade das emoções, a boa fé intuitiva, a humildade sem precedentes, a paternidade sem comparações. Meu pai foi gente na acepção mais humana da palavra. Poeta – na dimensão mais ampla do ser e PAI na condição ímpar de amar e emprestar as asas e os pés para me fazer voar pelas suas e andar pelos seus.
Aquele domingo de março nunca será sobre o senhor, Painho. É uma agressão ao universo reduzir a existência de um cometa ao dia que Deus escolhe para levá-lo ao espetáculo do brilho eterno e do aplauso sem pausa.
Sobre o senhor, meu pai, será sempre sobre amor, sobre festa. Sobre minha primeira e mais importante escola de solidariedade, de generosidade sem segundas intenções, de inteligência em seu estado mais puro, de carisma mais genuíno e de cidadania mais latente.
Ser tua filha me legou a obrigação de não poder desistir, de perseverar e aprender a tirar leite de pedra e sangue de tapioca. Tirar de onde não tem e colocar onde não cabe, como bem ensinou Pinto.
É a sua luz que acende as lamparinas da minha alma, quando a saudade teima em deixar tudo breu. Na sua coragem, eu encontro terra para os pés e sangue para os meus olhos.
É quase uma imposição moral não desistir nem me render a saudade que aprendeu me fazer sangrar pelos olhos e chorar pela alma.
Carregar teu sangue é misturar a força do Cariri com a resiliência do Pajeú e encarar de peito aberto o palco e a vida. Sem pestanejar. Na velocidade do seu repente, sem tomar o fôlego.
Obrigada pelo amor, pelos nossos olhos que brilharam tanto de orgulho um do outro, pelo seu colo e seu cheiro em todos os instantes. Por ser tudo o que nunca me faltou. Nem agora.
E Obrigada meu Deus, por permitir ter pai e ser filha. Pelas estradas, os extremos, os palcos, as lições, a vida ao lado do coração mais puro que eu já vi e que mora dentro de mim. Que bate junto com o meu. Até mais do que o meu em mim.
Obrigada, Painho
Sua luz segue firme clareando meus caminhos. O timbre da sua voz é o que eu conheço mais perto do céu.
Voar sem a sua segunda asa é cada dia mais difícil. Mas cada dia mais necessário. Te sinto tão em mim s tão perto – em tudo e sempre – que a medida que não deixei de ser Mariana de Valdir, me tornei Mariana por Valdir.
Três anos é sempre muita coisa e quase nada, perto desse amor que não começou e nem vai terminar nessa vida.
Continua pedindo a Deus por mim, pelos meninos e por Mainha – que eu vou continuar transformando a saudade em versos e o luto em luta.
Te amo – e isso nunca teve nada a ver com essa existência.
O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, oficializou nesta quarta-feira (7) seu apoio ao deputado estadual Gustavo Gouveia para as eleições de 2026. Fredson destacou a importância de contar com representantes que “realmente conhecem as necessidades dos municípios e se dedicam a buscar soluções para os desafios locais”. Gustavo Gouveia, por sua vez, […]
O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, oficializou nesta quarta-feira (7) seu apoio ao deputado estadual Gustavo Gouveia para as eleições de 2026.
Fredson destacou a importância de contar com representantes que “realmente conhecem as necessidades dos municípios e se dedicam a buscar soluções para os desafios locais”.
Gustavo Gouveia, por sua vez, agradeceu o apoio e destacou a importância da parceria “para continuar avançando em projetos que garantam desenvolvimento e qualidade de vida para o povo”.
“É uma honra contar com o apoio do prefeito Fredson, que conhece de perto as necessidades da sua cidade e não mede esforços para garantir melhorias para a população. Juntos, vamos construir um futuro ainda melhor para São José do Egito e para todo Pernambuco”, ressaltou o deputado.
O sermão do arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, na missa solene no Santuário Nacional, maior templo católico do país, criticou o ‘dragão do tradicionalismo’ e disse que a ‘direita é violenta e injusta’. Ele ainda criticou a corrupção, defendeu a preservação da natureza e pediu para que crianças não morram mais vítimas de bala […]
O sermão do arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, na missa solene no Santuário Nacional, maior templo católico do país, criticou o ‘dragão do tradicionalismo’ e disse que a ‘direita é violenta e injusta’. Ele ainda criticou a corrupção, defendeu a preservação da natureza e pediu para que crianças não morram mais vítimas de bala perdida.
A celebração, neste 12 de outubro, feriado da Padroeira, começou às 9h e durou 1h30. A missa foi acompanhada por uma multidão – neste feriado são esperados 170 mil romeiros em Aparecida. O presidente Jair Bolsonaro tem agenda na basílica às 16h e está previsto encontro com o arcebispo.
Na homilia de Dom Orlando, que durou cerca de 10 minutos, ele fez referência a duas leituras bíblicas com desdobramentos em temas da atualidade.
“Temos o dragão do tradicionalismo. A direita é violenta, é injusta, estão fuzilando o Papa, o Sínodo, o Concílio Vaticano Segundo. Parece que não queremos vida, o Concílio Vaticano segundo, o evangelho, porque ninguém de nós duvida que está é a grande razão do sínodo, do concílio, deste santuário, a não ser a vida como já falei”, disse.
O arcebispo também tratou de outros temas com os fiéis, entre eles abordo, suicídio, assistência aos idosos e desemprego.
Sobre a preservação da Amazônia, ele reforçou a defesa da Igreja à vida. “Bendito seja o Sínodo da Amazônia, que está pensando na vida daquelas árvores, daqueles rios, daqueles pássaros, mas principalmente daquelas populações. Muitos de nossos parentes estão lá”, disse o religioso.
Com uma alusão novamente ao ‘dragão’ que, segundo ele nas escrituras representa o mal, também criticou as desigualdades sociais que têm, entre outras origens, a corrupção e o desemprego.
“Aquele dragão, que ainda continua, estão sendo facilitados agora os caminhos do dragão da corrupção, que tira o pão da nossa boca e aumenta as desigualdades sociais, que a mãe não pode ficar alegre com filhos desempregados,com filhos sofrendo uma violência injusta, com filhos e filhas não tendo nem como sobreviver cada dia, talvez até a cada minuto da vida. Dragão é o que não falta, mas a fé vence”, concluiu.
Sobre a homilia, no trecho em que cita a direita, o religioso foi questionado pelo G1 após a missa e afirmou que referência foi a ideologia, não a governos.
“Todo mundo sabe o que é direita, nós temos muitas pessoas que não aceitam o Vaticano, o Papa, por visão tradicionalista. Ás vezes com nome diferentes, com nomes antigos. São grupos muito antigos, sempre houve na igreja a ideologia da esquerda e a ideologia da direita e nós não podemos ser ideológicos, precisamos ser pessoas da verdade. A ideologia sempre procura os próprios interesses. Já a verdade é uma pessoa: Jesus Cristo, e o seu evangelho”, analisou.
A equipe da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente de Arcoverde, esteve nesta quarta-feira, 17 de março, verificando a situação do Aterro Sanitário do município. Na ocasião, Francisco Cláudio Nunes da Costa, secretário da pasta, dialogou com a equipe administrativa do aterro e com estudantes presentes durante a visita. “O intuito desta visita técnica […]
A equipe da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente de Arcoverde, esteve nesta quarta-feira, 17 de março, verificando a situação do Aterro Sanitário do município.
Na ocasião, Francisco Cláudio Nunes da Costa, secretário da pasta, dialogou com a equipe administrativa do aterro e com estudantes presentes durante a visita.
“O intuito desta visita técnica foi conhecer o funcionamento do local. Tomamos conhecimento que o referido aterro recebe resíduos de cinco municípios atualmente, além de fazer compostagem de materiais orgânicos, reciclagem de pneus e materiais plásticos”, informou Francisco Cláudio, que na ocasião também fez um relatório da visita, abrangendo as atividades que estão sendo desempenhadas por equipes do aterro.
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