Notícias

Luciano Duque promove audiência pública sobre uso de Canabidiol no SUS

Por André Luis

Por André Luis

O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), utilizou suas redes sociais para divulgar a audiência pública que discutiu a importância e a distribuição de medicamentos à base de Canabidiol na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta segunda-feira (20) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

A audiência pública, liderada por Luciano Duque, teve como objetivo destacar a relevância do Canabidiol, um medicamento derivado da Cannabis, que tem apresentado resultados positivos no tratamento de diversas condições, como autismo, dor crônica, epilepsia, esclerose, esquizofrenia, fibromialgia, Parkinson, entre outras.

Em suas redes sociais, o deputado salientou que, apesar dos benefícios comprovados, o acesso ao Canabidiol ainda é restrito a uma parcela mínima da população. Com a intenção de democratizar o acesso a esse fármaco, Luciano Duque propôs o projeto de lei nº 474/2023. A proposta visa instituir uma política estadual de fornecimento gratuito de medicamentos formulados à base de Canabidiol, disponíveis em unidades de saúde públicas estaduais e privadas conveniadas ao SUS.

O Canabidiol, por ser um composto de custo elevado, impacta significativamente na renda das famílias que necessitam do tratamento, restringindo o acesso a quem realmente precisa. A ampliação desse acesso, segundo o deputado, é fundamental para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O projeto de lei ainda passará por análise nas comissões pertinentes antes de seguir para votação no plenário da Alepe. A audiência contou com a participação de representantes de diversas associações, incluindo a AMME, cujo presidente, Diogo Pereira, esteve presente. 

Também participaram Jean Batista de Sá, diretor assistente da Secretaria de Saúde do Estado; Fábio Cavalcante, professor da UPE; Dr. Wilson Freire, médico do Osvaldo Cruz; Luana Amaral, representante da UFRPE; Alberto Fernandes, representante da UFPE; Ubirajara Ramos, pesquisador e escritor; Leonardo Neves, advogado especializado em Canabidiol; e Luzélya Saraiva, mãe de um usuário de Canabidiol, representando as famílias presentes.

Outras Notícias

Em nota Fernando Bezerra se diz indignado com suspensão dos serviços do HDT

O senador Fernando Bezerra Coelho, emitiu nota à imprensa na manhã desta terça-feira (9), onde se diz indignado com o que ele chama de inércia do Governo do Estado, permitindo o fechamento do Hospital Dom Tomás em Petrolina por falta de recursos. Na nota Fernando diz ainda que desde março de 2017, cerca de R$5 […]

Nota divulgada pela APAMI, sobre o fechamento do hospital.

O senador Fernando Bezerra Coelho, emitiu nota à imprensa na manhã desta terça-feira (9), onde se diz indignado com o que ele chama de inércia do Governo do Estado, permitindo o fechamento do Hospital Dom Tomás em Petrolina por falta de recursos.

Na nota Fernando diz ainda que desde março de 2017, cerca de R$5 milhões em recursos foram disponibilizados na conta do Estado para a compra de equipamentos para a unidade de saúde. Leia a nota na íntegra:

A nota emitida hoje pela Apami, informando o fechamento do Hospital Dom Tomás por falta de recursos, nos deixa indignados diante da inércia do atual Governo do Estado.

Desde março do ano passado dormem na conta do Estado cerca de R$ 5 milhões para a compra de equipamentos da unidade de saúde. Esse dinheiro é o resultado de um esforço conjunto do nosso mandato no senado e do deputado federal Adalberto Cavalcante. Mesmo com os recursos depositados, o Governo que não honrou com o compromisso do Hospital da Mulher de Petrolina teria a obrigação de ao menos ajudar a concluir o Dom Tomás.

Uma insensibilidade absolutamente injustificável e jamais vista na história de Pernambuco. Vamos continuar lutando para que a unidade de saúde possa atender as pessoas, especialmente as que mais precisam do setor público.

Corpo de dona Marisa Letícia é velado em São Paulo

Por Fernanda Cesaroni, G1 São Paulo Começou por volta das 9h30 deste sábado (4) o velório do corpo da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Segundo a assessoria de imprensa do sindicato, no primeiro momento, o velório será fechado para familiares. Depois, o público […]

Por Fernanda Cesaroni, G1 São Paulo

Começou por volta das 9h30 deste sábado (4) o velório do corpo da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.

Segundo a assessoria de imprensa do sindicato, no primeiro momento, o velório será fechado para familiares. Depois, o público e os jornalistas terão acesso.

Comparecem ao velório no sindicato o presidente do PT, Rui Falcão, o ex-deputado federal e ex-presidente do PT José Genoino, o vereador de São Paulo Eduardo Suplicy, o deputado pelo PP Waldir Maranhão, o ex-senador petista Luiz Lindbergh Farias Filho.

O velório deve ocorrer até as 15h. Depois, haverá uma cerimônia de cremação reservada à família no cemitério. O Instituto Lula informou que não será divulgado dados sobre a doação de órgãos de dona Marisa.

O corpo deixou o hospital Sírio-Libanês, onde ela estava internada desde o dia 24 de janeiro, por volta das 7h30 e chegou ao sindicato às 9h. O ex-presidente Lula chegou ao local 20 minutos antes do corpo.

Algumas homenagens vem de longe. José Leôncio Sobrinho Veio de Garanhuns, cidade natal do ex- presidente, só para prestar homenagem à família de Lula: ” dona Marisa veio lá de trás, jovenzinha, com o Lula. Fez essa trajetória todinha com esse companheiro guerreiro e forte. Então, a gente não pode esquecer um momento como esse. Garanhuns não é tão distante que a gente não possa estar aqui”, disse ele, que é diretor do Sindicato de Alimentos e Bebidas de Garanhuns e região.

Ele aproveitou para registrar a solidariedade em um painel de tecido montado para mensagens.

 

Pernambuco prorroga suspensão de cirurgias eletivas

Medida atinge procedimentos que necessitem de internação hospitalar Neste sábado (5), o Diário Oficial do Estado (DOE) publicou a nova portaria de prorrogação da suspensão de cirurgias e procedimentos eletivos que demandem internação hospitalar em Pernambuco, tanto na rede pública quanto privada. Esses são aqueles procedimentos agendados previamente, ou seja, não urgentes, mas que podem […]

Medida atinge procedimentos que necessitem de internação hospitalar

Neste sábado (5), o Diário Oficial do Estado (DOE) publicou a nova portaria de prorrogação da suspensão de cirurgias e procedimentos eletivos que demandem internação hospitalar em Pernambuco, tanto na rede pública quanto privada. Esses são aqueles procedimentos agendados previamente, ou seja, não urgentes, mas que podem ser adiados sem prejuízo à saúde do paciente.

O objetivo, segundo o Governo do Estado, é evitar sobrecarga nos sistemas de saúde e destinar maior número de profissionais, leitos e insumos médico-hospitalares para o atendimento de pessoas suspeitas ou confirmadas para a infecção pelo novo coronavírus. 

Continuam mantidas as cirurgias eletivas inadiáveis, como as oncológicas, cardíacas, transplantes e procedimentos que possam causar dano permanente ao paciente em caso de adiamento, além das cirurgias ambulatoriais que não demandam internamento hospitalar. 

Além disso, reforça-se que também permanece mantido o funcionamento das unidades de consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais com a realização de consultas, procedimentos diagnósticos e terapêuticos ambulatoriais, além dos serviços de urgência e emergência.

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) reforça que os servidores que atuam nessas cirurgias eletivas e foram realocados para outras áreas da assistência hospitalar ou teletrabalho serão mantidos nessas funções.

1º Fórum Alepe Mulher debate Educação e Trabalho 

Nesta terça-feira (12), a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realizou o segundo dia de debates e palestras do 1º Fórum Alepe Mulher, uma iniciativa que visa debater as vivências, lutas e os direitos das mulheres. Para abordar o tema “Educação e Trabalho”, a casa trouxe a professora Andrea Butto, do curso de Ciências Sociais da […]

Nesta terça-feira (12), a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realizou o segundo dia de debates e palestras do 1º Fórum Alepe Mulher, uma iniciativa que visa debater as vivências, lutas e os direitos das mulheres. Para abordar o tema “Educação e Trabalho”, a casa trouxe a professora Andrea Butto, do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a estrategista digital Rayane Paris, com a mediação das deputadas Rosa Amorim (PT) e Simone Santana (PSB).

A deputada estadual Rosa Amorim falou sobre a importância do evento para debater os direitos das mulheres. “É uma honra ter participado da construção deste fórum, que trará debates importantíssimos durante toda a semana. Quando a gente fala de mulheres e geração de renda, existe uma grande desigualdade. Mesmo as mulheres sendo mais qualificadas, ainda recebemos menos salários pelas mesmas funções e somos minorias nos cargos de gerência. No campo, nosso trabalho ainda é visto como complementar ao trabalho do homem”, afirmou.

A garantia de acesso à educação é fundamental para a vida das mulheres, como aponta a deputada Simone Santana. “A gente vivencia uma realidade em que tudo passa pela educação. Se a mulher não tiver uma formação, ela terá mais dificuldade em ter a autonomia financeira, que é fundamental para a libertação da mulher, o enfrentamento das violências e da qualidade de vida das nossas crianças”, acredita.

O evento também contou com apresentações artísticas das cantoras Isadora Melo e Larissa Lisboa em homenagem ao mês internacional de luta das mulheres.

Mulheres no mercado de trabalho

Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), em 2023, 39,9% das mulheres ocupadas no Brasil ganhavam até um salário mínimo e as mulheres negras recebem menos que homens negros, mulheres não-negras e homens não-negros. Em 2023, das 90,6 milhões de mulheres, 47,8 milhões compõem a força de trabalho feminina e 42,8 milhões fora.

A professora Andreia Butto falou um pouco das desigualdades enfrentadas pelas mulheres. “A presença das mulheres no mercado de trabalho e na economia é marcada pelo que a gente chama de divisão sexual do trabalho, que é nada mais do que a separação e a hierarquia do trabalho de acordo com ambientes, espaços e tempos de acordo com a produção e a reprodução, atribuições e tarefas para mulheres e dos homens. Elas nada mais são do que resultado de desigualdades que não são apenas de gênero, mas que se articulam com desigualdades sociais”, destaca.

A estrategista digital Rayane Paris falou das dificuldades que enfrentou quando fez sua transição de carreira. “Quantas vezes a gente acredita na nossa capacidade, mas sempre tem alguém para dar aquela diminuída. Infelizmente, eu passo por isso até hoje. Eu escuto pessoas tentando minimizar tudo o que aconteceu ou me dizem que foi sorte ou tentam associar o meu sucesso ao meu marido. Nós mulheres somos capazes, podemos ocupar lugares de conquista e de liderança”, conclui.

O 1º Fórum Alepe Mulher acontecerá até o dia 15 de março (sexta-feira) no Auditório Sérgio Guerra da Assembleia Legislativa de Pernambuco (R. da União, 397 – Boa Vista, Recife – PE, 50050-010). Confira a programação completa.

Mulheres ampliam presença e terão representação recorde no Congresso em 2027

A representação feminina no Congresso Nacional será a maior já registrada a partir de fevereiro de 2027. Nas eleições de domingo (4), 109 mulheres foram eleitas para a Câmara dos Deputados e outras 12 conquistaram vagas no Senado Federal. Na Câmara, a bancada feminina passará das atuais 90 para 109 deputadas, crescimento de 21,1%. As […]

A representação feminina no Congresso Nacional será a maior já registrada a partir de fevereiro de 2027. Nas eleições de domingo (4), 109 mulheres foram eleitas para a Câmara dos Deputados e outras 12 conquistaram vagas no Senado Federal.

Na Câmara, a bancada feminina passará das atuais 90 para 109 deputadas, crescimento de 21,1%. As mulheres ocuparão pouco mais de 21% das 513 cadeiras da Casa, enquanto 404 homens foram eleitos para a próxima legislatura.

O avanço ocorreu mesmo com a redução no número de candidaturas femininas. Segundo dados divulgados pela Câmara dos Deputados, 3.717 mulheres concorreram a deputada federal em 2022. Neste ano, foram 2.820, queda de aproximadamente 24%.

Entre as forças partidárias, a federação formada por PT, PCdoB e PV elegeu 34 mulheres para a Câmara, o equivalente a 31,2% das 109 deputadas escolhidas nas urnas.

São Paulo foi o estado com maior número de mulheres eleitas para a Câmara, com 16 deputadas. Minas Gerais elegeu 11 e o Rio de Janeiro, dez. Bahia, Pernambuco e Santa Catarina elegeram seis deputadas federais cada.

No Senado, 12 mulheres conquistaram cadeiras entre as 54 vagas disputadas neste ano. É o maior número de senadoras eleitas em uma única eleição desde a redemocratização. O recorde anterior havia sido registrado em 2002, quando oito mulheres foram eleitas.

Com a nova composição, a bancada feminina do Senado deverá passar de 15 para 18 integrantes em 2027, considerando também parlamentares que já possuem mandato. O número corresponde a 22,2% das 81 cadeiras da Casa.

O Distrito Federal registrou uma situação inédita ao eleger duas mulheres para as duas vagas em disputa. Como Damares Alves (Republicanos) tem mandato até 2031, as três cadeiras do DF no Senado serão ocupadas por mulheres a partir da próxima legislatura.

Apesar do crescimento numérico, as mulheres continuarão sendo minoria tanto na Câmara quanto no Senado. Elas representam 52,8% do eleitorado brasileiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

A presença de mulheres negras também aumentou na Câmara. Levantamento da organização Mulheres Negras Decidem contabilizou pelo menos 15 mulheres negras eleitas deputadas federais em 2026. Em 2022, foram nove, o que representa crescimento de 66,6%.

No Senado, por outro lado, nenhuma das 12 mulheres eleitas neste ano é negra, segundo o levantamento citado pela Agência Brasil.

As novas deputadas e senadoras assumem os mandatos em fevereiro de 2027. As senadoras eleitas neste ano terão mandato de oito anos, até 2035.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr