Luciano Duque cada vez mais próximo do Palácio do Campo das Princesas
Por André Luis
Por André Luis
Nesta terça-feira (7), o deputado estadual Luciano Duque marcou presença no tradicional Desfile de 7 de Setembro, realizado no Recife em comemoração ao Dia da Independência do Brasil. O evento contou com a participação da governadora Raquel Lyra e da vice-governadora Priscila Krause, que convidaram Duque para prestigiar a ocasião.
Em suas redes sociais, Luciano Duque compartilhou sua participação no desfile e destacou a importância de homenagear as bandas marciais das escolas públicas municipais e estaduais de Pernambuco, além de reconhecer os serviços prestados pelas forças de defesa do país, como a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica.
O deputado também mencionou a presença de outros representantes políticos no evento. Ao lado de Luciano Duque estavam o deputado estadual João de Nadegi, além dos secretários Túlio Vilaça (Casa Civil), Ellen Viegas (Agricultura), Carolina Cabral (Desenvolvimento Social), Ana Maraiza (Administração), Alessandro Carvalho (Defesa Social), Ivaneide Dantas (Educação), Mariana Melo (Mulher) e Hercílio Mamede (Casa Militar). A presença dessas autoridades reforça a importância do evento e o compromisso do governo estadual em valorizar as celebrações cívicas.
A participação do deputado Luciano Duque no evento demonstra sua proximidade com o Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual. Para alguns, uma forma de recuperar capital político após ser escanteado por Márcia Conrado, sua sucessora na Prefeitura de Serra Talhada.
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado Senadores manifestaram, nesta quinta-feira (05.08), apoio à decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, de cancelar uma reunião entre os chefes dos três Poderes. A decisão, segundo o ministro, foi motivada pela postura do presidente Jair Bolsonaro, de “divulgação de interpretações equivocadas de decisões do plenário e colocar […]
Senadores manifestaram, nesta quinta-feira (05.08), apoio à decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, de cancelar uma reunião entre os chefes dos três Poderes.
A decisão, segundo o ministro, foi motivada pela postura do presidente Jair Bolsonaro, de “divulgação de interpretações equivocadas de decisões do plenário e colocar sob suspeição a higidez do processo eleitoral brasileiro”.
Para os senadores que se manifestaram, o presidente, com suas declarações, ataca o Legislativo e o Judiciário.
Em uma nota em defesa da democracia e das instituições, integrantes da CPI da Pandemia afirmaram que o Presidente da República, como método, tenta deslegitimar as instituições e ataca sistematicamente o Judiciário de maneira autoritária.
Além disso, citam tentativas de intimidação ao trabalho da CPI. “Em tempos sombrios, quando as piores pessoas perdem o medo, cabe às melhores não perderem a coragem em defender a democracia”.
A nota, que endossa a decisão do presidente do STF, é assinada pelo presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), pelo vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL).
Também assinam a nota os senadores Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Rogério Carvalho (PT-SE), Simone Tebet (MDB-MS) e Eliziane Gama (Cidadania-MA). Vários deles reproduziram a nota pelas redes sociais.
A decisão de Fux veio após entrevista do presidente a uma rádio do Rio de Janeiro, em que uma fala foi interpretada como ameaça ao ministro Alexandre Moraes, que incluiu o presidente no inquérito das fake news.
Na entrevista, Bolsonaro disse “a hora dele vai chegar, porque ele está jogando fora das quatro linhas da Constituição há muito tempo”.
Em plenário, o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) leu a nota de Fux e afirmou que Jair Bolsonaro, em resposta, tentou culpar a imprensa.
— Meu Deus, perdoe aqueles que não sabem o que falam porque está difícil o amanhã. Pessoas esclarecidas perguntam: “como será o amanhã?” Com esse comportamento do Presidente da República e com essa reação do Supremo Tribunal Federral não está fácil responder — disse Kajuru.
O senador Cid Gomes também se manifestou. Por meio do Twitter, ele afirmou: “Com medo de perder as eleições, Bolsonaro segue atentando contra a democracia. Vai terminar como Trump [ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump], sairá pela porta dos fundos”. As informações são da Agência Senado.
Em Salgueiro, o prefeito Clebel Cordeiro (PMDB) enfrenta mais uma queda de braço com os servidores municipais que anunciaram que cruzaram os braços nesta segunda por conta da política salarial do município. A greve é por tempo indeterminado. À imprensa, o gestor chegou a taxar o Sindicato de irresponsável e que não tem como promover […]
Em Salgueiro, o prefeito Clebel Cordeiro (PMDB) enfrenta mais uma queda de braço com os servidores municipais que anunciaram que cruzaram os braços nesta segunda por conta da política salarial do município. A greve é por tempo indeterminado.
À imprensa, o gestor chegou a taxar o Sindicato de irresponsável e que não tem como promover política salarial melhor que a que está realizando. Por mais de uma oportunidade, Clebel disse não ter como dar aumento aos servidores, levando em conta o momento difícil da administração.
Servidores reclamam que, ao contrário, a gestão não pensou duas vezes para privilegiar aliados loteando cargos comissionados e funções gratificadas. O gestor se defende garantindo que não tem “trem da alegria” em Salgueiro.
Também jogou a questão para o TCE afirmando ter sido orientado pelo Tribunal para não dar aumento e não extrapolar a LRF. “Eu seria irresponsável se desse aumento e não pudesse cumprir”, afirmou.
Da Assessoria do encontro Na noite de despedida do 9º Encontro das Culturas Populares e Tradicionais, nesse sábado (28), Serra Talhada, a Capital do Xaxado, vestiu-se de verde e rosa abençoada pelo samba contagiante da Velha Guarda da Mangueira. O grupo venceu mais de 3 mil quilômetros, do Rio de Janeiro para o Sertão de […]
Na noite de despedida do 9º Encontro das Culturas Populares e Tradicionais, nesse sábado (28), Serra Talhada, a Capital do Xaxado, vestiu-se de verde e rosa abençoada pelo samba contagiante da Velha Guarda da Mangueira. O grupo venceu mais de 3 mil quilômetros, do Rio de Janeiro para o Sertão de Pernambuco, com a missão de derramar nos corações dos sertanejos um pouquinho do calor carioca no maior evento de cultura popular do país.
Com um batuque pujante, a Velha da Guarda fechou o evento personificando toda a energia positiva que brotou durante o encontro, fruto da intensa troca de experiências compartilhadas entre produtores culturais de várias regiões brasileiras. O Sertão pernambucano, como de costume, abraçou de forma calorosa o grupo carioca ao ponto de mexer com o emocional dos integrantes, como no caso da cantora Jandira da Mangueira.
“Desde que eu soube que viria para cá eu fiquei muito emocionada e chegar aqui mexeu muito comigo, porque minhas raízes são dessa terra, do interior de Pernambuco, porque meus pais nasceram aqui e por conta das dificuldades viajaram até o Rio. Então eu piso aqui em Serra Talhada com uma emoção muito forte porque minhas raízes estão nessa região, eu sou sertaneja de alma”, disse Jandira, com os olhos marejados de emoção. E foi banhado por esse sentimento que o público vibrou, cantou e dançou com o samba de coração dos integrantes da Velha Guarda.
Em um semana, Serra Talhada recebeu mais de 70 grupos culturais de todo o Brasil, somando mais de 2 mil artistas. O 9º Encontro das Culturas Populares e Tradicionais trouxe para o Sertão um leque de atividades, entre música, dança, literatura, teatro de mamulengo, cinema, oficinas e estimulou a troca de experiências compartilhadas em debates riquíssimos sobre o panorama das políticas públicas para cultura no Brasil.
“Serra Talhada está de parabéns por ter realizado este evento, que foi uma grande sucesso sem dúvida nenhuma e que deixou aqui plantadas sementes importantíssimas que irão fazer florescer muita coisa boa daqui para frente”, avaliou o secretário municipal de Cultura, Anildomá de Souza. “Aqui em Serra Talhada discutiu-se políticas culturais para todo o país e esse é também o legado e a contribuição que o nosso município deixa para Brasil”.
O 9ª Encontro das Culturas Populares e Tradicionais foi uma realização da Prefeitura de Serra Talhada e do Ministério da Cultura, idealizado pela Rede de Culturas Populares, articulado em Pernambuco pela Conexão Pontos de Cultura, Fundação Cabras de Lampião, em parcerias com instituições públicas e privadas.
O presidente estadual do PR Sebastião Oliveira teve reunião hoje com Inocêncio Oliveira, Waldemar Oliveira e o jovem Victor Oliveira. Na pauta a articulação do PR visando as eleições municipais e o quadro em Serra Talhada. Inocêncio foi confirmado por Sebastião como Presidente de honra do PR Estadual. Outra definição importante foi a de que o […]
O presidente estadual do PR Sebastião Oliveira teve reunião hoje com Inocêncio Oliveira, Waldemar Oliveira e o jovem Victor Oliveira. Na pauta a articulação do PR visando as eleições municipais e o quadro em Serra Talhada. Inocêncio foi confirmado por Sebastião como Presidente de honra do PR Estadual.
Outra definição importante foi a de que o neto de Inocêncio Victor Oliveira assume a Presidência do PR Jovem no Estado. Victor até bem pouco tempo afirmava não querer disputar eleição ou participa da política na Capital do Xaxado, mas parece ter sido convencido do contrário pelo avô e por Sebastião.
No encontro, caíram por terra rumores de que ainda haveria possibilidade de aliança com o prefeito e candidato a reeleição Luciano Duque, do PT. O PR ainda tem no Diretório Estadual Waldemar Oliveira e Rogério Leão. Nas redes sociais, o jovem de 25 anos já é cotado para ser o candidato da oposição contra Duque, já que Sebastião avisou que na vai.
Durante a eleição do presidente e vice-presidente da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (01), o deputado estadual Waldemar Borges fez duras críticas ao processo de disputa, que envolveu a interferência do Executivo nas decisões da Casa Legislativa. “Vivemos um episódio muito ruim e inédito ao longo desse […]
Durante a eleição do presidente e vice-presidente da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (01), o deputado estadual Waldemar Borges fez duras críticas ao processo de disputa, que envolveu a interferência do Executivo nas decisões da Casa Legislativa.
“Vivemos um episódio muito ruim e inédito ao longo desse processo, no qual prevaleceu a não política, a não capacidade de dialogar e isso é muito ruim, não apenas para este parlamento, mas também para a própria democracia ”, disse no início de sua fala.
O deputado então passou a descrever todo o processo, que teve início com o líder do Governo, Izaías Régis, indo para a imprensa, há uns 20 dias, dizer quem seriam os presidentes das principais comissões. “É legítimo o interesse, o acompanhamento, a preocupação e, até em certa medida, a participação do Executivo com o que acontece nesta Casa, mas não da forma como aconteceu nesse episódio. Aqui o que houve foi uma intervenção direta, cheia de manobras, culminando com a interferência em um partido, modificando, a partir do Palácio, a representação dele dentro das comissões”, relatou.
Borges ressaltou que a Casa tentou, democrática e amadurecidamente, trilhar um caminho diferente e, num esforço coletivo, construiu uma proposta de entendimento que foi apoiada pela totalidade dos seus líderes, inclusive o líder do Governo. Essa proposta foi levada ao Palácio do Campo das Princesas, onde foi solenemente ignorada, numa demonstração de intransigência e desatenção com a Assembleia, poucas vezes vista na relação entre os poderes. Foi então que se começou a falar em bate-chapa.
“Procurei em seguida o deputado Antônio Moraes para tentarmos resgatar a capacidade de fazer política, de discutir e de ponderar e a gente não teve sucesso. O que ocorreu depois foi o que todos vimos: manobras regimentais, esvaziando reuniões nas quais o governo temia ter menos votos que a oposição. Logo depois, a tática ficou explícita: ganhar tempo para a partir de uma participação direta promovida a partir do palácio, e ali executada, se promover a destituição do então líder do PL e depois promover a sua substituição nas comissões ”, criticou.
“O que vai se consolidando a partir de intervenções desse tipo é a ideia da intransigência. Aqueles que diziam que o PSB usava do rolo compressor, devem estar vendo agora que o PSB era Jardim de Infância para esse tipo de coisa, frente a tratorada que o governo promoveu”, ressaltou, para logo depois lembrar que o PSB durante muitas legislaturas teve a maior bancada, porém nunca usou essa maioria vinda das urnas para sequer presidir a Casa.
“O que aqui se está discutindo hoje não é só a eleição de A ou B, é a afirmação do poder, a afirmação da democracia, é um relacionamento sadio que deveria ser estabelecido entre Executivo e Legislativo, de mão dupla, de equilíbrio, de interação, mas com independência, porque tudo isso é necessário. Lamentavelmente a gente não viu isso acontecer. Então, eu acho que o processo realmente foi um processo muito ruim e não sei a dimensão das sequelas disso. Espero que sejam rapidamente superadas. Da nossa parte, os palanques estão desarmados, mas a gente está vendo que os palanques não estão sendo desmontados pelo Governo”, afirmou.
O deputado também lembrou que a própria governadora Raquel Lyra já presidiu a CCLJ mesmo depois de rompida com o governo. “Ela era presidente da Comissão de Justiça, quando houve o desentendimento do seu grupo com o Palácio, ficaram em posições antagônicas, mas em nenhum momento o Governo especulou a possibilidade de afastá-la da Comissão porque ela passou a fazer parte do bloco da oposição. Aliás, quando eu a substituí na presidência desta CCLJ, o primeiro registro que fiz foi destacando e parabenizando a correção do seu comportamento no comando da comissão nesse período, porque mesmo ela estando em conflito com o Palácio, nunca usou da condição de presidente para extravasar as sequelas desse conflito, ou seja, a própria governadora é exemplo de que a política pode e deve ser feita de forma elevada e seus atores se comportarem com correção, onde as questões pessoais não sejam sobrepostas aos interesses coletivos, muito menos instrumentalizadas para atrapalhar ações de governos legitimamente eleitos”, revelou.
“Espero que possamos tirar alguma lição desse processo para evoluir. Espero que essa Casa saiba reagir para levar a atividade política a um padrão elevado e que não seja puxada para a gente entrar nessa lógica da rinha, da aritmética pura e simples substituindo a política. A aritmética pura e simples não pode substituir a capacidade de se fazer política, de se construir consensos, de procurar encontrar soluções para questões de interesse comum e que consiga respeitar a legitimidade de todos os que aqui estão”, continuou.
E se dirigiu a Antônio Moraes: “Dizem que o homem é ele e suas circunstâncias. Eu poderia usar isso talvez para não votar em Moraes, porque sou frontalmente contrário às circunstâncias que o trouxeram a essa candidatura. Mas o conheço e não é de hoje. Sei da sua capacidade, do seu caráter, do seu preparo, do seu equilíbrio e, portanto, me sinto plenamente representado por ele. Sua correção, decência e lucidez me fazem votar nele apesar de ser frontalmente contrário à forma como sua vitória está sendo construída. Mas não seria eu, que fiquei impressionado com o comportamento do Palácio, quem iria amesquinhar minha posição, deixando de votar em alguém que sei estar totalmente à altura para exercer, já pela segunda vez, o cargo para o qual será eleito”, concluiu.
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