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Léo Pinheiro: Marina não queria mostrar elo com OAS

Por Nill Júnior

SP - ELEIÇÕES 2010/MARINA/COLETIVA - POLÍTICA - A candidata derrotada à Presidência da República, Marina Silva, do Partido Verde (PV), durante entrevista coletiva no   comitê de campanha do   partido, na zona oeste de São Paulo, na tarde desta segunda-feira.   04/10/2010 - Foto: ERNESTO RODRIGUES/AGÊNCIA ESTADO/AE

Em negociações para fechar delação na Lava Jato, o empresário Léo Pinheiro, um dos sócios do grupo OAS, relatou que representantes de Marina Silva lhe pediram contribuição para o caixa dois da campanha presidencial em 2010 porque ela não queria aparecer associada a empreiteiras.

Candidata à Presidência pelo PV naquele ano, Marina acabou a disputa, vencida por Dilma Rousseff (PT), em terceiro lugar.

Segundo ele, a contribuição foi pedida por Guilherme Leal, sócio da Natura e um dos principais apoiadores de Marina no meio empresarial, e Alfredo Sirkis, um dos coordenadores da campanha do PV. Os dois negam ter recebido repasse ilícito.

Marina nega também que tenha usado recursos de caixa dois na campanha de 2010. “Nunca usei um real em minhas campanhas que não tivesse sido regularmente declarado”, disse em nota.

Ela pede que as autoridades investiguem o relato de Léo Pinheiro. “Posso assegurar à opinião pública brasileira que, neste momento em que a sarjeta da política já esta repleta de denunciados, o melhor caminho é confiar no trabalho do Ministério Público e da Polícia Federal”, afirma.

Outras Notícias

Mais de 136 alunos em situação de vulnerabilidade social recebem cuidados da Prefeitura de Tuparetama

A secretaria de Desenvolvimento Social de Tuparetama atende hoje mais de 136 alunos em situações de vulnerabilidade social no município. São 3 turnos com 4 dias de aulas práticas e teóricas por semana onde é trabalhado um tema diferente a cada mês e o de março é a sustentabilidade ambiental. O objetivo é proporcionar experiências […]

A secretaria de Desenvolvimento Social de Tuparetama atende hoje mais de 136 alunos em situações de vulnerabilidade social no município. São 3 turnos com 4 dias de aulas práticas e teóricas por semana onde é trabalhado um tema diferente a cada mês e o de março é a sustentabilidade ambiental. O objetivo é proporcionar experiências favoráveis ao desenvolvimento saudável dos alunos.

Recebem as aulas crianças a partir dos 6 anos, jovens e adultos inseridos nos programas de Serviço de Convivência e Fortalecimento Social (SCFV) e do Centro da Criança e do Adolescente (CCA1) implantados pelo ente federal e desenvolvidos pelo município. As aulas teóricas preparam os alunos para as práticas de música, pintura, teatro e esportes, entre outras. “Com isto queremos oferecer dinâmicas que fortaleçam vínculos sociais e familiares”, disse a secretária de Desenvolvimento Social, Roseane Gomes.

O tema trabalhado em março é a sustentabilidade ambiental, onde os alunos recebem orientações teóricas sobre preservação ambiental, plantio, muda e cuidados com árvores e hortaliças. Nas aulas práticas os alunos estão sendo levados até o rio Pajeú, onde plantam árvores na ribanceira do rio e fazem a coleta e separação de lixo que retiram do rio.

Segundo a coordenadora do SCFV e do CCA1, Maysa Lima, os alunos são também inseridos em programas de saúde do município. Este mês as crianças e jovens receberam dos profissionais da saúde higienização bucal e aplicação de flúor. “Os pais destas crianças não têm o hábito de levarem os filhos para tratamento preventivo. Então levamos todos aos programas de saúde que o município oferece”, disse Maysa Lima.

Os programas também atendem aos idosos com o objetivo de formar laços e aplicar atividades físicas e teóricas as pessoas acima dos 60 anos. É exigência dos programas que entre os idosos 50% estejam acima dos 60 anos e 50% a partir dos 30 anos. “Entre as atividades de lazer desenvolvidas com este público estão a pintura, a confecção de máscara e as pequenas atrações de teatro”, disse Maysa.

Para participar dos programas as pessoas devem procurar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) que está sob administração da secretaria de Desenvolvimento Social. Outra forma é a inclusão dos alunos feita por buscas ativas, encaminhamento da rede socioassistencial ou das demais políticas públicas.

O CRAS de Tuparetama atende das 8h às 12h e das 14h às 17h, de segunda-feira à sexta-feira e está localizado na Rua Farmacêutico Alexinho, nº 5, no Bairro Centro.

Conselho de Ética aprova 60 dias de suspensão para três deputados por ocupação do Plenário

Os parlamentares ainda podem recorrer à CCJ. A decisão final sobre o caso será do Plenário da Câmara O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5), após mais de nove horas de reunião, a suspensão dos mandatos dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Marcel van Hattem (Novo-RS) e Zé […]

Os parlamentares ainda podem recorrer à CCJ. A decisão final sobre o caso será do Plenário da Câmara

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5), após mais de nove horas de reunião, a suspensão dos mandatos dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Marcel van Hattem (Novo-RS) e Zé Trovão (PL-SC) por 60 dias. Os parlamentares ainda podem recorrer à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). A decisão final será do Plenário por maioria absoluta (257 deputados).

Foi aprovado o parecer do relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE). O texto do relator conclui que os três parlamentares adotaram condutas incompatíveis com o decoro parlamentar durante a ocupação da Mesa Diretora da Casa na sessão do Plenário de 5 de agosto de 2025.

Durante a ocupação, os deputados cobravam a inclusão na pauta do projeto de anistia (PL 216/23) aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), só conseguiu reocupar a cadeira da Presidência no dia 6 de agosto.

Rodrigues recomendou punição severa para sinalizar que a Câmara não tolera esse tipo de comportamento, aumentando para 60 dias de suspensão a pena inicialmente sugerida pela Mesa Diretora, que era de 30 dias.

Pollon respondeu por se sentar na cadeira da Presidência da Câmara, impedindo o retorno do presidente Hugo Motta; Van Hattem por ter ocupado outra cadeira da Mesa; e Zé Trovão por ter usado o corpo para barrar fisicamente o acesso do presidente à Mesa.

As condutas foram objeto das representações 24, 25 e 27, todas de 2025, e votadas separadamente. No caso de Pollon, foram 13 votos pela suspensão e 4 contrários, o mesmo placar de Van Hattem. Zé Trovão teve 15 votos pela suspensão e 4 contrários.

Em sua defesa, Zé Trovão fez um desabafo emocionado logo no início da reunião, afirmando que a suspensão afeta diretamente seus assessores, “deixando cerca de 20 famílias sem sustento” por dois meses. “O que mais está me doendo hoje é olhar nos olhos dos meus funcionários e não saber o que falar.”

Em sua defesa, citou passagens bíblicas e fatos históricos, e classificou o momento político como de perseguição e inversão de valores. “Se for preciso tomar a Mesa novamente em algum momento da história para defender quem me elegeu, assim o farei”, disse Zé Trovão.

O advogado Eduardo Moura, na defesa técnica, argumentou que vídeos da sessão não revelam irregularidades do deputado e destacou que testemunhas o descreveram como “alguém que tentava impedir conflitos físicos no Plenário”.

Fazendo coro ao colega, Van Hattem chamou o processo de “perseguição política” e comparou sua situação à dos presos pelos atos de 8 de janeiro. O deputado também afirmou que, havendo necessidade, faria novamente. E acrescentou: “se essa injustiça vier, vamos enquadrar e colocar na parede como medalha de honra”.

Pela defesa do deputado, o advogado Jeffrey Chiquini definiu o julgamento como uma “punição política”.

Pollon criticou duramente a recusa da Presidência da Câmara em pautar o projeto de anistia aos envolvidos no 8 de janeiro e classificou as prisões como “ilegais” e o cenário jurídico atual do Brasil como um “estado de exceção”. “Não carregaremos a vergonha de termos nos acovardado ou omitido”, disse.

Na defesa técnica, o advogado Mariano lamentou a negativa de ouvir testemunhas sugerias pela defesa e também disse que as questões técnicas foram deixadas de lado em favor de um julgamento político.

O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) lamentou as ofensas dirigidas ao relator e à Mesa Diretora durante o debate no Conselho de Ética e relacionou a ocupação física do Plenário a um processo histórico de golpismo. Para ele, o relatório do conselho separa “os golpistas dos democratas”.

Em defesa dos acusados, o deputado Sargento Gonçalves (PL-RN) comparou o processo a uma tentativa de criminalizar a direita por atos que a esquerda já teria praticado no passado. Gonçalves questionou a escolha de apenas três deputados como “bode expiatório” em meio à participação de mais de 100 deputados nos atos de ocupação.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

 

Flávio Marques e Márcia Conrado participam de Encontro Estadual do PT

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, e a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, ambos filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT), participaram neste domingo (27) do Encontro Estadual da corrente interna Construindo um Novo Brasil (CNB), realizado no Recife. O evento reuniu lideranças políticas e militantes de várias regiões do estado para debater os rumos […]

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, e a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, ambos filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT), participaram neste domingo (27) do Encontro Estadual da corrente interna Construindo um Novo Brasil (CNB), realizado no Recife.

O evento reuniu lideranças políticas e militantes de várias regiões do estado para debater os rumos do partido e as perspectivas para o Brasil.

Durante o encontro, foi apresentada a pré-candidatura de Edinho Silva à presidência nacional do PT.

Edinho recebeu o apoio dos presentes como parte do esforço pela unidade partidária e pelo fortalecimento do projeto político do partido.

Flávio Marques destacou a importância do momento para o fortalecimento interno do PT: “É fundamental que estejamos juntos, debatendo e construindo propostas que reforcem o compromisso do partido com as mudanças que o povo brasileiro precisa.”

Márcia Conrado também reafirmou a necessidade de mobilização coletiva: “Estamos aqui para somar forças e seguir firmes na luta pelos direitos do nosso povo, com diálogo e participação democrática.”

O encontro faz parte da preparação para as eleições internas do partido.

Carlos Veras reafirma posição contra anistia a golpistas 

O deputado federal Carlos Veras (PT) se posicionou, nesta quinta-feira (17), contra o PL da Anistia, que propõe perdão aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Em áudio enviado ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, Veras foi enfático ao dizer que não há justificativa para anistiar golpistas que atentaram contra a democracia […]

O deputado federal Carlos Veras (PT) se posicionou, nesta quinta-feira (17), contra o PL da Anistia, que propõe perdão aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Em áudio enviado ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, Veras foi enfático ao dizer que não há justificativa para anistiar golpistas que atentaram contra a democracia e a vida de autoridades.

Para o parlamentar, a proposta representa um risco à estabilidade institucional.

“Não assinei, não assinarei e essa proposta de anistia a golpistas não passará no Congresso Nacional”, garantiu.

Veras lembrou que o próprio Supremo Tribunal Federal ofereceu acordos aos condenados, com penas alternativas e restrições, como cursos sobre democracia e proibição do uso de redes sociais. Segundo ele, muitos recusaram a proposta e continuaram defendendo ações contra o Estado Democrático de Direito.

O deputado alertou ainda para o precedente perigoso que uma anistia desse tipo poderia criar.

“Imagine se quem perde eleição em qualquer município do Pajeú decide invadir prédios públicos e atentar contra a vida de autoridades porque não aceita o resultado. Não podemos permitir que esse tipo de comportamento se torne normal no país”, reforçou.

Sebastião Dias e Teobaldo param para ouvir entrevista bomba do vice Zé Amaral

No momento em que o deputado Ricardo Teobaldo (Podemos) chegava a Tabira para encontro com o Prefeito Sebastião Dias (PTB), o vice-prefeito José Amaral iniciava entrevista bomba a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Logo no início de sua fala o vice tabirense dizia que fez questão de sair para não encontrar o deputado. “Amor […]

No momento em que o deputado Ricardo Teobaldo (Podemos) chegava a Tabira para encontro com o Prefeito Sebastião Dias (PTB), o vice-prefeito José Amaral iniciava entrevista bomba a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Logo no início de sua fala o vice tabirense dizia que fez questão de sair para não encontrar o deputado.

“Amor por mulher acaba, imagina por homem”, disse Amaral que não perdoa Teobaldo por este não ter lhe prestado solidariedade quando precisou no momento em que enfrentou recentemente problemas de saúde. Zé infartou em junho deste ano e precisou ser levado para o Recife em junho deste ano.

O Prefeito Sebastião Dias reunido com Teobaldo, chamou até Secretários para no gabinete escutarem a entrevista de mais de uma hora.  O recado mais leve de Amaral ao Prefeito Sebastião Dias foi: “Eu como aliado já não sou coisa muito boa, e como adversário aí é que eu sou ruim”.