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Lar Santa Elisabeth busca doações do contribuinte que declara Imposto de Renda 2025

Por André Luis

Por Sebastião Araújo – Especial para o blog

Atendendo, desde 1965, crianças e adolescentes, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade social, o Lar Santa Elisabeth, em Triunfo, através do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, participa, a partir desta segunda-feira (17), da campanha do governo federal “Eu sou Cidadão Solidário”, que tem por objetivo ajudar e incentivar projetos sociais e culturais com a destinação de parte do Imposto de Renda retido na fonte do contribuinte.

A destinação do Imposto de Renda (IR) é uma forma legal e segura do contribuinte, pessoa física ou jurídica, estimular a proteção de crianças, adolescentes e idosos inseridos em projetos sociais e culturais. Ao fazer a declaração do IR, que começa nesta segunda-feira e se estende até o dia 30 de maio deste ano, quem quiser ajudar às obras do Lar Santa Elisabeth, e esteja em qualquer lugar do país, poderá destinar até 3% do imposto devido, ou seja, não paga nada a mais por isso.

Este é o sexto ano em que o Lar Santa Elisabeth participa da campanha. Atualmente, a instituição, que é comandada pela Associação Franciscana Maristella do Brasil, atende 202 famílias e 342 menores, entre crianças e adolescentes com idades entre 01 a 18 anos. As doações permitem para esse público acesso à educação, apoio psicológico, atividades culturais e esportivas.

“O valor arrecadado com as doações se multiplica aqui no Lar. É a garantia da continuidade das nossas atividades. Sobrevivemos no primeiro semestre com essa ajuda que vem através do Imposto de Renda, e nos demais meses do ano com outros tipos de colaboração”, garante Irmã Elma Ferraz, diretora da instituição. Este ano, por sinal, o Lar Santa Elisabeth completa 60 anos de serviços prestados à comunidade triunfense. Um lembrete: após declarar seu IR, você pode entregar o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) pessoalmente no Lar ou enviar foto do documento pelo WhatsApp: (81) 99972-1230 ou pelo e-mail: [email protected].   

Serviço:

A destinação do Imposto de Renda pode ser feita para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente de Triunfo:

CNPJ: 13.407.551/0001-16

Banco do Brasil

Agência: 2739-1

Conta corrente: 20.837-X

Outras doações, caso você não declare o IR:

Banco do Brasil

Agência: 2739-1

Conta corrente: 4.029-0

PIX: CNPJ: 11.810.603/0004-18

Associação Franciscana Maristella do Brasil

Outras Notícias

Mãe e filho sertanejos tem bagagem extraviada em viagem pela Progresso

Todo cuidado com sua bagagem em viagens intermunicipais. O estudante Victor Douglas Veras Ribeiro e sua mãe, Ivoneide Veras, compraram um bilhete de Afogados da Ingazeira para Recife no dia 18 de janeiro, no horário das 13h15. Uma das malas de Victor continha livros que ele usaria nos estudos na capital pernambucana. O drama começou […]

Todo cuidado com sua bagagem em viagens intermunicipais. O estudante Victor Douglas Veras Ribeiro e sua mãe, Ivoneide Veras, compraram um bilhete de Afogados da Ingazeira para Recife no dia 18 de janeiro, no horário das 13h15.

Uma das malas de Victor continha livros que ele usaria nos estudos na capital pernambucana.

O drama começou na parada no Derby. Lá foram entregar o comprovante numerado da bagagem. “O motorista foi logo rasgando o papel e depois é que foi procurar a bagagem. Foi quando não encontrou. Ficamos muito preocupados. Ele nos orientou a ir para a sede da empresa fazer um registro de ocorrência”.

No boletim feito na empresa, alegaram que o motorista Severino Almeida entregou a bagagem sem verificar a terceiros e na hora que recebeu o ticked para pegar a bagagem de Victor o rasgou, dando destino desconhecido e não encontrando a bagagem. A empresa não manteve novo contato com as vítimas.

Ivoneide informou ao blog que acionará a Progresso na justiça por danos materiais e pelo dano moral. “Espero que ninguém passe pelo que a gente passou. Nos causou um constrangimento e prejuízo muito grandes”, diz revoltada.

Santa Terezinha: Adarivan Santos toma posse como prefeito interino

Vanin de Danda continua internado na UTI no Recife. O atual vice-prefeito de Santa Terezinha, Adarivan Santos (Avante) foi empossado na manhã desta quarta-feira (18), como prefeito interino. O gestor Vanin de Danda pediu através de requerimento, licença remunerada de 15 dias, que pode ser prorrogada.  Vanin está travando uma luta contra a Covid-19 e […]

Vanin de Danda continua internado na UTI no Recife.

O atual vice-prefeito de Santa Terezinha, Adarivan Santos (Avante) foi empossado na manhã desta quarta-feira (18), como prefeito interino. O gestor Vanin de Danda pediu através de requerimento, licença remunerada de 15 dias, que pode ser prorrogada. 

Vanin está travando uma luta contra a Covid-19 e um quadro descompensado de diabetes, estando internado no hospital Alfa no Recife. 

O agora prefeito interino Adarivan Santos se solidarizou com Vaninho de Danda e sua família, disse que nesta terça-feira (17), esteve na prefeitura em reunião com a equipe administrativa, e que vai tocar o município da melhor maneira que puder. 

Ele tranquilizou quem hoje ocupa cargos na administração de Vanin, mas disse que as pessoas precisam entender que ele tem sua maneira de administrar.  A posse de Adarivan Santos foi acompanhada pelos vereadores que hoje ocupam assento no legislativo e outros que foram eleitos no último domingo (15).  O prefeito eleito Delson Lustosa (Podemos) e seu vice, Dada de Adeval (PSB) prestigiaram a posse. Delson se colocou a disposição para ajudar com sua experiência a Adarivan e também se solidarizando com Vanin e sua família. A informação é do Blog do Pereira.

Arcoverde: Praça do São Cristóvão sofre ato de vandalismo

Prefeitura e Arcotrans repudiam a ação. O ato de vandalismo é crime, previsto no artigo 163 do Código Penal – “Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia”, sendo extensivo a depredação de patrimônio público. A pena em caso de condenação por dano simples é detenção de um a seis meses, ou multa de um a seis […]

Prefeitura e Arcotrans repudiam a ação.

O ato de vandalismo é crime, previsto no artigo 163 do Código Penal – “Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia”, sendo extensivo a depredação de patrimônio público. A pena em caso de condenação por dano simples é detenção de um a seis meses, ou multa de um a seis salários mínimos (R$ 1.045 a R$ 6.270).

A Prefeitura de Arcoverde, através da Autarquia de Trânsito e Transportes – Arcotrans, repudia ato de vandalismo provocado neste final de semana, contra uma das caqueiras que ornamentavam o estacionamento prioritário para idosos e deficientes, localizado na Praça do São Cristóvão.

O local, que passou a ser disponibilizado à população em 20 de novembro do ano passado, para receber motoristas idosos ou deficientes, foi projetado com rampa de acessibilidade para facilitar a locomoção, além de pintura, sinalização adequada e as caqueiras que fazem parte do paisagismo como complementação da praça pública.

“A Arcotrans removeu a caqueira que foi danificada e já está providenciando outra para substituir, assim como apura junto aos órgãos competentes, a autoria do referido ato de vandalismo, ao mesmo tempo em que repudia veementemente estas formas de conduta contra o patrimônio do município”, afirmou o diretor-presidente da Autarquia, Abel Ferreira Júnior.

Falta de prontidão à noite faz COMPESA desperdiçar água em meio a crise hídrica

Impressiona a falta de respeito da instituição COMPESA com a população. E o problema não pode ser jogado apenas na conta da Gerência Regional e Setor de Distribuição, já que é orientação e política da empresa para municípios do interior. Simplesmente, não mantém equipes de prontidão para trabalho durante noite e madrugada, quando, obviamente, podem […]

Água “lava” rua e prejudica pequenos comerciantes. Foto: Luiz Carlos ao blog

Impressiona a falta de respeito da instituição COMPESA com a população. E o problema não pode ser jogado apenas na conta da Gerência Regional e Setor de Distribuição, já que é orientação e política da empresa para municípios do interior.

Simplesmente, não mantém equipes de prontidão para trabalho durante noite e madrugada, quando, obviamente, podem acontecer intercorrências como estouramentos na rede.

Aliás, a probabilidade chega a ser maior, pois é nesse período que o sistema de distribuição está mais pressurizado, pois a maioria das casas da área abastecida já recebeu água e com isso, o risco é maior.

Semana passada, um grande estouramento em frente à Compesa, em plena Arthur Padilha, foi registrado das 22h às 7 da manhã do dia seguinte. Foram horas de água lavando a rua sem nenhuma providência.

Esta noite, o problema se repetiu. Foram dois grandes estouramentos: um na Ria 15 de Novembro e outro na Avenida Rio Branco, ambos na área central da cidade.

Mais uma vez, os relatos são de água jogada fora por toda a madrugada. Detalhe: a região ainda vive consequências da maior crise hídrica dos últimos 100 anos Ainda há cidades com crises de abastecimento. Em Afogados, a Barragem de Brotas acumulou 38% de sua capacidade, um milagre hídrico dados os últimos anos: essa água deveria estar sendo reservada com zelo, mas vai descendo rua abaixo…

Lava Jato tenta reaver R$ 54,9 bilhões

Por Josias de Souza A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, […]

Por Josias de Souza

A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, a cifra corresponde a tudo o que o BNDES pretende investir em projetos de infra-estrutura até o final de 2019. Entretanto, a verba efetivamente devolvida aos cofres públicos em quatro anos e meio de Lava Jato soma, por ora, pouco mais de R$ 2,5 bilhões —ou 4,5% do total requisitado.

Desde 2014, quando foi às ruas, a Lava Jato corroeu a Presidência de Dilma Rousseff, passou na chave o projeto presidencial de Lula e está perto de acertar as contas com Michel Temer. A operação também trancafiou a nata da oligarquia política e empresarial. Gente que estava escondida atrás da imunidade parlamentar foi surrada nas urnas de domingo passado, despencando na primeira instância Judiciário. Não se via tamanha movimentação nos salões do poder e nas cadeias desde a chegada das caravelas.

Quebraram-se paradigmas também na recuperação da verba roubada. Antes da Lava Jato, os pedidos de reparação rodavam na casa dos milhões. Depois, passaram a ser computados em bilhões. Mas o resultado, quando confrontado com o tamanho da pilhagem, não chega a entusiasmar. Graças aos acordos de delação premiada, os procuradores de Curitiba conseguiram obter de criminosos: confissões, provas e compromissos de devolver algo como R$ 12,3 bilhões. O problema é que o dinheiro roubado à vista será devolvido a prazo.

Há parcelamentos de até duas décadas. Daí a disparidade entre os valores solicitados e o montante ressarcido até o momento. A coisa se complica ainda mais nos casos em que a devolução depende não de acordos de colaboração, mas do desfecho de batalhas judiciais. Ouvido pelo blog, um dos procuradores da força-tarefa de Curitiba resumiu o drama:

“É um milagre termos no Brasil esse ressarcimento de pouco mais de R$ 2,5 bilhões. A Lava Jato é uma árvore frondosa crescendo no deserto. A regra no país era não recuperar nada. Antes da Lava Jato, todo o dinheiro repatriado somava menos de R$ 45 milhões. Mesmo depois, houve apenas um outro caso envolvendo repatriação de cerca de R$ 70 milhões. Desconheço qualquer outro caso que envolva recuperação superior a R$ 100 milhões. ”

O procurador acrescentou: “Nas ações penais e de improbidade, o dinheiro só será recuperado no final do processo, quando tudo transitar em julgado. Ou seja: no Dia de São Nunca. É muito comum que esses processos durem mais de dez anos. O réu tem que ter muito azar e a sociedade tem que ter muita sorte para conseguir a recuperação. Pedidos de ressarcimento viraram piada no Brasil. Quando se esgotam as possibilidades de recurso, o réu já se desfez de todo o patrimônio.”

“A gente tenta obter bloqueios cautelares”, prosseguiu o procurador. “Mas se você vai bloquear recursos de uma empreiteira, elas trabalham alavancadas. A indústria, a fábrica, todos os fornecedores já têm uma, duas ou três hipotecas. O Estado entra em quarto lugar na fila. Não pode bloquear capital de giro, porque mata a empresa e gera desemprego. Quando conseguimos bloquear o patrimônio dos réus, pessoas físicas, o bloqueio permanece até o final do processo. Um dia, se os crimes não prescreverem, a gente conseguirá recuperar.”

Como se vê, mesmo nos casos submetidos aos novos padrões de investigação e julgamento, o dinheiro surrupiado do Estado continua sendo como pasta de dente que sai do tubo. Colocar de volta não é tarefa simples. A encrenca não se restringe a Curitiba. No Rio de Janeiro, a Lava Jato pleiteia ressarcimentos de R$ 2,3 bilhões. A Receita Federal já aplicou a empresas e pessoas enroladas no petrolão autuações fiscais de R$ 17,1 bilhões. Só nesses três guichês, o Estado tenta receber notáveis R$ 74,3 bilhões.