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Kleber Paulino contraria Socorro e diz que teve acordo sim para ele ser o próximo presidente

Por André Luis

Para mostrar a força e a união do grupo dos sete vereadores que apoiarão Flávio Marques na próxima legislatura, a vereadora Socorro Veras convidou os seus colegas para lhe acompanharem na entrevista que concedeu à Rádio Cidade.

Porém, um momento específico da conversa chamou atenção dos mais atentos. Foi perguntado a Socorro Veras se houve algum acordo entre ela e Kleber Paulino para ela ser a presidente agora, uma vez que ele também almejava o cargo e já disse isso publicamente.

Em resposta Socorro disse que não e que os vereadores, de forma amistosa e democrática, teriam escolhido ela para a função, bem como os demais que compõem a chapa.

Quando Kleber foi falar, a mesma pergunta foi feita a ele. Contrariando o que a colega havia dito, Kleber confirmou que houve acordo sim e que o combinado foi para Socorro ir à presidência agora e ele ir para o biênio seguinte.

“Qual é a garantia que você tem que esse acordo será cumprido e Socorro não parte para a reeleição?” perguntou o radialista Júnior Alves.

“Socorro só tem o voto dela”, respondeu Kleber Paulino sem arrodeio e sem receio do climão que ficou no ar.

Detalhe: ao final da entrevista Socorro reuniu os vereadores para uma foto e Kleber saiu da emissora sem participar do registro.

Outras Notícias

Trama golpista: PGR apresenta amanhã ao STF alegações finais em ação contra Bolsonaro e sete réus

Do g1 A Procuradoria-Geral da República deve entregar, até amanhã, as chamadas alegações finais na ação penal contra o “núcleo crucial” da organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado em 2022. O caso tem o ex-presidente Jair Bolsonaro como um dos réus. O documento resume o processo e traz a posição do […]

Do g1

A Procuradoria-Geral da República deve entregar, até amanhã, as chamadas alegações finais na ação penal contra o “núcleo crucial” da organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado em 2022.

O caso tem o ex-presidente Jair Bolsonaro como um dos réus. O documento resume o processo e traz a posição do Ministério Público Federal. Depois desta etapa, serão abertos prazos para que os oito réus no processo apresentem seus entendimentos.

No fim de junho, o ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura de prazo para a apresentação dos documentos. A fase de alegações finais é a última etapa antes do julgamento que vai decidir se o grupo deve ser acusado ou absolvido.

A ação investiga a conduta de oito acusados — entre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Compõem este núcleo, além de Bolsonaro: Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin; Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; Augusto Heleno, ex-ministro do GSI; Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro.

Eles respondem por cinco crimes: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; tentativa de golpe de Estado; participação em organização criminosa armada; dano qualificado; e deterioração de patrimônio tombado.

Alegações finais

As alegações finais são a última oportunidade antes do julgamento para que acusação e a defesa apresentem argumentos, analisem provas e fatos apresentados durante a instrução processual.

As partes entregam ao Supremo suas informações por escrito, em memoriais. Nos documentos, eles resumem o andamento do processo e reforçam seus argumentos pela absolvição ou condenação, tendo como base as provas que foram produzidas ao longo da tramitação da ação.

São as últimas considerações antes do julgamento. Os documentos são analisados pelos ministros da Primeira Turma. No entanto, não são pronunciamentos que precisam ser obrigatoriamente seguidos: os ministros avaliam o caso de forma independente, apreciando as provas produzidas no processo como um todo.

O prazo é 15 dias e é contado de forma sucessiva: começou com a Procuradoria-Geral da República.

Na sequência, a defesa do tenente-coronel Mauro Cid terá outros 15 dias para se manifestar (por ter fechado acordo de colaboração no âmbito do processo, deve apresentar suas alegações antes dos demais réus). Depois, as defesas dos demais acusados terão prazo conjunto de 15 dias.

Como há réu preso — o general Braga Netto — os prazos correm mesmo durante o recesso do Judiciário, de 2 a 31 de julho.

Fases do processo

A denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o “núcleo crucial” foi apresentada em fevereiro deste ano.

Em março, ao admitir a acusação, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal permitiu a abertura da ação penal contra o grupo.

O processo passou pela fase de instrução — coleta de provas e depoimentos em abril, maio e junho. Também foram feitas acareações, como diligências adicionais.

Próximos passos

Encerrados os prazos de alegações, a ação estará apta a ser levada a julgamento na Primeira Turma da Corte, em data ainda a ser marcada no segundo semestre.

Esta deliberação vai definir se o grupo será condenado ou absolvido.

O colegiado julga por maioria, analisando a situação de cada acusado. Pode seguir por dois caminhos: 

Absolvição, se os ministros entenderem que não houve crime ou o grupo não é o autor, por exemplo; neste caso, o processo é arquivado e não há punição.

Condenação, se os magistrados concluírem que o grupo cometeu os crimes apontados pela PGR; neste caso, eles apresentam propostas de cálculo da pena, a partir de cada situação individual.

Nas duas circunstâncias, acusação e defesas podem recorrer da decisão ao próprio STF.

Joesley é condenado a pagar R$ 300 mil a Temer por danos morais

Do Congresso em Foco A Terceira Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), condenou, por três votos a dois, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, a pagar indenização de R$ 300 mil ao presidente Michel Temer (MDB) por danos morais. A Agência Brasil apurou que Temer doará o dinheiro […]

Foto: Reprodução

Do Congresso em Foco

A Terceira Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), condenou, por três votos a dois, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, a pagar indenização de R$ 300 mil ao presidente Michel Temer (MDB) por danos morais. A Agência Brasil apurou que Temer doará o dinheiro a instituições de caridade.

O presidente processou o empresário porque ele o acusou de chefiar “a mais perigosa organização criminosa do país”, em entrevista à revista Época, em junho de 2017. A acusação de Joesley ganhou a capa da revista.

Três meses depois, a Procuradoria-Geral da República (PGR), que havia concedido imunidade total aos irmãos Batista, pediu a anulação da delação premiada por omissão de informações. Joesley foi acusado ainda pela PGR de ter contado, em seu processo de colaboração, com a ajuda ilegal do ainda procurador Marcelo Miller.

Com as suspeitas de fraude na delação – ainda não examinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) – Joesley Batista ficou cerca de seis meses preso. Hoje, ele cumpre medidas cautelares e não pode se ausentar do país. Assim como Miller, os donos da JBS respondem a inquéritos hoje sob o comando da procuradora-geral Raquel Dodge.

Recurso

Cabe ainda recurso à decisão do TJDF – que seria um embargo declaratório, no qual a defesa do empresário pode questionar aspectos considerados obscuros no acórdão.

Para tentar mudar a decisão, os advogados do empresário terão de recorrer a tribunais superiores – STF ou Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Procurada, a assessoria da J&F ainda não se manifestou.

Candidatos em Serra Talhada intensificam atividades antes do início oficial da campanha

A reta final antes do início oficial da campanha eleitoral está movimentada em Serra Talhada. Os candidatos à prefeitura intensificaram suas agendas, realizando visitas a comerciantes, encontros com lideranças políticas e participando de eventos que ressaltam suas plataformas e alianças. A prefeita Márcia Conrado (PT), que busca a reeleição, dedicou a sexta-feira a uma série […]

A reta final antes do início oficial da campanha eleitoral está movimentada em Serra Talhada. Os candidatos à prefeitura intensificaram suas agendas, realizando visitas a comerciantes, encontros com lideranças políticas e participando de eventos que ressaltam suas plataformas e alianças.

A prefeita Márcia Conrado (PT), que busca a reeleição, dedicou a sexta-feira a uma série de compromissos estratégicos. Pela manhã, Conrado visitou as concessionárias Fiat e Honda, duas grandes empresas do município, sinalizando seu apoio ao setor automotivo local. No início da noite, ela participou do evento “Elas e Vinhos”, onde destacou o fortalecimento do empreendedorismo feminino, evidenciando o papel central das mulheres no desenvolvimento econômico de Serra Talhada.

Por outro lado, o pré-candidato da oposição, Miguel Duque (Podemos), cumpriu uma agenda intensa ao lado de seu pai, o deputado estadual e ex-prefeito Luciano Duque. Miguel visitou comerciantes locais, reforçando seu compromisso com o crescimento do comércio da cidade. Ele também esteve no bairro da Cohab, onde foi recebido com entusiasmo pela pré-candidata a vereadora Cuquinha. À noite, Miguel e sua comitiva participaram de um jantar com lideranças políticas, finalizando o dia com encontros que reforçaram o apoio popular à sua candidatura.

O pré-candidato Jucélio Souza (Republicanos), por sua vez, esteve em Caruaru acompanhando a agenda do presidente Jair Bolsonaro em Pernambuco. Souza demonstrou alinhamento com as pautas do presidente.

Enquanto isso, o médico Dr. Luiz Pinto (PSOL) não registrou atividades públicas relevantes nos últimos dias.

Com a campanha oficialmente começando no dia 16 de agosto, os pré-candidatos entram na fase decisiva, onde o corpo a corpo com eleitores e a consolidação de apoios serão determinantes para o sucesso nas urnas. As informações são do blog do Júnior Campos.

Raquel nega que vá privatizar Compesa

A governadora Raquel Lyra negou  os boatos de que pretende privatizar a Compesa. Em entrevista à jornalista Juliana Lima para a Rádio Cultura FM 92,9, com reprodução do Sertão Notícias PE, Raquel admitiu que a companhia enfrenta graves problemas financeiros, com dívida na ordem de R$ 500 milhões, mas assegurou que nunca falou em vender a estatal. “Hoje, […]

A governadora Raquel Lyra negou  os boatos de que pretende privatizar a Compesa.

Em entrevista à jornalista Juliana Lima para a Rádio Cultura FM 92,9, com reprodução do Sertão Notícias PE, Raquel admitiu que a companhia enfrenta graves problemas financeiros, com dívida na ordem de R$ 500 milhões, mas assegurou que nunca falou em vender a estatal.

“Hoje, infelizmente, a Compesa está em péssima situação financeira. Herdamos uma dívida para este ano projetada de R$ 500 milhões. Estamos fazendo todo esforço para garantir o equilíbrio das contas e a gente poder discutir com a população e com as lideranças políticas os caminhos que a gente tem, porque no final das contas o que interessa é a água jorrando na torneira da casa da população”.

E seguiu: “agora eu nunca falei de privatização da Compesa. Nosso compromisso de manter a Compesa pública é permanente”, disse a governadora.

Ela admitiu que a questão do abastecimento de água não é um problema fácil para ser resolvido em Pernambuco.

“Não existe solução fácil para problema complexo. A questão do abastecimento de água carece de diversos tipos de investimentos, seja pelo sistema simplificado, seja pelo abastecimento direto da Compesa, seja por uma estação de tratamento de água para poder entregar água para a população, então, essa soma de investimentos virá de diversas formas possíveis”, afirmou. Clique aqui e veja a entrevista na íntegra. 

Sobre a mobilização de professores, disse já ter feito cinco ou seis rodadas de negociação, mostrando os desafios nas contas. “A gente quer fazer a implementação do piso. Fizemos uma proposta para eles. O diálogo está mantido para garantir o direito dos professores e também dos alunos”.

Zeinha lidera em Iguaracy: 52,7% contra 27,3% de Rogério Lins, diz Múltipla

Pesquisa realizada e contratada pelo Instituto Múltipla em Iguaracy aponta o candidato Zeinha Torres (PSB) liderando as intenções de voto. Na pesquisa estimulada, em que são oferecidos os nomes dos candidatos ao eleitor, ele tem 52,7% das intenções de voto contra 27,3% do candidato Rogério Lins, do MDB. um total de 13,2% se disseram indecisos, […]

Pesquisa realizada e contratada pelo Instituto Múltipla em Iguaracy aponta o candidato Zeinha Torres (PSB) liderando as intenções de voto.

Na pesquisa estimulada, em que são oferecidos os nomes dos candidatos ao eleitor, ele tem 52,7% das intenções de voto contra 27,3% do candidato Rogério Lins, do MDB. um total de 13,2% se disseram indecisos, contra 4,1% que disseram votar branco ou nulo e 2,7% não opinaram.

Na pesquisa espontânea, em que não são oferecidas opções para o eleitor, Zeinha tem segundo o instituto 51,4% contra 26,4 de Rogério Lins. Nesse levantamento, 17,7% se disseram indecisos, 3,6% disseram votar branco e nulo e 0,9% não opinaram.  No item rejeição, 49,5% disseram não votar em Rogério Lins contra 29,1% que disseram não votar em Zeinha Torres.

Estimulada
Espontânea
Rejeição

Sendo testado nas urnas depois do primeiro mandato, Zeinha Torres tem 70,5% de aprovação contra 21,4% de desaprovação. Quando a sociedade iguaraciense é chamada a classificar a gestão, Zeinha tem 21,8% de ótimo, 38,2% de bom, 23,2% de regular, 4,1% de ruim, 10,9% de péssimo e 1,8% que não opinaram.

Avaliação gestão
Classificação gestão

A pesquisa tem o número de identificação: PE-03509/2020. Foram 220 entrevistas realizadas no dia 25 de outubro. A margem de erro é de 6,6% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Nome da entidade que realizou a pesquisa: André Cavalcante Falabella LTDA – nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Nome do contratante: André Cavalcante Falabella LTDA – nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla.