Júnior Vaz é empossado para segundo mandato em Pedra
Por André Luis
No dia 1º de janeiro de 2025, o Clube Polimático Municipal da Pedra-PE foi o cenário da cerimônia de posse do prefeito reeleito Júnior Vaz, do vice-prefeito Tinan e dos novos vereadores. O evento contou com a presença de autoridades, familiares e cidadãos.
Durante a solenidade, Júnior Vaz fez um discurso expressando sua gratidão e reafirmando seu compromisso em dar continuidade aos projetos voltados para o desenvolvimento do município. Os vereadores também tiveram a oportunidade de compartilhar suas metas, destacando a importância da colaboração entre o legislativo e o executivo para o progresso da cidade.
“A cerimônia foi marcada pela assinatura do termo de posse, que simboliza a continuidade de um trabalho que rendeu a Júnior Vaz a reeleição com a maior vantagem da história política da Pedra. A atmosfera de união e entusiasmo foi palpável, evidenciando o desejo da população de participar ativamente dos avanços que a nova gestão promete oferecer”, destacou a assessoria.
Uma semana depois do assalto a Agência dos Correios de Itapetim, o ataque agora aconteceu contra o Banco do Brasil durante a madrugada de hoje. Foi mais uma ação contra a agência do município, que tem sido alvo fácil dos criminosos. Seriam cerca de vinte homens em dois carros e algumas motos. Segundo informações de […]
Uma semana depois do assalto a Agência dos Correios de Itapetim, o ataque agora aconteceu contra o Banco do Brasil durante a madrugada de hoje. Foi mais uma ação contra a agência do município, que tem sido alvo fácil dos criminosos. Seriam cerca de vinte homens em dois carros e algumas motos.
Segundo informações de Marcelo Patriota, falando ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, com Anchieta Santos, disparos com armamento pesado e explosões atingiram a agencia bancaria. Ao mesmo tempo em que atacavam o banco, homens armados disparavam contra a Companhia da PM e a Delegacia da Policia Civil. “Foram vários tiros com armamento pesado”, informou.
Alvos agora são os cofres das agências: Dos quatro caixas eletrônicos um foi explodido. Um cofre no interior do banco também foi atingido, mostrando a mudança no modus operante dos criminosos. Cofres geralmente tem maior numerário e dependem de uma única ação, ao contrário dos caixas eletrônicos. Os assaltantes conseguiram fugir com destino à Paraíba, já que a cidade de Livramento faz divisa com Itapetim.
Essa é a terceira ação contra a mesma agência, que é escolhida como alvo por ser fronteira com a Paraíba. Em 2012 no mês de maio aconteceu um dos episódios, com a Agência do Banco do Brasil arrombada no município ficando fechada durante 8 meses. Neste momento as policias de PE e PB se unem em diligências na caça aos assaltantes.
Dando sequência ao trabalho permanente de recuperação de estradas na zona rural, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira está atuando esta semana na recuperação das estradas que atendem à comunidade rural do Lajedo. Para o trabalho, a secretaria municipal de agricultura utilizou duas máquinas patrol, uma retroescavadeira, dois caminhões-caçamba e uma máquina enchedeira. O serviço […]
Dando sequência ao trabalho permanente de recuperação de estradas na zona rural, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira está atuando esta semana na recuperação das estradas que atendem à comunidade rural do Lajedo.
Para o trabalho, a secretaria municipal de agricultura utilizou duas máquinas patrol, uma retroescavadeira, dois caminhões-caçamba e uma máquina enchedeira. O serviço deverá ser concluído na próxima segunda (12), com a recuperação da estrada que liga o Lajedo à Laje do Gato.
De acordo com o secretário de agricultura de Afogados, Valberto Amaral, além da recuperação das estradas, a Prefeitura também instalou oito tubulações, com 400 mm cada, na represa de um açude. “Fizemos isso para impedir que, com a chegada das chuvas, a água escoe sem alagar esse trecho da estrada,” afirmou Valberto.
Ainda na próxima semana, equipes e máquinas da Prefeitura de Afogados irão atuar na recuperação das estradas da comunidade rural do São João Velho.
Prefeito também disse que ainda não recebeu recursos federais para o enfrentamento a pandemia. O Prefeito Sebastião Dias comunicou nesta quarta-feira (06.05), durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que tudo que foi investido até agora no combate ao Coronavírus, teve a responsabilidade do tesouro municipal. “Dos R$ 2,7 milhões anunciados para […]
Prefeito também disse que ainda não recebeu recursos federais para o enfrentamento a pandemia.
O Prefeito Sebastião Dias comunicou nesta quarta-feira (06.05), durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que tudo que foi investido até agora no combate ao Coronavírus, teve a responsabilidade do tesouro municipal.
“Dos R$ 2,7 milhões anunciados para a nossa cidade até o momento, seguimos esperando a chegada desse dinheiro.”
O Prefeito Poeta adiantou que o recurso basicamente será utilizado na aquisição de EPIS , respiradores e medicamentos.
Ele elogiou o desdobramento de toda equipe de saúde envolvida a partir das barreiras sanitárias e em todo trabalho de prevenção contra o Covid-19.
A respeito do encontro com representantes de partidos, empresários, vereadores e lideranças religiosas onde teria anunciado o secretário de Administração Flávio Marques como o seu candidato a prefeito para sucessão municipal, Sebastião Dias informou que a reunião fazia parte de um calendário planejado no início do ano e paralisado por causa da pandemia.
“Flávio tem experiência na administração pública e está preparado para governar o nosso município. Tem história, tem a nossa confiança e a confiança de todos que estavam na reunião. A resistência por ele estar no PT foi vencida.”
O prefeito disse que poderia ter levado Flávio Marques com ele para o PSB o seu futuro partido, mas entende a livre escolha do secretário e o PT foi parceiro de suas duas gestões.
Dias disse respeitar outros nomes apresentados pela sigla como Djalma das Almofadas e Aristóteles Monteiro e que ainda conversará com o Deputado Federal Carlos Veras para comunicar sua decisão em favor de Flávio Marques.
O prefeito considerou dialogar com o vice-prefeito José Amaral e o ex-prefeito Rosaldo Sampaio (Mano) pai da vereadora Maria Nely, em defesa da unidade do bloco governista.
A jovem Thayanne Pereira(foto) será a representante de Serra Talhada no Miss Pernambuco Teen, que acontecerá na cidade de Palmares neste fim de semana, 30 de agosto. Este tipo de concurso reúne garotas de 14 a 17 anos de idade de todo o Estado. Segundo Romildo Duarte, coordenador do Miss e Mister Serra Talhada, o […]
A jovem Thayanne Pereira(foto) será a representante de Serra Talhada no Miss Pernambuco Teen, que acontecerá na cidade de Palmares neste fim de semana, 30 de agosto. Este tipo de concurso reúne garotas de 14 a 17 anos de idade de todo o Estado.
Segundo Romildo Duarte, coordenador do Miss e Mister Serra Talhada, o mesmo frisa que o objetivo é eleger a mulher e menina mais bonitas, além de utilizar a beleza e o título dessas representantes para difundir as causas ambientais e, principalmente, a necessidade de conservação dos mais diversos cenários ecológicos brasileiros”, ainda de acordo com Duarte essa é a primeira vez que Serra Talhada tem uma representante nessa modalidade.
Ainda menciona o coordenador que mesmo sendo nova a nossa representante tem muita experiência no ramo de concursos de beleza, pois já participou de vários concursos na cidade e região, ainda acrescenta que Thayanne tem 17 anos, 1,77m, estuda 3º ano do segundo grau na Escola Técnica Clóvis Nogueira e pretende fazer vestibular para jornalismo, conclui.
Do Uol Nesta semana, o governo de Dilma Rousseff (PT) teve momentos de alegria e de tristeza no Congresso Nacional: a aprovação da chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Bengala nesta terça-feira (5) foi mais uma das derrotas, enquanto a aprovação da MP (Medida Provisória) do ajuste fiscal foi uma apertada vitória. Os […]
Nesta semana, o governo de Dilma Rousseff (PT) teve momentos de alegria e de tristeza no Congresso Nacional: a aprovação da chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Bengala nesta terça-feira (5) foi mais uma das derrotas, enquanto a aprovação da MP (Medida Provisória) do ajuste fiscal foi uma apertada vitória. Os destaques que mudariam o texto também foram rejeitados.
Em pouco mais de quatro meses de segundo mandato, e três sob o novo Parlamento, a petista já encarou sete grandes derrotas no Legislativo e só garantiu três vitórias, de acordo com um levantamento do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).
Veja qual foi o balanço das principais votações no Congresso no segundo mandato de Dilma até agora:
Derrotas
PEC do Orçamento Impositivo: Em um ano em que o governo tenta aprovar o ajuste fiscal e recomenda austeridade, a Câmara aprovou uma norma que obriga o governo a pagar emendas parlamentares. O texto também prevê um aumento gradual do percentual da receita da União a ser destinado à saúde. A PEC já foi promulgada.
Terceirização: a Câmara aprovou um projeto de lei que amplia a terceirização no mercado de trabalho. A proposta autoriza que sejam contratados trabalhadores terceirizados para as atividades-fim, ou seja, as principais atividades da empresa. O governo e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) são contra o projeto. A própria presidente Dilma se encontrou com as centrais sindicais e se posicionou contra a ampliação da tercerização. O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado.
PEC da Bengala: a Câmara aprovou uma emenda à Constituição que eleva a aposentadoria obrigatória do STF (Supremo Tribunal Federal) de 70 para 75 anos. A proposta tira da presidente Dilma a indicação de cinco ministros da Suprema Corte que completariam 70 anos até o final de seu mandato. O texto segue agora para promulgação do Congresso.
Senado devolve MP: o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), devolveu ao Executivo a medida provisória que revisava as regras de desoneração da folha de pagamento de vários setores da economia. Como presidente da Casa, Renan tem a prerrogativa de não aceitar uma medida provisória durante o prazo de sua admissibilidade. A medida foi vista como um recado a Dilma de que o parlamentar estava insatisfeito com o governo.
PEC que reduz número de ministérios: A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou um projeto que limita o número de ministérios do Poder Executivo a 20 ministérios. Atualmente, há 38 pastas no governo federal. A proposta é de autoria do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e é defendida pelo PMDB – partido que ocupa atualmente 7 dos 38 ministérios, além da vice-presidência da República, que assumiu as funções de articulação política. O Palácio do Planalto é contrário ao projeto, mas foi vencido em uma votação apertada (34 a 31). A proposta ainda precisa ser debatida em uma comissão especial na Câmara e ser analisada em plenário, antes de ser votada no Senado.
PEC da redução da maioridade penal: uma proposta, que tramita na Câmara dos Deputados desde 2013, prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. Governo, o PT, o PSOL e o PCdoB são contra e tentaram obstruir a votação da admissibilidade do PEC, mas foram derrotados. A proposta está sendo analisada por uma comissão especial. Após essa fase, ainda precisa ser analisada pelo plenário da Câmara e pelo Senado.
Alteração da definição de trabalho escravo: a bancada ruralista conseguiu aprovar na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento Desenvolvimento Rural da Câmara um projeto que retira os termos “jornada exaustiva” e “condições degradantes de trabalho” da definição do crime de trabalho escravo no Brasil e altera o Código Penal. Na prática, o texto inviabiliza a PEC do trabalho escravo de 2014. O governo é contrário ao texto. A proposta ainda precisa ser apreciada por duas comissões e ir a votação no plenário da Câmara. Se aprovada, precisa ainda ser analisada pelo Senado.
Vitórias
Ajuste fiscal: A maior vitória do governo, até agora, foi a aprovação da MP 665, do chamado ajuste fiscal, na quarta-feira (6). O placar foi apertado: O texto passou por 252 votos a favor, 227 contra e uma abstenção. Os destaques, a maior parte vindos da oposição, foram rejeitados. O pacote de MPs visa reduzir o gasto público com previdência e benefícios sociais. O pacote fiscal tramita na Câmara e no Senado e foi recomendado pelo ministro Joaquim Levy (Fazenda), que tem participado com frequentes reuniões com parlamentares para convencê-los a aprovar as propostas. No entanto, ainda falta a votação da MP 664, que torna mais rigorosas as regras para concessão de pensão por morte.
Índice de correção do IR: o Congresso Nacional manteve o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) à correção de 6,5% na tabela do Imposto de Renda. A vitória do Palácio do Planalto, no entanto, foi apertada. Na Câmara, faltaram 18 votos para a rejeição do veto – eram necessários 257 para a derrubada e foram registrados 239.
Transgênicos nos rótulos: a Câmara dos Deputados aprovou um projeto da bancada ruralista que acaba com o símbolo de identificação dos alimentos transgênicos. A proposta exclui da Lei de Biossegurança e seus regulamentos a exigência da impressão de um “T” maiúsculo dentro de um triângulo amarelo nos alimentos que tenham presença de organismos geneticamente modificados em percentual superior a 1%. Apesar de petistas se posicionarem contra o projeto, o governo era a favor da proposta, de acordo com o Diap. O texto agora precisa ser analisado pelo Senado.
Votação ainda no páreo
Indexador da dívida dos Estados e municípios: a Câmara aprovou uma regra para garantir a execução da lei que troca o indexador das dívidas dos Estados e municípios no prazo de 30 dias. O projeto revisa e diminui a arrecadação do governo, por isso o Executivo pediu ao Congresso mais tempo para colocar a norma em vigor. Ao analisar a proposta, o Senado adiou a aplicação dos novos índices de cálculo das dívidas para 2016, atendendo a um apelo do ministro Joaquim Levy (Fazenda). Em abril, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), conseguiu uma autorização liminar da Justiça Federal para que a dívida da capital paulista com o governo federal seja paga com um novo índice de correção. O texto ainda voltará para a Câmara, que pode rejeitar ou aprovar as alterações feitas pelos senadores.
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