Júlio Cavalcanti volta a criticar nepotismo na gestão Madalena Brito
Por Nill Júnior
O deputado Júlio Cavalcanti foi à Tribuna para falar sobre o ato público que aconteceu em Arcoverde na última semana, promovido pelo vereador Luciano Pacheco, com o objetivo de protestar contra o nepotismo que se instalou na prefeitura do município. Vários segmentos da sociedade e os movimentos sociais se mobilizaram para combater essa prática.
“Eu, que já fui secretário no município, conheço de perto a estrutura administrativa de Arcoverde. Sei, por exemplo, que quando Zeca Cavalcanti era prefeito e entregou o governo à atual gestora havia pouco mais de 80 cargos comissionados. Mas hoje a prefeitura tem mais de 160 cargos – isso fora os contratos!”, afirmou o parlamentar.
O parlamentar disse, ainda, que vai acompanhar a ação do Ministério Público e demais órgãos de fiscalização, que receberam as denúncias ao final do ato público e tem a responsabilidade de apurar as denúncias e, se for o caso, estabelecer as penas para a administração.
Alguns dos nomes citados no levantamento da pesquisa do Instituto Múltipla no município de Tabira estiveram falando ao programa Cidade, da Rádio Cidade FM, na última quinta-feira (28), para fazerem uma análise dos números. Presentes no estúdio para fazer essa avaliação estavam o advogado Flávio Marques, o vice-prefeito Marcos Crente e a vereadora e presidente […]
Alguns dos nomes citados no levantamento da pesquisa do Instituto Múltipla no município de Tabira estiveram falando ao programa Cidade, da Rádio Cidade FM, na última quinta-feira (28), para fazerem uma análise dos números.
Presentes no estúdio para fazer essa avaliação estavam o advogado Flávio Marques, o vice-prefeito Marcos Crente e a vereadora e presidente do PT tabirense, Socorro Veras. A prefeita Nicinha Melo também foi convidada, mas segundo o secretário de administração, ela não quis comentar os números.
Entre as falas, chamou atenção um trecho do vice-prefeito Marcos Crente que disse que os números apresentados pelo Instituto Múltipla são verdadeiros e correspondem à realidade.
O que leva Marcos a fazer essa afirmação, segundo ele, é que o próprio também já mandou fazer pesquisa para consumo interno e os números do seu levantamento batem com os números apresentados pelo Múltipla na quinta-feira. As informações são do Instagram da Rádio Cidade FM Tabira.
Os prefeitos eleitos de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB) e de Itapetim, Adelmo Moura (PSB) são os convidados do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, na série que tem escutado prefeitos eleitos da região. Eles falam sobre os desafios de gerir duas das mais importantes cidades do Alto Pajeú, a partir de 1 […]
Os prefeitos eleitos de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB) e de Itapetim, Adelmo Moura (PSB) são os convidados do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, na série que tem escutado prefeitos eleitos da região. Eles falam sobre os desafios de gerir duas das mais importantes cidades do Alto Pajeú, a partir de 1 de janeiro.
Vencedor nas eleições do último dia 2, Evandro bateu o petista Romério Guimarães (PT) na disputa mais acirrada do Pajeú. Já Adelmo teve uma eleição tranquila, apoiado pelo atual prefeito, Arquimedes Machado, que decidiu não disputar a reeleição.
O programa busca saber o que os dois farão por duas das cidades mais importantes do Alto Pajeú.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando AM 1500 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet nowww.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9658-0554.
Campanha de ex-prefeito de 2012 era investigada por desdobramento da Lava Jato Do Correio do Povo O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad foi indiciado pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de caixa dois para campanha eleitoral de 2012. Além dele, funcionários que participaram da corrida eleitoral também foram indiciados. As informações foram confirmadas ao […]
Campanha de ex-prefeito de 2012 era investigada por desdobramento da Lava Jato
Do Correio do Povo
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad foi indiciado pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de caixa dois para campanha eleitoral de 2012. Além dele, funcionários que participaram da corrida eleitoral também foram indiciados. As informações foram confirmadas ao jornal Folha de São Paulo pela PF.
A campanha de Haddad para a prefeitura de São Paulo já era investigada pela operação Cifra Oculta, um desdobramento da Operação Lava Jato que apura o pagamento, pela empreiteira UTC, de dívidas da chapa de Haddad referentes a serviços gráficos no valor de R$ 2,6 milhões.
Três delatores da Lava Jato afirmaram a policiais federais que o ex-deputado estadual Francisco Carlos de Souza teria recebido, por meio de gráficas ligadas a ele, R$ 2,6 milhões em propina da Petrobras para quitar dívidas da campanha de 2012 de Haddad.
O pedido para que o dinheiro fosse entregue à gráfica pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. De acordo com a Folha de São Paulo, o ponto de partida do inquérito foi a delação do proprietário da UTC Ricardo Pessoa.
Além de Haddad, foram indiciados o deputado Francisco Souza, João Vaccari Neto, o coordenador da campanha, Chico Macena, e outras três pessoas que trabalhavam para uma das gráficas investigadas.
Do jornal O Globo Com um avanço de nove pontos percentuais em um mês, o temor da população com a corrupção financeira foi o tema que mais cresceu em maio e agora atinge 37% da população brasileira — valor acima da média mundial (26%). Os dados são da edição mais recente da pesquisa “What worries the […]
Com um avanço de nove pontos percentuais em um mês, o temor da população com a corrupção financeira foi o tema que mais cresceu em maio e agora atinge 37% da população brasileira — valor acima da média mundial (26%). Os dados são da edição mais recente da pesquisa “What worries the world“, do instituto Ipsos. Para Marcos Calliari, CEO da Ipsos, a alta reflete as consequências da revelação da fraude no INSS perante a opinião pública.
— Após um longo período em que a preocupação com corrupção estava razoavelmente estável, a fraude do INSS escancara desvios públicos com grande atenção — avalia.
A preocupação com a criminalidade permanece na liderança, tendo sido mencionada por 41% dos entrevistados. Ocorreu uma queda de cinco pontos percentuais em relação ao mês passado. O Ipsos aponta que o número — superior aos 33% da média global — reflete um “cenário marcado por episódios recorrentes de violência urbana, como ataques a comércios no Rio de Janeiro e o aumento de furtos em grandes capitais”.
O tema da saúde aparece numericamente em terceiro, com 36%, em um cenário de estabilidade. O panorama reflete o resultado da chegada do inverno e o avanço de doenças respiratórias, “que têm sobrecarregado o atendimento médico em diversas regiões”, ainda de acordo com o Ipsos. Já a inflação e a desigualdade social empatam com 33% das menções — ambas com leve queda em relação ao mês passado. Na comparação com os 12 meses anteriores, as preocupações que apresentaram maior crescimento foram corrupção e inflação.
No Brasil, 63% acreditam que o país está no caminho errado, percentual estável em comparação ao mês anterior.
Para Calliari, os dados globais mostram rupturas “importantes”.
Na Argentina, a preocupação com a desigualdade chegou ao maior nível em dez anos (46%), em meio à pressão social diante das medidas de ajuste fiscal. Na França, o temor com a criminalidade voltou a crescer (5 pontos percentuais), impulsionado por episódios de violência urbana. E, nos Estados Unidos, preocupações com impostos (pelas novas tarifas impostas pelo presidente Donald Trump) e com imigração são as que mais subiram no mês, enquanto inflação segue como a mais mencionada.
A pesquisa “What worries the world” foi realizada por meio de um painel on-line aplicado a 24.737 pessoas de 29 países, no período de 25 de abril e 9 de maio. No Brasil, foram cerca de mil respondentes entre 16 e 74 anos.
O Ipsos pondera que, no país, a amostra não corresponde necessariamente a um retrato da população brasileira, mas sim a uma parcela mais “conectada”, mais concentrada em centros urbanos e com poder aquisitivo e nível educacional mais elevados do que a média nacional.
Blog do Camarotti O silêncio do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, nesses primeiros sete dias desde que foi confirmado pelo presidente Jair Bolsonaro como substituto do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, aumentou de forma exponencial a expectativa em Brasília diante da primeira entrevista coletiva dele, finalmente, prevista para esta quarta-feira (22). Nessa primeira semana, as […]
O silêncio do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, nesses primeiros sete dias desde que foi confirmado pelo presidente Jair Bolsonaro como substituto do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, aumentou de forma exponencial a expectativa em Brasília diante da primeira entrevista coletiva dele, finalmente, prevista para esta quarta-feira (22).
Nessa primeira semana, as dúvidas só aumentaram em relação ao combate à pandemia do novo coronavírus, principalmente quando o país já estava se acostumando a uma rotina de transparência com coletivas diárias da equipe técnica do Ministério da Saúde.
Do dia 16 de abril, quando apareceu ao lado de Bolsonaro no Planalto, até esta quarta, o país só acompanhou monólogos do ministro em ambientes controlados, seja em dois pequenos discursos no Palácio do Planalto ou em rápidas transmissões gravadas via internet.
Nesta terca-feira (21), o ministro recebeu um treinamento para conceder entrevistas.
Nesse pequeno período, muitas perguntas se acumularam em plena pandemia. Esse hiato – apenas com informações controladas – foi uma eternidade para quem acompanha com preocupação o avanço do coronavírus.
Algumas questões sem respostas:
Qual a posição do ministro em relação à participação de Jair Bolsonaro em aglomerações ocorridas neste fim de semana?
Quando os testes para diagnóstico do coronavírus chegarão ao Brasil?
O isolamento social permanece até a execução dessa testagem em massa ou, independente dos testes, haverá uma flexibilidade acelerada do isolamento como Bolsonaro tem cobrado publicamente do ministro da saúde?
Uma outra questão ainda não respondida é sobre a influência do Palácio do Planalto na nova gestão do Ministério da Saúde. Tudo indica que o secretário-executivo da pasta será o general Eduardo Pazuello, muito elogiado entre os colegas do Exército pela capacidade na operação logística.
Porém, a confirmação de Pazuello indica um controle maior do próprio Bolsonaro nas ações do ministério? Não seria normal que Teich tivesse mais liberdade para montar sua equipe?
São perguntas e mais perguntas que ficaram sem resposta nesses últimos dias.
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