Julgamento do STF : Dirceu fica preso até março de 2015; Delúbio e Genoino devem sair neste ano
Por Nill Júnior
Do UOL
Com a absolvição das acusações de formação de quadrilha no STF (Supremo Tribunal Federal), os réus do núcleo político do mensalão devem deixar as prisões entre o segundo semestre deste ano e março de 2015. O ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-presidente do partido José Genoino começaram a cumprir as penas em novembro de 2013.
Condenado a sete anos e 11 meses por corrupção ativa no semiaberto, Dirceu poderá progredir para o regime aberto após cumprir um ano e quatro meses, completados em março de 2015. A conta não leva em consideração a remição, quando o detento tem a pena abreviada por trabalhar ou estudar enquanto cumpre pena.
A Lei de Execução Penal prevê que, a cada três dias trabalhando ou 12 horas de estudo, haja o desconto de um dia do tempo total de condenação, a chamada remição de pena.
Dirceu está detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde realiza trabalhos na biblioteca da instituição. Se continuar trabalhando, o ex-ministro poderá pedir para deixar a prisão antes de março de 2015.
O ex-ministro está em uma ala da Papuda destinada a condenados em regime semiaberto. Como não conseguiu, até agora, autorização para trabalhar, ele permanece recluso em tempo integral.
Genoino e Delúbio : Entre os réus do núcleo político, Genoino teve a menor pena total, de 4 anos e 8 meses em regime semiaberto, pelo crime de corrupção ativa.
O ex-deputado, no entanto, permanece em prisão domiciliar por conta de problemas de saúde. Genoino poderá migrar do regime semiaberto para o aberto depois de nove meses de pena, ou seja, em agosto deste ano.
Já Delúbio, condenado a 4 anos e 8 meses também por corrupção ativa, em regime semiaberto, está detido no Centro de Progressão Penitenciária, em Brasília. Ele pode migrar ao regime aberto em dezembro de 2014, após um ano e um mês de pena.
Como o petista está trabalhando no escritório da CUT (Central Única dos Trabalhadores) em Brasília, ele poderá deixar a prisão antes deste prazo.
A progressão de regime não é automática. Depende de pedido da defesa do detento e autorização do juiz da Vara de Execuções Penais, que avalia o histórico e o comportamento do preso.
No regime aberto, o apenado tem que passar as noites em casa e só pode sair para trabalhar ou estudar.
No semiaberto, o detento trabalha durante o dia em colônias penais agrícolas ou industriais –ou estabelecimentos similares– e passa a noite na prisão.
Decisão permite retomada de perfis registrados no TSE, participação em debates e repasses do Fundo Eleitoral. O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou, nesta terça-feira (1º), a campanha digital de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência da República. A nova decisão flexibiliza as restrições impostas anteriormente e permite que a chapa presidencial […]
Decisão permite retomada de perfis registrados no TSE, participação em debates e repasses do Fundo Eleitoral.
O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou, nesta terça-feira (1º), a campanha digital de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência da República.
A nova decisão flexibiliza as restrições impostas anteriormente e permite que a chapa presidencial do Missão volte a realizar propaganda eleitoral por meio de sites, blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, desde que os endereços estejam devidamente registrados no sistema da Justiça Eleitoral.
Toffoli também liberou Renan para participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.
A decisão autoriza ainda a retomada dos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e a realização de despesas com recursos eventualmente já transferidos à candidatura.
O ministro determinou também que as plataformas digitais restabeleçam o funcionamento dos perfis do candidato abrangidos pela decisão. Nesta terça-feira (1º), Meta e TikTok haviam informado ao TSE que retiraram do ar perfis de Renan citados na decisão anterior.
A restrição havia sido adotada no contexto da análise do pedido de registro da candidatura do Missão. Toffoli apontou anteriormente problemas relacionados à informação de perfis utilizados para propaganda eleitoral na internet.
Com a nova decisão, a campanha poderá voltar a utilizar os endereços eletrônicos já registrados oficialmente na Justiça Eleitoral.
A análise do registro da candidatura de Renan Santos ainda segue no TSE.
Fonte: G1
Foto: Reprodução
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Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações […]
Candidato à Presidência afirma que novos elementos envolvendo o ministro e Daniel Vorcaro tornam inviável sua permanência no STF.
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu, nesta terça-feira (1º), a renúncia do ministro Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação representa mais um desdobramento político das revelações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master.
“Isso é muito grave. Eu acho que o Alexandre de Moraes deveria renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem a menor condição de continuar sendo ministro do Supremo”, afirmou Flávio antes de uma sessão da Comissão de Segurança Pública do Senado.
A declaração ocorreu após a divulgação de informações sobre o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
Segundo a reportagem, metadados de uma versão do documento enviada por WhatsApp a Vorcaro indicam que o arquivo passou por edição de um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.
O próprio escritório de Viviane confirmou que Moraes teve acesso à minuta. Em nota, a banca afirmou que consultou o ministro, na condição de marido da sócia-diretora, para verificar a existência de possíveis impedimentos legais para a contratação. Segundo o escritório, não foi identificado impedimento, e Moraes nunca julgou causa envolvendo o Banco Master.
Flávio Bolsonaro, entretanto, afirmou que os novos elementos levantam suspeitas sobre eventual atuação do ministro em favor de Vorcaro.
“Tudo sugere que há uma proteção de Moraes dada ao Vorcaro”, declarou o candidato. A afirmação é uma acusação de Flávio e não representa conclusão das investigações.
As declarações ocorrem no mesmo dia em que vieram a público novos detalhes das mensagens encontradas no celular de Vorcaro. Parte do material mostra contatos atribuídos a Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão do ex-banqueiro.
Como o Blog do Nill Júnior mostrou nas reportagens anteriores sobre o caso Master, a Polícia Federal busca esclarecer se Vorcaro teve acesso antecipado a informações sobre medidas que seriam adotadas contra ele e qual teria sido a origem desses dados.
O ministro André Mendonça encaminhou os novos elementos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e avalia os próximos passos relacionados à possível inclusão de Moraes na investigação.
Até o momento, não há conclusão de que Alexandre de Moraes tenha cometido crime. A existência do contrato, o acesso do ministro à minuta e as mensagens analisadas pela PF integram um conjunto de fatos que ainda está sob apuração.
Fonte: Diário do Poder / CNN Brasil
Foto: Divulgação/Charles Vieira
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Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem. A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem […]
Ministro aguarda manifestação da PGR antes de decidir se avança com iniciativa relacionada aos novos desdobramentos do caso Banco Master.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia pedir a abertura de uma investigação contra o também ministro Alexandre de Moraes, segundo fontes ouvidas pela reportagem.
A iniciativa ocorre após novos elementos surgirem nas investigações envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, entre eles informações relacionadas a contatos atribuídos ao ex-banqueiro com Moraes nos dias anteriores à primeira prisão de Vorcaro.
Mendonça já solicitou esclarecimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) e aguarda a manifestação do órgão antes de definir os próximos passos. O ministro também pretende conversar com o presidente do STF, Edson Fachin, caso a iniciativa avance.
Nesta terça-feira (1º), Mendonça retirou o sigilo de parte da apuração relacionada ao material encontrado no celular de Vorcaro e defendeu que os novos elementos sejam analisados pelo plenário do Supremo.
Por envolver um integrante da própria Corte, uma eventual investigação deverá seguir procedimentos específicos dentro do STF. A manifestação da PGR será considerada antes de qualquer avanço formal.
Alexandre de Moraes contesta parte das informações atribuídas a conversas com Vorcaro. Até o momento, não há conclusão de que o ministro tenha cometido crime ou outra irregularidade.
Fonte: Diario de Pernambuco / Correio Braziliense
Foto: Luiz Silveira/STF
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Relatório da PF detalha contatos no período anterior à prisão do ex-banqueiro e registra mensagens de visualização única enviadas no próprio dia da detenção. Depois das suspeitas de fraudes financeiras que levaram o Banco Master à liquidação, as investigações ganharam uma nova frente com a análise de mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro e […]
Relatório da PF detalha contatos no período anterior à prisão do ex-banqueiro e registra mensagens de visualização única enviadas no próprio dia da detenção.
Depois das suspeitas de fraudes financeiras que levaram o Banco Master à liquidação, as investigações ganharam uma nova frente com a análise de mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro e atribuídas a contatos com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Como mostrou a primeira reportagem desta série, o caso começou com suspeitas de operações financeiras sem lastro, ativos superavaliados e outras irregularidades. Agora, a apuração busca esclarecer se Vorcaro teve acesso antecipado a informações sigilosas ou tentou recorrer a autoridades enquanto a Polícia Federal avançava sobre suas operações.
Um dos elementos que ganharam relevância está no relatório da PF sobre as comunicações mantidas em 17 de novembro de 2025, dia em que Vorcaro foi preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Segundo o documento, Moraes enviou ao banqueiro quatro mensagens no modo de visualização única, recurso do WhatsApp que faz com que o conteúdo desapareça após ser aberto. Os envios ocorreram às 8h16, 17h31, 20h21 e 20h23. As duas últimas mensagens foram remetidas poucas horas antes da prisão.
A Polícia Federal não conseguiu recuperar o conteúdo dessas quatro mensagens.
No mesmo dia, Vorcaro também enviou sucessivas mensagens ao interlocutor atribuído a Moraes. Pela manhã, falou sobre as tentativas de antecipar a venda do Master. À tarde, voltou a tratar das negociações e questionou se havia alguma novidade sobre as medidas que poderiam atingir o banco.
Às 17h26, por exemplo, Vorcaro perguntou se havia novidade e se tinha sido possível obter informação ou “bloquear” alguma medida. Cinco minutos depois, às 17h31, consta uma mensagem de visualização única enviada pelo ministro, cujo conteúdo não foi recuperado.
Já às 20h48, o banqueiro informou que estava a caminho de uma negociação com investidores estrangeiros. Pouco depois, seria preso pela Polícia Federal.
As informações ampliam os questionamentos sobre o grau de contato mantido entre Vorcaro e Moraes no momento em que a Operação Compliance Zero avançava.
Mensagens anteriores também chamaram atenção
Os contatos não se limitam ao dia da prisão. Em 15 de novembro de 2025, dois dias antes da detenção, Vorcaro questionou se deveria deixar o país. No dia seguinte, voltou a perguntar sobre a possibilidade de uma operação policial e sugeriu um encontro.
A Polícia Federal busca determinar se o ex-banqueiro recebeu antecipadamente informações sobre medidas sigilosas e, caso isso tenha ocorrido, de onde elas partiram.
Parte das comunicações encontradas no celular de Vorcaro era produzida como texto no bloco de notas, transformada em imagem e posteriormente enviada pelo WhatsApp no modo de visualização única, o que dificultava a recuperação posterior do conteúdo.
Moraes já contestou mensagens
Alexandre de Moraes já contestou anteriormente a atribuição de parte das mensagens encontradas no celular de Vorcaro.
Em manifestação divulgada em março, o ministro sustentou que determinados arquivos não estavam associados ao seu número de telefone. A identificação dos destinatários, o conteúdo das comunicações que desapareceram e o contexto completo dos diálogos permanecem, portanto, entre os pontos analisados pelas autoridades.
Contrato com escritório da esposa
Outro elemento relacionado ao caso envolve um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
Registros digitais analisados pela investigação indicariam participação de um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes” na edição de uma versão do documento.
A existência do contrato e eventual participação do ministro em sua análise não representam, isoladamente, comprovação de crime. O escritório sustenta que a contratação foi regular.
Caso chega à PGR
O ministro André Mendonça encaminhou informações relacionadas às mensagens à Procuradoria-Geral da República (PGR) e pediu manifestação do órgão. Também solicitou ao presidente do STF, Edson Fachin, uma sessão presencial do plenário para discutir os novos elementos.
Uma eventual investigação formal contra integrante do Supremo exige procedimentos específicos dentro da própria Corte.
Até o momento, não há conclusão de que Alexandre de Moraes tenha cometido crime. A apuração busca justamente esclarecer a autenticidade, o contexto e a relevância jurídica das comunicações.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o carrossel com imagens dos prints das mensagens que integram a apuração.
Novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e autoridades voltaram a colocar o Banco Master no centro do noticiário. Entenda como começou o caso e o que está sob investigação. As novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e mensagens atribuídas a conversas com o ministro Alexandre de Moraes voltaram a colocar o caso Banco Master em evidência. Diante […]
Novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e autoridades voltaram a colocar o Banco Master no centro do noticiário. Entenda como começou o caso e o que está sob investigação.
As novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro e mensagens atribuídas a conversas com o ministro Alexandre de Moraes voltaram a colocar o caso Banco Master em evidência. Diante dos novos desdobramentos, o Blog do Nill Júnior recapitula como começaram as investigações, quais são as principais acusações e como o banco chegou à liquidação.
No centro das apurações está Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A Polícia Federal investiga um suposto esquema que teria utilizado títulos de crédito falsos, operações financeiras sem lastro e ativos superavaliados para melhorar artificialmente a situação patrimonial da instituição e captar recursos no mercado.
As investigações começaram em 2024 e deram origem à Operação Compliance Zero. Segundo a Polícia Federal, uma das principais suspeitas é de que o Master tenha criado carteiras de crédito sem lastro e posteriormente negociado esses ativos com o Banco de Brasília (BRB).
Em termos simples, a suspeita é de que valores apresentados no balanço do banco como patrimônio ou créditos a receber não correspondiam integralmente a ativos com o valor e a segurança registrados.
Como funcionaria o esquema
Uma carteira de crédito reúne empréstimos concedidos por uma instituição financeira. Esses créditos podem ser negociados com outros bancos, que pagam determinado valor e passam a receber as parcelas dos devedores.
Esse tipo de operação é comum e legal. No caso Master, porém, a investigação apura se parte das carteiras negociadas correspondia a empréstimos sem lastro suficiente ou a operações que não existiam da maneira como eram apresentadas.
A PF também investiga a possível utilização de empresas, fundos e outros ativos para fazer recursos circularem entre diferentes estruturas financeiras enquanto determinados bens recebiam avaliações superiores ao seu valor efetivo.
A suspeita é de que essas operações ajudassem a produzir uma aparência de maior solidez financeira para uma instituição que enfrentava dificuldades de caixa.
O papel dos CDBs
Outro ponto importante são os Certificados de Depósito Bancário, os CDBs.
Na prática, ao comprar um CDB, o investidor empresta dinheiro ao banco e recebe juros em troca. O Master ganhou espaço no mercado oferecendo remunerações acima das praticadas por diversas instituições concorrentes.
Parte desses investimentos era protegida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), respeitados os limites previstos pelas regras da entidade.
A investigação busca esclarecer se, enquanto captava grandes volumes de recursos com esses títulos, o banco já enfrentava problemas para sustentar suas operações.
Fraudes bilionárias sob investigação
Em fases anteriores da Operação Compliance Zero, as suspeitas relacionadas a títulos e operações financeiras chegaram à casa dos bilhões de reais.
Decisões judiciais também determinaram bloqueios e sequestros de grandes volumes de bens e valores pertencentes a investigados. Esses montantes, contudo, não representam necessariamente prejuízo comprovado: são medidas cautelares adotadas durante as investigações.
Por que o Banco Central liquidou o Master
Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e de instituições que integravam o conglomerado.
O BC apontou grave crise de liquidez, comprometimento da situação econômico-financeira e violações às normas do Sistema Financeiro Nacional.
Na prática, a liquidação encerrou as operações regulares do banco e colocou sua administração sob responsabilidade de um liquidante encarregado de organizar ativos, dívidas e pagamentos aos credores.
A decisão administrativa do Banco Central é diferente da investigação criminal e não representa, por si só, condenação dos antigos controladores.
Vorcaro e o avanço das investigações
Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez em novembro de 2025, quando tentava embarcar em um jato particular no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Com o avanço das investigações, o caso deixou de envolver apenas suspeitas de fraudes bancárias. A Polícia Federal passou a apurar também possíveis crimes de lavagem de dinheiro, corrupção, obtenção irregular de informações sigilosas e tentativas de interferência nas investigações.
Foi justamente nesse contexto que novas mensagens extraídas do celular de Vorcaro passaram a levantar questionamentos sobre contatos mantidos pelo ex-banqueiro com autoridades.
Esses novos elementos abrem uma segunda frente do caso e passaram a envolver diretamente o Supremo Tribunal Federal.
Na segunda reportagem desta série, o Blog do Nill Júnior explica o que mostram as mensagens atribuídas a conversas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes e por que elas chegaram à Procuradoria-Geral da República e ao plenário do STF.
Daniel Vorcaro nega irregularidades, e sua defesa afirma que ele vem colaborando com as autoridades. As investigações continuam em andamento.
Fonte: G1 / Agência Brasil
Foto: Reprodução
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