José Patriota visita o Ibama para tratar da Cadeia Produtiva da Construção Civil no Pajeú
Por André Luis
O deputado estadual José Patriota (PSB) esteve nesta terça-feira (20) na Superintendência do Ibama em Pernambuco para discutir a mineração destinada à construção civil na região do Pajeú.
“Estamos visitando os órgãos de regularização para assegurar que a construção civil na região continue seu desenvolvimento de maneira sustentável”, destacou o parlamentar. “Essa atividade é um importante motor econômico e social para os municípios, gerando emprego e renda”, complementou.
Durante a reunião, José Patriota se encontrou com a superintendente substituta do órgão, Lisânia Rocha Pedrosa, e o chefe do Núcleo de Fiscalização, Amaro César. O objetivo do encontro foi buscar o apoio do Ibama para garantir que a mineração no Pajeú seja realizada de forma responsável, respeitando as normas ambientais.
Acompanhando de Patriota, estiveram presentes o presidente da Cooperativa de Mineração União do Pajeú, Evaldo Genoíno, e o membro do conselho fiscal, Macione Nascimento. Também participaram da reunião a advogada especialista em Direito Ambiental, Anne Cabral, e o assessor Alexandre Morais.
A construção civil desempenha um papel fundamental no crescimento e progresso da região do Pajeú, e a busca por um equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental é uma preocupação constante do mandato do deputado José Patriota.
Ao estabelecer parcerias com as CDLs locais e buscar o apoio de órgãos, como o Ibama, o objetivo é promover a mineração responsável, que seja benéfica para a comunidade e respeite os princípios de sustentabilidade.
A Promotoria de Justiça de Carnaíba, em conjunto com as Polícias Civil, Militar e o Detran, deflagaram grande operação de combate à criminalidade no trânsito das cidades de Carnaíba e Quixaba, segundo nota ao blog. Trata-se de operação com intuito de combater os crimes de trânsito e os possíveis ilícitos praticados na divisa PE/PB. A […]
A Promotoria de Justiça de Carnaíba, em conjunto com as Polícias Civil, Militar e o Detran, deflagaram grande operação de combate à criminalidade no trânsito das cidades de Carnaíba e Quixaba, segundo nota ao blog.
Trata-se de operação com intuito de combater os crimes de trânsito e os possíveis ilícitos praticados na divisa PE/PB.
A operação logrou êxito na abordagem de 27 condutores, onde 18 foram autuados, 28 notificações aplicadas, 4 CRLVs recolhidos, 7 motocicletas removidas para o pátio e várias abordagens em bares e transeuntes com atitudes suspeitas.
Segundo o Promotor de Justiça de Carnaíba Ariano Tércio Silva de Aguiar, que esteve participando da operação a união das forças de segurança pública estão resultando na diminuição da criminalidade nos Municípios de Carnaíba e Quixaba.
“As forças de segurança contam com o apoio ministerial para desempenharem suas atividades com tranquilidade e zelo”, concluiu.
Depois da BR 232, a governadora Raquel Lyra (PSDB) oficializou a transferência da BR-235, no Sertão do Estado, para a União. A rodovia liga os estados de Sergipe e Pará, e tem um trecho de 22 quilômetros que divide a cidade de Petrolina e o estado da Bahia, que foi cedido ao Governo de Pernambuco […]
Depois da BR 232, a governadora Raquel Lyra (PSDB) oficializou a transferência da BR-235, no Sertão do Estado, para a União.
A rodovia liga os estados de Sergipe e Pará, e tem um trecho de 22 quilômetros que divide a cidade de Petrolina e o estado da Bahia, que foi cedido ao Governo de Pernambuco e transformado em PE-647.
A via é de extrema importância na região, por dar acesso ao Aeroporto Senador Nilo Coelho, mas era alvo de muitas críticas pela má conservação no trecho que era de responsabilidade do Estado.
Recentemente, Raquel Lyra enviou um Projeto de Lei para formalizar que a rodovia retornasse para a gerência da União. A proposta foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pela chefe do Executivo.
A sanção foi publicada hoje (9), no Diário Oficial. Em 2021, o então governador Paulo Câmara batizou a PE-647 como Rodovia Governador Joaquim Francisco de Freitas Cavalcanti, em homenagem ao ex-governador que tinha falecido naquele ano. Com a devolução à União, a estrada voltará a se chamar BR-235.
Em 7 de dezembro de 2015 – Presidente nacional do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, enviou uma carta à presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (7) na qual apontou episódios que demonstrariam a “desconfiança” que o governo tem em relação a ele e ao PMDB. A mensagem, segundo a assessoria da Vice-Presidência, foi enviada […]
Em 7 de dezembro de 2015 – Presidente nacional do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, enviou uma carta à presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (7) na qual apontou episódios que demonstrariam a “desconfiança” que o governo tem em relação a ele e ao PMDB.
A mensagem, segundo a assessoria da Vice-Presidência, foi enviada em “caráter pessoal” à chefe do Executivo. Ainda de acordo com assessores, “em face da confidencialidade” da correspondência, Temer “surpreendeu-se com sua divulgação”.
Leia abaixo a íntegra da carta obtida pela GloboNews:
São Paulo, 07 de Dezembro de 2.015.
Senhora Presidente,
“Verba volant, scripta manent”. (Palavras ditas voam. A escritas permanecem)
Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.
Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.
Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.
Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.
Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.
Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.
Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim, Gera desconfiança e menosprezo do governo.
Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.
1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.
2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.
3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.
4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas “desfeitas”, culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta “conspiração”.
5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.
6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.
7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.
8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden – com quem construí boa amizade – sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da “espionagem” americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;
9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.
10. Até o programa “Uma Ponte para o Futuro”, aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.
11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.
Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.
Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), se reuniu com a base de apoio político durante o Tributo a Virgulino, realizado neste domingo (6), no Sítio Passagem das Pedras. A informação é de Francys Maya. O encontro contou com a presença de praticamente toda a bancada governamental. Estiveram ao lado da gestora dos vereadores […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), se reuniu com a base de apoio político durante o Tributo a Virgulino, realizado neste domingo (6), no Sítio Passagem das Pedras. A informação é de Francys Maya.
O encontro contou com a presença de praticamente toda a bancada governamental. Estiveram ao lado da gestora dos vereadores Alice Conrado, Juliana Tenório, Ronaldo de Dja, Romério do Carro de Som, Rosimério de Cuca, Gin Oliveira, Antônio Rodrigues, Gilliard Mendes, Tércio Siqueira, Zé Raimundo, Pinheiro de São Miguel, Manuel Enfermeiro e André Maio. A única ausência registrada foi o vereador Jaime Inácio, que justificou o impedimento.
Durante o encontro, Márcia Conrado agradeceu o apoio dos parlamentares. “Seguimos firmes, de mãos dadas, demonstrando que o grupo está unido no prol do desenvolvimento de Serra Talhada”, afirmou a prefeita.
Da redação: a reunião aconteceu poucas horas antes da votação das contas de 2019 de Luciano Duque, cujo TCE recomendou aprovação com ressalvas. A reunião indica a reunião da bancada, convidando um eleitor para a reunião das contas.
Serra Talhada viveu uma noite histórica com a assinatura da Ordem de Serviço para a revitalização da Praça Sérgio Magalhães, cartão postal central da Capital do Xaxado. Em fevereiro, o projeto havia sido aprovado pela Caixa Econômica Federal. A assinatura da Ordem de Serviço contou com o prefeito Luciano Duque e sua equipe de governo, […]
Serra Talhada viveu uma noite histórica com a assinatura da Ordem de Serviço para a revitalização da Praça Sérgio Magalhães, cartão postal central da Capital do Xaxado. Em fevereiro, o projeto havia sido aprovado pela Caixa Econômica Federal.
A assinatura da Ordem de Serviço contou com o prefeito Luciano Duque e sua equipe de governo, o Deputado Federal Kaio Maniçoba, autor de emenda de R$ 975 mil para a obra, vereadores e correligionários, além da população e faz parte da festa de 167 anos de emancipação da Capital do Xaxado, comemorados hoje.
A nova praça terá iluminação funcional, áreas de paisagismo, ornamentação com vegetação típica da região e acessibilidade. O projeto está orçado em mais de R$ 1 milhão. A contrapartida da prefeitura será de R$ 84.926,92, equivalente a cerca de10% da obra.
História: Serra Talhada é a segunda cidade mais importante do Sertão de Pernambuco e o principal município do Sertão do Pajeú. É a segunda cidade que mais cresce no sertão pernambucano atrás apenas de Petrolina.
Serra Talhada era uma fazenda de criação pertencente ao português Agostinho Nunes de Magalhães. Recebeu este nome, Serra Talhada, devido ao fato de que perto do local há uma montanha cujo formato dá a ideia de que foi cortada a prumo.
Seu crescimento se deu em função de sua posição estratégica, no cruzamento das estradas de acesso à Paraíba, Bahia e Ceará. A Lei Provincial 52, de 19 de abril de 1838, mandou erigir a capela de Nossa Senhora da Penha da Serra Talhada em Pajeú de Flores.
Com a Lei Provincial nº 280, de 6 de maio de 1851, agregando a seu território a então Vila Bela e a Comarca de Flores, foi elevada à categoria de município.
Administrativamente, o município é formado pela sede e pelos distritos de Bernardo Vieira, Pajeú, Tauapiranga, Caiçarinha da Penha, Logradouro, Luanda, Santa Rita e Varzinha.
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