Notícias

José Ioni declara apoio à chapa de Zé Negão

Por Nill Júnior

O candidato a deputado federal Zé Negão (Podemos) recebeu neste final de semana o apoio do ex-vereador afogadense José Ioni, que confirmou também apoio ao deputado estadual João Paulo Costa e ao candidato a governador Miguel Coelho.

Membro de uma das famílias mais tradicionais de Afogados da Ingazeira, a família Almeida, José Ioni foi vereador por três mandatos na cidade.

Zé Negão avaliou a chegada de José Ioni ao grupo. “Estamos recebendo o apoio de mais uma importante liderança de Afogados da Ingazeira, o ex-vereador Zé Ioni, que chega para reforçar o nosso palanque, apoiando a nossa candidatura a federal, o nosso deputado estadual João Paulo Costa e o nosso governador Miguel Coelho. Zé Ioni foi um vereador atuante, sempre lutou pelo povo de Afogados, e tenho certeza que vai nos ajudar muito a partir de agora”, disse.

Outras Notícias

Bolsonaro faz participação digital em ato de Anderson Ferreira e Gilson Machado

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), marcou presença, neste domingo (3), em ato da pré-campanha de Anderson Ferreira (PL) ao Governo de Pernambuco, e de Gilson Machado (PL) ao Senado Federal, no Recife.  Bolsonaro participou do evento ao vivo, por meio de videochamada, e conversou com o público sobre as melhorias realizadas pelo Governo […]

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), marcou presença, neste domingo (3), em ato da pré-campanha de Anderson Ferreira (PL) ao Governo de Pernambuco, e de Gilson Machado (PL) ao Senado Federal, no Recife. 

Bolsonaro participou do evento ao vivo, por meio de videochamada, e conversou com o público sobre as melhorias realizadas pelo Governo Federal ao longo de sua gestão.

Entre as medidas apresentadas, Bolsonaro ressaltou a que ficou conhecida como Lei da Liberdade Econômica, que estabelece garantias de livre mercado e desburocratiza o ambiente administrativo por meio de regras claras e que estimulam a competitividade. 

O resultado da iniciativa, segundo o presidente, pode ser observado no último balanço divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no mês de junho, que apontou a menor taxa de desemprego no país desde 2016. Segundo o levantamento, o Brasil recuou 4,3% em um ano, uma queda maior do que nos países do G20.

“Enquanto muitos governadores praticaram o discurso do ‘fique em casa’, nós estávamos trabalhando e os resultados dos nossos esforços estão sendo colhidos. O Brasil conseguiu dar uma aula ao mundo sobre recuperação econômica”, disse o presidente Bolsonaro. 

“Chegamos em 2022 e entendo que agora há uma luta do bem contra o mal, entre quem luta pelo progresso e aqueles que defendem pautas como a liberação do aborto e das drogas e daqueles volumosos empréstimos feitos a ditaduras com o dinheiro do povo brasileiro”, acrescentou.

Anderson adotou um discurso forte, no qual falou sobre sua trajetória política, o desempenho enquanto gestor público e os reconhecimentos obtidos ao longo dos mandatos exercidos na Câmara dos Deputados e na Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes. 

Ao criticar a atual situação socioeconômica do estado, Anderson defendeu a atuação do governo Jair Bolsonaro em Pernambuco, e destacou o fortalecimento do Auxílio Brasil como uma das medidas que vai contribuir para a redução do quadro de desigualdades no país.

“A experiência me preparou para esse momento. Sei dos desafios, mas estamos preparados e motivados. Fui convocado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e estou ao lado do nosso pré-candidato ao Senado, Gilson Machado, nessa nova missão para resgatar dentro de cada pernambucano o orgulho de pertencer a essa terra. Simbora mudar Pernambuco”, disse Anderson Ferreira.

“Tive a honra e o privilégio de entrar para a vida pública a convite de um messias, o presidente Jair Messias Bolsonaro. E tenho muito orgulho de ter sido ministro do Turismo, assim como, hoje, me orgulho por estar aqui, ao lado do nosso pré-candidato a governador, Anderson Ferreira, e do nosso pré-candidato à reeleição, o presidente Jair Messias Bolsonaro, buscando um Pernambuco melhor e mais avanços para o Brasil”, pontuou Gilson Machado.

Petrolina: na agenda 40, Miguel Coelho defende unidade do partido

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) realizou, neste sábado (03), a tradicional Agenda 40 na capital do São Francisco. O evento reuniu lideranças locais dos socialistas e deu voz a segmentos da população para debater saúde, educação, transporte, acessibilidade, políticas de gênero entre outros assuntos. O encontro foi comandado pelo presidente do PSB de Petrolina, Miguel […]

Miguel Agenda1

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) realizou, neste sábado (03), a tradicional Agenda 40 na capital do São Francisco. O evento reuniu lideranças locais dos socialistas e deu voz a segmentos da população para debater saúde, educação, transporte, acessibilidade, políticas de gênero entre outros assuntos.

O encontro foi comandado pelo presidente do PSB de Petrolina, Miguel Coelho, que criticou a degradação do sistema de saúde municipal e pediu unidade das lideranças da oposição para superar as adversidades que a cidade enfrenta. “A reclamação que mais se ouviu aqui nesta Agenda 40 foi sobre o sistema de saúde. A população tem cobrado todos os dias isso. O resumo que podemos tirar de tudo que foi ouvido aqui e do que se vê nas ruas é que o povo de Petrolina quer mudar essa realidade. Mas é preciso fazer a união dos campos da oposição e para isso é necessário ter humildade.”

O presidente socialista ainda informou que, nos próximos meses, serão realizados outros 11 encontros na capital do São Francisco para fortalecer o partido. “Em pouco menos de dois meses já reunimos mais de 500 novos filiados. Vamos a todas as regiões de Petrolina para aproximar o partido aos bairros. Precisamos seguir o ensinamento de Miguel Arraes que era conhecer a base e ouvir o povo”, ressaltou o deputado estadual.

A Agenda 40 teve a participação de vereadores socialistas e prefeitos da região. O evento também contou com a presença do deputado federal Fernando Filho e do presidente da executiva estadual do PSB, Sileno Guedes.

Médico que atendeu Luiz Davi nega erro

O médico e diretor do hospital de Tabira Jéferson Beniz, esteve nessa quinta-feira (18) falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira, sobre o atendimento que fez a Luiz Davi. O médico disse que cumpre protocolos e o mesmo não exige a requisição de exames, caso o paciente não chegue à unidade […]

O médico e diretor do hospital de Tabira Jéferson Beniz, esteve nessa quinta-feira (18) falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira, sobre o atendimento que fez a Luiz Davi.

O médico disse que cumpre protocolos e o mesmo não exige a requisição de exames, caso o paciente não chegue à unidade com sinais de dengue. Segundo Jéferson, foi o caso de Luiz Davi que chegou ao hospital na sexta-feira febril e se queixando de dores na garganta.

Falando sobre o medicamento, ele disse que o Nimesulida só piora o quadro de dengue em caso de uso prolongado. “A piora aconteceu porque a carga viral era altíssima, e não por conta do remédio”, disse Dr. Jéferson.

Em relação ao atendimento ele afirmou que toda assistência foi dada no hospital de Tabira conforme manda o protocolo. Já em relação a Serra Talhada ele deixou uma interrogação no ar: “eu não sei o que foi feito lá. Ele saiu de Tabira vivo e chegou lá com vida”, disse.

Dr. Jéferson disse que o luto da família também é seu e revelou que foi ao cemitério nesta quarta-feira e acendeu uma vela no túmulo de Luiz Davi. Também disse que deseja ter um momento com os pais da criança para explicar sua conduta médica.

“Eu não errei, eu sei o que eu fiz”, disse ele acrescentando que não vai admitir desmerecimento, desrespeito ou desordem no serviço público. “Quem assim fizer, será penalizado”, afirmou.

Entenda porque a atual vazão da Adutora do Pajeú ameaça ainda mais distribuição

Caso quadro se agrave, sistema pode ser até paralisado para instalação de sistema de captação flutuante Hoje o blog noticiou que as cidades atendidas pela Adutora do Pajeú estão com risco de racionamento ainda maior. Não é difícil entender o porquê. O blog ouviu o Presidente do Conselho Municipal de meio Ambiente e integrante das […]

Captação da Adutora do Pajeú, em Floresta
Captação da Adutora do Pajeú, em Floresta

Caso quadro se agrave, sistema pode ser até paralisado para instalação de sistema de captação flutuante

Hoje o blog noticiou que as cidades atendidas pela Adutora do Pajeú estão com risco de racionamento ainda maior. Não é difícil entender o porquê. O blog ouviu o Presidente do Conselho Municipal de meio Ambiente e integrante das discussões da Câmara Consultiva Regional do Comitê de Bacias do São Francisco, Elias Silva.

Ele explica o quadro que afeta a captação no Lago de Itaparica. “A vazão de Sobradinho estava operando em 800m3/s. Foi reduzida a 750 e agora opera em 700 m3/s. Como Sobradinho é um lago estabilizador compromete o nível dos demais. Hoje a captação já é crítica, mas ainda não necessita de balsas flutuantes”.

Porém, acrescenta, é questão de tempo. “A captação opera com quatro bombas que garantem uma vazão média de 300m/s de partida para a Adutora. Devido a problemas com duas das bombas, a adutora parte com uma média de 170 m/s, quase metade do ideal”.  Em junho do ano passado, o blog já havia alertado para esse risco. Naquela época, a Compesa já fazia intervenções na área para evitar problema na captação. O nível já estava muito baixo, com a vazão em vazão de Sobradinho  a 900 metros cúbicos por segundo. Já foi de 1.300, 1.100 e 1.000. Está agora em 700.

Com isso, as cidades sofrem, pois  o que chega está em níveis bem abaixo do mínimo proposto para manter o abastecimento. Todas as cidades que dependem da Adutora para complementação ou como sistema principal são afetadas. Mas quão mais distante a cidade da captação, maiores as dificuldades, porque podem ocorrer outras intercorrências como problemas nas estações de bombeamento. A rede ainda é afetada pelos ramais, necessários para socorrer cidades em colapso total, como a última intervenção para atender Iguaraci, Ingazeira e Tuparetama. E olha que há cidades como Triunfo na fila esperando ramais.

Elias Silva, com a líder da tribo Pankara, Cacique Lucélia
Elias Silva, com a líder da tribo Pankara, Cacique Lucélia

No caso da Adutora ZéDantas, que auxilia cidades como Afogados e Carnaíba, os problema tem relação com danos causados por moradores ao longo da adutora que rompem a tubulação para ligações irregulares. “Isso motivou a Compesa a ter que paralisar o sistema pra identificar as falhas. Aí é o onde podemos sentir claramente essa deficiência da adutora do Pajeú”.

Elias Silva adverte: “Se a vazão de Sobradinho cair para 600 m3/s o sistema de captação será repensado. Aí teremos uma grande possibilidade de ter o sistema Pajeú paralisado por dias pra implantar as balsas de captação flutuantes”.

O quadro é grave em todo o Sertão do Estado. “Em Itacuruba, uma aldeia Pankara, na calha do São Francisco com mais de 500 índios está sem nenhuma fonte de acesso à água devido aos níveis e dificuldade de captação. O Comitê se sensibilizou e vai executar a obra”. Na foto, a Cacique Lucélia que implorou apoio a seu povo na reunião da CCR.

A esperança são as chuvas em Minas e na Bahia que estão começando a surgir. Mas o nível do reservatório está muito comprometido.

Associações se fortalecem no semiárido

Sebastião Araújo – Diário de Pernambuco As chuvas dos últimos meses têm contribuído para uma melhor vivência do homem do campo com o semiárido, mas sem elas o sertanejo ainda continua sofrendo com a estiagem. Para enfrentar as dificuldades durante o longo período de falta de chuva, o camponês tem procurado se beneficiarde tecnologias e […]

Sebastião Araújo – Diário de Pernambuco

As chuvas dos últimos meses têm contribuído para uma melhor vivência do homem do campo com o semiárido, mas sem elas o sertanejo ainda continua sofrendo com a estiagem.

Para enfrentar as dificuldades durante o longo período de falta de chuva, o camponês tem procurado se beneficiarde tecnologias e procedimentos apropriados ao contexto ambiental e climático, construindo processos de vivência na diversidade.

Neste sentido, em Carnaíba, as comunidades rurais têm buscado qualidade de vida e permanência na terra, desenvolvendo e se favorecendo de políticas de convivência com o semiárido.

Na Associação dos Trabalhadores Rurais do Sítio Antonico, no distrito de Ibitiranga, a 31 quilômetros da sede, os associados vivem do plantio de milho, feijão, macaxeira e fava. O presidente da associação, José Cordeiro Ramos, 48 anos, consegue escoar a produção para a vizinha Afogados da Ingazeira, além de comercializá-la no mercado local.

No ano passado, ele colheu 17 sacos de milho e nove de feijão. A expectativa de colheita este ano é maior devido às recentes chuvas. “Vamos colher mais”, diz a agricultora Maria do Socorro Silva Ramos, 44, mulher do presidente da associação. Juntos, se beneficiam também do plantio de palma e cana de açúcar, e da criação de galinhas e porcos. “O que não pode é a gente ficar em casa sem fazer nada. Na roça, a gente vê resultado”, pontua Maria do Socorro.

Leia a matéria completa clicando aqui