O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento no final da tarde desta sexta-feira (24) no qual afirmou que o ex-ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro disse a ele que aceitaria a substituição do diretor-geral da Polícia Federal, mas em novembro, depois de ser indicado para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal.
Mais cedo, nesta sexta, Sergio Moro anunciou demissão do cargo porque, segundo o ex-ministro, Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal ao decidir demitir o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo.
“Mais de uma vez, o senhor Sergio Moro disse para mim: ‘Você pode trocar o Valeixo sim, mas em novembro, depois que o senhor me indicar para o STF'”, declarou.
Para Bolsonaro, Moro tem compromisso “com o próprio ego”, “consigo próprio” e “não com o Brasil”.
Antes de fazer o pronunciamento, o presidente da República afirmou em uma rede social que iria restabelecer “a verdade” na fala à imprensa.
“Sabia que não seria fácil. Uma coisa é você admirar uma pessoa. A outra é conviver com ela, trabalhar com ela. Hoje pela manhã, por coincidência, tomando café com alguns parlamentares eu lhes disse: ‘Hoje, vocês conhecerão aquela pessoa que tem compromisso consigo próprio, com seu ego e não com o Brasil'”, declarou. As informações são do G1.
Colaborou Eunice Couto Os prefeitos tiveram mais uma pauta extensa na Assembleia Geral realizada nesta terça (16) na sede da Amupe. Possíveis parcerias com a Agência Pernambucana de Águas e Climas (APAC), informações sobre os Conselhos Municipais da Pessoa idosa, da Criança e do Adolescente e a atuação do exército na seca foram alguns dos […]
General Luiz Narvaz, comandante Militar do Nordeste trouxe um panorama da atuação do exército na Operação Carro Pipa
Colaborou Eunice Couto
Os prefeitos tiveram mais uma pauta extensa na Assembleia Geral realizada nesta terça (16) na sede da Amupe. Possíveis parcerias com a Agência Pernambucana de Águas e Climas (APAC), informações sobre os Conselhos Municipais da Pessoa idosa, da Criança e do Adolescente e a atuação do exército na seca foram alguns dos pontos tratados.
De acordo com Fernando Duarte, da APAC, existem recursos disponíveis para revitalização das bacias hidrográficas através de editais. O Fehidro disponibiliza verba para recuperação e revitalização das nascentes, já o programa “Janelas para o Rio” permite a construção de parques ambientais em áreas ribeirinhas.
O General Luiz Narvaz, comandante Militar do Nordeste trouxe um panorama da atuação do exército na Operação Carro Pipa, afirmando que a fiscalização é a principal preocupação. “Queremos assegurar que a água chegue para quem realmente necessita”. Atualmente, 779 municípios são atendidos em todo Nordeste por 6.721 carros pipas. Ele explicou ainda alguns aspectos da legislação que os prefeitos precisavam ficar atentos.
O presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Geraldo de Paula, falou da parceria que estava sendo formada com a Amupe para promover um seminário voltado para os contadores e servidores da área das prefeituras. O objetivo é esclarecer sobre os principais aspectos da nova contabilidade pública.
O conselheiro estadual do Direito da Criança e do Adolescente Nivaldo Pereira esclareceu algumas dúvidas sobre o novo processo de eleições unificadas para os Conselhos Municipais. Entre as principais mudanças, o mandato passa a ser de quatro anos podendo ser reconduzido por igual período (desde que seja através de eleições), os direitos trabalhistas que os conselheiros passam a ter e o período das eleições que passam a acontecer de forma unificada em todo país um ano após as eleições presidenciais. Todas as informações estão na documentação anexada no site da Amupe.
O tesoureiro da Amupe Eduardo Tabosa sugeriu que os prefeitos fizessem uma nota de apoio ao Governo do Estado na luta para trazer o Hub da TAM e da chilena LAM para Pernambuco. “Sem dúvida será uma grande conquista para o nosso estado”, afirmou, no que houve concordância de todos.
Por fim, o presidente José Patriota ressaltou a importância da parceria com o Sebrae e convidou aos presentes para participar do almoço de lançamento do Prêmio Prefeito Empreendedor, no Hotel Tulip.
Em visita à nova sede da Unidade Regional do Sertão do São Francisco (URSF), no município de Petrolina – PE, na manhã deste sábado (21), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Ricardo Essinger, já pôde conferir os primeiros passos do processo de integração do sistema que vai colocar sob uma […]
Em visita à nova sede da Unidade Regional do Sertão do São Francisco (URSF), no município de Petrolina – PE, na manhã deste sábado (21), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Ricardo Essinger, já pôde conferir os primeiros passos do processo de integração do sistema que vai colocar sob uma mesma gestão o Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Centro das Indústrias do Estado de Pernambuco (CIEPE) e Federação (FIEPE).
Depois de conhecer a estrutura de recepção, auditório e salas para pequenas reuniões da nova sede da unidade, o representante maior do setor industrial no estado, que veio na companhia do diretor administrativo, Felipe Coelho, fez uma avaliação positiva dos primeiros 90 dias de implantação do processo. “Começamos o projeto piloto de integração em Petrolina e Araripina e já temos como resultados uma área de eventos com mais sinergia, produtividade, agilidade, e o que é melhor, bem mais econômica”, adiantou.
Lembrando que o Sistema FIEPE tem ainda como base os pilares da eficácia e da transparência, Essinger frisou que já foi iniciada a segunda etapa dos trabalhos com a integração dos setores de comunicação e marketing.
“Na sequência, serão implantadas também as novas práticas nas áreas de Projetos em Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC. Como resultados objetivos teremos unicidade do atendimento especializado em cada uma das casas gerando melhores soluções para o setor produtivo e mais competitividade para a indústria pernambucana”, concluiu o presidente da FIEPE.
A nova sede da Unidade Regional do Sertão do São Francisco (URSF), fica no prédio do Senai, na Avenida Monsenhor Ângelo Sampaio, 267, bairro Vila Eduardo. (87) 3861-0554.
Sem alvoroço, os baldes vão sendo enfileirados. Um atrás do outro num silêncio tão incômodo quanto enganador. Confusão já houve muita. Ainda há. Já teve caso de ser preciso chamar a polícia para apartar a briga. Mas no começo daquela manhã de quarta-feira, a fila está comportada. As pessoas mal se falam. Vão chegando e […]
Sem alvoroço, os baldes vão sendo enfileirados. Um atrás do outro num silêncio tão incômodo quanto enganador. Confusão já houve muita. Ainda há. Já teve caso de ser preciso chamar a polícia para apartar a briga. Mas no começo daquela manhã de quarta-feira, a fila está comportada. As pessoas mal se falam. Vão chegando e esperando. Encostam suas vasilhas numa coreografia quase robotizada. É hora da humilhação de todo dia. De tentar juntar um resto de dignidade no balde vazio. Dessa vez, a caixa-d’água instalada na Rua Paulino Soares, em Itapetim, no Sertão do Estado, foi premiada. O moço do carro-pipa resolveu encher o reservatório todo. Coisa rara. Geralmente, abastecem só até a metade e vão embora. Talvez, por isso, o silêncio enganador. Naquele dia, de breve fartura, os baldes aguardavam pacientemente a sua vez.
Em Itapetim, o mato invadiu a barragem esturricada pela seca
Na Avenida Antônio Paes de Lira, no Alto da Boa Vista, município de Pedra, num Agreste tão seco e esturricado quanto o Sertão, não há calmaria. Nem aparente. Baldes nervosos, desesperados até, disputam instantes preciosos embaixo da torneira. Naquela manhã, completavam nove dias que a caixa-d’água instalada no meio da rua estava vazia. Nem uma gota d’água. No dia anterior, a dona de casa Silene Clemente da Silva, 39 anos, havia gasto os únicos R$ 40 que tinha para comprar água para os quatro filhos. Deixou vazio o botijão de gás para matar a sede. “Agora vou fazer o que para cozinhar?”, perguntava-se, entre uma e outra lata d’água na cabeça. Silene vive num regime de exceção. São mais de 100 mil pernambucanos que, iguais a ela, tiveram confiscado o direito a água encanada, pingando da torneira. Num Estado devastado pela seca, o Jornal do Commercio percorreu as oito cidades do Agreste e do Sertão que hoje dependem, exclusivamente, do carro-pipa para garantir a sobrevivência diária. No carimbo oficial, são os chamados “municípios em colapso”. Na vida real, uma nação em guerra por água.
Após três anos de estiagem, não é mais a vaca morta na estrada que impressiona. A maior parte do rebanho já havia sido dizimada em 2012, primeiro ano em que a chuva deixou de cair em Pernambuco. Lá atrás, o gado esquálido, abandonado para morrer à míngua, era uma imagem recorrente. E o homem do campo, com a colheita e os bichos perdidos, o mais sofredor. Agora é diferente. Já entrando no quarto ano de seca prolongada, as barragens deixaram de alimentar as torneiras das casas e nivelaram sítio e cidade numa mesma desolação. Muitas secaram completamente. Outras, como a de Jucazinho, localizada em Surubim, e que abastece cidades do Agreste, estão em nível crítico. Sem espaço para armazenar água, os moradores da área urbana sofrem até mais. Madrugam com baldes nas mãos à espera de um pouco de alento. Espreitam a sorte de ter água para lavar a roupa, a casa, os pratos. Tomar banho nem que seja uma vez só.
No Agreste, a reportagem visitou as cidades de Pedra, Venturosa, Poção, Jataúba e Alagoinha. Pelos caminhos do Sertão, andou por Itapetim, Brejinho e Triunfo. Foram 1.500 quilômetros para testemunhar o desespero diário pela água. A seca fez a desigualdade ficar ainda mais desigual: quem ainda tem dinheiro para comprar água vai enfrentando como pode. E quem não tem? A aposentada Sebastiana Gorete da Silva, 61, moradora de Alagoinha, já deixou de comprar comida para garantir água para a família. “Tenho seis filhos, cinco netos, criança ainda de colo em casa. A gente tem que escolher. Diminuir a feira, para sobrar algum dinheiro e poder limpar a casa e tomar banho”, conta. Não se gasta pouco. Dependendo do município, um carro-pipa, com sete mil litros, chega a custar R$ 200. O botijão com mil litros, R$ 20.
A saída encontrada pelo governo para matar a sede da população foi espalhar caixas-d’água pelas ruas das cidades. Em todas elas, os reservatórios azuis são a única fonte de quem não tem como pagar pela água que consome. Quando as caixas são abastecidas, não se sabe ao certo dia ou hora, crianças, adultos e velhos disputam balde a balde um pouco de esperança para levar para casa. No município de Pedra, João Guilherme mal consegue ficar em pé. Tem apenas 7 anos, mas já se incorporou ao exército sedento por água. Vai torto, balde para um lado, equilíbrio para o outro, carregando uma vasilha quase maior do que ele. A mãe, grávida de quatro meses, em nada pode ajudá-lo. O menino vai uma vez, vai outra. Consegue juntar pouco, mas é melhor do que nada. Em Itapetim, Maria do Socorro de Souza tem 75 anos e o corpo machucado pela vida. Vai carregar água escondida do filho. “Se ele souber que eu puxei esses baldes, reclama comigo. Mais tarde, vou ter que tomar remédio para dormir porque os ossos doem muito. Mas não tem outro jeito. Não tenho como comprar”, diz, resignada.
Quando a ajuda do governo não chega, o jeito é apelar para o céu. Na zona rural de Jataúba, Maria das Graças Teixeira, 38, tem uma cisterna no quintal. Mas o reservatório está praticamente vazio há um ano. A dona de casa, mãe de quatro filhos, correu atrás do Exército para conseguir um carro-pipa. Tentou uma vez, duas, três. Deixou pra lá. Vai se virando com o trocado do Bolsa Família. Mais sede do que vida. Ela nunca soube o que é água na torneira. “O que é isso? A gente aqui não tem direito a esses luxos, não, moça.” Sentada na cadeira de balanço, Maria das Graças espera por uma chuva que teima em não cair. “Tô esperando que Deus abra as portas do céu.”
O atendimento em mais de 15 especialidades médicas no novo ambulatório do Hospital Regional Ruy de Barros Correia foi anunciado no PE em Ação na cidade de Arcoverde. A unidade, inaugurada pelo governador Paulo Câmara recebeu um investimento de R$ 145 mil e terá capacidade para atender 3,4 mil pacientes de 13 municípios que compõem […]
O atendimento em mais de 15 especialidades médicas no novo ambulatório do Hospital Regional Ruy de Barros Correia foi anunciado no PE em Ação na cidade de Arcoverde. A unidade, inaugurada pelo governador Paulo Câmara recebeu um investimento de R$ 145 mil e terá capacidade para atender 3,4 mil pacientes de 13 municípios que compõem a VI Região de Saúde do Estado.
“É um compromisso do nosso Governo trabalhar sempre para garantir o melhor atendimento de saúde. A população de Arcoverde, agora, conta com uma estrutura bem equipada que ampliará muito e com a devida qualidade o serviço de saúde oferecido no município”, destacou.
A obra de implantação do equipamento contemplou a reforma do espaço físico e aquisição de equipamentos para o setor, que funcionava de forma temporária em um prédio externo ao hospital. A nova estrutura contará com seis consultórios médicos e oferecerá consultas nas especialidades de clínica médica, urologia, traumato-ortopedia, ginecologia obstétrica, cirurgia geral, cardiologia, dermatologia, hepatologia, pneumologia, endoscopia, endoscopia, colonoscopia e pediatria.
Além disso, os pacientes contarão com uma equipe multiprofissional, formada por enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos.
O ambulatório é destinado aos egressos do próprio hospital, ou seja, paciente que foram atendidos na emergência e precisam continuar o acompanhamento médico de forma ambulatorial, além de pacientes encaminhados pela Central de Regulação.
NOVA GESTÃO – Desde agosto de 2016, o Hospital Regional de Arcoverde é gerido pelo Hospital Tricentenário. Essa mudança foi fundamental para garantir uma melhor eficiência dos gastos, a qualificação da assistência, assim como a ampliação dos serviços.
O Ruy de Barros Correia aumentou em 234% a média de atendimento de urgência e emergência, realizando cerca de 10 mil atendimentos, por mês. Já o número de partos, teve um incremento de 50%, somando 240 partos/mês. Além disso, o hospital retomou em setembro a realização de cirurgias eletivas, que estavam suspensas desde o final de 2015.
O pré-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, compartilhou nas suas redes sociais sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD). O partido, sob a liderança do ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, representa uma escolha estratégica para Danilo em sua busca pela gestão do município. Com entusiasmo, Danilo destacou as razões […]
O pré-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, compartilhou nas suas redes sociais sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD). O partido, sob a liderança do ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, representa uma escolha estratégica para Danilo em sua busca pela gestão do município.
Com entusiasmo, Danilo destacou as razões por trás da sua decisão: “É com alegria e motivação que anuncio a minha filiação ao PSD, um partido forte, com expressiva representação no Congresso Nacional, liderado em Pernambuco pelo ministro André de Paula, e que participa dos governos Lula e Raquel Lyra.”
O pré-candidato enfatizou seu compromisso com um modelo de gestão que combina diálogo e determinação para impulsionar o futuro de Afogados da Ingazeira. Ele expressou sua intenção de manter os aspectos positivos da administração municipal, ao mesmo tempo em que busca novas conquistas para impulsionar o desenvolvimento da cidade.
Em suas declarações, Danilo Simões ressaltou a necessidade de uma gestão moderna e eficiente, almejando acelerar o progresso do município em direção a um futuro repleto de oportunidades para todos os cidadãos.
A movimentação política de Danilo Simões no contexto do PSD fortalece as expectativas para as próximas eleições municipais, adicionando uma nova dinâmica ao cenário político local.
Você precisa fazer login para comentar.