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Jailson Paixão diz que não quer mais ser candidato em Quixaba

Por Nill Júnior

O médico Jailson Paixão disse ao blogueiro Júnior Finfa que abandonou a política na cidade de Quixaba. Jailson se destacou por sua atuação médica no município e começou a ser cotado para disputar a prefeitura do município.

Enfrentou o candidato do ex-prefeito Zé Pretinho, Tião de Gaudêncio. Obteve 2.124 votos e foi superado pelo governista, que obteve 2.821 votos. A campanha foi marcada por episódios de violência. O médico diz ter sido ameaçado à época.

“Definitivamente, irreversivelmente não tenho nenhuma intenção de concorrer a nenhum cargo público”. Ele não disse os motivos. “Não vou sair do debate, gostamos da folia, porém não pretendo mais ser candidato. Como cidadão posso apoiar qualquer um, não tenho raiva de ninguém. Vou continuar a servir o povo como médico”. Ele trabalha no HR Emília Câmara e garante atender todos de quixaba sem distinção. “Vou tocar minha vida pessoal”.

Outras Notícias

Opinião: privatização da Eletrobrás é crime de lesa pátria

Por Heitor Scalambrini Costa* Cada dia que passa deparamos com as ações antipopulares e antidemocráticas de um (des)governo eleito pelo povo brasileiro, em um processo eleitoral repleto de questionamentos, e onde a internet teve um papel decisivo para os descalabros ocorridos. O arrependimento de quem votou nesta figura, até então sem nenhuma relevância no debate das […]

Por Heitor Scalambrini Costa*

Cada dia que passa deparamos com as ações antipopulares e antidemocráticas de um (des)governo eleito pelo povo brasileiro, em um processo eleitoral repleto de questionamentos, e onde a internet teve um papel decisivo para os descalabros ocorridos.

O arrependimento de quem votou nesta figura, até então sem nenhuma relevância no debate das questões nacionais, fica claro diante das últimas pesquisas de opinião. Todavia, mesmo desacreditado e agonizante, o governo federal continua “passando a boiada”, implementando sua política de terra arrasada. Quer na questão dos costumes, na política energética, no combate da pandemia, na política ambiental, indigenista, educacional, de segurança pública, entre outras.

Neste espaço comento o crime que o governo federal, com o apoio da maioria dos membros da Câmara Federal (será consequência do famigerado Bolsolão?), promove contra um setor fundamental, essencial e estratégico para a autonomia, soberania e segurança energética do país. A privatização da maior empresa latino-americana de geração de energia, a Eletrobrás. Empresa estatal, patrimônio do povo brasileiro, incluindo suas subsidiárias Furnas e a CHESF (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), e possuidora da metade das linhas de transmissão do país.

Escrevi alguns artigos a respeito desta ação nefasta, de um governo nefasto que promove este atentado criminoso contra o povo brasileiro. Disponibilizo alguns links.

https://www.pressenza.com/pt-pt/2017/08/argumentos-mentirosos-privatizar-eletrobras/,

https://www.ecodebate.com.br/2018/04/24/quem-quer-a-eletrobras-privatizada-artigo-de-heitor-scalambrini-costa/,

https://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunas/privatizacao-do-setor-eletrico-%E2%80%93-aumento-das-tarifas-e-das-demissoes/,

https://www.fnucut.org.br/privatizar-chesf-e-privatizar-o-rio-sao-francisco/,

Além de justificativas mentirosas, o neoterrorismo é usado como estratégia, e está presente na defesa da privatização. O ministro de Minas e Energia (aquele mesmo que defende a construção de usinas nucleares na beira do Rio São Francisco), o almirante Bento Junior, declarou recentemente “que a empresa vai acabar caso não ocorra a privatização”, “que a privatização da Eletrobrás é essencial, necessária para o consumidor brasileiro e principalmente para a redução das tarifas de energia elétrica”.

O ministro deste governo patético, entreguista, escamoteia a verdade ao omitir que a privatização serve somente ao mercado, ao setor privado, que vai receber este presente de “papai noel” fora de época, a preço irrisório. Além de proporcionar o desmonte do verdadeiro patrimônio nacional, que é a expertise do seu quadro técnico, a “inteligência” acumulada, com as demissões de seus técnicos e engenheiros, que ocorrerão certamente.

A afirmativa, sem nenhum lastro em fatos já ocorridos de outras privatizações do setor elétrico, de que haverá a redução das tarifas, é uma falácia recorrente quando se trata em justificar a privatização perante os incautos. Os governadores do Nordeste, em recente documento publicado, afirmam que haverá “impacto da privatização nas tarifas de energia para os consumidores, abrindo caminho para a precarização na prestação do serviço”. Ou seja, as tarifas de energia elétrica ficarão mais caras para o consumidor, e o serviço prestado para a população vai piorar.

Lembrando ainda que as bravatas do ministro não têm limites, ao afirmar que “a energia nuclear está na agenda dos maiores países do mundo e também da transição energética que o mundo está vivendo para uma economia de baixo carbono”, e assim defender esta fonte energética, polêmica, questionada, e mesmo abandonada por países como a Alemanha, Itália, Bélgica, Suíça, Holanda, Suécia, Taiwan entre outros. Obviamente, os poucos países fornecedores de equipamentos para usinas nucleares, os chamados “players”, com interesses comerciais, fomentam esta tecnologia insustentável, perigosa e cara, como a França, a Rússia, a China e os Estados Unidos. Para estes países é uma mera questão de “negócios”.

Estamos diante de uma situação que está em jogo é a privatização da água dos rios, dos reservatórios controlados pela Eletrobrás e suas subsidiárias. Como deixar a gestão destes recursos nas mãos do mercado, já que tem uma importância social, ambiental e econômica fundamental para o país?

Defendemos sim uma transição energética, democrática, justa, inclusiva e popular, e não ditada pelos interesses do capital, dos grandes grupos econômicos – financeiros, que se apossaram do Ministério de Minas e Energia, e do governo federal.

*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Sebastião Oliveira assume comando do Avante no estado

Em Pernambuco, o Avante, um dos partidos que mais tem crescido no Brasil, passa a ser comandado por Sebastião Oliveira. Após exercer três mandatos consecutivos de deputado estadual e dois de deputado federal, ele assume o comando da sigla com a missão de manter o crescimento da legenda, que foi uma das 13 que atingiram […]

Em Pernambuco, o Avante, um dos partidos que mais tem crescido no Brasil, passa a ser comandado por Sebastião Oliveira.

Após exercer três mandatos consecutivos de deputado estadual e dois de deputado federal, ele assume o comando da sigla com a missão de manter o crescimento da legenda, que foi uma das 13 que atingiram a cláusula de barreira nas últimas eleições.

Sebastião recebe o bastão do seu irmão Waldemar Oliveira, que inicia o primeiro mandato na Câmara dos Deputados. No Estado, o Avante ganhou musculatura e passou a ocupar uma posição relevante no tabuleiro do xadrez político, desde que a dupla assumiu o comando do partido, que não contava com nenhum prefeito. Já em 2020 foram eleitos 10 prefeitos, cinco vices e 114 vereadores, sendo dois deles no Recife, de forma inédita.

“O Avante está antenado com as demandas atuais da população. Os últimos resultados nas urnas sinalizam que estamos no caminho certo. Temos um time competente e vamos crescer mais ainda no Brasil e em Pernambuco. Estou motivado e com todo o gás. Agora é arregaçar as mangas e trabalhar bastante”, destacou Sebastião Oliveira.

Sertaneja apresenta projeto de doutorado em Berlim

A sertaneja de Afogados da Ingazeira, Maria Tereza Sampaio Lira, médica cardiologista, encontra-se na União Europeia, na cidade de Berlim, capital da Alemanha. Ela foi convidada para apresentar os primeiros dados de seu projeto de doutorado no Great XVI Internacional Meeting 2023. Mesmo grávida de seis meses, cruzou continentes para participar do importante evento de […]

A sertaneja de Afogados da Ingazeira, Maria Tereza Sampaio Lira, médica cardiologista, encontra-se na União Europeia, na cidade de Berlim, capital da Alemanha.

Ela foi convidada para apresentar os primeiros dados de seu projeto de doutorado no Great XVI Internacional Meeting 2023.

Mesmo grávida de seis meses, cruzou continentes para participar do importante evento de intercâmbio científico.

“Muito orgulho para todos nós e o Pajeú. Ela é muito estudiosa e dedicada, e nos orgulha estar indo tão longe”, comemora a mãe, Izilda Sampaio. O pai é o advogado sertanejo Clóvis Lira.

Veja como foi : Yane Marques no Jornal Nacional

Leia abaixo o texto completo da reportagem de Pedro Bassan na série “Perfis” do Jornal Nacional sobre Yane Marques. Para ver a reportagem no site do JN, clique aqui. No segundo episódio da série de reportagens com nossos personagens olímpicos, o repórter Pedro Bassan conta a história de uma sertaneja que saiu do interior de […]

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Leia abaixo o texto completo da reportagem de Pedro Bassan na série “Perfis” do Jornal Nacional sobre Yane Marques. Para ver a reportagem no site do JN, clique aqui.

No segundo episódio da série de reportagens com nossos personagens olímpicos, o repórter Pedro Bassan conta a história de uma sertaneja que saiu do interior de Pernambuco.

“De um lugar cheio de estrelas
Onde a gente possa vê-las
Facilmente a olho nu
Com astros de canto a canto
E bênçãos de um mesmo tanto
Ou é céu, ou é Pajeú”.

No vale do Pajeú, o sertanejo já viu de tudo, mas medalha brotando no chão é a primeira vez.

Essa é a história de um esporte que surgiu bem longe dali. Diz a lenda que, durante uma guerra na Europa, um soldado recebeu uma missão: entregar uma mensagem cruzando os campos de batalha. O soldado pegou um cavalo que não conhecia e saiu. Para atravessar as linhas de frente teve que combater usando o revólver e a espada. Mas, no meio do caminho, um problema sério tornou a missão ainda mais difícil. O cavalo se feriu e o soldado teve que completar o percurso a pé, atravessando lagos e rios.

Surgiu assim o pentatlo moderno. Cavalgar, correr, nadar, atirar, e enfrentar adversários com a espada. No sertão nordestino, surgiu uma brasileira capaz de fazer tudo isso.

Para juntar cinco esportes em um só, Yane Marques carrega a força do sertão:

“Essa origem do sertão, não tem como me desvincular disso. São características e valores que a gente leva para a vida toda. Uma vez sertaneja, eternamente sertaneja”.

Afogados da Ingazeira, Pernambuco. O quintal de cada criança é a cidade inteira.

“Suco gelado, cabelo arrepiado, qual é a letra do seu namorado?”

Nas brincadeiras antigas, o esforço e o sorriso andam juntos. E assim, sem perceber, aos poucos as meninas vão se tornando atletas, vão se tornando Yane Marques.

“Ela sempre fez tudo ao mesmo tempo”, diz a irmã Cristina.

“Corria demais, subia nas árvores, era pior do que um… um… gato”, lembra a avó Tila, rindo.

Determinada. Desde pequena quebrando recordes. A escola guarda até hoje o boletim da melhor aluna. Em qualquer matéria, a vontade de estudar. E em qualquer esporte, a vontade de se superar.

Aos 11 anos, quando a família se mudou para o Recife, ela escolheu o vôlei.

“Com certeza no voleibol ela também iria se dar bem”, confirma a antiga professora de educação física Mônica Andrade.

E pelo jeito, também no futebol. No basquete. Faltou alguma coisa?

“Nas minhas férias eu aproveito para viver um pouquinho isso. Eu brinco que no tênis eu chego na bola, mas erro a raquetada”, brinca Yane.

Aos 15 anos, finalmente Yane sossegou num lugar só.

Na piscina, chegou a ser campeã brasileira de revezamento. Mas, de repente, no meio do caminho tinha uma palavra: pentatlo. Se você nunca tinha ouvido, não se preocupe.

“Ela também não sabia o que era pentatlo. Quando ela recebeu o convite ela também não sabia”, conta a mãe Goretti.

“E eu pensei: pô, pentatlo, que deve ser? Deve ser nadar, correr, pedalar e mais dois, né”, relembra Yane.

O treinador Nuno Trigueiro explicou.

“A estratégia era justamente essa: a gente tentar fazer com que uma nadadora conseguisse aprender a cavalgar, aprender a atirar, aprender a esgrimar, aprender a correr”.

Depois do espanto inicial, Yane descobriu que tinha acertado na mosca. Não parou mais, até porque, no pentatlo, para pendurar as chuteiras é preciso pendurar o tênis, a bota, a espada, os óculos…

“Em Afogados da Ingazeira são 18h50. Nós queremos com muita satisfação registrar a presença aqui da equipe da TV Globo”.

E nós queremos com muita satisfação apresentar o locutor. Vanderlei é o pai de Yane Marques. E o que ele tem a ver com o pentatlo? Sem saber, teve muito. O locutor de vaquejada apresentou para a filha uma das modalidades.

“A gente como locutor de vaquejada, eu sempre levava a Yane comigo. A Yane não deixava os amigos vaqueiros sossegados, pedindo o cavalo, que ela queria andar a cavalo e aquela história toda. Hoje nós temos uma das maiores pentatletas do mundo”, conta o pai Vanderlei Galdino.

“Era o contato que eu tinha com cavalo, que é totalmente diferente dos cavalos que eu lido hoje no hipismo. Mas acho que é o mesmo bicho. E esse lance de ter medo do animal eu meio que pulei essa etapa quando entrei para o pentatlo porque eu já tinha tido esse contato anteriormente. Preciso reconhecer que eu acho que nasci para isso”, diz Yane.

O destino foi preparando aos poucos a menina sertaneja. Só não preparou o coração da mãe. Enquanto as mãos de Yane levam o cavalo, dona Goretti leva a fé na ponta dos dedos.

“Eu tenho medo da prova de equitação É perigoso. Ela levou uma queda já, e foi grande, e eu fiquei muito assustada. Aí eu ainda hoje tenho medo. Eu não vejo a prova dela”, afirma Goretti.

“Quando eu termino a equitação, onde eu estiver, eu tenho que ir atrás de um telefone, de alguma coisa a dizer: mãinha, tudo bem”, confessa Yane.

Pentatlo. Com Yane Marques, o Brasil aprendeu a pronunciar o nome de cinco esportes de uma vez só. E num dia só. Às 10h, natação; meio-dia, esgrima; 15h, hipismo; 18h, o apogeu, o evento combinado. A atleta sai da calma absoluta do tiro para a agitação da corrida.

O pentatlo é a arte de se transformar.

“Largar aquela pistola, agora não sou mais tranquila, agora sou tipo uma leoa: vou correr”, explica Yane.

Às 18h40, premiação. Em Londres ela estava lá, pegando o bronze, surpreendendo o mundo. Surpreendendo quase todo mundo.

“A gente que acompanha de perto sabe o que o atleta está fazendo, toda a preparação. Eu sabia que era possível, sabia que era possível”, fala a mãe.

“Correr, nadar, atirar, usar cavalo e espada
Para uma autêntica sertaneja isso tudo não é nada.
Pois sertaneja é assim: faz de tudo e nada erra
E ainda não abre mão de exaltar a sua terra.
Em Afogados da Ingazeira, onde o sol mais forte brilha
Brilha o brilho de Yane, sua mais brilhante filha”.

Carnaíba: Complexo Educacional Governador Miguel Arraes recebe obras de reforma

Na manhã desta terça-feira (18), o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, acompanhado da secretária de educação, Cecília Patriota, visitaram as obras de reforma da Escola Complexo Educacional Governador Miguel Arraes de Alencar, na sede do Município. Estão sendo realizados, trocas de cerâmica na frente das salas de aula; troca de cerâmica e vasos Sanitários nos […]

Na manhã desta terça-feira (18), o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, acompanhado da secretária de educação, Cecília Patriota, visitaram as obras de reforma da Escola Complexo Educacional Governador Miguel Arraes de Alencar, na sede do Município.

Estão sendo realizados, trocas de cerâmica na frente das salas de aula; troca de cerâmica e vasos Sanitários nos WCs; construção de rampas de acessibilidade, inclusive, com uma mudança na entrada da escola, com nova rampa de acessibilidade.

Além de serviços de pintura geral na escola, troca de pia por bancadas em mármore; Implantação de mais 2 (duas) caixas d’águas para aumentar a quantidade de água para consumo; elevação dos pisos nos corredores; troca de cerâmica por piso granilite, nos corredores da escola; substituição de portas que estavam com defeito.

Os serviços estão sendo executados por microempreendedores individuais – MEIs, com custo de R$ 60.000,00, aproximadamente, gerando uma economia de R$ 70.000,00 para os cofres públicos, eis que os serviços são barateados quando executados pelos MEIs.