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Itapetim: Prefeitura anuncia construção do novo Curral da Feira do Gado

Por Nill Júnior

12277141_1670211736566185_1964845611_nNa manhã desta sexta-feira (20/11), a Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Infraestrutura, iniciou a construção do novo Curral da Feira do Gado.

O centro de comercialização de animais está sendo erguido na saída para a cidade de Desterro (PB) e contará com um total de nove baias, distribuídas em uma área de cerca de 100 m², além de espaço para estacionamento, segundo nota ao blog.

“Nesse novo espaço, os frequentadores terão melhores condições para trabalhar”, disse o prefeito Arquimedes Machado.

Além dos comerciantes, a obra promete também beneficiar os moradores do entorno do antigo Curral da Feira do Gado, que darão adeus a problemas gerados pelo espaço.

Outras Notícias

Arcoverde : Prefeitura entrega rua asfaltada nesta quinta

Nesta quinta-feira (03), a Prefeitura de Arcoverde inaugura o asfaltamento da Rua Félix de Paiva, mais conhecida como Rua do Peba, no São Cristóvão, às 19h. A prefeita Madalena Britto estará no ato. Para o bairro, será asfaltado ao todo 28 mil m² de vias. A Usina de Asfalto já passou também pelas Ruas Padre Anchieta, […]

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Nesta quinta-feira (03), a Prefeitura de Arcoverde inaugura o asfaltamento da Rua Félix de Paiva, mais conhecida como Rua do Peba, no São Cristóvão, às 19h. A prefeita Madalena Britto estará no ato.

Para o bairro, será asfaltado ao todo 28 mil m² de vias. A Usina de Asfalto já passou também pelas Ruas Padre Anchieta, José de Oliveira Calado, Antônio Gomes e São Pedro. Ainda serão feitas as ruas do entorno da Praça Redonda, como também a Doutor Leonardo Arcoverde, São Cristóvão e a Cícero Monteiro de Melo, que dá acesso ao campus da UPE.

Em parceria com o Governo do Estado, a Prefeitura informa em nota que vai beneficiar mais de duas mil pessoas só no São Cristóvão. A previsão é que a pavimentação se estenda para mais seis bairros como Centro, Cohab I, Cohab II, Tamboril, São Miguel e Sucupira.

Projeto de Afogados é destaque em seminário sobre Academia das Cidades

por Rodrigo Lima O Projeto “Saúde em Movimento” desenvolvido pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira foi um dos destaques do 2° seminário de qualificação para profissionais dos programas Academia da Cidade e Academia da Saúde, que terminou na tarde desta quarta (17), em Gravatá. O evento é organizado pela Secretaria Estadual de Saúde. A apresentação […]

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por Rodrigo Lima

O Projeto “Saúde em Movimento” desenvolvido pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira foi um dos destaques do 2° seminário de qualificação para profissionais dos programas Academia da Cidade e Academia da Saúde, que terminou na tarde desta quarta (17), em Gravatá. O evento é organizado pela Secretaria Estadual de Saúde.

A apresentação da experiência Afogadense se deu no espaço da 1ª Mostra de Experiências dos Programas das Academias das Cidades e da Saúde. O “Saúde em Movimento” teve início em Agosto, com ênfase na avaliação nutricional dos participantes e o objetivo de sensibilizar a população para a prática orientada de atividade física e o estímulo a uma alimentação e vida mais saudáveis.

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O projeto foi apresentado pelos professores de educação física do município, José Edygar (CREF 6040-G/PE) e Lailson Luís (CREF 5950-G/PE). Para a coordenação do evento e o público presentes, a iniciativa de Afogados foi um dos melhores projetos apresentados. ”É interessante a integração promovida entre os profissionais da atenção básica e os educadores físicos das Academias da Cidade, atuando conjuntamente na prevenção e promoção da saúde para a terceira idade,” afirmou Vanessa Apolinária, uma das coordenadoras do seminário.

Saúde em Movimento – Durante uma semana inteira, profissionais de saúde e de educação física promoveram atividades em cinco unidades básicas de saúde de Afogados, com realização de cadastro, triagem de patologias específicas,  avaliação antropométrica e questionário sobre hábitos alimentares. As atividades físicas foram promovidas à tarde, envolvendo 468 pessoas. A culminância do projeto se deu no último Domingo com a “caminhada da saúde” – um trajeto de 24 quilômetros – entre Afogados e Solidão.

Defesa de juízes para auxílio-moradia beira o escárnio

Leandro Colon – Folha de S.Paulo O dado impressiona: 43% dos juízes da cidade de São Paulo que recebem o auxílio-moradia possuem imóvel na capital. E 215 deles têm mais de um em seu nome. Temos um campeão, o desembargador José Antonio de Paula Santos Neto, proprietário de 60 imóveis. Isso, 60, sendo alguns apartamentos em áreas […]

Leandro Colon – Folha de S.Paulo

O dado impressiona: 43% dos juízes da cidade de São Paulo que recebem o auxílio-moradia possuem imóvel na capital. E 215 deles têm mais de um em seu nome.

Temos um campeão, o desembargador José Antonio de Paula Santos Neto, proprietário de 60 imóveis. Isso, 60, sendo alguns apartamentos em áreas nobres da capital, como Perdizes, Higienópolis e Morumbi.

As informações acima foram reveladas pela Folha no domingo (4). Desde a semana passada, uma série de reportagens publicadas pelo jornal tem mostrado a aberração em que se transformou esse benefício.

O Judiciário, que deveria ser um exemplo de conduta ética, parece não estar nem aí para seu desgaste. Amparados por uma liminar de um colega, o ministro Luiz Fux, do STF, juízes atropelam o bom senso moral em troca de um bônus salarial (que é o que virou o auxílio-moradia) que não faz qualquer sentido.

O mau exemplo vem de cima. Somente em Brasília 26 ministros de tribunais superiores (STJ, TST e STM) recebem o auxílio-moradia mensalmente mesmo sendo donos de imóveis de alto padrão e em zonas valorizadas da capital federal.

Chama a atenção também a reação dos nobres magistrados às informações divulgadas. Ou silenciam ou escorregam em declarações desnecessárias. Nenhum deles até agora colocou a mão na consciência e anunciou que abriria mão da ajudinha de R$ 4.378 no salário.

Dois argumentos de defesa predominam. Um é que o privilégio é legal. O outro é que a remuneração da categoria está defasada e o benefício é um jeitinho para cobrir o buraco. Esse segundo foi usado por Sergio Moro, que ganha auxílio, apesar de ser dono de imóvel em Curitiba.

Nenhuma versão convence. A da defasagem beira o escárnio. É um salvo-conduto para que os brasileiros com salários supostamente desvalorizados deem de espertos, driblando a moralidade para engordar o seu contracheque no fim do mês.

Afogados: mototaxistas insatisfeitos com falta de ajuda mais substancial

Esposa de mototaxista desabafa e cobra distribuição de cestas básicas. Classe questiona a Associação por pouca cobrança de melhorias. Por André Luis O mundo vive, há mais de um ano, a pandemia provocada pelo novo coronavírus, que além da dor causada com a perda de entes queridos, provoca um empobrecimento da população com a redução e […]

Esposa de mototaxista desabafa e cobra distribuição de cestas básicas. Classe questiona a Associação por pouca cobrança de melhorias.

Por André Luis

O mundo vive, há mais de um ano, a pandemia provocada pelo novo coronavírus, que além da dor causada com a perda de entes queridos, provoca um empobrecimento da população com a redução e parada de algumas atividades econômicas. 

No bojo das classes prejudicas estão os mototaxistas – atividade comum no interior dos estados brasileiros, por aqueles que procuram, na atividade, fugir do desemprego, diante da escassez da oferta de vagas de trabalho.

A classe tem reclamado, que o movimento está muito fraco – um sintoma causado pelo vírus, que é sistêmico.

Nesta terça-feira (20), após o anúncio da isenção do alvará para os mototaxistas, feito pelo prefeito Alessandro Palmeira, durante o programa institucional da Prefeitura “A Hora do Povo” na Rádio Pajeú, a esposa de um mototaxista da cidade, entrou em contato com as redações da Rádio Pajeú e Blog do Nill Júnior, reclamando que só a isenção não “é uma ajuda”.

“Eu vou falar pelo meu esposo, pelo exemplo que tenho em casa. Todos os anos aqui, sempre foram pagos os alvarás. Sempre mantém a documentação da moto regularizada, todas as exigências feitas pela Prefeitura. Sempre estivemos nos padrões regulamentados. Para a hora que estamos precisando, em meio a uma pandemia mundial, a Prefeitura diz que vai ter como ajuda para os mototaxistas uma isenção de alvará, como feito no ano passado”, reclama.

“Gente! É uma questão de lógica. Você acha que dando a isenção do ano passado e a deste ano está ajudando? Não está. Sabe porquê? Mototaxista também tem família, precisa colocar alimento em casa. Meu marido faz uma viagem uma vez perdida. O movimento caiu muito”, desabafou.

Ela reclama que o marido – mototaxista regulamentado pelo município -, mantém todas as taxas para andar correto e cumpre com todas as exigências feitas e no momento de necessidade só recebe de volta a isenção do alvará.

“Há 15 anos meu marido paga os alvarás. Excluindo o do ano passado e o deste ano e aí recebe unicamente como benefício, duas cestas básicas ofertadas no ano passado. E no resto do ano? As famílias não precisam se alimentar? Mototaxista trabalha porque precisa, não é hobby é porque tem uma família para sustentar em casa. Então uma isenção de alvará não é uma ajuda, não é um favor que estão nos fazendo. Por que não ter uma ajuda real? Para onde foi o dinheiro de contribuição de todos estes anos, foi investido em que em prol dos mototaxistas?”, questiona.

Procuramos, então, ouvir outros mototaxistas para saber se a insatisfação era comum a maioria, ou se era um fato isolado.  “Tem vários mototaxistas que só tem o meio, para sustentar a família com filhos e tem reclamado do movimento fraco. Eles acreditam que a Prefeitura poderia distribuir cestas básicas para a classe, assim como fizeram no ano passado. É uma boa ajuda”, confidenciou um mototaxista. 

Outra reclamação da classe é com relação à Associação dos Mototaxistas de Afogados da Ingazeira. “Mário Martins, presidente da associação, quando está na oposição ao Governo age mais para ajudar a classe, do que quando está na situação. Vemos pouca cobrança dele para melhorias”, confessou.

Nill Júnior Podcast: a desenvoltura de Miguel

Os primeiros sinais da pré campanha de Miguel Duque indicam que vai ser muito interessante acompanhar o debate eleitoral em Serra Talhada. Ontem, o jovem nome do Podemos mostrou desenvoltura em uma live com a pré-candidata a vereadora e influencer Cinthia Adriely. Escondido dentre os anônimos que acompanhavam a conversa, observei o diálogo de cerca […]

Os primeiros sinais da pré campanha de Miguel Duque indicam que vai ser muito interessante acompanhar o debate eleitoral em Serra Talhada.

Ontem, o jovem nome do Podemos mostrou desenvoltura em uma live com a pré-candidata a vereadora e influencer Cinthia Adriely. Escondido dentre os anônimos que acompanhavam a conversa, observei o diálogo de cerca de 50 minutos.

Deu com clareza o mote que deve explorar, de que na sua visão Serra deve retomar o rumo do desenvolvimento e do crescimento acima da média na região,  voltando a citar o legado do pai, Luciano Duque.

Sou crítico do modelo político que busca manter ou renovar quadros pelo fator genético,  pelo DNA. Mas pareço ter o discurso e utopia vencidos pela história. Dos Arraes aos Oliveira, dos Lyra aos Duque, etecétera,  parece impossível fugir dessa cultura de que só se é bom, ungido e apoiado a partir do sobrenome.

Mas, dito isso, Miguel tem como argumentos o legado do pai, o discurso do novo e se comunica bem. Quem sabe,  tem eleição em Serra Talhada…

Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias,  da Cultura FM.

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