Itapetim: prefeita acompanha obra de abastecimento nos sítios Baixas e Jardim
Por André Luis
A prefeita de Itapetim, Aline Karina, esteve nesta semana na zona rural do município para acompanhar o andamento das obras de restabelecimento do sistema de abastecimento d’água nos sítios Baixas e Jardim. A intervenção é coordenada pela Secretaria Municipal de Agricultura e vai beneficiar diretamente cerca de 16 famílias.
Acompanhada pelo secretário de Agricultura, Clodoaldo Lucena, a prefeita afirmou que a iniciativa reforça o compromisso da gestão com o acesso à água no meio rural. “Estamos trabalhando para garantir o retorno da água às torneiras e assegurar mais dignidade às famílias do campo”, declarou.
“Com a conclusão dos serviços, os moradores das duas localidades voltarão a ter acesso à água encanada, facilitando as atividades diárias e contribuindo para a permanência das famílias no campo”, destaca a assessoria de comunicação.
Promotora quer transferência imediata dos detentos e reforma do prédio Diante do quadro de insalubridade e risco de fuga, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, a reforma urgente da Cadeia Pública de Itapetim, com transferência de todos os 25 presos para as unidades prisionais […]
Promotora quer transferência imediata dos detentos e reforma do prédio
Diante do quadro de insalubridade e risco de fuga, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, a reforma urgente da Cadeia Pública de Itapetim, com transferência de todos os 25 presos para as unidades prisionais em condição de segurança mais próximas desta Comarca, no prazo de dez dias úteis, sob pena das medidas judiciais cabíveis.
O MPPE apurou o elevado grau de probabilidade de existir mais fugas, riscos à vida dos presos e dos policiais, dado as instalações precárias do edifício. “O problema é de longa data, inclusive, já tendo ajustes internos pagos pelos próprios policiais e populares, visando manter a cadeia pública e seus presos próximos de suas famílias, contudo, não há mais condições de manter os presos neste ambiente”, alegou a promotora de Justiça Lorena de Medeiros Santos.
“A situação calamitosa da Cadeia Pública, a qual não apresenta as mínimas condições de segurança e higiene para a detenção dos presos e para o exercício do ofício dos militares que guarnecem o estabelecimento prisional”, complementou ela.
“A reforma urgente é adequada e necessária, visando que no âmbito extrajudicial seja resolvido o problema, já que está expondo os detentos não só a risco de vida, mas também a tratamento desumano e absolutamente interesse coletivo”, considerou a promotora de Justiça.
São 25 presos em três celas precárias, ocasionando superlotação. O texto da recomendação cita fissuras nas paredes e no teto das celas, ferrolhos e dobradiças das grades das celas danificados, insuficiência de cadeados, alvenaria velha com reboco extremamente fragilizado, portões e grades das janelas que demonstram sinais de vulnerabilidade, onde são notadas rachaduras nas paredes de sustentação.
Ainda um corredor entre as celas e o muro da cadeia que facilita sobremaneira uma possível transposição em caso de fuga, bem como janela e grade na parte frontal interna da cadeia que pode servir de apoio e acesso ao telhado do estabelecimento e, consequentemente, à área externa, rede de esgoto com a encanação quebrada, derramando água no interior do pátio externo; presença de baratas e ratos na cozinha e no pátio de banho de sol; infiltrações, quando de precipitações pluviométricas, por todos os compartimentos; esgotos a céu aberto, buracos decorrentes da ação da chuva, telhado em péssima condição, buracos no piso, muros externos em via de desmoronamento e instalações elétricas e hidráulicas imprestáveis com risco de um curto-circuito.
Além dos problemas verificados na estrutura física, não há abastecimento de água suficiente para atender a demanda dos reclusos no que diz respeito à higiene pessoal e higienização das celas onde estão alojados. A promotora Lorena de Medeiros Santos lembrou também as últimas investidas de fugas e, em uma delas, com rendição de um policial militar.
No dia seguinte ao linchamento do homem suspeito de matar uma criança de 2 anos no município de Tabira, no Sertão de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra classificou as cenas de violência como uma “barbárie”. Antônio Lopes Severo, de 42 anos, conhecido como Frajola, suspeito de violentar e assassinar o menino Arthur Ramos Nascimento foi […]
No dia seguinte ao linchamento do homem suspeito de matar uma criança de 2 anos no município de Tabira, no Sertão de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra classificou as cenas de violência como uma “barbárie”.
Antônio Lopes Severo, de 42 anos, conhecido como Frajola, suspeito de violentar e assassinar o menino Arthur Ramos Nascimento foi retirado da viatura da Polícia Civil por populares e agredido até a morte, na noite da terça-feira (18).
“É lamentável que a gente veja cenas como esta. A Corregedoria da Secretaria de Defesa Social já instaurou inquérito para poder apurar esse caso e enxergar os erros que aconteceram. A população não pode revidar com linchamento, o que foi uma barbárie que foi acometida”, disse Raquel.
“O sentimento de justiça aflora muito, especialmente quando se trata de um crime contra uma criança, mas o Estado precisa fazer o seu papel. Não só de investigação ao crime acontecido contra a criança, mas também a instauração para apurar a conduta dos envolvidos no linchamento”, completou.
A mulher suspeita de ter participado do crime, Giselda da Silva Andrade, 30, também foi ferida. Ela está internada em uma unidade de saúde, sob custódia.
A criança foi encontrada morta e com indícios de violência física e sexual no último domingo.
No fim de semana, a mãe de Arthur estava em outro Estado e deixou a criança sob os cuidados de Antônio e Giselda. Ainda não há informações sobre o motivo da viagem.
De acordo com a delegada Joedna Soares, o casal já tinha antecedentes criminais e havia sido preso anteriormente por homicídio e tráfico de drogas.
O candidato governista Túlio Monteiro (MDB) lidera as intenções de voto em Buíque. É o que atesta pesquisa do Instituto Múltipla contratada pelo blog. Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o eleitor, ele tem 48,7% contra 22,3% do candidato oposicionista Jobson Camêlo, do Republicanos. Nesse cenário, 9% disseram votar branco ou nulo […]
O candidato governista Túlio Monteiro (MDB) lidera as intenções de voto em Buíque. É o que atesta pesquisa do Instituto Múltipla contratada pelo blog.
Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o eleitor, ele tem 48,7% contra 22,3% do candidato oposicionista Jobson Camêlo, do Republicanos.
Nesse cenário, 9% disseram votar branco ou nulo e 20% não opinaram ou se disseram indecisos.
Na pesquisa espontânea, Túlio tem 39% contra 15,3% de Jobson. Disseram votar branco ou nulo 4,3% contra 41,4% que citaram outro, se disseram indecisos ou não opinaram.
Quando o assunto é rejeição, 30,7% disseram não votar no candidato Jobson Camêlo de jeito nenhum, contra 22,3% que dizem rejeitar o emedebista Túlio Monteiro.
Governo Arquimedes Valença aprovado por 55,7%
Quando a população de Buíque é chamada a avaliar o governo do prefeito Arquimedes Valença, 55,7% dizem que aprovam contra 26% que desaprovam e 18,3% que não opinaram.
Quando a população classifica a gestão, 8% dizem ser ótima, 36% dizem que o governo é bom, 30% o classificam como regular, 5,3% ruim e 12,7%, péssimo. Não opinaram 8%.
Dados da pesquisa
A pesquisa foi registrada sob o número PE – 03217/2024. Contratada pelo blog, foi realizada dias 6 e 7 de agosto, com 300 entrevistas.
O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro para mais ou menos de 5,7% para mais ou para menos.
O Globo Aos 25 anos, recém-saído da faculdade de Administração de Empresas, Geddel Vieira Lima assumia seu primeiro cargo público. Era 1983, e ele foi indicado para o posto de diretor da corretora de valores do Banco Estadual da Bahia (Baneb). Começava ali também uma sucessão de denúncias de corrupção contra o ex-ministro, preso na sexta-feira pela […]
Aos 25 anos, recém-saído da faculdade de Administração de Empresas, Geddel Vieira Lima assumia seu primeiro cargo público. Era 1983, e ele foi indicado para o posto de diretor da corretora de valores do Banco Estadual da Bahia (Baneb).
Começava ali também uma sucessão de denúncias de corrupção contra o ex-ministro, preso na sexta-feira pela Polícia Federal, que lhe renderia os apelidos de “Geddel 20%”, “agatunado” e “boca de jacaré”, em referência ao “grande apetite por negociatas”, segundo explicação de um político baiano.
Bastou um ano para uma auditoria interna do Bandeb mostrar um desvio de cerca de R$ 2,7 milhões (em valores atualizados) da corretora, fruto de um esquema que teria beneficiado Geddel, seu irmão, o hoje deputado Lúcio Vieira Lima, seu pai, o ex-deputado Afrísio Vieira Lima, e sua mãe, Marluce. Todos os envolvidos negam a acusação de que usaram o banco público para ter rendimentos acima das taxas de mercado. A única punição a Geddel foi a demissão, em 1984.
Após uma série de outras indicações políticas, Geddel foi eleito deputado federal em 1990. O ex-senador Antônio Carlos Magalhães, desafeto da família Vieira Lima, costumava dizer que a campanha foi paga com dinheiro desviado por Afrísio de um fundo destinado a comprar equipamentos para a Polícia Civil (Funresp) — o pai de Geddel fora secretário estadual de Segurança Pública antes de ACM assumir o governo baiano.
Já em seu primeiro mandato na Câmara, Geddel foi citado no escândalo dos “Anões do Orçamento”, acusado, assim como outros parlamentares, de manipular emendas para beneficiar empreiteiras. A CPI que investigou o caso, em 1993, o absolveu.
Oito anos depois, ele voltaria a sofrer um ataque de ACM, que distribuiu fitas de vídeo com um documentário encomendado chamado “Geddel Vai Às Compras”. O vídeo afirma que o patrimônio do ex-ministro cresceu 364% de 1994 a 1998 e lança suspeitas sobre a forma como ele comprou fazendas no interior da Bahia e imóveis em Salvador.
Sem ter sido prefeito de capital nem governador, Geddel construiu sua base na política do estado aproveitando a herança do pai, que gozava de influência por ter comandado a Companhia das Docas, e alianças com prefeitos turbinadas por contratos assinados em sua passagem pelo Ministro da Integração Nacional.
Neste domingo (8), a governadora Raquel Lyra autoriza, às 9h, a abertura de licitação para obras de contenção de encostas e a reforma estrutural da tenda dos peregrinos do Santuário Mãe Rainha de Schoenstatt, localizado em Ouro Preto. A intensificação de agendas e investimentos do Governo de Raquel na Região Metropolitana do Recife tem sido […]
Neste domingo (8), a governadora Raquel Lyra autoriza, às 9h, a abertura de licitação para obras de contenção de encostas e a reforma estrutural da tenda dos peregrinos do Santuário Mãe Rainha de Schoenstatt, localizado em Ouro Preto.
A intensificação de agendas e investimentos do Governo de Raquel na Região Metropolitana do Recife tem sido interpretada no meio político como parte de uma estratégia para fortalecer a imagem da governadora no principal colégio eleitoral do estado diante do potencialpolítico do prefeito João Campos.
O governo estadual tem priorizado anúncios de obras, programas e investimentos na capital e em municípios do entorno, além de agendas públicas frequentes.
Nos bastidores, a leitura predominante entre aliados e observadores da cena política pernambucana é que a presença mais intensa da governadora na Região Metropolitana busca reduzir a vantagem do prefeito recifense justamente no maior colégio eleitoral do estado, onde sua gestão municipal tem forte visibilidade. A disputa entre os dois líderes já é tratada como o principal embate político de Pernambuco na corrida para 2026.
Raquel busca equilibrar suas ações entre interior e Região Metropolitana, mas nitidamente buscando fortalecer a percepção de sua gestão no maior colégio eleitoral do estado. O nome disso é estratégia.
Pra ontem
A gestão Sandrinho tem outro desafio: retomar a interlocução comunitária. Isso ficou claro no Debate das Dez da Rádio Pajeú que recebeu representantes comunitários. Sandrinho prometeu em campanha melhorar essa relação. Hoje, ela precisa melhorar. Prova foi o posicionamento dos presentes e das tantas pessoas que externaram sua insatisfação pela plataforma WhatsApp atestando que a gestão não ouve os bairros.
Entre morder e soprar, Marquinhos…
O vice-prefeito de Iguaracy, Marquinhos Melo, que disse não aguentar algumas pessoas da gestão Pedro Alves e pediu pra sair, foi quase poético no programa “A Tarde é Sua”, da Rádio Pajeú. Afirmou que estarão juntos em 2028 ele, Zeinha e Pedro Alves, “seja quem for o candidato”. A poucos dias, Zeinha avisou: “só quem empata eu ser candidato é Deus e o povo”. Na lista de “empatadores” de Torres, nem tinha Marquinhos nem Doutor Pedro…
Eu e Dirceu, Dirceu e eu
A prefeita Márcia Conrado e o marido, Breno Araújo, estiveram com o líder petista José Dirceu, que é demonizado pela direita a ponto de ser evitado em fotos, dada a rejeição construída em torno do seu nome, contra seu papel importante na história da redemocratização do país e grande pensador contemporâneo. Márcia vive tentando provar, ao contrário do que os mais orgânicos do PT pregam, que não é “petista Nutella”.
Flávio cresceu
É fato o crescimento de Flávio Bolsonaro nas últimas pesquisas, se consolidando como nome da direita. É só analisar as últimas pesquisas. No Datafolha, 46% x 43% pró Lula; no Atlas Bloomberg, 46,3% x 46,2% pró Flávio; o Paraná Pesquisas deu 44,4% x 43,8% pró Flávio. E o Real Time Big Data, 42% x 41% pró Lula. Todos os institutos mostram uma curva de crescimento do candidato bolsonarista.
A eleição do menos rejeitado
A Pesquisa Datafolha mostra que 46% dos eleitores não votariam no presidente Lula (PT) nas eleições presidenciais deste ano. Para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o percentual de rejeição ficou em 45%.
Empurra!
O vídeo vergonha alheia da semana foi o que mostrou pacientes empurrando uma ambulância para que o veículo voltasse a funcionar em Venturosa, no Agreste de Pernambuco. De acordo com as imagens que circulam nas redes sociais, a ambulância estaria com a bateria descarregada, o que fez com que moradores e pacientes tentassem fazê-la pegar “no tranco”. A cidade é gerida por Kelvin Cavalcanti, do PSD.
Não gostou
O prefeito de São José do Egito, Fredson Britto, acusa a oposição de jogo baixo por, segundo ele a aliados, “plantar informações falsas” sobre o papel de sua esposa, Lúcia Lima, na arrumação política e de suposta perseguição política em funções do governo Raquel Lyra. Fredson e Lúcia negam as especulações e as taxam de fantasiosas. O prefeito não gostou, na linha do “mexa comigo, mas não fale da minha família”.
Cadê o plano?
A moda agora é ver prefeitos de coletes laranjas da Defesa Civil ou mostrando preocupação na frente das catástrofes provocadas pelas chuvas, dando a impressão de que estão realmente interessados no problema, como nos casos de Padre Joselito, de Gravatá, Cacique Marcos, de Pesqueira, ou Fabinho Lisandro, de Salgueiro. A pergunta é: quanto os prefeitos de Pernambuco têm investido na prevenção dessas tragédias naturais, a cada ano mais intensas?
Haja zap-zap
A Polícia Federal apreendeu mais três celulares com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no momento da prisão dele em São Paulo, na quarta-feira (4). O dono do Banco Master foi preso em uma nova fase da Os aparelhos estão lacrados e ainda não passaram por perícia. Com isso, os investigadores do caso Master passam a ter oito celulares de Vorcaro para extração de material. Até agora, apenas um pernambucano, Sílvio Costa Filho, apareceu na sua lista de contatos. Mas, ainda falta perícia e sobra apreensão…
Mensagem subliminar
O tom de João Campos quando perguntado sobre a formação da chapa ao Senado não deixa dúvidas: ele não digeriu o lançamento da pré-candidatura de Marília Arraes de forma independente, sem respeitar o que seria sua condução natural. João falou em “arranjo padrão”, sugerindo que a chapa oficial ao Senado passa por ele. E pra quem achava que Miguel Coelho estava fora do jogo, o enterro voltou da porta do cemitério, com o elogio de Campos. “Miguel tem o meu respeito”.
Frase da semana:
“Não arredo o pé da eleição ao Senado”.
De Marília Arraes, afirmando ter legitimidade e votos para ser o segundo nome na Frente Popular ou em via independente, votando em Lula e João Campos.
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