Notícias

Itapetim inaugura nova sede do CRAS

Por André Luis

Por André Luis

O prefeito Adelmo Moura inaugurou na manhã desta segunda-feira (2) a nova sede do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município. O novo espaço fica localizado na Rua Juvino Leite, Centro, na antiga sede da Secretaria de Saúde.

A nova sede é mais ampla e confortável, e conta com uma equipe qualificada para atender a população com serviços de assistência social, como o Cadastro Único, Bolsa Família, o Criança Feliz, BPC, emissão da Carteira do Idoso e do Passe Livre.

“Na manhã desta segunda-feira, realizamos a entrega da nova sede do CRAS para atender a população com muito mais conforto e segurança em um espaço bem mais amplo. No local também vai funcionar o Cadastro Único, Bolsa Família, o Criança Feliz, BPC, emissão da Carteira do Idoso e do Passe Livre, além do atendimento de uma psicóloga, assistente social e pedagoga”, disse o prefeito em suas redes sociais.

A solenidade de inauguração contou com a presença do vice-prefeito Chico de Laura, da secretária de Assistência Social, Edilene Machado, do diretor de Assistência Diego Nunes, dos vereadores Júnior de Diógenes (presidente da Câmara), Lailton, Silvanio, Carlos Nunes e Romão, do vereador licenciado Júnio Moreira, secretários e diretores municipais, além de toda equipe da Assistência Social.

O CRAS é uma importante ferramenta para a promoção da inclusão social e da garantia de direitos às famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade. O novo espaço de Itapetim vai permitir que o município ofereça serviços de assistência social com mais qualidade e conforto à população.

Outras Notícias

Vereador critica falta de transporte escolar em áreas rurais de Flores

O vereador Onofre de Souza (PR) denunciou da tribuna da Câmara de Vereadores de Flores, a Secretaria de Educação, por esta não ofertar transporte escolar aos estudantes da zona rural do município. “Um direito negado sem nenhum constrangimento, e que rasga a letra do inciso VII, do artigo 208 da Constituição Federal, que obriga ao […]

O vereador Onofre de Souza (PR) denunciou da tribuna da Câmara de Vereadores de Flores, a Secretaria de Educação, por esta não ofertar transporte escolar aos estudantes da zona rural do município.

“Um direito negado sem nenhum constrangimento, e que rasga a letra do inciso VII, do artigo 208 da Constituição Federal, que obriga ao poder público atendimento ao educando, no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde”, questiona o vereador.

Onofre reclamou afirmando que o seu colega, vereador Nezinho, vem oferecendo o próprio veículo, custeando do próprio bolso para transportar as crianças do sítio Oitis, na região do distrito de Fátima. “Esses alunos só não estão totalmente prejudicados por que o vereador Nezinho está patrocinando por sua própria conta e risco”, disse.

Ele chegou a afirmar que as crianças do sítio Tamboril, conhecido por comunidade de Cachoeira, estariam sendo carregados em carroça de burro. Na região de Sítio dos Nunes, os pais estão arcando do próprio bolso à despesa com transporte do estudante de escola do município, denunciou o parlamentar.

Comissão mista aprova relatório de Humberto que garante Mais Médicos por 3 anos‏

Senadores e deputados da comissão mista criada para analisar a Medida Provisória nº 723/2016 aprovaram, nesta quarta-feira (6), o relatório do líder do Governo Dilma no Senado, Humberto Costa (PT-PE), que garante a prorrogação do Mais Médicos por mais três anos. A proposta foi encaminhada pela presidenta ao Congresso Nacional em abril deste ano e […]

_20160706_162556Senadores e deputados da comissão mista criada para analisar a Medida Provisória nº 723/2016 aprovaram, nesta quarta-feira (6), o relatório do líder do Governo Dilma no Senado, Humberto Costa (PT-PE), que garante a prorrogação do Mais Médicos por mais três anos.

A proposta foi encaminhada pela presidenta ao Congresso Nacional em abril deste ano e segue, agora, ao plenário da Câmara. O texto prorroga o prazo de revalidação do diploma e do visto temporário dos profissionais intercambistas.

Humberto explica que, na prática, Dilma quis garantir que os mais de 13 mil médicos estrangeiros, que hoje estão no Brasil ajudando a garantir assistência a mais de 60 milhões de brasileiros, não sejam sumariamente desligados e colocados para fora do País.

“Minha posição no relatório, obviamente, foi de assegurar a continuidade desse programa criado pela presidenta, que levou às regiões mais distantes do Brasil os médicos que elas jamais tinham visto”, afirmou.

Hoje, mais de 18 mil desses médicos estão espalhados por todo o território nacional, garantindo atenção básica à saúde a quase um terço da população brasileira, que antes era subassistida ou absolutamente desassistida nessa área.

O parlamentar acatou uma das emendas apresentadas no colegiado que visa garantir aos médicos brasileiros, formados em instituições do país ou estrangeiras, a preferência sobre os estrangeiros formados em instituições estrangeiras que não se submeterem ao exame Revalida.

Humberto também aproveitou o tema para criticar, da tribuna do plenário, o desmantelamento que vem sendo feito pelo governo interino do presidente Michel Temer (PMDB) na área da saúde. Ele denunciou que o Ministério da Saúde vem sendo desestruturado em vários setores, que vão desde saúde mental a DST/Aids e até mesmo o setor de controle interno, responsável pelo combate incansável à corrupção na própria estrutura da pasta.

Além disso, ressaltou que o  ministro Ricardo Barros (PP-PR) deixou claro hoje, na audiência pública realizada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que continuará investindo contra o SUS.

Humberto apresenta requerimentos para que governo forneça dados sobre intervenção no Rio

Integrante do Conselho da República, órgão previsto na Constituição Federal para tratar de temas de gravidade para o país, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), apresentou requerimentos de informação à Presidência da República para saber quais foram os motivos que levaram o governo Temer a intervir na segurança pública do Rio de […]

Foto: Roberto Stuckert Filho

Integrante do Conselho da República, órgão previsto na Constituição Federal para tratar de temas de gravidade para o país, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), apresentou requerimentos de informação à Presidência da República para saber quais foram os motivos que levaram o governo Temer a intervir na segurança pública do Rio de Janeiro, quanto será gasto, de onde sairá o dinheiro e qual o resultado das operações militares lá realizadas, entre outras dúvidas.

Desde que o Palácio do Planalto anunciou a intervenção federal em território fluminense, no fim da semana passada, Humberto procura saber quais são os documentos, as notas e os pareceres jurídicos que embasaram o decreto de intervenção, mas sem sucesso até agora.

“Na reunião do Conselho da República com Temer e seus ministros, na última segunda, perguntei se houve crescimento da violência no Rio que justificasse a medida. Ninguém soube responder na hora e, até hoje, parece que desconhecem a realidade”, declarou.

O senador ressaltou que já há emprego das Forças Armadas no Rio desde julho do ano passado, por força de um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), e que os resultados nunca foram apresentados pelas autoridades ou experimentados pela população.

“Quanto foi aplicado nessa operação e qual a fonte dos recursos desse processo? Nem isso nós sabemos, assim como não temos conhecimento sobre a previsão orçamentária dessa intervenção anunciada agora”, criticou.

Diante da falta de transparência e informações a respeito da iniciativa do governo, Humberto defendeu que o Senado se posicionasse contrário ao decreto, até porque outros Estados que sofrem da mesma forma ou até mais intensamente do que o Rio com a criminalidade, como o Ceará, Sergipe e Pernambuco, não estão sendo contemplados igualmente. No entanto, a intervenção foi aprovada pelo voto de 55 senadores contra 13.

“Esse decreto pirotécnico foi editado para tentar reverter uma pauta que lhe é profundamente negativa, que é a reforma da Previdência. Tenho convicção de que essa jogada de marketing, com uso das Forças Armadas, serve tão-somente a que esse presidente medíocre busque melhora nos seus índices de popularidade”, finalizou.

Douglas Rodrigues discorda de Vicentinho sobre Daniel: “não é ausente comigo”

Por André Luis Nesta terça-feira (27), o vereador Douglas Rodrigues (PSD) foi o entrevistado do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú. Durante a conversa, o político abordou diversos temas, incluindo a desistência do presidente da Câmara de Vereadores, Rubinho do São João (PSD), em seguir na vida política, e o anúncio da migração […]

Por André Luis

Nesta terça-feira (27), o vereador Douglas Rodrigues (PSD) foi o entrevistado do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.

Durante a conversa, o político abordou diversos temas, incluindo a desistência do presidente da Câmara de Vereadores, Rubinho do São João (PSD), em seguir na vida política, e o anúncio da migração do PSD para o PSDB, partido da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra.

Douglas, que participou ativamente da movimentação em torno da pré-candidatura de Rubinho do São João a vice-prefeito, explicou os motivos por trás da decisão do anúncio da migração do PSD para o PSDB. 

Segundo o vereador, a falta de representatividade do PSD no âmbito estadual e federal dificulta as chances de sucesso nas eleições municipais de 2024. Com a proposta feita pelo gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho, a migração para o partido foi considerada uma estratégia de sobrevivência política no município.

“Eu hoje eu sou filiado ao PSD que é o partido do ministro da Pesca, André de Paula e eu comuniquei a ele que sairia do partido pela questão de ter se tornado no estado um partido nanico”, afirmou Douglas.

No entanto, o vereador ressaltou que sua lealdade ao prefeito Sandrinho é um fator determinante na escolha do partido. Caso não haja alinhamento com o chefe do Executivo municipal, Douglas afirmou que não poderá se filiar ao PSDB.

Durante a entrevista, também foi questionado a respeito do alinhamento entre o PSDB e o PSB, partido da governadora Raquel Lyra. O vereador esclareceu que apesar das diferenças entre os dois partidos, o prefeito Sandrinho possui um alinhamento com a governadora, o que justifica a escolha pelo PSDB.

“Veja só! A gente procura aqui uma sobrevivência no município na questão do mandato para vereador. Até então a gente entendia, e eu ainda entendo assim: mesmo sendo do PSB e sendo presidente do partido aqui no município, Sandrinho votou com Raquel Lyra, portanto, eles tem um certo alinhamento”, disse o vereador. 

Sobre a desistência de Rubinho do São João em seguir na vida política, Douglas Rodrigues revelou que a notícia emocionou vários colegas parlamentares. O vereador admitiu que levou algum tempo para entender e aceitar a decisão pessoal de Rubinho, mas afirmou respeitá-la.

Por fim, Douglas foi questionado sobre as declarações do vereador Vicentinho a respeito do vice-prefeito Daniel Valadares. Vicentinho havia afirmado que Daniel não estaria tendo um diálogo adequado com a Câmara de Vereadores, defendendo a importância de um vice que represente e dialogue com o parlamento. No entanto, Douglas discordou das afirmações de Vicentinho, destacando que ele próprio sempre teve um diálogo aberto com Daniel e que o vice-prefeito não é ausente quando solicitado.

“Eu posso falar por mim, não posso falar pelos demais porque cada um tem uma forma de ver, de analisar a política e de fazer o seu trabalho. Com relação a Daniel, eu nunca tive problema com ele na questão de ser ausente. Ele não é ausente comigo porque eu vou atrás”, afirmou Douglas.

Pra mim, o candidato da oposição é Duque

Esses dias,  conversei com muita gente da política de Serra Talhada.  Formei uma convicção: o candidato da oposição será Luciano Duque. Claro, essa análise tem o desconto do imponderável da política,  mas vamos aos fatos. Primeiro,  não há hoje nenhum outro nome competitivo para enfrentar uma gestão com o perfil do governo Márcia.  Além da força […]

Esses dias,  conversei com muita gente da política de Serra Talhada.  Formei uma convicção: o candidato da oposição será Luciano Duque.

Claro, essa análise tem o desconto do imponderável da política,  mas vamos aos fatos.

Primeiro,  não há hoje nenhum outro nome competitivo para enfrentar uma gestão com o perfil do governo Márcia.  Além da força da máquina,  tem entregas.  Não é perfeita,  mas deve buscar se ajustar no que precisa melhorar para o ano chave,  2024.

Quem vai enfrentá-la com competitividade? Do grupo de Sebastião e Waldemar Oliveira,  com todo respeito aos quatro nomes citados por eles para uma pesquisa, hoje não há nenhum competitivo.  Pra ser trabalhado em vistas ao futuro, quem sabe o competente Alan Pereira.  Mas também não tem capilaridade para esse enfrentamento hoje. Faeca Melo,  André Terto,  Duquinho? São quadros com importância como grupo, mas para essa missão, não decolam individualmente.

Já mais perto de Luciano,  o mesmo se aplica a Ronaldo de Dja.  Até deve ter mais tutano eleitoral,  mas ainda longe de ameaçar Márcia Conrado.  Diz que se pronuncia  sábado sobre futuro.  O problema é que já deve ter gente em suas bases dizendo que ele não disputa pra vereador.  Pra não perder o que já está certo,  a vereança,  deve se decidir logo.

Falam no filho de Luciano,  Miguel Duque. Também não vejo com capilaridade para disputar agora, além da crítica natural de que essa “renovação” sempre pelo “filho de”, tão comum na política,  incomoda e não é legal.  Dizem ter carisma, futuro,  mas, se assim quiserem,  melhor que seja trabalhado.  Lançá-lo agora é jogá-lo aos leões, num ambiente desfavorável.

E Luciano? Esses dias, conversei com blogueiros da região que tem o mesmo sentimento: sua candidatura é uma questão de sobrevivência política.  Ele precisa retomar na pior das hipóteses um palanque competitivo que o faça vivo, já que perdeu isso com o racha. E não terá essa condição sem uma eleição disputada.  E eleição disputada hoje, só com ele na cabeça, unindo as oposições. Nessa conjuntura, o caminho já estaria sendo traçado: Duque na cabeça e o grupo dos Oliveira,  com Sebá e Waldemar indicaria a vice.

O único problema é interromper o projeto parlamentar em que estava apostando para, se vencer,  voltar à ceara local. Fato é que esse é um passo atrás.  Mas necessário se quiser tentar retomar seu protagonismo local. Isso porque a reeleição de Márcia pode definhá-lo politicamente.  Não esqueçam que ela reeleita vai jogar em 2026 colando um nome à caça dos votos e espaços para torná-lo ainda menor localmente.  Mesmo que negue,  um dos nomes a ser trabalhado é o de Márcio Oliveira,  recém filiado ao PT. Mas podem surgir outros.

Registre-se que se perder, não perde o mandato estadual.  Luciano pode disputar sem essa preocupação.

A partir de hoje e daqui pro ano que vem,  você vai ouvir muita gente falando sobre suposições,  possibilidades,  cálculos, pesquisas, desmentindo essa análise,  que claro,  é uma reflexão pautada na realidade atual e pode sofrer alterações.  Mas a levar em conta esses fatores, pra mim, o candidato da oposição será Luciano Duque.