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Islan é selecionado para o 23º Festival PREAMP, em Recife

Por André Luis

O cantor, compositor e poeta Islan, artista da nova geração da música do Pajeú, natural de São José do Egito (PE), está entre os selecionados do 23º Festival PREAMP, um dos mais importantes palcos da música independente pernambucana. O evento acontece nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2026, no Cais da Alfândega, no Bairro do Recife, com acesso gratuito ao público.

Realizado pela Articulação Musical Pernambucana (AMP), o PREAMP conta com patrocínio da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, além do apoio do Governo de Pernambuco, através da Fundarpe e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Além da programação musical, o festival promove ações formativas, como o Palco Escola, e realizou nos dias 30 e 31 de janeiro o Fórum AMP de Qualificação Técnica, no Cais do Sertão, reunindo profissionais de diversos setores da cadeia produtiva da música.

Reconhecido por impulsionar carreiras ao longo de mais de duas décadas, o 23º PREAMP tem como tema “Conexão Nordeste”, destacando a criatividade regional e reafirmando o compromisso com a música autoral nordestina. As seis atrações selecionadas para a mostra musical receberão mentorias nas áreas de marketing digital, produção técnica e musical, performance, branding e desenvolvimento de identidade artística. As três atrações melhor avaliadas irão integrar a programação do Carnaval do Recife 2026.

Com uma sonoridade que transita entre a tradição nordestina e influências contemporâneas, Islan já teve composições gravadas por artistas como As Severinas e o Quinteto Violado, foi finalista do Festival Frevo Sertão e passou por palcos como o Teatro de Santa Isabel, o Mungunzá Sonoro (Triunfo/PE) e o Festival Traga (Campina Grande/PB). O artista retorna ao PREAMP (já havia participado do festival em 2019) após o lançamento do seu primeiro EP autoral (2025).

“Fazer parte do PREAMP pela segunda vez, agora com disco lançado, é uma alegria e uma responsabilidade enorme. O festival representa um dos ambientes mais importantes para a música autoral e independente do Nordeste. Dividir palco com grandes nomes da nova geração e representar o Pajeú nesse espaço é uma honra”, afirma Islan.

Além de Islan, foram selecionados para a mostra musical os artistas O Cão, Dandara MC, Mestre Josivaldo Caboclo, Alice Counter e RoB Love.

A programação ainda conta com shows de Luedji Luna, Martins, Larissa Luz, Riáh, Mestre Anderson Miguel, Ciranda Raiz da Mata convida Siba, João Marlevou feat. Demir Favela Reggae, Procurando Kalu, além de cortejos e apresentações de grupos tradicionais.

A programação completa está disponível no Instagram @oficial_amp. Para acompanhar o artista, siga @poetaislan no Instagram.

Outras Notícias

Prefeito de Serra Talhada vira padre em puxada junina

Teve início ontem (21), e vai até o próximo dia 30, a programação oficial do São João das Tradições, organizado pela Prefeitura de Serra Talhada. A ‘Puxada Matuta’, abriu os festejos. O prefeito Luciano Duque, ao lado da primeira dama, Karina, participou e homenageou o saudoso Padre Jesus Garcia, que foi pároco por muitos anos […]

Júnior Finfa

Teve início ontem (21), e vai até o próximo dia 30, a programação oficial do São João das Tradições, organizado pela Prefeitura de Serra Talhada.

A ‘Puxada Matuta’, abriu os festejos. O prefeito Luciano Duque, ao lado da primeira dama, Karina, participou e homenageou o saudoso Padre Jesus Garcia, que foi pároco por muitos anos da cidade.

A puxada arrastou secretários, vereadores, diretores e assessores do governo, além de populares, até a Concha Acústica. Detalhe: nas costas do “Padre Luciano”, um clássico petista: “Lula Livre”.

Advogada diz que encerrou carreira devido a ameaças de membros da CPI

A advogada Beatriz Catta Preta afirmou em entrevista ao repórter César Tralli, na edição desta quinta-feira (30) do Jornal Nacional, que decidiu deixar os casos dos clientes que defendia na Operação Lava Jato porque se sentia ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras. Ela disse que, devido às supostas ameaças, fechou o escritório e decidiu […]

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A advogada Beatriz Catta Preta afirmou em entrevista ao repórter César Tralli, na edição desta quinta-feira (30) do Jornal Nacional, que decidiu deixar os casos dos clientes que defendia na Operação Lava Jato porque se sentia ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras. Ela disse que, devido às supostas ameaças, fechou o escritório e decidiu abandonar a carreira.

Após a aprovação no último dia 9 do requerimento que a convocou para depor à comissão, a advogada desistiu de continuar defendendo três clientes que fizeram acordo de delação premiada no âmbito da investigação do esquema de corrupção na Petrobras. A CPI quer que ela explique a origem do dinheiro recebido a título de honorários.

Indagada sobre quais eram os autores das supostas tentativas de intimidação, Catta Preta respondeu: “Vem dos integrantes da CPI, daqueles que votaram a favor da minha convocação”, declarou.

Sem citar nomes, Catta Preta, especializada em acordos de delação premiada, disse que decidiu encerrar a carreira a fim de zelar pela segurança da família.

“Depois de tudo que está acontecendo, e por zelar pela segurança da minha família, dos meus filhos, eu decidi encerrar a minha carreira na advocacia. Eu fechei o escritório”, declarou.

A advogada disse na entrevista ao JN que recebeu ameaças de maneira “velada”. “Não recebi ameaças de morte, não recebi ameaças diretas, mas elas vêm de forma velada, elas vêm cifradas”, disse.

Beatriz Catta Preta atuou em nove dos 18 acordos de delação premiada firmados por investigados da Operação Lava Jato com o Ministério Público. Esses nove delatores são os executivos Júlio Camargo e Augusto Mendonça (Toyo Setal); o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco; o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, a esposa dele, as duas filhas e dois genros. Embora tenha atuado nesses nove casos, se mantinha na defesa de três – Barusco, Júlio Camargo e Augusto Mendonça. (G1)

Odacy lamenta falecimento do amigo Carlos Augusto

O deputado estadual Odacy Amorim, do PT-PE, é mais uma autoridade a lamentar o falecimento do comunicador símbolo do vale do São Francisco, Carlos Augusto Amariz Gomes. O parlamentar frisa que sempre foi um admirador do radialista que faleceu nesta quinta-feira santa, dia 2 de abril. Odacy definiu Carlos Augusto como um dos maiores nomes […]

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O deputado estadual Odacy Amorim, do PT-PE, é mais uma autoridade a lamentar o falecimento do comunicador símbolo do vale do São Francisco, Carlos Augusto Amariz Gomes. O parlamentar frisa que sempre foi um admirador do radialista que faleceu nesta quinta-feira santa, dia 2 de abril. Odacy definiu Carlos Augusto como um dos maiores nomes do rádio são Franciscano.

“Ele foi um guerreiro. Lutou com todas as forças pela vida como sempre fez na defesa dos símbolos sertanejos como a caatinga e os animais do sertão como o jumento, causa também que defendo e que contei com grande apoio de
Carlos Augusto nesta luta”, lembrou Odacy.

Carlos Augusto foi uma das primeiras pessoas a abraçar a causa de Odacy na defesa dos jumentos que vivem nas estradas da região, causando acidentes e sendo exterminados nas pistas sertanejas. Ele incentivou o deputado a
concretizar a criação do Parque Ecológico de Proteção ao Jumento, inaugurado em novembro de 2013 em Rajada, distrito de Petrolina, com a presença do radialista que era padrinho do Parque hoje localizado em Lagoa
Grande para abrigar os animais.

A defesa dos jumentos foi bandeira de luta de Carlos Augusto que no início da década de 70 criou uma festa, a Jecana do Capim, para barrar a extinção da raça.

Odacy fez homenagem ao amigo Carlos Augusto também em suas redes sociais. Confira:

“Foi com profundo pesar, que recebi a notícia do falecimento do amigo Carlos Augusto. Sem dúvida, Petrolina e o Sertão perderam uma grande referência da área de comunicação e radialismo. Carlos Augusto era o mais
antigo, e um dos mais importantes locutores de Rádio de nossa região. 

Alegrou as manhãs de muita gente, e tinha a defesa pelos animais como uma de suas principais bandeiras. Era um grande parceiro do Parque Ecológico de Proteção ao Jumento. Na foto, estamos juntos em um momento feliz, durante a cerimônia de inauguração do Parque. Petrolina e o Sertão perdem um grande representante de nossa cultura. Que Deus esteja ao lado da família, e os conforte neste momento de dor”.

Câmara de Carnaíba: oposicionistas também querem um Orçamento Impositivo pra chamar de seu

A Câmara de Vereadores de Carnaíba está seguindo os passos das casas legislativas de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira e também discute a inclusão na Lei Orgânica de um Orçamento Impositivo. No fim do mês passado, os vereadores da bancada de oposição apresentaram Emenda à Lei Orgânica, no artigo 83-A, instituindo a ferramenta, no […]

Foto: Cauê Rodrigues

A Câmara de Vereadores de Carnaíba está seguindo os passos das casas legislativas de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira e também discute a inclusão na Lei Orgânica de um Orçamento Impositivo.

No fim do mês passado, os vereadores da bancada de oposição apresentaram Emenda à Lei Orgânica, no artigo 83-A, instituindo a ferramenta, no valor correspondente a 1,2% da Receita Corrente Liquida do município.

O princípio é o mesmo de Serra e Afogados. Mas há algumas diferenças. Em Serra, o orçamento impositivo foi aprovado e4m 2014, prevendo Estima-se que 0,7% do orçamento com ações apontadas pelas emendas impositivas. Em Afogados, a Câmara aprovou dia 31 1% da receita corrente líquida para ações indicadas pelos legisladores. Do montante, 50% terá que ser aplicado na saúde e 6,5% em educação. O restante, 43,5% poderá ser aplicado em outras áreas, como obras.

O percentual proposto em Carnaíba é um pouco maior, mas ainda dentro da média em outras cidades do país. A proposta é dos vereadores da bancada de oposição, maioria na casa, que tem comando na Mesa Diretora. Ainda não há informações sobre a posição do prefeito Anchieta Patriota e da bancada governista, com quatro legisladores.

Campeonato Rural marcado por acusações de racismo

Um caso de acusação de racismo foi registrado no Campeonato Rural,  promovido pela Secretaria de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira. O jogador Lucas,  da equipe do Santa Cruz das Queimadas,  diz ter ouvido pelo menos duas vezes de torcedoras do Vila Real do São João gritos de “macaco”. O jogador Eduardo, companheiro de […]

Foto: Afogados Conectado

Um caso de acusação de racismo foi registrado no Campeonato Rural,  promovido pela Secretaria de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira.

O jogador Lucas,  da equipe do Santa Cruz das Queimadas,  diz ter ouvido pelo menos duas vezes de torcedoras do Vila Real do São João gritos de “macaco”.

O jogador Eduardo, companheiro de Lucas foi aos policiais,  mas a PM não buscou identidade de onde partiu a agressão. O jogo prosseguiu sem uma providência ou apuração da denúncia,  o que geraria o flagrante e evitaria impunidade.

O treinador João Silva lamentou o episódio: “nós vimos duas mulheres chamando . Eu condeno completamente.  Eu escutei duas vezes um grito de mulher chamando o jogador Lucas de macaco”.

A denúncia foi registrada ao vivo, na transmissão da Seleção do Povo,da Rádio Pajeú.

Em nota, o Vila Real do São João negou o ato, colocando como um fato isolado que não partiu da sua torcida organizada.  “Não compactuamos com racismo”, diz a nota.

Outro caso envolveu o Vasco da Varzinha diz que o jogador Pedro Ricardo sofreu ofensas racistas de um torcedor do Guarany da Pintada. “A intolerância,  a discriminação e o preconceito precisam ser combatidos, seja no esporte,  seja em qualquer lugar na sociedade”.

A Secretaria de Cultura e Esportes prometeu punição caso haja identificação dos racistas e vai soltar comunicado alertando para que episódios dessa natureza não se repitam.

Ouça os trechos da acusação na transmissão da Rádio Pajeú: