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Investir é para todos: Sicoob inicia campanha que premiará seus cooperados 

Por André Luis

Mais de 8 milhões de cooperados do Sicoob terão a chance de realizar grandes conquistas com a 4ª Edição da promoção “Investir é para Todos 2024”.

A partir de 8 de julho, quem investir em produtos de renda fixa, RDC (Recibo de Depósito Cooperativo), LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LF (Letra Financeira) concorrerá a 14 carros zero quilômetros e prêmios em pontos Coopera – o programa de fidelidade e shopping virtual da instituição financeira cooperativa. A promoção segue até o dia 31 de agosto.

De acordo com o Sicoob, a expectativa é de que, nesta edição, mais de 350 cooperados sejam contemplados com as premiações. Segundo Francisco Reposse Junior, diretor Comercial e de Canais do Sicoob, nos últimos anos, o Sicoob beneficiou mais de 6,7 mil ganhadores com diversos prêmios. 

“Estamos empolgados com a promoção ‘Investir é para Todos 2024’, que possibilitará aos nossos cooperados diversificar seus investimentos e ainda concorrer a prêmios. É uma ótima oportunidade para conhecer nossas opções de investimentos e usufruir dos benefícios do Sicoob,” comenta o diretor.

As regras gerais estão disponíveis no regulamento da promoção. Saiba mais em www.sicoob.com.br/paratodos. Para participar, basta ser um cooperado Sicoob.

Vantagens em investir no Sicoob: 

Rentabilidade: O Sicoob oferece taxas de juros competitivas e compatíveis com o mercado. 

Atendimento personalizado: Conte com nossos profissionais para ajudar a identificar o produto mais adequado para você e para seus objetivos financeiros.

Sobre o Sicoob   

Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 8 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferece serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, aquirencia de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. 

É formado por 331 cooperativas singulares, 14 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), que é composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de uma processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a primeira colocação entre as instituições financeiras com maior número de agências no Brasil, com mais de 4, 6 mil pontos de atendimento, e, em mais de 400 municípios, é a única instituição financeira presente. Acesse: www.sicoob.com.br para mais informações.

Outras Notícias

Sebrae: Prefeitura de Afogados recebe mais um selo ouro de qualidade no atendimento

A Prefeitura de Afogados recebeu na tarde de hoje (03) o Selo Ouro de qualidade no atendimento aos empreendedores, premiação organizada pelo SEBRAE. Essa é a quarta edição do Selo Sebrae de Referência em qualidade de atendimento, e a segunda vez consecutiva que a Prefeitura de Afogados recebe o selo ouro, qualificando a gestão municipal […]

A Prefeitura de Afogados recebeu na tarde de hoje (03) o Selo Ouro de qualidade no atendimento aos empreendedores, premiação organizada pelo SEBRAE.

Essa é a quarta edição do Selo Sebrae de Referência em qualidade de atendimento, e a segunda vez consecutiva que a Prefeitura de Afogados recebe o selo ouro, qualificando a gestão municipal a concorrer agora ao selo diamante.

“Fomos prata nas duas primeiras edições, e no ano passado conquistamos o primeiro selo ouro. Hoje ganhamos outro selo ouro, nos tornando bicampeões. Quem é ouro agora disputa o mais alta posto que é o selo Diamante, e estamos muito confiantes que podemos obter mais essa conquista para Afogados,” afirmou Ney Quidute, secretário municipal de administração e desenvolvimento econômico.

Ney também fez questão de agradecer o apoio do Prefeito Sandrinho Palmeira, dando as condições para que o trabalho seja desenvolvido; a dedicação de toda a equipe da secretaria, bem como aos empreendedores Afogadenses, “que apoiam e valorizam o trabalho da sala do empreendedor. Quero dividir esse prêmio com todos os empreendedores e a população de Afogados em geral, que mais uma vez sobe ao pódio conosco,” finalizou Ney Quidute.

Forró made in Pernambuco invade a Europa

Os artistas pernambucanos César Amaral, Roberto Cruz e Andrezza Formiga partiram para a primeira Turnê internacional e já estão na Alemanha, onde se apresentarão no Psiu Forró Berlim,  um dos mais importantes festivais de forró do exterior.  Com carreiras consolidadas no nosso Estado e inúmeros trabalhos lançados por aqui, será a primeira vez que se […]

Os artistas pernambucanos César Amaral, Roberto Cruz e Andrezza Formiga partiram para a primeira Turnê internacional e já estão na Alemanha, onde se apresentarão no Psiu Forró Berlim,  um dos mais importantes festivais de forró do exterior.  Com carreiras consolidadas no nosso Estado e inúmeros trabalhos lançados por aqui, será a primeira vez que se apresentam na Europa.

César Amaral é de Sertânia e já está em Berlim. Participa pela segunda vez do evento. Na bagagem, quase 20 anos de carreira, sete CDs gravados e um DVD.

Natural de Bom Jardim, às vésperas de completar 20 anos de carreira, Roberto Cruz é um dos compositores mais requisitados de Pernambuco dezenas de músicas gravadas por artistas como Flávio José, Santanna e Geraldinho Lins.

Já a Recifense Andrezza Formiga é uma das vozes femininas que mais tem se destacado no cenário regional e nacional. Tendo sido, inclusive, indicada ao Prêmio da Música Brasileira em 2018 com o álbum “E Tome Forró Meu Bem”, todo dedicado ao gênero.

Esta será a oitava edição  do PSIU FORRÓ BERLIM e acontecerá entre os dias 30 de janeiro a 02 de fevereiro no palco do UfaFabrik, que já recebeu artistas como João Gilberto, Gilberto Gil e Chico Cesar.

Roberto Cruz se apresentará na abertura do Festival Psiu Forró Berlim, dia 30 de janeiro e Andrezza Formiga no dia seguinte (31). César Amaral  toca sexta,  dia 31, e sábado , 1 de fevereiro.

A primeira turnê internacional dos artistas pernambucanos se estenderá ainda pelas cidades de Viena, na Áustria (dia 01/02) e Budapeste, na Hungria (dia 02/02).

Estudo comprova efetividade da vacina contra a Covid-19

A vacinação é capaz de proteger a população de contaminação, hospitalização e morte por Covid-19, mesmo em comunidades socialmente vulneráveis, onde há alta transmissão. Esta é uma das principais conclusões de um novo artigo da pesquisa Vacina Maré que avalia a efetividade da vacina da Fiocruz/AstraZeneca contra o adoecimento por Covid-19 no Complexo da Maré, […]

A vacinação é capaz de proteger a população de contaminação, hospitalização e morte por Covid-19, mesmo em comunidades socialmente vulneráveis, onde há alta transmissão. Esta é uma das principais conclusões de um novo artigo da pesquisa Vacina Maré que avalia a efetividade da vacina da Fiocruz/AstraZeneca contra o adoecimento por Covid-19 no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. 

A pesquisa foi publicada recentemente na revista Clinical Microbiology and Infection, da European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID). O trabalho analisou o aumento gradativo da proteção após a vacinação e verificou que, três semanas após a primeira dose, a proteção contra a Covid-19 sintomática é de 31,6%. Duas semanas após a segunda dose, essa taxa sobe para 65,1%. 

Os resultados obtidos após a segunda dose reiteram as conclusões encontradas na versão anterior do artigo, divulgada em novembro, que tratou dos dados referentes à vacinação dos moradores da Maré com a primeira dose. As evidências reforçam a importância da segunda dose para garantir uma resposta imune mais robusta e prolongada, tendo em vista que os efeitos da primeira dose começam a enfraquecer após alguns meses. 

“Qual a efetividade da vacina em proteger as pessoas e evitar que contraiam a Covid? As pessoas que tomaram a vacina estão protegidas de adquirir infecção pelo vírus? Essa é a grande pergunta do estudo, e a resposta é sim. Hoje, há muita gente falando que a vacina não protege da doença, somente de hospitalização e morte. Isso não é verdade. Claro, o nível de proteção para as formas graves é maior. Se você está vacinado, pode se infectar e ficar assintomático, ou ter sintomas mais brandos. Por outro lado, muita gente não vai ter a doença porque está vacinada”, explicou Fernando Bozza, pesquisador da Fiocruz e coordenador do estudo. 

A pesquisa é conduzida pela Fiocruz em parceria com o Departamento de Engenharia Industrial da PUC-Rio, o Instituto de Saúde Global de Barcelona e a Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Saúde. Conta com o apoio da Redes da Maré e do Projeto Conexão Saúde – De Olho na Covid e o financiamento da Fundação Bill e Melinda Gates. Os dados verificados reforçam a centralidade da vacinação no combate à pandemia.

“A vacina protege em todos os níveis: da morte, da hospitalização e da aquisição do vírus ou adoecimento. Claro que esses níveis são diferentes: aqui, estamos falando de 65% contra aquisição depois da segunda dose. Quando olhamos para hospitalização e morte, isso sobe para mais de 80, 90%”, reiterou. De acordo com os dados disponibilizados pelo Painel Rio Covid, da Prefeitura, de 30 de outubro do ano passado até 18 de janeiro deste ano, data da última atualização, não houve óbito na Maré decorrente da doença.

Metodologia

Os pesquisadores cruzaram as bases de dados do programa de testagem da Fiocruz com o de vacinação. O método empregado foi o estudo de teste negativo (TND), dividindo aqueles que contraíram o vírus em dois grupos: um de sintomáticos e outro de todos os infectados (sintomáticos + assintomáticos). 

A análise incluiu 10.077 testes RT-PCR, sendo 6.394 (64%) de sintomáticos e 3,683 (36%) de assintomáticos. O período de referência, de 17 de janeiro a 27 de novembro de 2021, caracterizou-se por uma predominância mista das variantes Gama e Delta. O estudo, que segue em andamento, pretende na próxima etapa avaliar a efetividade da vacina em relação à Ômicron e à dose de reforço.

O estudo considerou quatro recortes: o primeiro, relativo ao tempo de pandemia; o segundo, um ajuste completo (que considera variáveis como sexo, doença cardiovascular, doença respiratória, comorbidades, todas as características que estão relacionadas ao agravamento ou à aquisição da doença); o terceiro, por idade, separando os participantes em um grupo abaixo de 35 anos e outro de 35 para cima; o quarto, por fim, considera os intervalos de aplicação entre a primeira e a segunda dose.

“De maneira geral, as diferenças de efetividade são muito pequenas. Os ajustes servem para demonstrar que, independentemente do foco da análise, a vacinação é eficaz para controlar a pandemia e influencia diretamente na queda no número de casos. Eles não decrescem sozinhos só porque a pandemia já dura há algum tempo. Provavelmente, essa vacinação em massa foi fundamental para impedir a expansão da Delta. Tivemos o grande pico da Gama no Brasil, na virada de 2020 para 2021 e, em seguida, a introdução da Delta. Na Maré, esse pico de Delta praticamente não aconteceu, provavelmente porque a vacinação já foi efetiva em bloquear essas cadeias de transmissão”, explicou.

A maior variação ocorre no recorte por idade. Nos mais jovens (menos de 35 anos), a proteção após a segunda dose é de 89,2%. De 35 anos para cima, a efetividade da vacina é de 55,6%. 

“Há alguns fatores envolvidos, até da resposta imune, de como os idosos montam essa resposta imune vacinal. Nos estudos de soroconversão, verificamos que eles desenvolvem menos anticorpos que os jovens após a vacinação. Seguramente, eles precisam mais da dose de reforço, assim como os imunossuprimidos”, disse.

Originalidade e importância da pesquisa na Maré

Maior conjunto de favelas do Rio de Janeiro, com cerca de 140 mil moradores, a Maré sedia iniciativas de vacinação em massa e testagem em grande escala conduzidas a partir de uma ação integrada entre a Secretaria Municipal de Saúde, a Fiocruz e a Redes da Maré. 

O estudo de efetividade da vacina na região, coordenado pela Fundação, propõe um olhar que considera as características próprias do território – alta densidade populacional, cadeias de transmissão próprias, grande circulação do vírus e vulnerabilidade social da população.

“O estado do Rio chegou a ter a maior letalidade durante grande parte da pandemia, e a Maré tinha uma das taxas de letalidade mais altas, especialmente no início. Era mais alta que a da cidade e do estado e, em algum momento, chegou a ser o dobro do encontrado na cidade como um todo. Uma série de medidas foram tomadas, não só em relação à vacinação. A Fiocruz apoiou toda uma estratégia de testagem, comunicação, acompanhamento das pessoas com Covid e isso puxou essa taxa de letalidade para baixo”, ressaltou Bozza. 

A meta de vacinar toda a população adulta da Maré foi cumprida: 93,4% do público-alvo foi imunizado com as duas doses da vacina da AstraZeneca. Os resultados saltam aos olhos. “Após a vacinação, a gente realmente viu as mortes despencarem. Os dados mostram que já não tínhamos morte por Covid na Maré há alguns meses. Isso mostra que atingimos uma proteção alta, até em níveis internacionais”, completou.

A Fiocruz também desenvolve na Maré um estudo de coorte, acompanhando cerca de duas mil famílias e oito mil pessoas, incluindo crianças, num monitoramento de longo prazo para avaliar a transmissão intradomiciliar, as dinâmicas da circulação do vírus nas comunidades e proteção indireta. 

A vigilância genômica, que sequencia as amostras do vírus encontrada na Maré para detectar variantes, também segue em andamento. “Precisamos continuar ativos para verificar se há outras variantes ainda não identificadas que possam estar circulando no território brasileiro e que possam trazer outros desdobramentos em relação à pandemia”, concluiu Fernando Bozza.

Parte das críticas de Bolsonaro à imprensa é correta, diz Lula

Congresso em Foco O ex-presidente Lula afirmou que parte das críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à imprensa é “correta”. “Acho que tem crítica que ele faz que é correta. Dê a ele o mesmo direito que dá aos outros, direito de falar, abra para ele falar”, disse em entrevista ao Uol. “Na […]

Foto: UOL/Reprodução

Congresso em Foco

O ex-presidente Lula afirmou que parte das críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à imprensa é “correta”. “Acho que tem crítica que ele faz que é correta. Dê a ele o mesmo direito que dá aos outros, direito de falar, abra para ele falar”, disse em entrevista ao Uol.

“Na greve dos jornalistas de 1979, os donos de jornais descobriram que não precisavam tanto de jornalistas, que poderiam fazer jornalismo sem precisar do jornalista. Agora, o Bolsonaro está provando que é possível fazer notícia sem precisar dos jornais, da televisão. Ele faz por ele mesmo. Aliás, o Trump já fez escola”, completou.

Lula, no entanto, não considera correto um presidente da República se comunicar pelo Twitter e afirma que Bolsonaro “tem a obrigação de prestar contas à democracia, atendendo a imprensa”.

“Não aquele cafezinho formal, em que tem um general como porta-voz, que é tudo quase militarizado. Mais do que no tempo dos militares. Marca uma entrevista livre com a imprensa e deixa a imprensa perguntar!”, comentou.

O ex-presidente acredita que a imprensa tem que dar uma informação correta, mas não “inventar uma mentira”. “Quando a imprensa mente, ela não está desrespeitando o atingido, ela está desrespeitando o eleitor, o telespectador, o ouvinte, que merece respeito”, disse.

Queda em casa tira Inocêncio da equipe de Paulo Câmara

Coluna Fogo Cruzado – Inaldo Sampaio Inocêncio Oliveira (PR) arquivou o projeto de pleitear espaço para ele próprio no futuro governo de Paulo Câmara (PSB). Inocêncio escorregou no banheiro de seu apartamento, no Recife, no final de semana, e fraturou a primeira vértebra lombar. Vai usar uma cinta pelos próximos 60 dias, com recomendação para […]

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Coluna Fogo Cruzado – Inaldo Sampaio

Inocêncio Oliveira (PR) arquivou o projeto de pleitear espaço para ele próprio no futuro governo de Paulo Câmara (PSB).

Inocêncio escorregou no banheiro de seu apartamento, no Recife, no final de semana, e fraturou a primeira vértebra lombar. Vai usar uma cinta pelos próximos 60 dias, com recomendação para ficar em repouso.

O PR, se tiver espaço, será com outra pessoa.