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Ingazeira: Mário Viana acredita em palanque forte da oposição para 2016

Por Nill Júnior

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O pré candidato a prefeitura de Ingazeira, Mário Viana Filho disse hoje ao programa Manhã Total que está confiante em um bom 2016, que para ele representa sucesso eleitoral nas próximas eleições. Mário em crítica indireta a Zé Veras disse que “tem um lado definido” e disse acreditar que o grupo político de oposição vai crescer ano que vem.

Ele citou os nomes de Beta de Santa Rosa, Aécio Bezerra, Mimi, filho de ex-prefeito Zito Veras, Mário Veras, ex-vice e ex-vereador e  Chico Bandeira como nomes que deverão engrossar o seu palanque.

Sobre Itan do Mercado, afirmou que o comerciante tem conversado com ele e demostrou que há possibilidade de ingressar pro seu grupo.

Mário criticou o fato de a gestão Luciano Torres ter como principais ações 90% com federais e estaduais, sem ações com recursos próprios. “Ele usa muito argumento de que veio pouco dinheiro, mas de janeiro a novembro de 2015, foram R$ 10 milhões e 257 mil repassados para o município”.

Mário ainda criticou a recente programação de emancipação que, segundo ele, acertou em trazer Maciel e irmãos para a Cantilena, as deveria ter tido outra atração em praça pública. Ainda criticou a pesquisa do Instituto Múltipla feita para o blog afirmando não refletir o sentimento das ruas. E perguntou porque o instituto não divulgou o resultado da corrida sucessória com pesquisa estimulada.

Outras Notícias

CPI recorreu à PF para obter documentos negados pela Precisa e pelo Ministério da Saúde

Foto: Pedro França/Agência Senado A operação da Polícia Federal de busca e apreensão na sede da Precisa Medicamentos, nesta sexta-feira (17), foi pedida pela CPI da Pandemia como instrumento para dar prosseguimento às apurações envolvendo a empresa, informaram senadores que integram a comissão parlamentar de inquérito.  Eles informaram pelas redes sociais que a CPI tentou […]

Foto: Pedro França/Agência Senado

A operação da Polícia Federal de busca e apreensão na sede da Precisa Medicamentos, nesta sexta-feira (17), foi pedida pela CPI da Pandemia como instrumento para dar prosseguimento às apurações envolvendo a empresa, informaram senadores que integram a comissão parlamentar de inquérito. 

Eles informaram pelas redes sociais que a CPI tentou de “todas as formas” informações relativas ao contrato entre a Precisa e a Bharat Biotech — laboratório indiano fabricante da vacina Covaxin — mas não conseguiu. A Precisa fez intermediação entre o governo federal e o laboratório indiano. A operação foi e autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“A CPI tentou de todas as formas obter essas informações e não logrou êxito. Fez-se necessário, para prosseguimento das apurações, a utilização deste instrumento judicial. A operação, que foi autorizada pelo STF, destina-se à apreensão de informações relativas ao contrato entre a Precisa e a Bharat Biotech, assim como todos os documentos relacionados ao contrato”, esclareceu o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Uma das linhas de investigação da CPI é justamente a que se refere à negociação do Ministério da Saúde com a Precisa Medicamentos para aquisição da vacina indiana Covaxin com contrato de R$ 1,6 bilhões. Apesar de ter licitado valor para pagamento, o contrato foi cancelado após a divulgação de possíveis irregularidades envolvendo as negociações.

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) classificou as transações entre a empresa e o governo federal de “tenebrosas”. Ele disse que as negociações que envolvem a empresa precisam ser apuradas na sua integridade. “Há indícios sérios que precisam de investigação rigorosa e independente”, afirmou.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) também concorda que as informações serão fundamentais para dar seguimento a essa linha de investigação e não descartou novas operações de busca e apreensão. “A empresa omitiu varias informações, o que levou a CPI a requerer as provas judicialmente. Até o final dos trabalhos, outras buscas poderão acontecer. Vamos apurar toda a verdade”, avaliou.

O fato de a CPI ter buscado as informações diretamente com a empresa, com o Ministério da Saúde com os envolvidos nas negociações, que depuseram à comissão, levou o senador Humberto Costa (PT-PE) a considerar acertada a decisão de pedir a operação de busca e apreensão à Polícia Federal. 

“Queremos o contrato entre ela e a indiana Bharat Biotech para saber em que termos foi negociada a bilionária compra da Covaxin. Nem a empresa nem o Ministério da Saúde nos prestaram as informações necessárias”, informou.

A mesma observação fez o senador Rogério Carvalho (PE-SE) ao apontar irregularidades no contrato, que terminou por ser desfeito em meio às investigações. “Após negativas da empresa Precisa Medicamentos em disponibilizar informações sobre o contrato entre a Precisa e a Bharat Biotech, a CPI da Covid precisou recorrer aos meios judiciais. A bandeira do Brasil não pode ser paraíso das negociatas e nem as vidas dos brasileiros podem ser usadas como moeda de troca”, disse.

Outros elos

Ainda envolvendo a Precisa Medicamentos, os membros da CPI investigam viagens feitas por diretores da empresa à Índia para negociar o imunizante Covaxin com o laboratório Bharat Biotech assim como o envolvimento da FIB Bank, que apresentou uma carta de fiança irregular no valor de R$ 80,7 milhões como garantia para o negócio.

Outras informações obtidas pela comissão expõe o que seria uma espécie de possível passo a passo existente no Ministério da Saúde para tentar fraudar licitações e beneficiar a empresa Precisa Medicamentos na aquisição de teste para diagnóstico de covid-19. 

A partir de documentos recebidos e dos depoimentos colhidos até o momento, alguns senadores elaboraram o que chamaram de “arquitetura ideal” com detalhes do esquema que desclassificou empresas vencedoras de processos licitatórios para a venda de testes de covid — a Abbott e a Bahiafarma — em benefício da Precisa. O contrato seria de R$ 1 bilhão. As informações são da Agência Senado.

Afogados: barreiras sanitárias já realizaram mais de 15 mil abordagens

Desde o seu início, em 28 de abril, as barreiras sanitárias nas entradas de Afogados da Ingazeira já realizaram 15.765 abordagens a veículos, uma média de 985 abordagens por dia. Nas abordagens, além da orientação sobre prevenção, a Prefeitura também está medindo a temperatura dos ocupantes dos veículos, com os novos termômetros digitais infravermelhos adquiridos […]

Desde o seu início, em 28 de abril, as barreiras sanitárias nas entradas de Afogados da Ingazeira já realizaram 15.765 abordagens a veículos, uma média de 985 abordagens por dia.

Nas abordagens, além da orientação sobre prevenção, a Prefeitura também está medindo a temperatura dos ocupantes dos veículos, com os novos termômetros digitais infravermelhos adquiridos pela gestão municipal.

Pessoas que estão vindo para município oriundas de outras cidades, ou que estejam com febre ou síndrome gripal, tem seus nomes, contatos e endereços anotados e passam a integrar a quarentena domiciliar monitorada pela equipe de saúde do município.

Segundo o coordenador das barreiras sanitárias, o educador físico Laílson Luiz, as barreiras sanitárias são um importante instrumento de prevenção e combate ao coronavírus.

“Com esse monitoramento, conseguimos controlar o acesso ao município, identificar pessoas com sintomatologia e subsidiar a vigilância sanitária para um monitoramento mais eficaz da quarentena domiciliar dessas pessoas,” destacou Laílson.

A Prefeitura de Afogados está disponibilizando no site oficial um formulário para quem mora na cidade, mas precisa se deslocar para outros municípios para trabalharem em serviços essenciais.

Quem estiver nesta situação, precisa imprimir o formulário no site, preencher, e levar para a sua unidade básica de saúde de referência, para que o documento seja chancelado por um médico ou enfermeiro da unidade.

O documento facilitará o trânsito dessas pessoas nas barreiras sanitárias instaladas pelos municípios, e segue uma orientação do Ministério Público.

Morioka infla folha em troca de apoio. Filha de ex-vereador encabeça lista, diz blogueiro

Por Júnior Campos Em ano eleitoral, a mandatária da gestão republicana em Flores, Soraya Morioka (PR), que tenta se reeleger, assinou o aumento na ordem de R$ 234.528, 15 (duzentos e trinta e quatro mil, quinhentos e vinte e oito reais e quinze centavos), em despesa com pessoal. O acréscimo é de quase 35%, em […]

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Por Júnior Campos

Em ano eleitoral, a mandatária da gestão republicana em Flores, Soraya Morioka (PR), que tenta se reeleger, assinou o aumento na ordem de R$ 234.528, 15 (duzentos e trinta e quatro mil, quinhentos e vinte e oito reais e quinze centavos), em despesa com pessoal. O acréscimo é de quase 35%, em relação ao primeiro mês do ano (janeiro), onde o somatório da FOPAG – Folha de Pagamento foi de R$ 677. 789,05 (Seiscentos e setenta e sete mil, setecentos e oitenta nove reais e cinco centavos).

As informações estão disponíveis no endereço eletrônico:http://www.transparencianomunicipio.com.br/portal/v81/index_entidade/index_entidade.php, onde também revela claramente que, a gestora está voltada para o sua manutenção na cadeira de prefeita do município sertanejo, ao colocar na folha de cargos comissionados cabos eleitorais e lideranças políticas que vão reforçar seu palanque; configurando de forma indiscutível o uso da máquina pública para cooptação de apoio político.

Nome como o de Dandara Cardim de Lima, que reside no Recife-PE, filha do ex-presidente da Câmara de Vereadores, José Pereira, ou Dema, que integrava a praça de lideranças políticas do ex-prefeito Marconi Santana (PSB), aparece na lista de cargos de confiança da gestão, como Secretária Adjunta de Finanças.

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A inserção da filha do ex-presidente da Casa de Leis de Flores, na FOPAG é parte de um acordo entre a gestora e político, que apesar de está inelegível, apontou a esposa para a disputa por um assento no parlamento florense, pelo Partido da República – PR, na qual se filiou este ano, após o acordo fechado.

Além de Dandara outros nomes de cabos eleitoras aprecem na folha de cargos em comissão da gestão republicana, que não se intimida em manter vivo o seu projeto de permanência à frente do poder executivo.

Senadores pernambucanos se dividem na votação da reforma trabalhista

Depois da aprovação da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (26), chegou a vez do Senado debater e votar a proposta. Dos três senadores pernambucanos, só o líder da oposição na Casa, Humberto Costa (PT), mostrou-se contrário às mudanças na legislação do Trabalho. Já Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (PSB) […]

Depois da aprovação da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (26), chegou a vez do Senado debater e votar a proposta. Dos três senadores pernambucanos, só o líder da oposição na Casa, Humberto Costa (PT), mostrou-se contrário às mudanças na legislação do Trabalho. Já Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (PSB) sinalizaram que irão votar a favor.

No caso de FBC, sua atitude vai de encontro à decisão nacional do PSB, que fechou questão contra as reformas do governo Michel Temer (PMDB) e afirmou que parlamentares que votassem a favor dela poderiam ser punidos.

Quatro deputados que foram favoráveis à proposta na votação na Câmara – Danilo Forte (CE), Fabio Garcia (MT), Maria Helena (RR) e a líder da bancada, Tereza Cristina (MS) – perderam cargos nas executivas estaduais. Ao todo, 14 dos 30 deputados votaram pela reforma trabalhista.

Opiniões

Para o petista, a “pseudoreforma” ataca em cheio os trabalhadores e os mais pobres. “Mais da metade das emendas acolhidos pelo relator da proposta na Câmara veio por meio de lobistas patronais como CNT e CNI”, assinalou Humberto. Para Armando, muitos pontos são negociáveis como questão de ferias e jornada de trabalho.

“Ha de se atualizar esse arcabouço de leis. Não pode se traduzir em subtração de direitos, mas regular quando o trabalhador quiser pactuar, negociar diretamente”, argumenta Armando Monteiro que foi eleito na chapa com Humberto em 2010. Ele também elogiou o fim do imposto sindical.

Para Fernando Bezerra Coelho, o Brasil deve avançar e não ficar parado no seculo XIX. “As reformas trabalhista e da previdência apontam certamente para um caminho seguro que levara o Brasil a retomar seu crescimento“, frisou. (Com informações e foto/Blog do Jamildo)

TCE emite parecer pela aprovação das contas de 2012 do ex Adelmo Moura , referente ao exercício de 2012

Em Sessão da 1ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, ocorrida hoje, houve a deliberação sobre a Prestação de Contas de Governo do Ex-Prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, referente ao exercício de 2012, último ano de seu mandato. Na ocasião, o Tribunal emitiu Parecer favorável a aprovação da Prestação de Contas quando […]

ADELMO POSSE

Em Sessão da 1ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, ocorrida hoje, houve a deliberação sobre a Prestação de Contas de Governo do Ex-Prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, referente ao exercício de 2012, último ano de seu mandato. Na ocasião, o Tribunal emitiu Parecer favorável a aprovação da Prestação de Contas quando de seu julgamento perante a Câmara Municipal de Itapetim, onde o Grupo Político liderado por Arquimedes Machado e Adelmo Moura, já possui ampla maioria.

“Se de inicio a Auditoria do TCE tivesse obtido a informação de que as contribuições previdenciárias para a PREVITA (Instituto de Previdência do Município), referente ao mês de dezembro de 2012, haviam sido recolhidas em janeiro de 2013, com a utilização de disponibilidade financeira deixadas por Adelmo em 2012, a deliberação favorável teria ocorrido de modo direto, sem a necessidade de defesa. O TCE, incialmente, compreendeu que não havia sido deixado, pela Gestão de Adelmo em 2012, recursos para o pagamento desta despesa no ano de 2013. Na defesa, demonstramos que Adelmo deixou recursos mais que suficientes em caixa quando saiu do governo, levando o TCE a entender pelo cumprimento desta obrigação previdenciária”, informaram os Advogados Emerson Dario Correia Lima e Felipe Aragão de Siqueira, responsáveis pela Defesa de Adelmo neste Processo.