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Influenciadora digital critica governadora por não pagar piso para professores

Por André Luis

Por André Luis

Karina Santos, que se descreve como “terrivelmente petista” em sua bio no Instagram, publicou um vídeo onde critica a governadora Raquel Lyra por ter deixado de pagar o piso para mais de 52 mil profissionais da educação pernambucana.

A postagem foi em alusão ao Dia dos Professores, comemorado no último domingo (15).

“Governadora Raquel Lyra, hoje é dia 15 de outubro, Dia dos Professores, mas se tem uma pessoa que não pode de jeito nenhum abrir a boca, fazer uma publicação no Instagram para parabenizar os profissionais da educação é a senhora”, disse Karina Santos no vídeo.

“Na verdade nenhum profissional da educação, tá comemorando o dia de hoje, sabe porque governadora? Porque a senhora não quer pagar o piso na carreira. 52 mil profissionais da educação do estado de Pernambuco, ficaram de fora”, continuou.

“Os profissionais da educação não querem uma publicação, um post da senhora no Instagram. Eles não querem receber, parabéns governadora. Eles não querem receber presentes, chocolate ou flores, eles querem o pagamento do piso na carreira”, disse a influenciadora.

Karina Santos também criticou o fato de que existem 20 mil professores contratados no estado, enquanto 7 mil profissionais da educação passaram no concurso e não foram chamados.

“A senhora vive dizendo que o bom da educação é que não falta dinheiro, se não falta dinheiro o que é que falta para a governadora valorizar os profissionais da Educação do Estado de Pernambuco?”, questionou.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (SINTE/PE) também tem criticado a governadora por não pagar o piso para os professores.

Outras Notícias

Atraso de quase quatro horas gera questionamentos no último ato do carnaval

De forma unânime, o atraso para o início da apresentação de Fulô de Mandacaru foi bastante questionado pelos que estavam na Avenida Rio Branco na última noite do carnaval de Afogados da Ingazeira. Isso porque a programação oficial marcava a concentração e descida do trio às oito da noite. Muitos pais trouxeram crianças, outros participaram […]

De forma unânime, o atraso para o início da apresentação de Fulô de Mandacaru foi bastante questionado pelos que estavam na Avenida Rio Branco na última noite do carnaval de Afogados da Ingazeira.

Isso porque a programação oficial marcava a concentração e descida do trio às oito da noite. Muitos pais trouxeram crianças, outros participaram do bloco A Cobra Vai Subir e resolveram emendar com a  apresentação final.

As versões de atraso e horário de início mudavam a cada minuto, vindo da organização, que cabia à prefeitura de Afogados da Ingazeira. A informação ainda não confirmada oficialmente dá conta de que o atraso teve como motivos a troca de equipamentos no trio entre banda Vizu e Mandacaru Elétrico. Também a chegada da banda ao local.

O fato é que foram quase quatro horas de atraso em relação ao horário oficial. De 20h, a programação só começou às 23h40. Até vaias chegaram a ser ouvidas. Pais com crianças e quem tinha que trabalhar hoje já tinham ido pra casa. Outros aguardavam reclamando. A única exceção era de ambulantes que, com a demora, lucraram mais. Ainda assim, uma multidão permaneceu no local. Muitos recorreram cedo à Rádio Pajeú para reclamar.

Operação da PF contra Bolsonaro recebe apoio da maioria nas redes sociais, aponta Quaest

A operação da Polícia Federal deflagrada nesta sexta-feira (18) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro teve apoio de 59% das menções monitoradas nas redes sociais, segundo levantamento divulgado neste sábado (19) pela Quaest. O instituto analisou cerca de 1,3 milhão de citações feitas entre 0h e 17h de sexta-feira. Do total, 418 mil autores únicos comentaram […]

A operação da Polícia Federal deflagrada nesta sexta-feira (18) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro teve apoio de 59% das menções monitoradas nas redes sociais, segundo levantamento divulgado neste sábado (19) pela Quaest.

O instituto analisou cerca de 1,3 milhão de citações feitas entre 0h e 17h de sexta-feira. Do total, 418 mil autores únicos comentaram o assunto, com média de 72 mil comentários por hora e alcance estimado em 113 milhões de visualizações por hora.

Entre os usuários que se manifestaram, 41% criticaram a ação da PF e saíram em defesa de Bolsonaro.

Nas publicações identificadas em grupos de direita, 32% continham críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e 11% mencionavam os termos “ditadura” ou “censura”.

O monitoramento foi feito por meio da metodologia de Social Listening, que coleta publicações nas principais plataformas digitais — X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, Reddit, Tumblr, YouTube — e em sites de notícias, por meio de API própria da Quaest. As buscas foram baseadas em palavras-chave relacionadas à operação.

Essa foi a primeira medição de reação digital à ofensiva da PF no âmbito do inquérito que apura suposta tentativa de golpe de Estado.

MPF e PF deflagram segunda fase de operação para combater garimpo ilegal no Sertão pernambucano

A operação investiga a prática de crimes ambientais por grupo especializado em extração ilegal de minério de ouro Folha de Pernambuco A segunda etapa da Operação Frígia foi deflagrada em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, na manhã desta terça-feira (13), pelo Ministério Público Federal (MPF) juntamente com a Polícia Federal (PF).  A operação investiga a […]

A operação investiga a prática de crimes ambientais por grupo especializado em extração ilegal de minério de ouro

Folha de Pernambuco

A segunda etapa da Operação Frígia foi deflagrada em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, na manhã desta terça-feira (13), pelo Ministério Público Federal (MPF) juntamente com a Polícia Federal (PF). 

A operação investiga a prática de crimes ambientais, usurpação de patrimônio da União, lavagem de dinheiro e organização criminosa, por grupo especializado em extração ilegal de minério de ouro e posterior beneficiamento. Essas atividades são realizadas, respectivamente, na zona rural dos municípios de Verdejante e Serrita.

As apurações indicaram que os investigados realizam desde a extração da pedra bruta até a venda do produto a receptadores no Recife e em Juazeiro do Norte (CE).

A extração dos minérios ocorria em terrenos públicos e particulares. Os valores oriundos da venda eram colocados em circulação, com aparência de legalidade, por meio da aquisição de veículos e outras condutas que caracterizam a prática de lavagem de dinheiro.

Em atendimento a requerimento do MPF, a Justiça Federal autorizou, entre outras medidas, o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão, além de quatro de prisão preventiva, sendo um deles de um policial federal e outro de um candidato a prefeito de Igarassu nas eleições realizadas no ano passado.

As medidas foram cumpridas por 50 policiais federais nos municípios de Igarassu (PE), Redenção (PA) e São Félix do Xingu (PA).

A primeira fase da operação foi deflagrada em outubro de 2020, já tendo havido o oferecimento de denúncia, pelo MPF, de 14 envolvidos no esquema, que já se tornaram réus devido ao recebimento da denúncia pela Justiça Federal.

As evidências colhidas nessa etapa da Operação Frígia serão analisadas pelo MPF e pela PF, na continuidade das investigações sobre o caso, para posterior adoção das medidas cabíveis.

Segundo Dinca, Raquel culpou Carlos Veras por não fazer estrada Tabira-Água Branca

Declaração é feita menos de 24 horas depois de Nicinha e Carlos se reunirem para discutir asfaltamento em ruas O ex-prefeito Dinca Brandino disse em sua live que a governadora Raquel Lyra teria colocado a culpa da não execução da Rodovia PE 304, entre Tabira e Água Branca ao Deputado Federal Carlos Veras, do PT. […]

Declaração é feita menos de 24 horas depois de Nicinha e Carlos se reunirem para discutir asfaltamento em ruas

O ex-prefeito Dinca Brandino disse em sua live que a governadora Raquel Lyra teria colocado a culpa da não execução da Rodovia PE 304, entre Tabira e Água Branca ao Deputado Federal Carlos Veras, do PT.

“Raquel disse à prefeita Nicinha que pediu para o Deputado Federal Carlos Veras colocar R$ 6 milhões de emendas para recapeamento da PE. Colocaria para Infraestrutura e DER. A governadora, segundo ela, posamos dize,  estaria disposta a colocar mais R$ 7 milhões”.

“Se ela pedisse à prefeita Nicinha e ela pudesse, com certeza nossa prefeita já tinha feito issio, mas não pode liberar dinheiro numa malha viária que não pertence ao município. Aí o Deputado dizer que pediu, implorou, chorou pra ela fazer a estrada. Mas, depois de ouvire ela, tudo que ele falou foi balela”, disse.

Nem esfriou a reunião Carlos e Nicinha: a declaração ocorre menos de 24 horas depois de Carlos Veras e a prefeita Nicinha Melo se reunirem na prefeitura de Tabira. O objetivo do encontro era para definir quais ruas irão receber o asfalto fruto da articulação de Carlos Veras junto à Codevasf. São 24 mil metros de asfalto que serão possíveis asfaltar cerca de 20 ruas definidas no encontro.

Na live, Dinca ainda atacou a reunião, dizendo que Nicinha fez a parte dela e que a execução caberá ao município, sem que se aceite intromissão do Deputado.

Presidente do TSE cobra regulamentação de redes sociais e do uso da IA

Ministro Alexandre de Moraes abriu, nesta quinta (1º), o Ano Judiciário de 2024 na Corte Na abertura do Ano Judiciário de 2024, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, defendeu a regulamentação, em lei, do uso e do funcionamento da inteligência artificial, das redes sociais e dos aplicativos de mensagem eletrônica. […]

Ministro Alexandre de Moraes abriu, nesta quinta (1º), o Ano Judiciário de 2024 na Corte

Na abertura do Ano Judiciário de 2024, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, defendeu a regulamentação, em lei, do uso e do funcionamento da inteligência artificial, das redes sociais e dos aplicativos de mensagem eletrônica. O objetivo é evitar que o voto do eleitorado brasileiro, no pleito deste ano, seja manipulado ou induzido pela produção e circulação massivas de conteúdos fraudados ou falsos disseminados no ambiente da internet.

“Faz-se necessária uma regulamentação. Não só por parte da Justiça Eleitoral, porque esta será feita, como foi feita em 2022. Há uma necessidade de regulamentação geral, por parte do Congresso Nacional, em defesa da democracia. Não é possível mais permitir o direcionamento de discursos falsos, o induzimento de discursos de ódio, a desinformação maciça sem qualquer responsabilidade por parte das chamadas big techs. As big techs devem ser responsabilizadas, assim como os veículos de comunicação de massa”, afirmou o presidente.

Para Alexandre de Moraes, a liberdade de comunicação é uma garantia constitucional que deve ser exercida com responsabilidade, em consonância com outros direitos e com o princípio da dignidade da pessoa humana. Ao defender a necessidade de evolução legislativa no Brasil em relação ao que denominou de “grande problema das democracias contemporâneas”, o presidente do TSE citou as leis dos serviços digitais e dos mercados digitais da União Europeia, lembrando que as empresas que centralizam a comunicação digital – as big techs – dominam o mercado multinacional e que não há, na Constituição Federal, garantia de impunidade que as beneficie.

Intensificação do combate à desinformação

O ministro também anunciou a criação de um grupo, junto ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à Polícia Federal, para aprimorar o rastreamento daqueles que desrespeitam a democracia e a livre vontade do eleitorado por meio de desinformação, discursos de ódio e narrativas antidemocráticas. Em março, segundo adiantou Alexandre de Moraes, haverá encontro com os Tribunais Regionais Eleitorais para que colaborem “na prevenção e repressão de criminosos que atentam contra a democracia”.

Segundo o presidente do TSE, a introdução das redes sociais, dos serviços de mensageria privada, com algoritmos, bem como da inteligência artificial, cria a necessidade de uma eficaz e pronta regulamentação que defenda a liberdade de escolha dos eleitores e das eleitoras. “À necessidade de eleições livres, transparentes e honestas correspondem a vontade livre do eleitor e o resultado da escolha consciente e sem pressões. E a essa Justiça Eleitoral compete exatamente garantir a efetividade da livre escolha do eleitorado”, frisou.

Inteligência artificial

A utilização “perigosa” da inteligência artificial durante as eleições se tornou fator de grande risco para as campanhas eleitorais, conforme salientou Moraes, em razão da alta probabilidade de induzir o voto mediante mensagens fraudulentas e discursos de ódio. “Algoritmos são programados para atingir determinados grupos de eleitores, trabalhando seus traumas, medos, anseios. Esse processo de fragmentação social é otimizado por intermédio de redes sociais e de serviços de mensageria privada”, alertou, ao nominar esses fenômenos como “graves instrumentos de corrosão da democracia”.

Entre as autoridades presentes, estiveram o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o procurador-geral da República, Paulo Gonet; os ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e do Trabalho, Luiz Marinho; o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti; e ministros do Judiciário.