Humberto diz que defesa de mandatos e de Lula é mais importante
Por Nill Júnior
Foto: Roberto Stuckert Filho
Foto: Roberto Stuckert Filho
O senador Humberto Costa (PT) criticou a postura do prefeito Luciano Duque (PT) ao defender o nome de Marília Arraes a ponto de fazer da alternativa petista um obstáculo para a aliança entre PT e PSB.
Ao programa Frequência Democrática, na Vila Bela FM, o senador defendeu coligação com o PSB tendo como foco a eleição do ex-presidente Lula.
“É importante lembrar a situação difícil que nós estamos vivendo hoje. Nós estamos correndo o risco de perder boa parte da nossa bancada de senadores e deputados federais. O presidente Lula está condenado e haverá um movimento para impedir que ele seja candidato a presidente da república. Ele está, inclusive, ameaçado de prisão. Quer dizer, será que as pessoas não estão vendo esse quadro, esse cenário e estão transformando uma disputa política secundária nos estados, naquilo que é mais importante? Sinceramente, eu quero crer que as pessoas não devam estar pensando assim”, disparou Humberto Costa.
Ainda durante a entrevista, o senador evitou fazer criticas ao governador Paulo Câmara e mandou um recado ao prefeito Luciano Duque, que é um dos maiores entusiastas da candidatura própria.
“Quantas pessoas que estão com esse fervor todinho pela defesa de uma candidatura própria, quantos já não têm compromisso com candidatos de outros partidos para deputado federal, para deputado estadual. A gente também está vendo esse tipo de coisa e eu acho que se isso acontecer também é uma incoerência. A verdade é que o PT tem hoje uma bancada de 11 parlamentares e nós estamos correndo o risco de ter uma redução significativa da nossa bancada. Então, essas coisas têm que ser levadas em consideração. Para mim, o que atender a essa ordem de prioridades que o partido estabeleceu é o melhor para o PT”, reforçou.
Em entrevista ao blogueiro Júnior Finfa, o pré Secretário Márcio Oliveira (que ainda não assumiu por questões burocráticas na Polícia Civil) afirmou que nem larga o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira nem deixa de ajudar Luciano Duque, se é que pode se considerar possível tal relação. Perguntado se ainda fazia parte do grupo do Deputado […]
Em entrevista ao blogueiro Júnior Finfa, o pré Secretário Márcio Oliveira (que ainda não assumiu por questões burocráticas na Polícia Civil) afirmou que nem larga o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira nem deixa de ajudar Luciano Duque, se é que pode se considerar possível tal relação. Perguntado se ainda fazia parte do grupo do Deputado Sebastião Oliveira, Márcio afirmou que alertou Duque. “ Quando fui convidado por Luciano Duque para a Secretaria, nós só tratamos de eleições municipais. Inclusive disse ao prefeito, tem o meu primo Sebastião Oliveira, acompanho ele.
Oliveira afirmou que teria ouvido de Duque que não tinha problema nenhum eu acompanhar Sebá a nível de eleição para Deputado Federal. Definimos um compromisso em relação a Serra Talhada. Aí sim, vamos marchar com Luciano Duque, para realizarmos um conjunto de ações para o crescimento do nosso município.
Junior insistiu a que grupo ele pertencia de fato. Márcio explicou: “na eleição municipal eu estou com Luciano Duque, mas eu não tenho nenhum distanciamento com Sebastião Oliveira. Depois que recebi o convite do prefeito, conversei normalmente com Sebastião e acertamos o que tinha para acertar.
Clique na imagem e veja a entrevista a Finfa
Márcio ainda afirmou que em 2016, se convidado por Duque, aceitará o convite. “Se tiver o convite, eu aceitarei sim, mas isso não é para ser definido agora. Primeiro tenho que fazer um bom trabalho na secretaria. Tem outros nomes que devemos considerar. Se não for escolhido não serei problema nenhum para o prefeito. Eu vim para somar no grupo do Prefeito Luciano Duque”. A conferir até quando essa relação vai durar…
Matheus Quidute voltou a relatar situações dramáticas vividas com pacientes infectados com a Covid-19. Por André Luis EXCLUSIVO O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, ouviu nesta quinta-feira (21), o médico afogadense Matheus Quidute, que atua na linha de frente de combate a pandemia provocada pelo novo coronavírus em hospitais do Recife. Hoje, […]
Matheus Quidute voltou a relatar situações dramáticas vividas com pacientes infectados com a Covid-19.
Por André Luis
EXCLUSIVO
O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, ouviu nesta quinta-feira (21), o médico afogadense Matheus Quidute, que atua na linha de frente de combate a pandemia provocada pelo novo coronavírus em hospitais do Recife. Hoje, ele tem atendido, além de no IMIP, no Santa Joana e no Hospital Esperança Recife.
O médico revelou como está a real situação dos hospitais da capital e demonstrou preocupação com os casos de internamento por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sirags), que tem aumentado em todo o estado.
“Estamos exaustos dessa rotina que já vem aí há quase um ano. Por aqui, desde o final de dezembro vem tendo um importante crescimento de casos, que voltaram a lotar as UTIs, tanto dos hospitais públicos como nos privados e estamos revivendo aquele ‘bum’ do ano passado”, relatou Matheus.
Ele disse que a situação é preocupante, porque os profissionais da saúde têm encontrado casos graves e que, apesar de terem aprendido a lidar melhor com a doença, às vezes não têm muito o que fazer.
“Mesmo agora sabendo conduzir de forma mais profissional, com mais conhecimento, mais embasamentos técnicos e científicos, chega um ponto em que não temos mais o que oferecer ao paciente, a não ser, esperar uma reação do organismo contra a Covid-19”, afirmou.
Matheus relatou o caso de um paciente transferido de Manaus para o Recife. “Comparamos duas tomografias deste paciente. Em dois dias ele piorou de 25% para 80% do acometimento do pulmão”, relatou Quidute.
Ele revelou que não existe um controle cem por cento do vírus, da forma como ele vai agir no corpo humano. “Temos o que fazer, mas, ao mesmo tempo, isso depende de como cada pessoa vai responder”, revelou Matheus destacando a imprevisibilidade da doença. “Você pega dois pacientes com perfis idênticos. Um não é intubado e se recupera, o outro é intubado e evolui à óbito”, completou.
Quidute lembrou que o programa de vacinação é longo e destacou que não é porque a pessoa se vacinou que pode sair por aí descumprindo os protocolos sanitários. Lembrou a situação de calamidade que vive o estado do Amazonas e chamou as pessoas a terem consciência. “Não tem jeito. O melhor combate é a prevenção. Continuar higienizando corretamente as mãos, usando a máscara e o principal, evitar aglomerações.
O médico ainda relatou outros casos comoventes vivenciados por ele. “Um casal estava internado em estado grave na UTI do Santa Joana por conta da Covid-19. Ele faleceu, ela ainda está em estado gravíssimo na UTI”, relatou.
Outro relato foi de uma paciente que foi internada e o marido havia falecido há uma semana por conta de complicações com a Covid-19. “Ela pediu para que cuidassem dela antes de intubar. Foi intubada, teve um sangramento grave pelo sistema nervoso central e entrou em protocolo de morte encefálica”, lembrou.
“São muitos os relatos. Pacientes que vão ser intubados e começam a chorar porque as pessoas já sabem que o fato de você estar indo pro tubo, tem 50% de chances de sair ou não”, disse.
“O coronavírus não escolhe endereço, nem classe social. Não escolhe nada. Temos que conviver com situações tristes e constrangedoras que deixam a gente com uma visão diferente da vida. É triste demais”, desabafou.
Provocado a dar uma nota entre 1 e 10 com relação à responsabilidade da população para o agravamento da pandemia, o médico deu 11.
Questionado, enquanto médico, como se sentia ao ver pessoas se aglomerando em festas, Quidute deu um riso de nervoso e disse acompanhar com tristeza e revolta um perfil no Instragram que divulga festas clandestinas, que tem acontecido desde as comemorações da virada de ano.
“Você vê colegas postando isto. Mesmo estando na linha de frente. Estão sendo coniventes com esse tipo de evento. Então, a gente olha para esses eventos e vê que essas pessoas vão chegar em casa e podem infectar o pai, a mãe, os avós, tios… atendemos várias situações de famílias todas contaminadas porque baixaram a guarda no ano novo, e aí depois fica se lamentando, constrangidos com a situação”, criticou o médico.
Matheus lembrou de ter ficado muito constrangido, ao ver colegas de profissão que participaram destes eventos e postaram nas redes sociais. “Eu vivenciei colegas aí da região, que participaram de eventos nestas últimas semanas e postaram nas redes sociais, isso é revoltante e depois tá se vacinando… é uma coisa que não tem lógica, mas cada um que tenha consciência de seus atos. E que responda por eles”, asseverou Quidute.
Matheus também criticou pessoas que tem usado de poder econômico e conhecimento para furar as filas de vacinação país afora. “Isto é revoltante, é um absurdo, desumano, é egoismo puro”, pontuou.
Por Rodrigo Rocha/Folha de Pernambuco Com a assinatura de 12 deputados federais de Pernambuco, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a polêmica escala 6×1, utilizada em diversos setores da economia, ganha reforço no Congresso Nacional. O número de apoios à proposta saltou de 71 para 194, ultrapassando o mínimo necessário de […]
Com a assinatura de 12 deputados federais de Pernambuco, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a polêmica escala 6×1, utilizada em diversos setores da economia, ganha reforço no Congresso Nacional. O número de apoios à proposta saltou de 71 para 194, ultrapassando o mínimo necessário de 171 assinaturas, que equivale a um terço da Câmara dos Deputados. Isso garante que a PEC agora tenha tramitação garantida no Congresso.
A PEC, de autoria da deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP), propõe uma transformação no modelo de jornada de trabalho no Brasil, substituindo a atual escala 6×1, que exige que o trabalhador cumpra seis dias consecutivos de trabalho, com uma folga no sétimo dia. Esse formato tem sido criticado por prejudicar a saúde mental dos trabalhadores e comprometer sua qualidade de vida.
A proposta visa a substituição desse regime por uma jornada de 36 horas semanais, distribuídas em quatro dias de trabalho, mantendo a limitação de oito horas diárias e sem redução salarial.
O movimento em apoio à PEC ganhou força principalmente nas redes sociais, com o engajamento de diversos grupos, como o Vida Além do Trabalho (VAT), que já conseguiu reunir mais de 2,8 milhões de assinaturas em apoio à proposta. Além disso, o movimento defende que a mudança na jornada de trabalho contribuiria significativamente para a melhoria da saúde mental e o bem-estar dos trabalhadores brasileiros.
Dos 12 deputados federais de Pernambuco que endossaram a PEC, muitos vêm de partidos progressistas, como PSB e PT, mas a adesão também se estende a legendas como o PL, tradicionalmente mais conservador. O deputado Fernando Rodolfo, da legenda de Bolsonaro, assinou a proposta.
Os parlamentares pernambucanos que assinaram a PEC incluem figuras de diversos espectros políticos.
Entre os apoiadores estão:
Fernando Rodolfo (PL-PE)
Lucas Ramos (PSB-PE)
Maria Arraes (Solidariedade-PE)
Túlio Gadêlha (Rede-PE)
Pedro Campos (PSB-PE)
Clodoaldo Magalhães (PV-PE)
Carlos Veras (PT-PE)
Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
Felipe Carreras (PSB-PE)
Eriberto Medeiros (PSB-PE)
Guilherme Uchoa (PSB-PE)
Iza Arruda (MDB-PE)
Resistência e Expectativas
Apesar do expressivo apoio que a PEC vem recebendo, a proposta enfrenta forte resistência, especialmente de partidos de direita. A principal crítica é que a mudança no regime de trabalho poderia impactar negativamente a produtividade e a flexibilidade nas relações de trabalho, além de representar um custo adicional para empregadores, principalmente em setores que dependem de escalas como a 6×1.
No entanto, a crescente mobilização popular, aliada ao respaldo de entidades como o VAT, tem pressionado o Congresso a avançar na discussão. Se aprovada, a PEC representará uma mudança histórica na legislação trabalhista do país, criando um novo padrão de jornada para os trabalhadores brasileiros.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) aderiu ao projeto Comunica, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). A adesão foi aprovada em sessão do Pleno na semana passada. Financiada com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a iniciativa quer mapear as necessidades das unidades de comunicação dos Tribunais de […]
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) aderiu ao projeto Comunica, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). A adesão foi aprovada em sessão do Pleno na semana passada.
Financiada com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a iniciativa quer mapear as necessidades das unidades de comunicação dos Tribunais de Contas para, em seguida, promover mentorias online, treinamentos com especialistas e até a entrega de planos de comunicação personalizados.
De acordo com o presidente da Atricon, conselheiro Cezar Miola, o Projeto Comunica “pretende utilizar a comunicação pública como instrumento de transformação, de educação e de desenvolvimento social, qualificando as informações que são oferecidas à população e instruindo sobre os serviços públicos a ela disponibilizados”.
A Atricon espera que o projeto amplie o acesso a informações do controle externo, promova a transparência e a prestação de contas, e amplie a participação da sociedade nas decisões dos tribunais de contas.
O presidente do TCE-PE, Valdecir Pascoal, elogiou a iniciativa da Atricon. “A comunicação é um tema central do nosso tempo. Hoje mais do que nunca, os Tribunais de Contas precisam se comunicar melhor com o cidadão, dado o excesso de ruído que polui o debate público sobre a democracia e as instituições”, afirmou.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou na tarde desta segunda-feira (06) uma ajuda financeira aos times da Série C, D e do campeonato A-1 e A-2 do Brasileirão feminino, em virtude da paralisação das competições por conta da pandemia de coronavírus. O valor recebido por cada equipe será equivalente a duas vezes a folha […]
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou na tarde desta segunda-feira (06) uma ajuda financeira aos times da Série C, D e do campeonato A-1 e A-2 do Brasileirão feminino, em virtude da paralisação das competições por conta da pandemia de coronavírus.
O valor recebido por cada equipe será equivalente a duas vezes a folha salarial média dos atletas, segundo dados reunidos do sistema de registros de contratos da entidade.
Ao todo, 140 clubes receberão o benefício. No total, a CBF vai repassar R$ 19.120.000,00 (dezenove milhões, cento e vinte mil reais), divididos entre as equipes e as federações estaduais, que, individualmente, vão receber R$ 120 mil cada de auxílio.
Os pagamentos vão ocorrer a partir desta terça-feira (07). Cada um dos 68 times da Série D, entre eles o Afogados FC, receberá R$ 120 mil, totalizando R$ 8.160.000,00 (oito milhões, cento e sessenta mil reais).
Os 20 clubes da Série C terão auxílio de R$ 200 mil cada — R$ 4 milhões no total. – Os 16 times da Série A-1 do Brasileirão feminino também vão receber cada um R$ 120 mil.
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