Hospital Regional Emília Câmara registra 5 óbitos de pacientes com Covid-19
Por André Luis
Pela 1ª vez, desde o início da pandemia, HREC registra fila de carros funerários
Por André Luis
Nesta quinta-feira (10), o Hospital Regional Emília Câmara – HREC, registrou cinco óbitos de pacientes em decorrência da Covid-19.
Trata-se de 1 paciente de Solidão, 37 anos; um de Itapetim, 72; 1 de Afogados, 57; 1 de São Bento do Una, 25 e 1 de Tabira, 44 anos. Os cinco estavam internados na Unidade de Tratamento Intensivo do HREC.
Chamou a atenção um detalhe triste, pela primeira vez desde o início da pandemia, no ano passado, que a unidade hospitalar registra fila de carros funerários. Outro detalhe, todas às cinco vagas abertas pelos óbitos já foram ocupadas.
A situação da pandemia no Sertão do Pajeú, vem a cada dia, preocupando cada vez mais.
Nesta quinta-feira, o Governo do Estado deve anunciar, durante coletiva de imprensa, medidas mais restritivas para o Sertão do Pajeú.
A situação de hoje no Sertão, III Macro, se parece com a enfrentada pelo Agreste há alguns dias.
Um acidente, acontecido na última sexta-feira (10), no km 84 da BR 407, próximo a Rajada, distrito de Petrolina, levou a óbito um motociclista, após colisão frontal com um bovino que circulava na via. Outro ocorrido no mês passado, deixou um policial militar da Bahia também morto. As causas dos dois acidentes? Animais soltos nas […]
Um acidente, acontecido na última sexta-feira (10), no km 84 da BR 407, próximo a Rajada, distrito de Petrolina, levou a óbito um motociclista, após colisão frontal com um bovino que circulava na via. Outro ocorrido no mês passado, deixou um policial militar da Bahia também morto. As causas dos dois acidentes? Animais soltos nas rodovias do sertão.
Fatos que acendem mais uma vez o alerta sobre o perigo de animais soltos às margens de rodovias, que cortam Pernambuco. Um problema que o deputado estadual Odacy Amorim, do PT, resolveu enfrentar desde 2013 com a implantação do Parque Ecológico de Proteção ao Jumento.
O Parque serve como abrigo para animais recolhidos nas estradas. São mais de 900 animais já retirados das rodovias nos últimos dois anos, mas a área de pouco mais de 2800 hectares, localizada em Lagoa Grande, distante cerca de 60 Km de Petrolina, deixou essa semana de receber os animais devido ao atraso na liberação de recursos provenientes de uma emenda de autoria de Odacy no valor de R$ 200 mil.
O governo do estado cancelou a liberação dos recursos no final do ano passado, mas Odacy tem mantido entendimentos com o secretário de Agricultura, Nilton Mota que tem se esforçado para que a emenda do parlamentar possa ser liberada e assim os donos da área, possa receber o valor referente ao aluguel da fazenda. “Acredito nesse empenho do secretário Nilton Mota e na sensibilidade do governador Paulo Câmara para que esses recursos sejam liberados o quanto antes”, comentou Odacy.
Conforme números da Polícia Rodoviária Federal, Delegacia Regional de Petrolina, este ano já foram recolhidos 681 animais que estavam soltos às margens das rodovias. O trabalho conseguiu reduzir em mais de 30% o número de acidentes e em cerca de 80% a quantidade de mortes ocasionadas por acidentes com animais. Em 2013, foram registrados 355 acidentes e 16 mortes, enquanto que em 2014 ocorreram 245 acidentes, com 3 mortes nas BRs de Pernambuco.
A PRF é parceira de Odacy Amorim no trabalho desenvolvido pelo deputado para que cada vez menos, acidentes envolvendo animais, deixem de ser realidade em Petrolina e região. A 6ª Delegacia da PRF realiza trabalho intenso de recolhimento de animais das rodovias que cortam o município.
Quem abandona animais na via pública está sujeito a uma pena de dez dias a dois meses de detenção, ou multa, de acordo com o artigo 31 das contravenções penais. No caso de acidente com morte, o proprietário pode responder criminalmente pelo fato. Se os condutores avistarem animais nas vias, podem e devem entrar em contato com a PRF por meio do número 191.
Durante a operação, foram apreendidos vários dispositivos eletrônicos, drogas, valores e objetos. Polícia diz que operação pode solucionar homicídio ocorrido em novembro A Policia Civil do Estado de Pernambuco, em conjunto com a Policia Militar, deflagrou na manhã desta terça-feira (14), operação tática denominada Crepúsculo, com o intuito no cumprimento de mandados de busca e apreensão […]
Durante a operação, foram apreendidos vários dispositivos eletrônicos, drogas, valores e objetos.
Polícia diz que operação pode solucionar homicídio ocorrido em novembro
A Policia Civil do Estado de Pernambuco, em conjunto com a Policia Militar, deflagrou na manhã desta terça-feira (14), operação tática denominada Crepúsculo, com o intuito no cumprimento de mandados de busca e apreensão focados em investigar o tráfico de drogas e o homicídio de um homem de 25 anos na Rua Castro Alves, no bairro São Braz, na segunda-feira, 8 de novembro, em Afogados da Ingazeira.
Carlos Antonio Trajano e a mulher estavam em uma motocicleta quando foram perseguidos por suspeitos em um carro, que se aproximaram e atiram neles. O homem morreu no local, já a namorada dele foi atingida por tiros de raspão e socorrida para o Hospital Regional Emília Câmara.
Durante a operação, o foco foi o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, os quais foram expedidos pelo Poder Judiciário de Afogados da Ingazeira. Na execução, foram empregados 20 policiais, dentre Civis e Militares.
“Da operação resultou a apreensão de vários dispositivos eletrônicos, drogas, valores e objetos, os quais serão imprescindíveis para o desenvolvimento e fechamento das investigações sobre o homicídio”, afirma o delegado regional Ubiratan Rocha, que ainda informou que duas pessoas foram presas durante a ação.
A operação foi coordenada pela 20ª Delegacia Seccional de Afogados da Ingazeira, vinculada a DINTER II.
“Não é possível extrair da Constituição autorização para impor sofrimento intenso e para mutilar animais, com fundamento no exercício de direitos culturais e esportivos”, afirma a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (3). No entendimento da PGR, a Emenda Constitucional 96/2017, que autoriza as vaquejadas em […]
“Não é possível extrair da Constituição autorização para impor sofrimento intenso e para mutilar animais, com fundamento no exercício de direitos culturais e esportivos”, afirma a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (3). No entendimento da PGR, a Emenda Constitucional 96/2017, que autoriza as vaquejadas em território brasileiro, é inconstitucional. A manifestação foi enviada ao ministro Dias Toffoli, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5728) apresentada pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.
Aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, a emenda determina que práticas desportivas que utilizem animais não são consideradas cruéis, desde que sejam manifestações culturais. Para a PGR, no entanto trata-se de uma “ilogicidade insuperável” não definir como cruéis essa práticas. Raquel Dodge considera a vaquejada, ainda que seja histórica em algumas regiões do país, incompatível com os preceitos constitucionais que obrigam a República a preservar a fauna, a assegurar ambiente equilibrado e, sobretudo, a evitar desnecessário tratamento que causam dor e sofrimento aos animais.
Jurisprudência – O parecer da PGR apresenta vasta jurisprudência da Suprema Corte no sentido de garantir a proteção da fauna, assegurando como direito fundamental a preservação do meio ambiente ecologicamente equilibrado. A procuradora-geral recorda inclusive decisão do STF na ADI 4983, que considerou inconstitucional lei do Ceará que regulamentava a vaquejada como prática desportiva e cultural no estado. Para ela, a jurisprudência do STF é pacífica em que a preservação do ambiente deve prevalecer sobre práticas e esportes que subjuguem animais em situações indignas, violentas e cruéis.
Outras decisões do Supremo que julgaram inconstitucionais leis sobre brigas de galo e vaquejada foram citadas como precedentes importantes sobre o tema, já que foram consideradas pela Corte atividades violentas e cruéis com os animais. A PGR ressalta, ainda, a legitimidade do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal para pedir a suspensão da Emenda Constitucional.
O julgamento da ADI terá rito abreviado, que descarta prévia análise de liminar, em razão da relevância da matéria.
Maus tratos – O parecer relata com detalhes os maus tratos intensos a animais nas vaquejadas. Durante esses eventos, para derrubar o boi, o vaqueiro deve puxá-lo com força pela cauda, após torcê-la com a mão para maior firmeza. Isso provoca luxação das vértebras que a compõem, lesões musculares, ruptura de ligamentos e vasos sanguíneos e até rompimento da conexão entre a cauda e o tronco (a desinserção da cauda, evento não raro em vaquejadas), comprometendo a medula espinhal.
As quedas perseguidas no evento, além de evidente e intensa sensação dolorosa, podem causar traumatismos graves da coluna vertebral dos animais, causadores de patologias variadas, inclusive paralisia, e de outras partes do corpo, a exemplo de fraturas ósseas. “Não há possibilidade de realizar vaquejada sem maus-tratos e sofrimento profundo dos animais”, afirma a PGR. Para ela, não há dúvida de que animais envolvidos em vaquejadas são submetidos a condições degradantes e sistemáticas de lesões e maus-tratos, que caracterizam tratamento cruel.
A vereadora professora Fátima (PP), atual presidente da Câmara Municipal de Condado, obteve uma importante vitória nesta quarta-feira (15), após o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco manter, por unanimidade, a sentença de primeiro grau que julgou improcedente a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) movida contra sua eleição. O caso começou na Justiça eleitoral […]
A vereadora professora Fátima (PP), atual presidente da Câmara Municipal de Condado, obteve uma importante vitória nesta quarta-feira (15), após o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco manter, por unanimidade, a sentença de primeiro grau que julgou improcedente a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) movida contra sua eleição.
O caso começou na Justiça eleitoral da cidade, onde a ação que questionava o resultado foi rejeitada. Mesmo após recurso, o tribunal manteve o mesmo entendimento, afirmando que não há provas de qualquer ilícito no processo eleitoral, as acusações eram absolutamente infundadas.
O relator do caso, desembargador Paulo Machado, destacou que não foram encontrados elementos que comprometesse a eleição ou o mandato da vereadora. Durante o julgamento, o advogado Tito Moraes defendeu a legalidade da campanha da Professora Fátima (PP).
A jovem atleta afogadense Mayara Pereira, 15 anos, aluna da Escola Padre Carlos Cottart, de Afogados da Ingazeira, participou neste final de semana em São Luiz, capital Maranhense, do Norte/Nordeste de Atletismo de Mirins, representando o Estado de Pernambuco. Mayara participou de duas provas e trouxe troféus e medalhas na bagagem de volta: conquistou o […]
Com informações e foto de Júnior Finfa, cedidas ao blog
A jovem atleta afogadense Mayara Pereira, 15 anos, aluna da Escola Padre Carlos Cottart, de Afogados da Ingazeira, participou neste final de semana em São Luiz, capital Maranhense, do Norte/Nordeste de Atletismo de Mirins, representando o Estado de Pernambuco.
Mayara participou de duas provas e trouxe troféus e medalhas na bagagem de volta: conquistou o primeiro lugar na prova de 1000 metros com obstáculos e o terceiro nos 1000 metros.
Segundo o treinador Maurílio Silva, Mayara já vinha surpreendendo nos treinamentos que foram realizados em Afogados da Ingazeira. “Ela conseguia baixar seus tempos, por isso que para mim não foi uma surpresa. Eu tinha certeza do sucesso dela”, disse o orgulhoso Maurílio.
Você precisa fazer login para comentar.