Hospital Dom Moura se prepara para implantação dos leitos integrais de saúde mental
Por Nill Júnior
O Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns, tem efetivado uma ação de sensibilização em saúde mental, antecipando a possibilidade de contar com Leitos Integrais em breve. As atividades são coordenadas pelo departamento de psicologia do hospital.
Na última semana aconteceu uma intervenção nas dependências do HRDM com performance teatral, exposição artística e roda de conversa. Com atores e servidores participando do momento, buscou-se, como objetivo, impactar os funcionários, sensibilizando-os, e mostrando aspectos dos cuidados e procedimentos quanto à saúde mental. A encenação teve aceitação das pessoas e causou o impacto desejado. As psicólogas Kátia Goretti e Vaneschka Almeida coordenaram a ação.
O diretor do HRDM, Dr. Luiz Melo, informa que o hospital tem seis leitos integrais na clínica médica em processo de habilitação pelo Ministério da Saúde. “As atividades buscam criar o ambiente para as diversas abordagens em saúde mental, com o acolhimento às pessoas com transtorno mental e dependência química” – define o gestor.
Leitos de Atenção Integral (Leitos Integrais): São todos os recursos de hospitalidade e de acolhimento articulados à rede de atenção à saúde mental: Leitos de Hospitais Gerais, de CAPS III, das emergências gerais, dos Serviços Hospitalares de Referência para Álcool e Drogas. São articulados em rede, mas podem estar associados aos leitos de hospitais psiquiátricos de pequeno porte, quando existirem.
Esses leitos devem ofertar o acolhimento integral ao paciente em crise e devem estar articulados com outros dispositivos de referência para o paciente. Os leitos de atenção integral em saúde mental são um componente essencial da porta de entrada da rede assistencial e um mecanismo efetivo de garantia de acessibilidade.
G1PE Devido às enchentes que causaram seis mortes e deixaram milhares de desabrigados e desalojados na Mata Sul e no Agreste de Pernambuco, o município de Barreiros, que figura na lista das 24 cidades em estado de emergência por causa das consequências da chuva, cancelou as festas de São João. De acordo com a prefeitura, […]
Devido às enchentes que causaram seis mortes e deixaram milhares de desabrigados e desalojados na Mata Sul e no Agreste de Pernambuco, o município de Barreiros, que figura na lista das 24 cidades em estado de emergência por causa das consequências da chuva, cancelou as festas de São João.
De acordo com a prefeitura, os recursos que seriam utilizados nas festas juninas serão gastos em remédios, alimentos e utensílios para as vítimas e em obras de recuperação do município.
Ainda segundo a administração municipal de Barreiros, a cidade deve ter festa no mês de julho, em que é comemorado o aniversário da cidade. Segundo nota divulgada pela prefeitura, a festividade deve acontecer “caso não ocorram mais desastres naturais e todas as vítimas sejam atendidas nas suas necessidades emergenciais”.
A prefeitura também alegou ter solicitado apoio dos governos estadual e federal, além de autoridades da Defesa Civil, Bombeiros, policiais e Forças Armadas para prestar assistência à população do município e para reconstruir a cidade. Neste sábado (7), foram iniciadas obras de reparo em vias da cidade.
Neste sábado (3), o ministro das Cidades, Bruno Araújo, visitou o município de Barreiros para acompanhar a vistoria em um empreendimento habitacional em que 468 unidades foram destinadas às vítimas das chuvas. Em seguida, ele visitou as áreas atingidas pelas enchentes na cidade. Os municípios de Ribeirão e Palmares, também na Mata Sul, foram visitados pelo ministro.
A jornalista e comunicadora Juliana Lima utilizou suas redes sociais para denunciar o descaso com a causa animal na região do Pajeú. Em um vídeo, ela chamou a atenção para os casos frequentes de maus-tratos, abandono, envenenamento e doenças que afetam animais em várias cidades da região, alertando para a urgência de políticas públicas que […]
A jornalista e comunicadora Juliana Lima utilizou suas redes sociais para denunciar o descaso com a causa animal na região do Pajeú. Em um vídeo, ela chamou a atenção para os casos frequentes de maus-tratos, abandono, envenenamento e doenças que afetam animais em várias cidades da região, alertando para a urgência de políticas públicas que enfrentem o problema.
“Todos os dias nós temos noticiado casos de maus-tratos, abandono, animais atropelados, envenenados, doentes perambulando pelas ruas, agonizando sem socorro. Hoje tive conhecimento de um caso muito triste em Tabira, de um cachorro que agonizou até a morte na rua, sem assistência”, destacou Juliana, evidenciando a gravidade da situação.
Em Afogados da Ingazeira, a realidade não é diferente. Segundo Juliana, é comum encontrar animais nas ruas com doenças graves, como sarna, leishmaniose e a doença do carrapato. A reprodução descontrolada dos animais agrava ainda mais o problema, e a política de castração oferecida pelos municípios é considerada insuficiente. “São poucas as cidades que oferecem castração, e quando oferecem, o número de vagas é muito reduzido, como é o caso de Afogados mesmo”, pontuou.
A jornalista também apelou aos prefeitos da região, pedindo que se unam em uma força-tarefa para debater e buscar soluções para o problema. Ela sugeriu que o presidente do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), Luciano Torres, convoque os gestores para uma discussão ampla sobre o tema.
“Sei que os municípios sozinhos não têm força suficiente para resolver, mas o governo do estado e o governo federal também têm responsabilidades. A população, igualmente, tem sua parcela de dever, mas não dá para ficar de braços cruzados esperando que ONGs e protetores independentes resolvam tudo”, afirmou.
A fala de Juliana reforça que o cuidado com os animais é um dever coletivo, que vai além das ações voluntárias e exige comprometimento do poder público. Para ela, é urgente que os prefeitos da região, em conjunto com os governos estadual e federal, priorizem a criação de políticas públicas efetivas para o bem-estar animal.
A causa animal no Pajeú não é apenas uma questão de saúde pública, mas também de humanidade. Como destacou Juliana, “o poder público tem responsabilidade, e a gente precisa falar sobre isso.” Assista ao vídeo:
O deputado estadual Eriberto Medeiros (PP), presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, colocou nas ruas um apelo aos eleitores pernambucanos sobre a importância do voto consciente. Em alguns lugares do Estado, estão espalhadas peças de outdoor com a frase: “Pernambucano, exerça seu poder de cidadão. O voto consciente pode mudar uma história”. Divulgando a peça […]
O deputado estadual Eriberto Medeiros (PP), presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, colocou nas ruas um apelo aos eleitores pernambucanos sobre a importância do voto consciente.
Em alguns lugares do Estado, estão espalhadas peças de outdoor com a frase: “Pernambucano, exerça seu poder de cidadão. O voto consciente pode mudar uma história”.
Divulgando a peça também nas redes sociais, o deputado Eriberto ressaltou o papel da comunicação como ferramenta para transformar a política.
“A participação do cidadão é fundamental nas eleições municipais, elegendo representantes que realmente trabalhem pelas pessoas. Buscamos conscientizar a sociedade sobre as novas regras eleitorais, no ano passado, num curso conduzido pela nossa Escola do Legislativo”, disse.
“Esse novo apelo dá sequência à nossa mobilização, onde o Poder Legislativo estadual se engaja pra promover uma participação política mais consciente”, afirmou o deputado.
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco julgou regular com ressalvas o objeto de uma Auditoria Especial realizada na Prefeitura de Custódia, no Sertão do Moxotó. A Auditoria Especial é referente ao exercício de 2020 e teve como objetivo analisar a dispensa de licitação na contratação de produtos/serviços médicos e hospitalares realizada no período […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco julgou regular com ressalvas o objeto de uma Auditoria Especial realizada na Prefeitura de Custódia, no Sertão do Moxotó.
A Auditoria Especial é referente ao exercício de 2020 e teve como objetivo analisar a dispensa de licitação na contratação de produtos/serviços médicos e hospitalares realizada no período pela gestão do prefeito Manuca.
Os interessados são Anne Janielle Rodrigues Lopes, Cleber dos Santos Silva e Olga Maria Pires de Freitas Gois (secretária de Saúde). Os dois primeiros tiveram os atos praticados julgados regulares e regulares com ressalvas, respectivamente.
O tribunal considerou, no entanto, que há caracterização de falhas graves no processamento das despesas públicas do município, aliada à configuração de vultosos danos ao erário, julgando irregulares as contas da secretária de Saúde, Olga Maria Pires de Freitas Gois, que foi multada no valor de R$ 9.183,00.
Também foi imputado débito no valor de R$ 618.040,00 à empresa Moderna Multi Services, solidariamente com Olga Maria Pires de Freitas Gois.
“Saúde já está colapsada e pode piorar”, diz presidente da entidade em nota Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista parabeniza os profissionais da enfermagem pelo dia e reafirma o compromisso com a categoria de tornar o piso algo efetivamente executável. Infelizmente, a medida atual é uma ilusão. O valor sancionado não […]
“Saúde já está colapsada e pode piorar”, diz presidente da entidade em nota
Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista parabeniza os profissionais da enfermagem pelo dia e reafirma o compromisso com a categoria de tornar o piso algo efetivamente executável. Infelizmente, a medida atual é uma ilusão.
O valor sancionado não paga ⅓ do piso dos profissionais de saúde que atuam nos Municípios. Além disso, trata-se de recurso somente para 2023, não permanente para uma despesa continuada, não traz regulamentação sobre a forma de distribuição e transferência, e é destinado apenas aos profissionais da atenção especializada, ficando de fora os profissionais da atenção básica, como aqueles que atendem o Estratégia Saúde da Família.
Estimativas da entidade mostram que o impacto do piso apenas aos Municípios será de R$ 10,5 bilhões neste ano. No entanto, a Lei 14.581/2023 se limitou a destinar R$ 3,3 bilhões aos Entes locais, apesar de ser a esfera municipal que absorve o maior impacto financeiro com a instituição do piso. Destaca-se que os Municípios possuem em seu quadro mais de 589 mil postos de trabalho da enfermagem e, com a vigência da medida, correm o risco de reduzir 11.849 equipes de atenção básica, desligar mais de 32,5 mil profissionais da enfermagem e, consequentemente, desassistir quase 35 milhões de brasileiros.
O Brasil já enfrenta uma situação crítica na prestação de serviços na saúde à população, com desafios no atendimento da atenção primária; taxa de cobertura vacinal muito abaixo da meta estabelecida e o risco de retomada de doenças graves como poliomielite e sarampo; falta de médicos e medicamento; e demandas reprimidas em decorrência da pandemia de Covid-19, que requer mais de R$ 17 bilhões em investimentos apenas para os Municípios. Como vamos reverter isso? A fonte de financiamento é apenas uma. O cenário é alarmante, pois leva ao colapso total da saúde no país.
Mais de 1,8 mil Santas Casas também sofrem impacto com o piso, com prejuízos de R$ 6,3 bilhões, segundo a entidade que os representa. Aproximadamente 70% das ocupações de enfermagem podem sofrer reajustes salariais decorrentes do piso, gerando um impacto anual sobre o setor público e privado, considerando os encargos patronais, de até R$ 24,3 bilhões.
É hipocrisia o discurso de mais diálogo quando, como sempre na história do federalismo brasileiro, são criadas novas obrigações aos Entes sem ouvi-los e sem garantir os recursos necessários para seu cumprimento, inviabilizando o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Importante destacar, ainda, que o pagamento do piso continua suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apontou para os riscos à solvabilidade das finanças de Estados e Municípios, cenário este mantido após a sanção da medida. A CNM vai solicitar novamente que a Corte mantenha a suspensão da efetividade legal do piso até que haja fontes definitivas e sustentáveis de financiamento do piso.
Vislumbrando impactos, impasses e desdobramentos futuros, a CNM orienta os Municípios a aguardarem a definição do piso pela Corte. Além disso, a entidade pede a mobilização dos gestores junto a deputados e senadores para garantir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que adiciona ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) mais 1,5%, medida permanente e que aporta recursos financeiros que poderão ser aplicados para o cumprimento do piso.
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