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Haddad avalia ser presidente do PT para liderar oposição, diz jornal

Por Nill Júnior

O segundo colocado na corrida presidencial, Fernando Haddad, avalia ser presidente do PT para liderar a oposição contra o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

De acordo com o jornal O Globo, a atuação de Ciro Gomes, terceiro colocado no primeiro turno, resistências internas dentro de seu partido e bandeiras do PT são as maiores dificuldades.

O mandato da atual presidente da sigla, Gleisi Hoffmann, vence em julho e Haddad é cotado para assumir a presidência do partido. Durante reunião do partido nessa semana, Gleisi, seguindo orientação do ex-presidente Lula, disse que Haddad receberá todas as condições para comandar o bloco da oposição.

Um dirigente do partido, porém, questiona como Haddad pode ter espaço no debate político sem um cargo público. No último domingo (28), Haddad recebeu 47 milhões de votos e acabou derrotado contra os 57 milhões de votos do candidato do PSL. O petista é professor da USP e disse que vai voltar a dar aulas após a derrota nas urnas.

Outras dificuldades que ex-prefeito de São Paulo pode encontrar são as críticas de Ciro Gomes e bandeiras do próprio partido, como a luta pela liberação do ex-presidente Lula, preso desde 7 de abril em Curitiba. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Ciro disse que foi “miseravelmente traído pelo PT” e que não declarou voto em Haddad porque não quer nunca mais fazer campanha para o partido.

Além disso, o PDT, PSB e PCdoB discutiram essa semana a formação de um bloco de oposição ao governo de Bolsonaro na Câmara dos Deputados sem o PT. Os partidos alegaram que o PT sempre quis ter a hegemonia da oposição e que eles farão uma oposição “crítica”. Juntos, os partidos reúnem mais parlamentares que o PT, 69 deputados e 57, respectivamente.

Para piorar o quadro do ex-prefeito de São Paulo, muitos dirigentes do PT são contrários à ideia que ele assuma a presidência do partido. Haddad conquistou uma faixa do eleitorado que temia a eleição de Bolsonaro e consequentemente a manutenção da democracia, mas que são contrários à soltura de Lula e a políticas do PT.

Dirigentes do partido disseram ao Globo que Haddad pode decepcionar essa parte do eleitorado se as bandeiras da oposição se confundirem com os movimentos pela liberação de Lula.

Outras Notícias

Rádio Cidade FM de Tabira tem concessão renovada no Ministério das Comunicações

Emissora também recebeu autorização para mudar de frequência e ampliar o alcance do sinal Prestes a completar 11 anos de relevantes serviços prestados à comunicação na região do Pajeú, a Rádio Cidade FM de Tabira renovou, junto ao Ministério das Comunicações, a sua concessão que autoriza o funcionamento da emissora por mais 10 anos. Outro […]

Emissora também recebeu autorização para mudar de frequência e ampliar o alcance do sinal

Prestes a completar 11 anos de relevantes serviços prestados à comunicação na região do Pajeú, a Rádio Cidade FM de Tabira renovou, junto ao Ministério das Comunicações, a sua concessão que autoriza o funcionamento da emissora por mais 10 anos.

Outro motivo de comemoração para os ouvintes da emissora e sua equipe de profissionais é que também saiu a autorização para a mudança de frequência e a ampliação do alcance do sinal da emissora.

Atualmente cerca de 35 cidades de Pernambuco e Paraíba recebem, totalmente ou parcialmente, as ondas sonoras da Rádio Cidade que hoje opera em 88,7, mas com a mudança em breve irá para 97,7. 

A boa notícia foi dada pelo diretor da rádio, Felipe Marques, no Programa Radar da Cidade desta terça-feira (23) ao lado dos comunicadores Júnior Alves, Simone Pessoa e Anchieta Santos.

“Vamos comprar novos equipamentos, já estamos fazendo novos móveis, vamos renovar a plástica da rádio com a nova frequência e a expectativa é que no aniversário de 11 anos em abril a gente já esteja com tudo isso pronto para festejarmos ainda mais essa grande conquista”, disse Felipe Marques.

‘Não tenho apego ao cargo. Se houver irregularidade, eu saio’, diz Sergio Moro

O ministro da Justiça, Sergio Moro, disse em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (19) que não tem apego ao cargo ocupado por ele no governo Bolsonaro e que sai se houver alguma irregularidade da parte dele. O ex-juiz respondeu a pergunta do senador Jaques Wagner (PT-BA), que lembrou o fato […]

Foto: Gabriel Matos/Senado Federal

O ministro da Justiça, Sergio Moro, disse em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (19) que não tem apego ao cargo ocupado por ele no governo Bolsonaro e que sai se houver alguma irregularidade da parte dele.

O ex-juiz respondeu a pergunta do senador Jaques Wagner (PT-BA), que lembrou o fato de o ministro ser o chefe da Polícia Federal, o que poderia comprometer a imparcialidade das investigações.

— Não tenho apego ao cargo em si, se houver irregularidade de minha parte eu saio. Mas não houve, porque sempre agi com base na lei e de modo imparcial. Se o site divulgar tudo sem adulteração e sem a construção de interpretações, vai se verificar que minha atuação foi íntegra — afirmou Moro, que insistiu em dizer que o site The Intercept Brasil (que divulgou mensagens trocadas entre o ex-juiz e procuradores da Lava Jato) faz sensacionalismo.

Ao apoiar o ministro, o senador Major Olimpio (PSL-SP) disse que Moro agiu o tempo todo amparado na lei e nos princípios e, por isso, não há que se falar no afastamento do ministro, até porque não é o que a população deseja.

— Tenha certeza de que o povo brasileiro conta demais com Vossa Excelência […] Não há nada comprometedor, por isso a sua tranquilidade, a tranquilidade do povo brasileiro. Uma diminuição da imagem de Vossa Excelência é uma derrota da Justiça desse país — afirmou.

Comissão de inquérito

As conversas vazadas entre o ministro Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol são motivo para a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI), na opinião do senador Cid Gomes (PDT-CE). O parlamentar sugeriu a criação de CPI para investigar não só os vazamentos, mas para apurar e sugerir medidas legislativas para dar mais segurança ao sigilo das comunicações no país.

O senador sugeriu também a alteração na lei processual penal para que o juiz que instrui o processo não seja o mesmo que vai julgar. Para ele, seria uma medida fundamental para garantir a imparcialidade do julgador e serviria de medida protetiva para o futuro dos processos. Cid Gomes deixou claro não ser a favor do fim da Lava Jato e fez críticas à postura do ministro na audiência da CCJ:

— O ministro trouxe três ou quatro mantras e tem repetido aqui. Da mesma forma que citou juristas que não enxergam o conluio, há outros juristas que dizem o contrário. Eu não quero tomar partido e nem jamais defenderei que se ponha fim à Lava Jato. Penso que a Justiça tem que ser imparcial. Dou um doce a quem disser o nome do atual juiz da 13ª Vara de Curitiba, e isso é prova de que sua postura é de sensacionalismo, de querer aparecer e de se colocar como salvador da Pátria — atacou.

*Agência Senado

Bahia volta a endurecer medidas contra a Covid

Dentre as medidas, volta a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacina em determinados locais  Por André Luis O governador da Bahia, Rui Costa, divulgou em suas redes sociais, que nesta terça-feira (29), será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), novo decreto estadual que determina as circunstâncias nas quais estará reestabelecida a obrigatoriedade do […]

Dentre as medidas, volta a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacina em determinados locais 

Por André Luis

O governador da Bahia, Rui Costa, divulgou em suas redes sociais, que nesta terça-feira (29), será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), novo decreto estadual que determina as circunstâncias nas quais estará reestabelecida a obrigatoriedade do uso de máscaras e outras medidas contra a Covid-19. 

Segundo o governador, as medidas se fazem necessárias devido ao aumento de casos positivos da deonça e à crescente demanda por leitos de UTI e leitos clínicos, principalmente na região metropolitana e em Salvador.

Entre as exigências, Costa anunciou a volta do uso obrigatório de máscaras de proteção em hospitais, farmácias e unidades de saúde; transportes públicos; salões e centros de estética; templos religiosos litúrgicos; escolas e universidades.

Também em bares, restaurantes e lanchonetes; cinemas, teatros, museus e parques de exposições; pessoas com sintomas gripais ou que tenham tido contato com sintomáticos ou positivados; indivíduos positivados, mesmo que assintomáticos; imunossuprimidos, ainda que vacinados, por 14 dias para quem teve contato com positivados.

Shows e eventos – O uso de máscara e comprovação de vacina nos eventos com controle de acesso e venda de ingresso voltam a ser exigidos.

Prédios e serviços públicos – Volta a ser exigido a comprovação de vacina para ingresso em prédios públicos e para atendimento no SAC e no DETRAN, além da obrigatoriedade do uso de máscara.

Novas recomendações – suspenção da visitação social em hospitais; acompanhantes de pacientes em unidades de saúde devem apresentar comprovante de vacina e utilizar máscara. 

O governador da Bahia ainda reforça que “muitas pessoas ainda não completaram o esquema vacinal contra a Covid-19. É preocupante porque o vírus está circulando e agora com muitas variantes. Temos um número muito alto de não vacinados, por isso, deixo aqui o meu apelo: vá tomar suas doses de reforço”, apela Rui Costa.

Fernando Bezerra Coelho conversa com lideranças políticas do Sertão

O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) está em Petrolina, no Sertão do Estado, onde cumpre uma série de agendas políticas, conversando com lideranças regionais durante o final de semana. Nesta sexta-feira pela manhã ele recebeu no escritório político o deputado federal Adalberto Cavalcanti (Avante), com quem conversou sobre projetos de fruticultura irrigada e infraestrutura para […]

O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) está em Petrolina, no Sertão do Estado, onde cumpre uma série de agendas políticas, conversando com lideranças regionais durante o final de semana.

Nesta sexta-feira pela manhã ele recebeu no escritório político o deputado federal Adalberto Cavalcanti (Avante), com quem conversou sobre projetos de fruticultura irrigada e infraestrutura para o Vale do São Francisco.

Fernando Bezerra e Adalberto também debateram o quadro político de Pernambuco e as perspectivas para o Estado, que vem enfrentando perdas de receita e está entre os mais violentos do Brasil, com mais de 4 mil homicídios em 10 meses.

Na sequencia o senador recebeu os ex-prefeitos de Lagoa Grande Dhoni e Robson Amorim (PSB). Na pauta, ações para o fortalecimento das áreas de vitivinicultura e fruticultura, principais fontes de renda do município.

Depois o senador conversou com o vice-prefeito de Parnamirim Nivaldo Mendes (PSD) e encerrou a manhã de reuniões conversando com a presidente da Câmara de Vereadores de Dormentes, Rosarinha Coelho (PSB). “É importante dialogar com as pessoas e com as lideranças políticas de todas as regiões, para que possamos identificar as demandas e ajudar no que for possível”, afirmou o senador.

João Campos diz respeitar liberdade de imprensa e alega que Saboya fez indireta com “Gabinete do Ódio de Raquel”

O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) se manifestou pela primeira vez sobre o vazamento de uma conversa de WhattsApp em um grupo de socialistas onde um deles ataca o jornalista Igor Maciel, colunista de política do Jornal do Commercio e âncora da Rádio Jornal. Por discordar do comentário do jornalista sobre um vídeo […]

O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) se manifestou pela primeira vez sobre o vazamento de uma conversa de WhattsApp em um grupo de socialistas onde um deles ataca o jornalista Igor Maciel, colunista de política do Jornal do Commercio e âncora da Rádio Jornal.

Por discordar do comentário do jornalista sobre um vídeo de João Campos lançando sua pré-candidatura, o presidente da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), Daniel Saboya, sugere que ele seja colocado “na lista do Gabinete do Ódio” e tenha o sigilo bancário quebrado.

João Campos disse não fazer parte do grupo e, indicamndo que teria apurado o episódio, afirma que Saboya teria de forma irônica feito referência ao “Gabinete do Ódio”, como tem sido chamado um suposto grupo de ataques que teria nascido dentro do Palácio das Princesas.

“Não faço parte desse grupo. Pelo que me consta de informação, a fala fez referência à CPI aberta pela Deputada Dani e do Gabinete do Ódio e ao inquérito da PF supostamente usado por verbas públicas de dentro do Palácio para atacar adversários e ferir instituições”.

Campos acrescentou: “jamais faria qualquer tipo de fala ou compactuarei com qualquer ataque às liberdades de imprensa. É importante que isso não seja retirada de contexto. Defendo veículos livres, autônomos e independentes”.