Gonzaga Patriota critica Distritão e modelo de financiamento proposto em comissão
Por Nill Júnior
Em discurso na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (10), Gonzaga Patriota (PSB-PE) distribuiu críticas a alguns destaques da Proposta de Emenda à Constituição – PEC 77/03, em votação desde a quarta-feira (09) em comissão especial. “Não tem nada a ver com reforma política o que se fez ontem”, disparou o parlamentar. Entre os pontos problemáticos da PEC da Reforma Política apontados por Patriota está o Distritão.
“Eu acho que esse Distritão é importante, mas não podemos eliminar os pequenos partidos, que tanto defendemos o pluripartidário. Deixaram ser criado um grande número destes pequenos partidos, que hoje se coligam e, já em 2022, eles não poderão mais fazê-lo”, comentou.
A comissão especial também aprovou dobrar o valor previsto de recursos públicos que serão usados para financiar campanhas eleitorais. Segundo o texto, seria instituído o Fundo Especial de Financiamento da Democracia que, em 2018, levaria R$ 3,6 bilhões do Orçamento da União.
“Em um país falido, onde se aumentou 40 centavos num litro do combustível, não se pode aceitar a criação de um Fundo de mais de R$ 3 bilhões. Ou querer aumentar o imposto de renda, de 27,5%, para 35%. Pra ir pra quem? Deputados há mais de 35 anos, nove mandatos, nunca receberam um centavo desse tal de fundo. De ninguém: de político, de empresário, de Lava-Jato. Cada um que faça sua campanha com o que tem. Agora dinheiro do povo para campanha de político, não vamos aceitar. Vamos derrubar essa proposta, isso é indecente,num país quebrado, com 15 milhões de desempregados”, declarou.
Após passar na comissão, o projeto seguirá para o plenário da Câmara. Por se tratar de Proposta de Emenda à Constituição, terá de ser aprovada em dois turnos antes de seguir para o Senado.
A proposta necessita do apoio mínimo de 308 deputados em cada turno de votação. Para valer na eleição do ano que vem, precisa ter sido aprovada na Câmara e no Senado até a primeira semana de outubro deste ano.
Votos válidos: Marília tem 52% e João Campos, 48% O Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (26), o resultado da segunda pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição para prefeito do Recife. O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 25 de novembro e tem margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. […]
O Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (26), o resultado da segunda pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição para prefeito do Recife.
O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 25 de novembro e tem margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Os resultados foram os seguintes: Marília Arraes (PT), 43% e João Campos (PSB), 40%.
Em branco/nulo: 13%. Não sabem ou não responderam 4%.
Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 19 de novembro: Marília Arraes (PT): tinha 41% e subiu para 43%. João Campos (PSB): tinha 34% e subiu para 40%. Em branco/nulo: diminuiu de 21% para 13%. Não sabe/não respondeu: saiu de 3% para 4%.
Votos válidos: nos votos válidos, os resultados foram os seguintes: Marília Arraes (PT), 52% e João Campos (PSB), 48%. Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 19 de novembro: Marília Arraes (PT) saiu de 55% para 52% e João Campos (PSB) saiu de 45% para 48%. Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos.
O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Destaques por segmentos: De acordo com o Datafolha, Marília Arraes leva vantagem entre os homens (46% a 36%) e entre as mulheres ela fica no mesmo patamar de seu adversário, porém numericamente atrás (41% a 43%). Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, ela abre distância (47% a 33%). Na faixa seguinte, de 25 a 34 anos, a petista tem 43%, ante 41% do candidato do PSB.
No eleitorado de 35 a 44 anos, Campos fica numericamente à frente (45% a 37%), e entre quem tem de 45 a 59 anos as posições se invertem, com a deputada do PT abrindo vantagem (48% a 34%). No grupo de eleitores mais velhos, com 60 anos ou mais, o candidato do PSB tem 44% e Marília, 43%.
Na parcela com escolaridade fundamental, Campos tem 48%, ante 42% da adversária. Entre eleitores com escolaridade média, Marília Arraes obtém 42%, ante 39% do deputado do PSB, e entre os mais escolarizados a candidata do PT lidera (47% a 32%). No segmento com renda familiar de até dois salários, que contempla 58% dos eleitores, Campos tem 44% das intenções de voto, ante 40% de Marília. Na faixa de renda de dois a cinco salários, a petista passa à frente (52% a 31%), e entre os mais ricos ela mantém a dianteira com menor margem (47% a 34%).
A comparação com o levantamento anterior mostra crescimento mais intenso da candidatura de João Campos entre eleitores de 25 a 34 anos (de 30% para 41%), na faixa de 35 a 44 anos (de 30% para 45%) e entre evangélicos (de 38% para 51%). A deputada Marília Arraes, por outro lado, avançou mais no eleitorado de 45 a 59 anos (de 38% para 48%) e entre eleitores com renda de dois a cinco salários (de 40% para 52%).
É de 87% o índice de eleitores totalmente decididos sobre seu voto para prefeito no domingo (29), no mesmo patamar para aqueles que declaram voto na candidata do PT (88%) e no deputado do PSB (87%). No eleitorado que ainda pode votar em branco ou nulo, 88% estão convictos dessa opção, e 12% ainda podem mudar de ideia.
Entre os que ainda podem mudar seu voto até o dia da eleição, metade (49%) migraria para voto branco ou nulo, e os demais se dividiram entre Campos (28%) e Marília (15%), com 7% de indecisos.
A Margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Entrevistados: 1.036 eleitores do Recife.
Quando a pesquisa foi feita: entre 24 a 25 de novembro. Registro no TRE: PE-06935/2020 com Nível de confiança de 95%.
Contratantes da pesquisa: TV Globo e jornal “Folha de S.Paulo”. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 3 pontos, para mais ou para menos.
Chuva no Riacho do Curral Velho, Afogados da Ingazeira Na noite da sexta-feira e madrugada do sábado, os céus voltaram a derramar água com boa chuva na região. Destaque para Ibitiranga com 100 milímetros. Afogados da Ingazeira registrou 7,5mm. Em Carnaiba, foram 8mm. Choveu bem também em Solidão, Ingazeira e AÁgua Branca, na Paraíba. Na […]
Chuva no Riacho do Curral Velho, Afogados da Ingazeira
Na noite da sexta-feira e madrugada do sábado, os céus voltaram a derramar água com boa chuva na região.
Destaque para Ibitiranga com 100 milímetros. Afogados da Ingazeira registrou 7,5mm. Em Carnaiba, foram 8mm.
Choveu bem também em Solidão, Ingazeira e AÁgua Branca, na Paraíba.
Na zona rural, choveu em Minador (45mm), Caiçara, Várzea, Poço Dantas, Cachoeira, Pelo Sinal, Dois Riachos, Capim Grosso, Carnauba dos Vaqueiros, Pintada, Inveja.
Ainda em Góes, com 23mm, Nazaré, Carnaubinha e Encruzilhada.
Com reservatórios tomando água e a terra molhada os agricultores estão cuidando de suas terras plantando por toda parte.
por Anchieta Santos Enquanto o vereador Marcos Crente (líder da oposição) fez uso da palavra isentando o prefeito Sebastião Dias da culpa dos R$ 13 milhões gastos na compra de medicamentos como relata o TCE e até antecipou o seu voto contra a CPI, o seu colega de bancada Djalma das Almofadas, disse ser precipitada […]
Enquanto o vereador Marcos Crente (líder da oposição) fez uso da palavra isentando o prefeito Sebastião Dias da culpa dos R$ 13 milhões gastos na compra de medicamentos como relata o TCE e até antecipou o seu voto contra a CPI, o seu colega de bancada Djalma das Almofadas, disse ser precipitada e irresponsável a posição de Marcos Crente.
Djalma disse que nem Marcos e nem outro vereador deveria se antecipar sem conhecer o relatório da denúncia. E concluiu informando que não dá para aceitar um investimento tão alto em medicamentos, quando falta remédios no hospital e postos de saúde.
Já o líder do governo Aristóteles Monteiro (PT) ao usar a palavra garantiu que de janeiro de 2013 a novembro de 2014 foram gastos apenas R$ 1.361.002,75 e não R$ 13 milhões como foi denunciado.
Já o vereador Edmundo Barros entrou na polêmica que envolveu Marcos Crente e o blogueiro Nego de Ana, dizendo que enquanto o colega quebrou o notebook ele vai acionar o profissional na justiça.
O Cine São José recebeu a visita dos Técnicos, Tomi Coelho – Coordenador Técnico de Áudio e Vídeo da Telem, e Theomar Ottoni – Técnico em Iluminação e Áudio da Fundarpe, para avaliar como será instalado o novo som do cinema e a iluminação cênica que estava guardada há dez anos. A doação foi da […]
Tomi Coelho, Edgar santos, Nill Júnior, Carlos Gomes, Theomar Ottoni e Marcos Antonio: discutindo futuro do São José. Fotos: Bruna Verlene
O Cine São José recebeu a visita dos Técnicos, Tomi Coelho – Coordenador Técnico de Áudio e Vídeo da Telem, e Theomar Ottoni – Técnico em Iluminação e Áudio da Fundarpe, para avaliar como será instalado o novo som do cinema e a iluminação cênica que estava guardada há dez anos. A doação foi da própria Fundarpe e a comissão lutava para conseguir apoio técnico institucional para sua montagem.
A boa notícia é que, graças ao estado de conservação, a iluminação cênica poderá ser instalada no Cine São José, que poderá apresentar espetáculos teatrais e musicais. São cerca de mais de vinte novos canhões de luz, com uma mesa nova de controle digital.
Segundo Tomi, o som terá que ser remontado como aconteceu no Cinema São Luiz em Recife. “Aqui nós vamos projetar um novo modelo de áudio, fazendo com que os espectadores possam não só ter uma imagem de qualidade mas também um som. E para os amantes do teatro também vamos elaborar um projeto para as torres de iluminação. Aqui eles tem um equipamento de qualidade e o melhor, muito bem conservado”.
O Secretário de Cultura, Edygar Santos, acompanhou a visita, ao lado do comunicador e diretor administrativo da Rádio Pajeú e Fundação Cultural Bom Jesus dos Remédios, Nill Júnior, além de Tito Barbosa, Marcos Antonio e Carlos Gomes pela Associação Cultural São José.
A gestão do cinema é híbrida. A Associação cuida e administra a projeção de filmes, em modelo de comodato com a Diocese. À Fundação cabe a locação do espaço e parceria com outros produtores que realizam eventos como a Mostra Pajeú e o Cineclubinho Pajeú.
A Comissão está lutando para aquisição de um novo projetor digital para apresentar filmes comerciais do circuito mundial. A FUNDARPE sinalizou a doação de um equipamento capaz de exibir filmes nacionais e realizar mostras, como aconteceu em Arcoverde e Triunfo.
“Nós da Gestão Municipal estamos juntos com a administração do cinema para o que for preciso para que o nosso Cine São José seja digitalizado o mais rápido possível, prometeu Edygar Santos.
Segundo ele, com a iluminação cênica sendo instalada, será possível estimular o gosto pelo teatro nas crianças. “Da mesma forma que hoje Afogados tem um grande peso no cinema pernambucano, poderemos também fazer isso com o teatro” , conclui.
Esse registro é dos Jogos Escolares de 1995, mostrando a equipe Seleção do Povo da Rádio Pajeú. A equipe era liderada pelo comunicador Anchieta Santos, que nos deixou em setembro do ano passado. Naquele ano, ainda não havia a quadra coberta que sedia a maioria das competições hoje. Os jogos aconteciam na quadra aberta. Na […]
Esse registro é dos Jogos Escolares de 1995, mostrando a equipe Seleção do Povo da Rádio Pajeú.
A equipe era liderada pelo comunicador Anchieta Santos, que nos deixou em setembro do ano passado. Naquele ano, ainda não havia a quadra coberta que sedia a maioria das competições hoje. Os jogos aconteciam na quadra aberta.
Na foto, Neide Mendes, este jornalista, com apenas quatro anos de comunicação, Aldo Vidal, Tito Barbosa, Anchieta Santos, Celso Brandão e Carlos Ribeiro, hoje Carlos Santa Rosa, contratado como a novidade daquela cobertura, como grande narrador esportivo.
As crianças na foto são Marlon Santos, filho de Anchieta e Felipe Brandão, filho de Celso.
No meu caso, eu tinha iniciado na Rádio Pajeú em maio de 1991, passado pela Transertaneja em sua primeira equipe e, pouco depois, retornado à Pajeú. Fui batizado por Anchieta de “o repórter revelação da Seleção do Povo “. Anchieta apostava e acreditava em mim desde os primeiros passos da minha carreira.
Uma das curiosidades dessa cobertura é que o patrocinador master foi José Valadares, o Zé do Gás, então pré-candidato a Deputado Federal. A cobertura dos Jogos era um acontecimento que mobilizava toda a equipe da emissora.
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