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Gleide Ângelo cobra do Estado nomeação de coordenadoras da Secretaria da Mulher

Por André Luis

Em sua fala na reunião plenária desta segunda-feira (8), a deputada Delegada Gleide Ângelo fez duras críticas à falta de efetividade da política de proteção às mulheres do Estado. Em mais de 100 dias de governo, o executivo nomeou apenas a metade das 12 coordenadoras estaduais da mulher – cargos comissionados responsáveis pela integração entre os organismos da rede de proteção e pelo abrigamento das mulheres vítimas de violência.

“É preciso que o Estado faça a parte dele, para que os municípios tenham a quem recorrer numa situação de emergência. Afinal, uma medida protetiva é um pedaço de papel, não segura nem bala, nem facada. Ele é apenas a porta de entrada para a segurança da mulher. Mas, como vou dizer para a mulher denunciar, se não há quem faça o encaminhamento?”, questionou a parlamentar que, na última semana, esteve na cidade de Carpina, na mata norte, para atuar diretamente no abrigamento de uma jovem de 22 anos vítima de tentativa de feminicídio e que ainda sofria ameaças por parte do ex-companheiro. “Eu fui até Carpina para fazer o papel que é de responsabilidade do Estado. Eu agi no papel de uma coordenadora da mulher”, ponderou.

A Delegada também aproveitou para questionar o início do programa de segurança pública Juntos por Pernambuco, cujo lançamento havia sido anunciado pelo Governo aos deputados estaduais para o final do mês de abril.

“A governadora nos informou sobre o início do programa para o final do mês passado. Já estamos na segunda semana de maio e não há uma linha sobre o assunto. Espero que finalmente seja lançado o programa e que, dentro dele, haja os anúncios para o recompletamento das operativas da segurança pública”, comentou.

Outras Notícias

Serviço: Saúde começa a ouvir servidores dos serviços estaduais

Processo faz parte do IntegraSES, que teve início no Hospital Agamenon Magalhães A Secretaria Estadual de Saúde (SES) deu início ao processo de escuta de profissionais e servidores das unidades de saúde que compõem a rede estadual. O projeto piloto do IntegraSES – Programa de Integração dos Serviços de Saúde de Pernambuco – ocorreu no […]

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Processo faz parte do IntegraSES, que teve início no Hospital Agamenon Magalhães

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) deu início ao processo de escuta de profissionais e servidores das unidades de saúde que compõem a rede estadual. O projeto piloto do IntegraSES – Programa de Integração dos Serviços de Saúde de Pernambuco – ocorreu no Hospital Agamenon Magalhães (HAM) e contou com a presença do secretário estadual de saúde, Iran Costa, de todos os seus secretários executivos, além da diretora da unidade, Cláudia Miranda, e dos servidores da Instituição.

“Hoje demos o primeiro passo. Esperamos que nos próximos meses, possamos aprimorar o programa e levar toda a estrutura do Nível Central para os hospitais e Geres. Acreditamos que a valorização do profissional por meio da escuta, diálogo e qualificação permanente seja um dos principais caminhos para o fortalecimento do SUS”, comentou o secretário Iran Costa.

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Durante o evento, que ocorreu no auditório da unidade, os servidores presentes tiveram a possibilidade de dar sugestões para a melhoria da unidade. Todas as propostas foram registradas e serão discutidas, avaliadas e incorporadas às ações prioritárias da SES. “Em todos os meus anos de atuação médica, nunca tinha tido a possibilidade de conversar e expor as nossas necessidades para a gestão da Secretaria de Saúde”, comentou a cardiologista Glória Melo.

Materno Infantil – Uma das principais referências estaduais em parto de alto risco, o Hospital Agamenon Magalhães (HAM) realiza uma média de 550 partos por mês. E como não poderia deixar de ser, esse foi um dos principais motes de debate no primeiro dia do IntegraSES. “A melhoria da assistência materno infantil é um dos principais compromissos de nossa gestão. Começar esse programa pelo HAM só reforça o nosso compromisso com esse trabalho”, completou o secretário.

Em sua fala, a diretora do HAM, Cláudia Miranda, comentou sobre o desafio. “Qualificar o atendimento é uma das demandas que precisamos enfrentar, assim como a humanização do atendimento aos pacientes. Na última semana, demos um grande passo nesse sentido, que é a participação no Projeto Parto Adequado, do Ministério da Saúde. Esperamos, assim, qualificar nosso modelo de assistência”, comentou.

Opinião: o 31 de março de 1964, data para ser discutida e não comemorada.

Augusto César Acioly Paz Silva (Doutor em História pela UFPE e professor dos cursos de História, Direito e Psicologia da AESA/CESA/ESSA) Na última semana, o porta voz da presidência, divulgou uma posição do governo Bolsonaro em retomar o processo de comemoração do movimento civil militar que teve início em 31 de março, mas. Que só […]

Augusto César Acioly Paz Silva (Doutor em História pela UFPE e professor dos cursos de História, Direito e Psicologia da AESA/CESA/ESSA)

Na última semana, o porta voz da presidência, divulgou uma posição do governo Bolsonaro em retomar o processo de comemoração do movimento civil militar que teve início em 31 de março, mas. Que só consolidou-se no 01 de abril do ano de 1964. Pelo tom utilizado pelo porta voz da presidência, a posição do governo representado pelo capitão da reserva Jair Bolsonaro, era de que este evento seria digno de ser rememorado. A despeito de toda polêmica ensejada por este assunto, que teve como último desdobramento a recomendação da juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª vara da justiça federal de Brasília, proibindo a comemoração, o que se encontra em jogo à respeito desta questão é uma espécie de disputa pela memória, daqueles que acham que 1964 deve ser comemorado e os que não entendem, quais os motivos de rememorar ou festejar um dos mais violentos e intolerantes períodos da nossa recente história política brasileira.

No campo da História está disputa é compreendida como uma disputa de narrativas, que não fica delimitado ao campo do discurso, mas se efetiva na prática, quando no último processo eleitoral tivemos jovens que clamavam pela volta de um regime militar, como o possível ordenador da sociedade. Discurso amplamente irradiado, pelo presidente capitão e seus simpatizantes.

O professor Carlos Moura, docente da UPE, em artigo de opinião publicado no último dia 28 no jornal Diário de Pernambuco, analisa está questão apresentando de maneira brilhante que depois de todo esforço realizado pelas discussões provocadas pelo significado de 1964, em nossa História recente a celebração vai de encontro com o processo de fortalecimento de temas que passam pela Democracia e defesa dos Direitos Humanos. Não podemos relativizar coisas como tortura e falta de liberdade, ou fazer como demonstra o nosso presidente capitão reverenciar figuras como o Ustra e o aparato civil-militar que ceifou a vida de vários homens e mulheres, que após um movimento que tirou do poder um presidente que tinha o direito de concluir o seu mandato, instaurou uma fase de perseguição àqueles que não concordavam com a solução fornecida pelos orquestradores do Golpe.

Como sociedade temos que de maneira critica e madura, observar que qualquer regime que suprima as liberdades individuais, coletivas e os direitos sociais ou que, procure construir formulas que não se encontrem no interior da discussão do contraditório e tenham uma feição Democrática, não pode ser celebrado, principalmente, quando qualquer regime que seja pratique a opressão sobre os cidadãos e desenvolva um terrorismo do Estado, no qual parte do exercito brasileiro e das suas elites estiveram envolvidas. A nossa rememoração a respeito do dia 31 de março, deve ser o de superar e selar de vez, enquanto, sociedade os elementos que nos fizeram chegar a um regime de exceção que não resolveu nossos problemas fundacionais: as desigualdades regionais e o pouco apreço a Democracia, como o melhor sistema político dentro dos possíveis.

Não devemos celebrar o 31 de março como evento inaugurador de uma Nova Era, como em vários momentos Bolsonaro nas variadas exposições na mídia procura legitimar. Caso exista algo para celebrar, ou melhor, rememorar a respeito dos 21 anos que os militares e os civis antidemocráticos estiveram nos comandos de nossa nação, é que não precisamos de um governo que suprima a liberdade de expressão e a Democracia, mas que possamos lembrar-nos deste momento para que ele seja superado e não volte a nos atormentar em outros 31 de marços.

Governo do Estado se reúne com prefeitos para dialogar sobre o Descomplica PE

O Governo de Pernambuco recebeu, na noite desta quarta-feira (23), no Palácio do Campo das Princesas, prefeitos de todas as regiões do Estado para dialogar sobre o pacote de justiça fiscal da gestão estadual, o Descomplica PE, que vai desburocratizar e modernizar a cobrança de tributos estaduais.  Durante a reunião, secretários estaduais conversaram com uma […]

O Governo de Pernambuco recebeu, na noite desta quarta-feira (23), no Palácio do Campo das Princesas, prefeitos de todas as regiões do Estado para dialogar sobre o pacote de justiça fiscal da gestão estadual, o Descomplica PE, que vai desburocratizar e modernizar a cobrança de tributos estaduais. 

Durante a reunião, secretários estaduais conversaram com uma comissão composta por 11 prefeitos sobre o fortalecimento que os municípios terão a partir do projeto para que consigam dar sequência a políticas públicas nos seus locais de gestão.

Comandado pelos secretários Túlio Vilaça, da Casa Civil, Fabrício Marques, de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, e Wilson José de Paula, da Fazenda, o encontro reforçou que o Descomplica PE vai promover uma mudança no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em Pernambuco, promovendo a menor alíquota do imposto no Nordeste: 2,4% para automóveis. Além disso, a gestão estadual modifica a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com a eliminação da cobrança antecipada para a indústria. 

O pacote fiscal foi enviado para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na terça-feira. “O projeto promove um reequilíbrio da carga tributária. Tivemos o cuidado para esclarecer todas as dúvidas com os prefeitos, cada um dentro do seu universo local. Estamos à disposição para sempre dialogar”, registrou o secretário Túlio Vilaça.

O secretário Fabrício Marques explicou que o Governo vem fazendo um diálogo desde o início do ano, com reuniões já realizadas com todos os prefeitos do Estado. “Neste momento, após a governadora Raquel Lyra enviar um projeto de lei com mudanças importantes, a gente recebeu uma comissão representativa dos prefeitos para explicar um pouco desse projeto, que traz um fortalecimento das finanças do Estado, mas também terá um efeito positivo sobre as finanças dos municípios”, ressaltou o secretário Fabrício Marques.

Prefeitos que compõem todas as regiões do Estado estiveram presentes com organização da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), em nome da presidente da instituição e prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado. 

“Queremos fazer as políticas públicas com boa qualidade, então a gente sentou junto ao Governo do Estado e fomos muito bem recebidos. Uma equipe técnica vai procurar nos dar alguma solução para os problemas enfrentados pelos municípios, afinal a gente precisa unir forças para que Pernambuco se fortaleça”, disse Márcia Conrado.

Estiveram também presentes na reunião o secretário estadual de Comunicação, Rodolfo Costa Pinto; o vice-presidente da Amupe e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia; o prefeito de Brejinho, Gilson Bento; o de Ferreiros, José Roberto de Oliveira; a de Frei Miguelinho, Adriana Assunção; o de Quipapá, Álvaro Porto; a de Jataúba, Cátia Junsara; a de Catende, Dona Graça; o de Santa Cruz da Baixa Verde, Irlando Parabólicas; o de Vicência; Guilherme Nunes, e o prefeito de Moreno, Edmilson Cupertino.

Alunos da Escola Joaquim Mendes reclamam falta de professores

O Grêmio Estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Joaquim Mendes da Silva divulgou uma nota pública manifestando repúdio à recorrente falta de professores na unidade. Segundo o documento, a ausência frequente de docentes tem comprometido o direito dos estudantes a uma educação de qualidade e provocado prejuízos no processo de ensino e aprendizagem. […]

O Grêmio Estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Joaquim Mendes da Silva divulgou uma nota pública manifestando repúdio à recorrente falta de professores na unidade. Segundo o documento, a ausência frequente de docentes tem comprometido o direito dos estudantes a uma educação de qualidade e provocado prejuízos no processo de ensino e aprendizagem.

De acordo com a nota, a descontinuidade das aulas tem gerado lacunas no conteúdo programático, insegurança acadêmica entre os alunos e dificuldades na preparação para avaliações e etapas futuras da formação escolar. O grêmio destaca ainda que a situação afeta não apenas o rendimento educacional, mas também a motivação e o desenvolvimento integral dos estudantes.

No posicionamento, os representantes estudantis afirmam que a presença de professores em sala de aula não é um privilégio, mas um direito assegurado a todos. Eles defendem a adoção de medidas urgentes por parte dos órgãos responsáveis para regularizar o quadro docente e garantir a normalidade das atividades escolares.

O documento também cobra transparência nas ações adotadas para solucionar o problema e reforça que os estudantes não podem ser penalizados por falhas de planejamento e investimento. Ao final, o grêmio informa que permanecerá atento e mobilizado em defesa do direito à educação pública de qualidade.

Até o momento, não houve manifestação oficial da Secretaria de Educação sobre as reivindicações apresentadas na nota.

Marcos Oliveira assume mandato nesta quarta

Ex-presidente da Asserpe, empresário e diretor das Rádios do Grupo Inocêncio Oliveira, com tempo para ainda apresentar o seu Show do Brega na Líder, Marcos Oliveira toma posse na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, hoje, a partir das 20h. O evento será prestigiado por governistas a começar pelo próprio prefeito Luciano Duque, que deverá estar […]

28898_601659173183648_1650747276_nEx-presidente da Asserpe, empresário e diretor das Rádios do Grupo Inocêncio Oliveira, com tempo para ainda apresentar o seu Show do Brega na Líder, Marcos Oliveira toma posse na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, hoje, a partir das 20h.

O evento será prestigiado por governistas a começar pelo próprio prefeito Luciano Duque, que deverá estar presente. A posse de Marcos deve fortalecer seu bloco. O vereador, entretanto, fala em um mandato a serviço da sua base. Marcos tem base política no Distrito de Varzinha, mas sua atuação também lhe rendeu votos na sede.

Em 2012, ele foi candidato no grupo do candidato Sebastião Oliveira. Obteve 1.105 votos. Tinha poucas possibilidades de assumir, mas foi favorecido pela mudança de cenário político e outros episódios nesta legislatura.

Serra Talhada tem  a Câmara com maior número de mudanças em uma legislatura proporcionalmente no Estado. A morte de Cícero Fernandes (PRP) abriu vaga para Paulo Melo, no dia 16 de março.

Depois,  Márcio Oliveira  substituiu Célio Antunes, que foi para Secretaria de Serviços Públicos. Já Euclides Ferraz (PSB), que era suplente, assumiu e logo se licenciou, abrindo caminho para Barbosa Neto.

Marcos Oliveira assumirá vaga  deixada por José Raimundo (PTB), que assumiu a Secretaria de Esportes após articulação do prefeito Luciano Duque (PT).