Na última quarta-feira (2), o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, esteve em agenda oficial com a Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra. O encontro contou ainda com a presença do deputado estadual Gustavo Gouveia e do prefeito de Santa Teresinha, Delson Lustosa. O objetivo da reunião foi discutir ações e investimentos que possam impulsionar o desenvolvimento de Brejinho.
Entre os principais temas abordados, destacou-se a construção do trecho final da PE-413, ligando o povoado de Vila de Fátima, em Brejinho, até a cidade de Santa Teresinha. O projeto, que está em andamento, é uma solicitação conjunta dos prefeitos das duas cidades e representa um avanço significativo para a infraestrutura e mobilidade dos municípios.
O prefeito Gilson Bento ressaltou a importância dessa iniciativa para a população local. “Nossa gestão está sempre em busca de ações que possam beneficiar o povo de Brejinho. A conclusão desse trecho da PE-413 trará mais desenvolvimento, facilitará o escoamento da produção e garantirá melhores condições de tráfego para todos”, afirmou.
“A Governadora Raquel Lyra reconheceu a relevância do pleito e reforçou o compromisso do governo estadual em dar andamento às obras de infraestrutura no interior do estado. Já o deputado Gustavo Gouveia destacou a necessidade de unir esforços para que os investimentos sejam concretizados o mais breve possível”, destacou a assessoria de comunicação.
Existe um ditado popular que diz que “o bom filho a casa torna”. A máxima parece por enquanto não funcionar na política de Tabira. Os acenos do Prefeito Sebastião Dias parecem não ter surtido efeito para que o vice-prefeito José Amaral que anunciou rompimento e o desejo de ser candidato a prefeito em faixa própria, […]
Existe um ditado popular que diz que “o bom filho a casa torna”. A máxima parece por enquanto não funcionar na política de Tabira.
Os acenos do Prefeito Sebastião Dias parecem não ter surtido efeito para que o vice-prefeito José Amaral que anunciou rompimento e o desejo de ser candidato a prefeito em faixa própria, retorne ao palanque governista para a disputa da eleição municipal.
Em contato com o radialista Anchieta Santos, na produção dos Programa Rádio Vivo e Cidade Alerta, o vice-prefeito José Amaral reafirmou sua candidatura pela terceira via.
Ele também ironizou a notícia de que o PT fará uma pesquisa para escolher o candidato a prefeito entre os nomes de Djalma das Almofadas, Aristóteles Monteiro e Flávio Marques.
Flávio foi anunciado como o candidato do Prefeito Sebastião Dias, de alguns partidos e de importante grupo de empresários tabirenses. “Quem manda é Carlos Veras. Desmoralizou o prefeito e o candidato dele”, concluiu.
Para 56%, instituições têm de se preocupar com o presidente; 37% acham que ele pode agir A campanha golpista de Jair Bolsonaro (PL) contra o sistema eleitoral e o Judiciário é vista com preocupação pela maioria dos brasileiros, que acreditam que as ameaças têm de ser levadas a sério pelas instituições. Ao mesmo tempo, o […]
Para 56%, instituições têm de se preocupar com o presidente; 37% acham que ele pode agir
A campanha golpista de Jair Bolsonaro (PL) contra o sistema eleitoral e o Judiciário é vista com preocupação pela maioria dos brasileiros, que acreditam que as ameaças têm de ser levadas a sério pelas instituições. Ao mesmo tempo, o mesmo contingente não vê o presidente dando um golpe. A reportagem é de Igor Gielow/Folha de S. Paulo.
É o que revela a mais recente pesquisa do Datafolha, realizada nas últimas quarta (27) e quinta (28), com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.
Para 56% dos entrevistados, Bolsonaro fala para valer quando ataca a segurança das urnas eletrônicas e ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), por exemplo. Já 36% acham que suas declarações não trarão consequências, e 8% não souberam avaliar.
São índices semelhantes aos registrados em maio, a última oportunidade em que tal questão foi feita pelo instituto. Como seria de se esperar, a preocupação cresce entre aqueles 47% que dizem votar no principal rival de Bolsonaro no pleito presidencial de outubro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre eles, 61% veem a falação do mandatário como algo sério, enquanto 33% não o fazem. Já entre os 28% que declaram voto no presidente, nada menos que 50% consideram as ameaças algo que merece atenção, enquanto 40% as descartam.
Ao mesmo tempo, o brasileiro não crê na possibilidade de um golpe. Questionados, também 56% afirmam não ver chance de isso acontecer, enquanto 37% são pessimistas e acreditam que Bolsonaro pode ir em frente com suas ameaças.
Aqui, o contingente que declara voto bolsonarista contradiz a seriedade com que vê as ameaças de seu candidato: 90% não acreditam no golpe, e apenas 6% veem o presidente fazendo algo. Já o eleitorado lulista é previsivelmente menos condescendente: 58% creem em ação golpista e 35% a descartam.
Essa dinâmica é estimulada pelo presidente, que nos últimos meses retomou com força sua carga contra as instituições, seja por convicção, seja pelo temor de derrota na eleição e possível exposição sua e de sua família à Justiça comum —as acusações contra o clã Bolsonaro se acumulam.
Bolsonaro convocou a população a ir às ruas novamente no 7 de Setembro deste ano criticando os “surdos de capa preta”, ou seja, ministros do Supremo e do TSE.
Isso ocorreu em 2021, quando acabou entregando o controle do governo ainda mais ao centrão devido ao risco de ruptura e eventual processo de impedimento.
Mais recentemente, em 18 de julho, ele também chamou embaixadores lotados em Brasília para expor suas mentiras acerca das urnas e do processo eleitoral, repetindo argumentos já descartados após sua exposição em uma live no ano passado.
Se as ameaças são claras, o elemento golpista tem se mostrado cada vez menos velado. Bolsonaro usou um erro tático do TSE, o de incluir as Forças Armadas numa comissão de transparência eleitoral, e fez do Ministério da Defesa uma de suas linhas de frente do questionamento das urnas.
Sempre que pode, lembra que é o comandante dos militares. Ainda que não haja respaldo público a qualquer intenção golpista e, nos bastidores, fardados neguem isso, politicamente o efeito é claro.
Com isso, um ato banal como coassinar uma carta com princípios democráticos, como o ministro Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) fez nesta semana com colegas das Américas, tornou-se motivo de alívio.
Os EUA, com todo seu histórico de apoio a golpes na região, inclusive o de 1964 no Brasil, se posicionaram claramente em favor do sistema eleitoral local.
Mais importante, após conviver com uma oposição totalmente desarticulada e uma situação conivente com seu golpismo, Bolsonaro passou a enfrentar uma forte reação à campanha.
Manifestos que começaram com intelectuais e hoje abarcam todas as principais entidades empresariais do país foram redigidos em prol da democracia.
No dia 11 de agosto, eles serão lidos na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, palco histórico da defesa de princípios democráticos. Nesse segmento mais elitizado, há uma percepção maior tanto de que as ameaças são sérias quanto de que o presidente não dará um golpe.
Entre aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos, 3% da amostra populacional do Datafolha, 63% veem com preocupação a campanha, e 70%, descartam o golpe, índices maiores do que na média geral.
Entre os mais escolarizados, com nível superior (22% dos eleitores), a avaliação da ameaça é numericamente maior do que a do restante da população (60%) e o de que não haverá ação golpista, também superior (62%).
A pesquisa do Datafolha, encomendada pela Folha, tem o número BR-01192/2022 no registro do TSE, e ouviu 2.556 pessoas em 183 cidades do país.
A governadora Raquel Lyra iniciou o Sábado de Zé Pereira (14) de 2026 no maior bloco de rua do mundo, o Galo da Madrugada, onde recebeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e destacou a importância do Carnaval para a cultura pernambucana. Na ocasião, a gestora também detalhou o reforço de serviços que o […]
A governadora Raquel Lyra iniciou o Sábado de Zé Pereira (14) de 2026 no maior bloco de rua do mundo, o Galo da Madrugada, onde recebeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e destacou a importância do Carnaval para a cultura pernambucana.
Na ocasião, a gestora também detalhou o reforço de serviços que o Governo do Estado tem prestado durante os dias de momo. Antes da festa, acompanhada pela vice-governadora Priscila Krause, Raquel realizou revista à tropa no 16° Batalhão da Polícia Militar, localizado no bairro de São José. Somente no Galo, a Secretaria de Defesa Social realizou mais de 4,8 mil lançamentos de forças policiais para garantir a segurança dos foliões.
A governadora acompanhou parte do desfile do Galo em camarote reservado para o presidente. O restante da festa ela prestigiou ao lado da comitiva que a acompanhou, formada por lideranças políticas de todas as regiões do Estado, além de representantes do secretariado estadual.
“O Galo da Madrugada é emblemático, perpetua nossa identidade cultural. Começamos o dia lançando os efetivos da Polícia Militar e Polícia Civil, que já estão nas ruas para garantir o Carnaval mais seguro da nossa história. Este ano estamos tendo a alegria de receber o presidente Lula, que tem nos ajudado e sido muito generoso com Pernambuco, em obras e ações estruturadoras, e veio aqui para ver, sentir e presenciar o melhor Carnaval do planeta”, ressaltou Raquel Lyra.
À noite, a governadora prestigia a folia na cidade de Salgueiro, no Sertão do Estado.
“Este é mais um Carnaval que o Governo de Pernambuco planeja e organiza pensando no acolhimento e segurança dos turistas e foliões. Hoje, aqui no Galo da Madrugada, temos mais de 4 mil policiais para cuidar da segurança e integridade da nossa gente, para que brinquem com muito amor e tranquilidade no coração”, observou Priscila Krause.
A festa reverencia o Galo Gigante, erguido na Ponte Duarte Coelho. Com 32 metros de altura, oito toneladas e o tema “Galo Folião Fraterno”, a alegoria homenageia o arcebispo emérito de Olinda e Recife, Dom Hélder Câmara. Nos trios elétricos que animaram o bloco passaram nomes consagrados como Almir Rouche, Nena Queiroga — homenageada do Carnaval de Pernambuco 2026 —, André Rio, Geraldinho Lins, Gustavo Travassos, Michelle Melo, Nonô Germano e os maestros Spok e Forró.
O ex-deputado federal e médico Sebastião Oliveira destacou, nesta sexta-feira (6), o desempenho dos concluintes do curso de Medicina da Universidade de Pernambuco (UPE) de Serra Talhada no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2023. A turma alcançou a segunda melhor colocação entre as universidades de Pernambuco e ficou com o sexto melhor […]
O ex-deputado federal e médico Sebastião Oliveira destacou, nesta sexta-feira (6), o desempenho dos concluintes do curso de Medicina da Universidade de Pernambuco (UPE) de Serra Talhada no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2023. A turma alcançou a segunda melhor colocação entre as universidades de Pernambuco e ficou com o sexto melhor resultado de toda a região Nordeste.
Um dos articuladores da implantação do campus da UPE no município, Oliveira ressaltou o impacto social da iniciativa. “A medicina deixou de ser um sonho impossível para quem é pobre e vive na periferia ou na zona rural do Sertão. Hoje, os médicos formados em Serra Talhada se destacam e disputam em igualdade com estudantes das melhores universidades do País”, afirmou.
O ex-secretário estadual de Transportes lembrou ainda a disputa política travada para que Serra Talhada fosse escolhida como sede do campus da UPE, em detrimento de outros municípios como Arcoverde e Salgueiro. “Não desacreditei em nenhum momento. Sabia da capacidade dos jovens sertanejos e da importância que a conquista traria para o Sertão. Estou muito feliz com esse resultado e orgulhoso de ter contribuído para a realização desse sonho”, declarou.
O curso de Medicina da UPE em Serra Talhada foi criado em 2013 e, desde então, tem sido considerado uma referência na interiorização do ensino superior em saúde no estado.
Segundo CBTU, um dos veículos estava parado na Estação Ipiranga, quando o outro chegou. Testemunhas contam que trem freou bruscamente, derrubando passageiros. Por G1 PE e TV Globo Dois trens da Linha Centro do Metrô do Recife colidiram no começo da manhã desta terça-feira (18), na Estação Ipiranga, de acordo com a Companhia Brasileira de […]
Segundo CBTU, um dos veículos estava parado na Estação Ipiranga, quando o outro chegou. Testemunhas contam que trem freou bruscamente, derrubando passageiros.
Por G1 PE e TV Globo
Dois trens da Linha Centro do Metrô do Recife colidiram no começo da manhã desta terça-feira (18), na Estação Ipiranga, de acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Às 6h50, o Corpo de Bombeiros informou que já havia socorrido cerca de 30 pessoas com ferimentos, todos sem gravidade. Devido ao acidente, toda a Linha Centro foi paralisada.
Um trem estava parado na estação, quando outro chegou e ocorreu a colisão, segundo a CBTU. Diariamente, cerca de 250 mil pessoas utilizam a Linha Centro, que atende o Recife, Jaboatão dos Guararapes e Camaragibe.
Por volta das 7h, o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) relataram ter retirado todas as vítimas de dentro das composições. Elas foram socorridas para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da região.
A CBTU informou que estava acionando o Grande Recife Consórcio de Transportes para ativar o reforço de ônibus para a região.
Testemunhas
A recepcionista Elandia Amaral, de 41 anos, estava em um dos vagões envolvidos no acidente. Ela contou que ia de Jaboatão para Joana Bezerra quando ouviu um “estalo como se o motor estivesse se quebrando”.
Ainda segundo a recepcionista, tudo aconteceu muito rápido. Ao olhar para o lado, foi possível ver algumas pessoas feridas, que foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros.
“A gente anda que nem bicho, um em cima do outro, sem segurança. O metrô não pode funcionar desse jeito. À noite temos medo pela insegurança. De dia, temos medo das condições do transporte porque toda semana ele quebra”, afirmou.
Em entrevista ao Bom Dia PE, a passageira Viviane contou que, quando sentiu a pancada, caiu logo no chão. “Foi um caindo em cima do outro. Já vomitei muito, estou com dor no braço e com a coluna dolorida. Foi horrível”, disse.
A filha de Adelma Maria, de 53 anos, ficou sabendo do acidente por telefone. “Ela disse que o metrô se chocou contra um outro que estava parado. Como estava muito cheio, muita gente caiu. Minha mãe disse que foi uma agonia”, contou Amanda Maria, de 27 anos, relatando que a mãe foi por conta própria para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
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