Notícias

Gestão Wellington Maciel entrega novos calçamentos em Arcoverde

Por André Luis

Na manhã desta terça-feira (12), o Prefeito Wellington Maciel fez a entrega oficial de mais duas ruas que foram calçadas e saneadas e que estão localizadas no Jardim Petrópolis, zona norte de Arcoverde.

Foram totalmente pavimentadas em paralelepípedos as ruas Antônio Lopes Ferreira e Cabul, a primeira com 700mª e investimento de 90 mil e a segunda possuindo 300m? e investimento da ordem de R$ 40 mil.

Acompanharam o Prefeito, durante a visita que marcou a entrega das obras de calçamento, o Secretário de desenvolvimento Urbano Aildo Biserra, além de assessores ligados a sua pasta e da secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente e da Assessoria de Comunicação, dentre outros.

“Fico feliz em entregar mais duas ruas aqui no Jardim Petrópolis, totalizando cinco aqui no bairro. E não vamos parar, vamos continuar trabalhando pelo nosso querido povo de Arcoverde até o último dia do mandato. Essa é a nossa missão e missão é para ser cumprida”, concluiu o Prefeito Wellington Maciel.

Outras Notícias

Prefeitura solicita mais segurança nas feiras de Arcoverde

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Jussara Pereira, e o administrador do Cecora, Paulo Sergio, visitaram o novo comandante do 3°BPM de Arcoverde, Tenente Coronel Clodualdo José da Silva, e solicitaram mais apoio policial no Cecora e nas feiras do bairro São Cristóvão e São Miguel. “Nosso objetivo é maximizar a sensação de segurança e coibir […]

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Jussara Pereira, e o administrador do Cecora, Paulo Sergio, visitaram o novo comandante do 3°BPM de Arcoverde, Tenente Coronel Clodualdo José da Silva, e solicitaram mais apoio policial no Cecora e nas feiras do bairro São Cristóvão e São Miguel.

“Nosso objetivo é maximizar a sensação de segurança e coibir possíveis roubos e furtos nos locais de compras como, por exemplo, no Cecora. Nós temos um sistema de monitoramento, com 36 câmeras em todo Centro de Compras, equipe de vigilância dividida por setor, mas é indispensável à presença policial. Temos certeza que o comandante fará o possível para atender, principalmente nas festas de final de ano, visto que nesse período aumenta o número de delitos em locais de grande movimentação”, explicou Paulo Sérgio.

Na oportunidade, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Jussara Pereira, também pediu a intensificação dos trabalhos de policiamento na Avenida Antônio Japiassu, local de grande movimentação comercial.

Ator Sérgio Mamberti morre aos 82 anos em SP

O ator Sérgio Mamberti, de 82 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (3) em São Paulo. O artista estava internado em um hospital da rede Prevent Sênior, na capital paulista. A informação foi confirmada por um dos filhos do ator, Carlos Mamberti. Ao G1, Carlos afirmou que o pai estava intubado, com uma infecção nos pulmões. […]

O ator Sérgio Mamberti, de 82 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (3) em São Paulo. O artista estava internado em um hospital da rede Prevent Sênior, na capital paulista. A informação foi confirmada por um dos filhos do ator, Carlos Mamberti.

Ao G1, Carlos afirmou que o pai estava intubado, com uma infecção nos pulmões. Ele morreu em decorrência de falência múltipla de órgãos.

Em julho deste ano, Mamberti havia sido hospitalizado para tratar de uma pneumonia e chegou a passa por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Após cerca de 15 dias, se recuperou e teve alta.

O ator colecionou inúmeros papéis de destaque. Foi nas séries que viveu seu personagem mais querido, o saudoso Dr. Victor do Castelo Rá-tim-bum. Também participou de produções da TV Globo, como “A diarista” e “Os normais”. “Atualmente, esteve no elenco de “3%”, série brasileira produzida pela Netflix. Mamberti dirigiu peças importantes no circuito paulista. Em 2019, estreou, ao lado de Rodrigo Lombardi, a premiada “Um panorama visto da ponte”.

Deportados da era Trump chegam algemados e com pés acorrentados ao Brasil

Um grupo de deportados pelo governo Donald Trump dos Estados Unidos para o Brasil e chegou a Manaus algemado e com os pés acorrentados, conforme mostram imagens registradas na saída do avião na noite de sexta-feira (24). A primeira aeronave vinda dos EUA, com 158 pessoas a bordo, tinha Belo Horizonte como destino, com uma […]

Um grupo de deportados pelo governo Donald Trump dos Estados Unidos para o Brasil e chegou a Manaus algemado e com os pés acorrentados, conforme mostram imagens registradas na saída do avião na noite de sexta-feira (24).

A primeira aeronave vinda dos EUA, com 158 pessoas a bordo, tinha Belo Horizonte como destino, com uma conexão prevista em Manaus.

A PF não informou a nacionalidade de todos os ocupantes, mas, segundo apurado com o Itamaraty, 88 são brasileiros.

As imagens também mostram parte dos tripulantes na pista de pouso do aeroporto, após desembarcarem na aeronave. O registro foi feito pela Agência Cenarium.

Oficiais americanos queriam manter os brasileiros deportados algemados e acorrentados até a chegada de outro avião vindo dos Estados Unidos. No entanto, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, não autorizou a continuidade do uso das algemas, já que se tratam de cidadãos livres em território brasileiro, sendo uma questão de soberania nacional.

Por esse motivo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autorizou o envio do avião da FAB para fazer essa viagem. A aeronave do Brasil que vai assumir o transporte do grupo chegou a Manaus na tarde deste sábado (25).

O caso foi tratado pelo governo Lula como desrespeito aos direitos humanos e à soberania nacional.

Agricultora candidata de cidade do Pajeú recebeu R$ 75 milhões como doação de campanha

De Veja A suposta doação de R$ 75 milhões de reais que o Tribunal Superior Eleitoral atribui a um dos candidatos das eleições de 2016 está registrada em nome da  agricultora Maria Geni do Nascimento. Ela foi candidata a vereadora no município de Santa Cruz da Baixa Verde, município de 12 mil habitantes, a 450 […]

geni-doac3a7c3a3o-de-75-milhc3b5es-de-reais-1De Veja

A suposta doação de R$ 75 milhões de reais que o Tribunal Superior Eleitoral atribui a um dos candidatos das eleições de 2016 está registrada em nome da  agricultora Maria Geni do Nascimento.

Ela foi candidata a vereadora no município de Santa Cruz da Baixa Verde, município de 12 mil habitantes, a 450 quilômetros de distância de Recife, em Pernambuco. Acabou eleita suplente.

Geni, como se apresentou aos eleitores do PDT, tem ficha limpa. Ela entregou certidões ao TSE mostrando que não tem crimes em seu currículo. A doação exata foi de R$ 75.000.844,36. Pelos registros do TSE, o repasse foi feito através de transferência eletrônica, no dia 30 de setembro.

Apesar da doação milionária, não há nenhuma despesa registrada na contabilidade que Geni apresentou ao TSE. Quem aparece como doador é Pedro Henrique da Silva Rodrigues. VEJA ainda não conseguiu contato com Geni e nem com Pedro Henrique. No Portal da Transparência do Governo Federal consta o nome de Maria Geni do Nascimento como beneficiária de 91 reais mensais do Bolsa Família.

Prefeitos de Custódia e Pesqueira ainda tem luta jurídica pela frente

No Jornal Itapuama desta sexta-feira (19), analiso os desdobramentos jurídicos envolvendo os municípios de Pesqueira e Custódia, destacando que ainda há muitas etapas a serem vencidas na Justiça Eleitoral. No caso de Pesqueira, o cacique Marcos escapou da cassação por abuso de poder econômico no TRE, mas ainda enfrenta investigações na esfera criminal, relacionadas a […]

No Jornal Itapuama desta sexta-feira (19), analiso os desdobramentos jurídicos envolvendo os municípios de Pesqueira e Custódia, destacando que ainda há muitas etapas a serem vencidas na Justiça Eleitoral.

No caso de Pesqueira, o cacique Marcos escapou da cassação por abuso de poder econômico no TRE, mas ainda enfrenta investigações na esfera criminal, relacionadas a suspeitas de fraudes em licitações durante gestões anteriores.

Sobre Custódia, abordo a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que suspendeu, de forma liminar, os efeitos da cassação de Messias do DNOCS e da vice Ane Lira.

Trata-se de uma tutela cautelar, considerada juridicamente frágil, que mantém os gestores no cargo até o julgamento do mérito. Ressalto que a decisão não encerra o processo e que os embargos e recursos ainda podem alterar o cenário, reforçando que “muita água ainda vai correr” nos dois casos.