Geraldo Júlio e Aloísio Lessa também defendem menos rigor para Felipe Carreras
Por Nill Júnior
Para os desavisados de outras legendas, que torcem pela sua saída do PSB, vai um recado.
Para quem não se lembra , Felipe não é apenas um deputado Federal, ele é um militante histórico com mais de 20 anos de filiação, tem serviços relevantes prestados aos Governos Socialistas.
Foi oficial de Gabinete de Dr. Arraes no seu último governo, foi assessor de Eduardo Campos, e pelas mãos de Eduardo foi ser Secretário de Turismo na Primeira gestão de Geraldo Júlio, foi eleito deputado Federal em 2014, em seguida foi ser Secretário de Turismo do Primeiro Governo Paulo Câmara e saiu para disputar esse seu segundo mandato, é um dos vices presidentes da Executiva Estadual é amigo de Paulo Câmara, Geraldo Júlio, de vários Secretários , deputados, Prefeitos, e dos membros do diretório estadual do PSB.
Quanto à posição de ter votado a favor da reforma da Previdência, contrariando a decisão do PSB de votar contra a proposta do Governo Bolsonaro, defendo que seja levado em conta sua longa militância e os grandes serviços prestados nos nossos governos, que a comissão de Ética do diretório Nacional possa atenuar e reconhecer sua dedicação aos governos Arraes, Eduardo Campos, Geraldo Júlio e Paulo Câmara.
Aluízio Lessa – Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação
Do prefeito Geraldo Júlio ao manifestar solidariedade ao deputado Felipe Carreras, que contrariou o PSB votando a favor da reforma da Previdência.
“O Deputado Felipe Carreras tem mais de 20 anos de PSB, foi da Juventude do Partido no tempo de doutor Arraes. Tem uma história de compromisso e lealdade ao Partido e sempre foi muito competente nos cargos executivos que ocupou. Eduardo indicou ele para ser Secretário na Prefeitura e ele fez uma gestão transformadora na Cidade. Ele deverá continuar no PSB”.
Carlos Alberto, dono da empreiteira responsável pelas obras de restauração da PE-292, ligando Albuquerque-né (Sertânia) a Afogados da Ingazeira, garantiu ao Governo que, a partir do dia 22, teria operários começando a chegar ao canteiro de obras para instalação da usina de asfalto. Pelo menos até ontem não havia sinais de maquinário. O único sinal de […]
Cadê os “homens trabalhando?” Restauração da PE 292 ainda não saiu do papel
Carlos Alberto, dono da empreiteira responsável pelas obras de restauração da PE-292, ligando Albuquerque-né (Sertânia) a Afogados da Ingazeira, garantiu ao Governo que, a partir do dia 22, teria operários começando a chegar ao canteiro de obras para instalação da usina de asfalto.
Pelo menos até ontem não havia sinais de maquinário. O único sinal de serviço em toda extensão da rodovia era o isolamento de uma pequena área menor que vinte metros para roço, nada relacionado com a prioridade da via, recapeamento.
O engenheiro responsável Paulo Rogério, disse à produção do programa Manhã Total (Rádio Pajeú) que até quarta deve chegar o maquinário para montagem da usina de asfalto. E foi mais sincero: afirmou que as obras pra valer só devem começar depois do carnaval.
A emissora de televisão britânica BBC publicou nesta quinta-feira, 6, em seu site trechos de uma entrevista feita por carta com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex de Guarujá (SP). Em suas respostas, o petista acusa o ex-juiz […]
A emissora de televisão britânica BBC publicou nesta quinta-feira, 6, em seu site trechos de uma entrevista feita por carta com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex de Guarujá (SP).
Em suas respostas, o petista acusa o ex-juiz federal Sergio Moro, futuro ministro da Justiça no governo Jair Bolsonaro, de ter agido politicamente durante o seu processo, para prendê-lo e, assim, tirá-lo da disputa presidencial. “Bolsonaro só ganhou porque não concorreu contra mim”, disse o ex-presidente.
“Então, Moro fez política e não justiça, e agora se beneficia disso”, continua Lula, em referência ao fato de o ex-juiz ter aceitado o cargo de ministro da Justiça de Bolsonaro, após a vitória do capitão da reserva contra o candidato do PT, Fernando Haddad, que substituiu Lula na disputa.
O ex-presidente foi condenado por Moro, à época juiz de primeira instância, a nove anos e meio de prisão. Na segunda instância, julgado por desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), de Porto Alegre, o petista teve a pena aumentada para 12 anos e um mês.
Proibido de dar entrevistas presenciais ou por telefone, Lula respondeu a perguntas feitas por carta pelo jornalista brasileiro Kennedy Alencar, para um documentário da BBC, informou a emissora.
Populares, amigos, políticos, familiares chegam a cada minuto ao Cine São José para o último à deus ao poeta João Paraibano. Foto: Bruna VerleneA esposa e os filhos de João recebem o apoio e o carinho de todas que chegam ao velório. Foto: Bruna VerleneOs filhos sempre ao lado do caixão e com muita emoção recebem o carinho dos fãs de João Paraibano. Foto: Bruna VerleneA TV Asa Branca, afiliada à Rede Globo está no Cine São José registrando o último à deus ao poeta. Foto: Bruna VerleneA cada momento pode se registrar o carinho dos fãs ao poeta João Paraibano. Foto: Bruna VerleneA viúva de João Paraibano é afagada por todos que chegam ao Cine Teatro São José. Foto: Bruna VerleneFaixas estão sendo colocadas na parte interna do Cine Teatro São José para homenagear João Paraibano. Foto: Bruna VerleneO Prefeito José Patriota decretou luto oficial de três dias
202Mesmo assim, a reforma seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo líder do governo, a derrota ‘nada muda’ no plano do Planalto de aprovar o texto. Do G1 Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo […]
202Mesmo assim, a reforma seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo líder do governo, a derrota ‘nada muda’ no plano do Planalto de aprovar o texto.
Do G1
Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que era favorável ao texto aprovado pela Câmara.
No lugar do parecer de Ferraço, a comissão aprovou um texto alternativo, do senador oposicionista Paulo Paim (PT-RS). O relatório de Paim recomenda a rejeição integral da reforma.
O resultado representa uma derrota para o governo Michel Temer, que vê na reforma trabalhista uma das principais medidas para a área econômica.
Apesar de o texto do governo ter sido rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais, a reforma trabalhista ainda vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, por fim, pelo plenário do Senado.
Segundo a Mesa Diretora do Senado, os relatórios da CAE, CAS e CCJ vão servir de orientação para a votação em plenário. O texto que vai ser analisado em plenário é a matéria que veio da Câmara.
Após o fim da sessão na CAS, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o resultado “não deixa de ser uma derrota” para o governo. Na avaliação dele, porém, “nada muda”, porque os três relatórios – da CAE, da CAS e da CCJ – serão enviados a plenário e analisados separadamente.
“Os três relatórios irão para o plenário. Não muda nada, não muda a posição do governo, não muda o plano de aprovar”, disse.
Para Jucá, o governo perdeu votos na comissão com a ausência do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) e os votos contrários de Otto Alencar (PSD-BA), Hélio José (PMDB-DF) e Eduardo Amorim (PSDB-SE), todos da base do governo.
A reforma foi enviada ao Congresso pelo presidente Michel Temer no ano passado. Um dos principais dispositivos do projeto é estabelecer pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados. Em caso de acordo coletivo, esses pontos passam a ter força de lei.
No Senado, o texto já havia sido aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Na última terça-feira (13), o relator Ricardo Ferraço leu parecer favorável à aprovação da reforma. Ele rejeitou todas as emendas que haviam sido apresentadas ao texto e manteve todo teor do projeto que foi aprovado pela Câmara.
Sessão tumultuada
A sessão da Comissão de Assuntos Sociais teve momentos de debates acalorados entre senadores desde o início.
Logo que a sessão foi aberta, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fez críticas à votação do projeto em um momento que, para ele, é inoportuno, porque o Brasil passa por uma crise. “Não vamos dar ares de normalidade ao que está acontecendo aqui. Isso é um escândalo”.
A presidente da comissão, Marta Suplicy (PMDB-SP), respondeu em tom ríspido e, ao ser confrontada com um pedido de “calma”, afirmou que não tinha que se acalmar. Em seguida, ela disse para Lindbergh: “Olha o machismo e seu cuida, tá?” (veja o vídeo abaixo).
A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que fez discurso contrário à aprovação do parecer de Ferraço, também bateu boca com a presidente da comissão. Para ela, Marta Suplicy, que veio do PT, estaria incomodada em conduzir a aprovação do projeto. “Se a senhora está incomodada, retire-se da comissão”, afirmou. Marta respondeu que não está incomodada e que faz o trabalho de presidente do colegiado.
Críticas de Renan
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi outro senador do mesmo partido de Temer a criticar a reforma trabalhista. Durante a sessão, ele disse que a proposta causará “males” ao país.
“Quando nós somarmos essa reforma trabalhista – com o que de maldade ela contém – com a reoneração de setores da economia, vamos ter um desemprego alarmante no Brasil”, afirmou.
Nesse momento, Jucá, antigo aliado de Renan, rebateu as críticas do colega. “Não se está abrindo a porteira, é falta de responsabilidade dizer isso. Retirar décimo terceiro, não é verdade. Estamos fazendo um ajuste para melhorar a situação de empregabilidade do país”, afirmou, argumentando que o projeto também não trará redução de salários.
Veja como cada senador da CAS votou no relatório de Ferraço:
Demonstrou experiência e capacidade de aglutinação, disse Rodrigo Pacheco Por André Luis O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), elogiou o posicionamento do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (6), durante a primeira reunião ministerial de seu terceiro governo. “É preciso que a gente saiba que é o Congresso que nos […]
Demonstrou experiência e capacidade de aglutinação, disse Rodrigo Pacheco
Por André Luis
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), elogiou o posicionamento do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (6), durante a primeira reunião ministerial de seu terceiro governo.
“É preciso que a gente saiba que é o Congresso que nos ajuda. Nós não mandamos no Congresso, nós dependemos do Congresso e, por isso, cada ministro tem que ter a paciência e a grandeza de atender bem cada deputado, cada deputada, cada senador, cada senadora que o buscar”, destacou Lula.
A fala de Lula foi alento aos ouvidos de Pacheco que em uma série de dois tuítes elogiou o presidente.
Pacheco começou dizendo que Lula “demonstrou experiência e capacidade de aglutinação. De fato, o Congresso merece respeito porque tem compromisso com as soluções para o país”.
Por fim garantiu que Lula e os ministros poderão contar com o Congresso. “Vamos trabalhar muito para que a independência entre os Poderes seja a mais harmônica possível”, pontuou Pacheco.
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