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Fogo amigo: Luiz Abel ataca Pollyana Abreu na Câmara

Por Nill Júnior

Panorama PE

A gestão da prefeita Pollyanna Abreu (PSD), em Sertânia, vem atravessando um momento de turbulência política.

Em menos de um ano de mandato, a prefeita já enfrenta sinais de desgaste dentro do próprio grupo aliado, e as críticas agora partem de um nome de peso: o vereador Luiz Abel, escolhido por ela para ser o líder do governo na Câmara Municipal.

Durante a sessão ordinária da última terça-feira (21), o parlamentar fez duras declarações contra a forma como o Executivo vem tratando a Casa José Severo de Melo, sede do Legislativo sertaniense. Segundo ele, a relação entre os poderes tem sido marcada por falta de diálogo e de respeito institucional.

“É uma Casa que não tem o respeito que precisaria ter”, afirmou Luiz Abel, cobrando mais atenção por parte da Prefeitura.

O vereador destacou ainda que os requerimentos enviados ao Executivo e às secretarias municipais sequer recebem resposta, o que, em sua avaliação, demonstra descaso e desorganização administrativa.

“Não adianta fazer mais requerimentos, porque não temos nem o retorno dizendo que não vai ser feito. Nem resposta a gente tem”, lamentou.

Em tom ainda mais crítico, Luiz Abel questionou o comprometimento dos secretários e cargos comissionados, sugerindo que há falta de eficiência dentro da estrutura administrativa.

“Será que tem pessoas lá na prefeitura que estão muito ocupadas ou tem muitos que estão desocupados? A gente precisa ter respeito e trabalhar em sintonia”, disparou, afirmando também se sentir sem força política, tanto na Câmara quanto junto à prefeita.

“É uma coisa de admirar nesse governo. Infelizmente, cada vez mais eu fico decepcionado. A palavra é essa”, concluiu.

As declarações do líder governista acenderam um alerta dentro da base aliada, revelando fissuras internas que se tornaram ainda mais evidentes após a prefeita revogar, sem explicações públicas, um decreto de despesas que ela mesma havia assinado há menos de um mês.

Outras Notícias

Veja a reação no meio político à indicação de Lula para ministro

Segundo governo, ex-presidente ajudará na superação da crise. Oposição diz que objetivo é blindá-lo de investigações da Lava Jato. Do G1 Após muitas horas de reunião, a presidente Dilma Rousseff decidiu na manhã desta quarta-feira (16) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai ocupar o ministério da Casa Civil, posto chave no governo. O […]

Brasilianischer Präsident Luiz Inacio Lula da Silva in Hamburg
Segundo governo, ex-presidente ajudará na superação da crise.
Oposição diz que objetivo é blindá-lo de investigações da Lava Jato.

Do G1

Após muitas horas de reunião, a presidente Dilma Rousseff decidiu na manhã desta quarta-feira (16) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai ocupar o ministério da Casa Civil, posto chave no governo. O atual ministro da pasta, Jaques Wagner, passará a ser chefe de gabinete da Presidência.

Enquanto o governo afirma que a nomeação é uma medida para conter a crise política, a oposição diz ser uma forma de blindar o ex-presidente de investigações da Operação Lava Jato e do Ministério Público de São Paulo.

Como ministro, Lula passa a ter foro privilegiado e só pode ser investigado com aval do Supremo Tribunal Federal.

Veja o que disseram políticos governistas e de oposição:

Afonso Florence (PT-BA), deputado, líder do PT na Câmara
“O presidente Lula vai para a Casa Civil para ajudar na saída da crise. Ele veio na hora certa que o Brasil precisa. O compromisso do presidente Lula ao assumir a Casa Civil se restringe especificamente à contribuição que ele poderá dar ao Brasil para ajudar o país a sair da crise política e da crise econômica. E há a nossa solidariedade e apoio a esse compromisso do presidente Lula ao assumir o convite da presidente Dilma. Sem dúvida, é uma boa notícia pra o povo brasileiro.”

Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado
“Não dá para fazer essa avaliação se ele teria ou não condição de resolver a crise. Seria muito essa projeção, mas ele tem boa relação com o Congresso e eu torço que o Brasil melhore, que as coisas comecem a dar certo.”

Ronaldo Caiado (DEM/GO), líder do DEM no Senado
“Isso é uma fuga e não prestação de serviços à população brasileira. Ele não tem nada a contribuir nesTe momento em que ele está envolvido em todos os escândalos que causavam perplexidade no país. [Lula ministro] Não vai minimizar a crise, não vamos perder o foco. Vamos dar atenção àquilo que foi a mensagem das ruas ao Congresso: focar o impeachment. Em momento de desespero as pessoas tomam essas atitudes irresponsáveis, ilegais e afrontosas pra todos os brasileiros. Eles não merecem mais aquilo que tiveram, como votos, credenciais e eleições. É um momento de decepção, perda de confiança, ele não vai recuperar porque pode falar com um senador ou deputado federal.”

Pauderney Avelino (DEM-AM), líder do DEM na Câmara
“Esperamos que um juiz de primeira instância nos conceda uma liminar suspendendo a nomeação do Lula. A Casa Civil é um lugar onde os ministros que entram lá saem queimados. O Lula já chega queimado. A presidente Dilma renuncia o seu mandato de presidente e o entrega ao Lula porque a Casa Civil é o ministério mais importante do governo. A presidente comete desvio de finalidade porque está se utilizando de um ato ilícito para promover um ato lícito apenas para blindá-lo, além de fraude à lei. Pelo que tenho ouvido, as mudanças fazem parte da nova matriz econômica do PT para usar as reservas para movimentar a economia. É um erro grave.”

Rubens Bueno (PPS-PR), líder do PPS na Câmara
“A Casa Civil nos governos do PT se transformou nos capitães do time da fraude e da mentira, com José Dirceu, Antônio Palocci e Erenice Guerra. É o pior exemplo que o PT pode dar. De outro lado, a presidente está dizendo que não quer mais governar porque não tem mais apoio e que agora o Lula vai tentar sair da situação delicada em que o governo se encontra. Uma decisão desta é para fraudar a lei e tirar Lula do caminho da polícia e da justiça de primeira instância e vai ter uma reação muito forte por parte da população que disse muito claro agora nas ruas que não quer mais o PT.”

Sílvio Costa (PTdoB-PE), deputado, vice-líder do governo na Câmara
“Estou muito feliz com a nomeação do ex-presidente Lula para um ministério. O Brasil está muito maior hoje. O discurso da oposição de que ele assumiu para ter foro privilegiado é irresponsável porque, se assim fosse, ele poderia ter assumido desde o ano passado.”

MP do Ensino Médio é maracatu mal ensaiado, diz Danilo Cabral

Para o deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE), há um “choque de legislação” no Congresso Nacional nas discussões sobre a reforma do Ensino Médio brasileiro. Segundo ele, a Medida Provisória que trata sobre o assunto tramita simultaneamente ao Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 241, que estabelece um teto para os gastos públicos nos próximos 20 anos, […]

comissao04

Para o deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE), há um “choque de legislação” no Congresso Nacional nas discussões sobre a reforma do Ensino Médio brasileiro. Segundo ele, a Medida Provisória que trata sobre o assunto tramita simultaneamente ao Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 241, que estabelece um teto para os gastos públicos nos próximos 20 anos, e após a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE).

“Essa MP vai trazer consequências para os entes da Federação, notadamente os estados. Há uma conta sobre o financiamento que não está sendo discutida”, afirmou, durante audiência pública na Comissão de Educação.

O artigo 5º da MP estabelece que a União vai financiar as mudanças por até quatro anos. Danilo Cabral questiona o que isso significa. “O que é até quatro anos? Depois, quem vai ficar com essa conta?”.

O deputado destaca que há uma transferência de atribuições para os estados e municípios sem a União dar a devida contrapartida de financiamento. Ele defende a integração das discussões entre a MP do Ensino Médio, a PEC 241 e o PNE. “Do jeito que está, nós estamos cometendo os mesmos erros do passado, aumentando as obrigações dos estados e municípios sem prever a contrapartida de financiamento da União. Isso está parecendo um maracatu mal ensaiado.”

Danilo Cabral criticou ainda a maneira como o Governo Federal apresentou a proposta de reformulação do Ensino Médio. Ele não admite o uso de medida provisória para temas tão complexos. “Consulto os senhores deputados se seria razoável que nós recebêssemos as reformas política, tributária, trabalhista e da Previdência através de MP.

Nós não aceitaríamos. O papel do Congresso Nacional precisa ser respeitado e o debate com a sociedade, aprofundado”, acrescentou. O deputado defende que a MP seja retirada de tramitação pelo Governo Federal e substituída por um projeto de lei. Assim, segundo o parlamentar, seria possível aprofundar o debate, especialmente com a comunidade escolar.

De acordo com Danilo, até mesmo o prazo para a apresentação de emendas à MP do Ensino Médio foi curto. “Elas foram apresentadas no período pré-eleição, quando o Congresso estava esvaziado”, justificou.

No total, os parlamentares entregaram 569 emendas à MP – esse número é, pelo menos, três vezes inferior ao número apresentado ao PNE. Danilo Cabral apresentou 23 propostas, a maior parte delas em relação à permanência das matérias de formação cidadã, como artes, no currículo escolar.

 

Ranking dos dez candidatos mais ricos, tem nomes como Marinaldo Rosendo e Armando Monteiro

por Bruna Verlene Na edição do Diário de Pernambuco desta terça (12), uma matéria com a lista dos candidatos mais ricos do Estado, traz nomes como o candidato a deputado federal Marinaldo Rosendo (PSB) e o candidato ao governo Armando Monteiro (PTB). O ranking dos dez mais ricos entre os 760 candidatos registrados em Pernambuco é composto […]

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por Bruna Verlene

Na edição do Diário de Pernambuco desta terça (12), uma matéria com a lista dos candidatos mais ricos do Estado, traz nomes como o candidato a deputado federal Marinaldo Rosendo (PSB) e o candidato ao governo Armando Monteiro (PTB).

O ranking dos dez mais ricos entre os 760 candidatos registrados em Pernambuco é composto por nomes que concorrem à eleição proporcional. Na lista a quatro representantes socialistas e apenas dois petebistas. Duas lideranças da Zona da Mata Norte do estado figuram na relação em lados opostos, mas possuem em comum o hábito de guardar em casa grandes quantias em dinheiro vivo.

Sebastião evita críticas diretas a Duque, mas diz que seu grupo vive clima de ‘já ganhou’

O deputado federal licenciado, Sebastião Oliveira, contou ao programa Farol de Notícias, com Giovani Sá e Paulo César na Cultura FM – última edição já que vai para Vilabella FM – detalhes do processo de diálogo que vinha travando com o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque. O líder republicano evitou criticas diretas ao petista, mas […]

Foto: Manu Silva/Farol de Notícias
Oliveira ao lado de Carlos Evandro. Foto: Manu Silva/Farol de Notícias

O deputado federal licenciado, Sebastião Oliveira, contou ao programa Farol de Notícias, com Giovani Sá e Paulo César na Cultura FM – última edição já que vai para Vilabella FM – detalhes do processo de diálogo que vinha travando com o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque. O líder republicano evitou criticas diretas ao petista, mas condenou o clima de ‘já ganhou’ que foi instalado dentro do grupo do PT. Ele esteve acompanhado do ex-prefeito Carlos Evandro (PSB).

“Ele (Duque) foi eleito pelo PT e está coerente com as convicções dele, eu respeito isso. Mas o que dá a impressão no resto do grupo é que eles têm um sentimento de que ganham a eleição de todo jeito. Com apoio, sem apoio, com aliança, sem aliança e passavam esse sentimento que, e quero repetir, não é o sentimento do prefeito. Ele foi muito respeitoso muito tranquilo nas negociações. Foi uma pessoa que não teve nenhum ‘afobamento’, não houve nenhum conversa que não fosse republicana em torno dessa aliança, mas o sentimento que a gente colhe de lá é um sentimento de ufanismo, de já ganhou, de já venceu. De que inventaram a roda em Serra Talhada, de que são o melhor prefeito do mundo, de que não existe outro prefeito no mundo que não seja ele. E claro que não estão corretos”, reforçou Sebastião Oliveira.

Durante a entrevista, Sebastião Oliveira, que também é pré-candidato a prefeito pelo PR, voltou a fazer criticas ao que chama ‘modelo de governança do PT’ e, mais uma vez; mostrou que Serra Talhada perdeu o bonde da história durante os quatros anos de gestão do prefeito Luciano Duque.

“Vocês acabaram de mostrar a educação, a educação no Pajeú tem os melhores dados de todo o estado de Pernambuco e Serra Talhada é exatamente o único município que vai ao contrário do que todo o Pajeú vai. E outra, sempre fiz críticas aqui respeitosas em cima de dados. O que nós poderíamos mostrar é IDH, Ideb, todos os índices, questão de saneamento. Eu nunca fui em cima pessoal do prefeito e nunca farei isso com ninguém”, garantiu.

Ainda durante a entrevista, o líder republicano fez questão de rebater comentários de que durante o processo de diálogo com Luciano Duque, estava em jogo o ajuntamento de três secretarias que seriam entregues ao Partido da República.

“Não, eu não pedi a ele três secretarias. Não pedi a ele secretaria, obviamente, se nós fizéssemos parte do governo, os companheiros que tivessem competência e fossem bem indicados iriam participar do governo dele. Isso é natural, como a gente participa do de Paulo Câmara, como outros governos participam do governo federal, como ele tem outras pessoas que participam do governo dele. Um governo de coalizão tem que viver, obviamente, os partidos têm que participar. O meu interesse era trazer ele para o governo e colocarmos aqui alguns técnicos da educação para melhorar a questão da educação”, finalizou Sebastião Oliveira.

Eleitos diplomados em Afogados

Rodrigo Lima O Fórum Laurindo Leandro Lemos sediou na sexta (09), a cerimônia oficial de diplomação do Prefeito José Patriota, do seu vice, Alessandro Palmeira, dos vereadores e suplentes eleitos no último pleito de outubro. A cerimônia foi comandada pela Presidente da 66ª Junta Eleitoral, a Juíza Daniele Rocha Gomes. Presentes à mesa de Honra, os […]

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O Fórum Laurindo Leandro Lemos sediou na sexta (09), a cerimônia oficial de diplomação do Prefeito José Patriota, do seu vice, Alessandro Palmeira, dos vereadores e suplentes eleitos no último pleito de outubro.

A cerimônia foi comandada pela Presidente da 66ª Junta Eleitoral, a Juíza Daniele Rocha Gomes. Presentes à mesa de Honra, os Promotores Aurinilton Leão e Lúcio Luiz de Almeida; o Desembargador Cláudio Nogueira Virgínio, representando o Tribunal de Justiça de Pernambuco; o Prefeito reeleito José Patriota; além do vereador reeleito e atual Presidente da Câmara de Vereadores, Franklin Nazário.

Um dos momentos marcantes da cerimônia foi a diplomação do jovem vice-prefeito Alessandro Palmeira. Recebendo das mãos da Juíza Daniela Rocha, Sandrinho não conseguiu conter a emoção que o momento simbolizava.

O Prefeito José Patriota agradeceu, em sua fala, a expressiva votação que obteve e o consagrou como o Prefeito, proporcionalmente, mais votado do Estado. “Só tenho a agradecer a esse povo maravilhoso, que reconheceu as dificuldades que enfrentamos e apostou, mais uma vez, em um projeto que vem ajudando a melhorar a vida dos Afogadenses,” finalizou Patriota.

A parte musical da cerimônia ficou por conta dos músicos Júnior & Emanuel, Chagas e Josimar. Após a diplomação de todos, os convidados participaram de coquetel ofertado pela justiça eleitoral.