Floresta: 14ª Missa do Vaqueiro em Nazaré do Pico supera expectativas
Por Nill Júnior
Ao palco o cantor Caninana do Forró, e o publico que lotou Nazaré do Pico. Foto Bruna Verlene
Foto: Bruna Verlene
por Bruna Verlene
Neste domingo (21) aconteceu no distrito de Nazaré do Pico em Floresta, a 14ª Missa do Vaqueiro, evento organizado pela tradicional família Lira. A festa teve inicio no ano de 2000, quando um grupo de amigos com catorze cavalos e alguns vaqueiros deram início à tradição. Após a missa, o show aconteceu foi na carroceria de uma F-4000, com a dupla de aboiadores João Neto e Fabinho.
Passados catorze anos, a Missa do Vaqueiro, que faz parte das comemorações da padroeira do vilarejo, Nossa Senhora da Saúde, tomou uma proporção que surpreendeu os próprios organizadores. “Para o próximo ano vamos ter que mudar a festa de local, pois a praça da igreja não suporta o público que vem participar da nossa festa”, declarou Pedro Henrique Lira, um dos organizadores do evento.
Orquestra Safônica Zé Dantas de Carnaíba. Foto: Bruna Verlene
Após o desfile dos vaqueiros, aconteceu a missa celebrada pelo Padre Nando, onde estava presente a prefeita Rorró Maniçoba, vaqueiros e moradores locais.
Terminada a celebração, todos puderam conferir a apresentação da Orquestra Sanfônica Zé Dantas de Carnaíba, que homenagearam Ceiça Lira, recém falecida, uma das principais organizadoras do evento e também dos novenários que acontecem durante o mês de julho.
Desfile dos vaqueiros pelas ruas de Nazaré do Pico. Foto: Bruna Verlene
A tarde, houve o show da dupla João Neto e Fabinho, que se prolongou até a noite com shows de Caninana do Forró, Mano Walter e Vilões do Forró.
Ao palco o cantor Caninana do Forró, e o publico que lotou Nazaré do Pico. Foto Bruna Verlene
Eleições – Quem chegava para a Missa do Vaqueiro podia ver a quantidade de banners do presidenciável Eduardo Campos, o candidato ao Governo do Estado Paulo Câmara e os candidatos a deputados federal e estadual Kaio Maniçoba e Rodrigo Novaes, espalhados pelo distrito. Eles são apoiados por Rorró Maniçoba. Antes de dar inicio aos shows, a militância apoiada pela prefeita fez caminhada pela principal rua de Nazaré, com bandeiras e banners.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por intermédio da Promotoria de Justiça de Lagoa Grande, deu apoio à Polícia Federal de Juazeiro (BA), durante a Operação Maracaibo, realizada na manhã da última quarta-feira (23), com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas nas cidades de Juazeiro(BA), Petrolina, Lagoa Grande e […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por intermédio da Promotoria de Justiça de Lagoa Grande, deu apoio à Polícia Federal de Juazeiro (BA), durante a Operação Maracaibo, realizada na manhã da última quarta-feira (23), com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas nas cidades de Juazeiro(BA), Petrolina, Lagoa Grande e Salgueiro, em Pernambuco.
Durante a operação, iniciada nas primeiras horas da manhã, mais de 120 policiais cumpriram 16 mandados de prisão e 22 mandados de busca e apreensão. Foi deferido, ainda, o sequestro de bens e bloqueio de valores de até R$ 10 milhões. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa (art. 2º da lei 12.850/13), tráfico de drogas, associação para o tráfico (art. 33 e 35 da lei 11.343/06) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), cujas penas somadas podem chegar a 43 anos de reclusão.
As investigações constataram uma conexão do grupo criminoso investigado com uma facção criminosa do Estado de São Paulo. Mais à frente, foi revelado que o líder da Orcrim, que é natural de Lagoa Grande (PE) e teria mudado o domicílio para um condomínio de luxo em Petrolina, comandava as ações criminosas em toda a região do Vale do São Francisco.
A Operação Maracaibo também contou com os apoios do 12º Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE); Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI), da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e da Companhia de Polícia de Ações em Caatinga (CIPE Caatinga), da Bahia. A Polícia Federal continua com as apurações, no sentido de elucidar a amplitude da suposta organização criminosa, bem como identificar e prender outros integrantes.
Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão do Pajeú, rota do turismo na região montanhosa de Triunfo, e maior produtora de rapadura do mundo terá sua 25ª edição da Feira da Rapadura entre os dias 20 e 23 de outubro. O evento terá muitas surpresas, a exemplo de atrações culturais e musicais. O engenho Buenos […]
Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão do Pajeú, rota do turismo na região montanhosa de Triunfo, e maior produtora de rapadura do mundo terá sua 25ª edição da Feira da Rapadura entre os dias 20 e 23 de outubro.
O evento terá muitas surpresas, a exemplo de atrações culturais e musicais. O engenho Buenos Aires, responsável pela gigantesca rapadura de cinco toneladas em edições anteriores, já confirmou que este ano será de oito toneladas. Serão cento e trinta toneladas de cana-de-açúcar para a produção da rapadura.
Valdemir Adriano, secretário municipal de Agricultura e proprietário do engenho falou sobre o processo de produção da maior rapadura do mundo.
“A ideia da primeira rapadura de duas toneladas surgiu em 1999 para homenagear a chegada do ano 2000, depois a de cinco toneladas, toda estrutura era montada em cima de um reboque de trator reforçado, três eixos, desta vez será montada uma estrutura na carroceria de um caminhão com formas montáveis, a produção da maior rapadura levará dez dias e cento e trinta toneladas de cana-de-açúcar”, disse.
O processo da quebra da rapadura é artesanal com uma chibanca, e a distribuição é feita através de uma equipe padronizada.
Toda produção está sendo totalmente patrocinada pela Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde. O prefeito Irlando Parabólicas é um grande incentivador da produção local.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inicia nesta quinta (27) o pagamento do funcionalismo público municipal, incluindo servidores da ativa, aposentados e pensionistas. O pagamento é referente aos vencimentos do mês de março e representa uma injeção de 4,8 milhões de Reais na economia local. “Estamos garantindo o pagamento em dia dos nossos servidores, permitindo […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inicia nesta quinta (27) o pagamento do funcionalismo público municipal, incluindo servidores da ativa, aposentados e pensionistas.
O pagamento é referente aos vencimentos do mês de março e representa uma injeção de 4,8 milhões de Reais na economia local.
“Estamos garantindo o pagamento em dia dos nossos servidores, permitindo um melhor planejamento financeiro familiar e também dos nossos comerciantes, uma vez que parte significativa dessa massa salarial é revertida na compra de produtos e serviços aqui mesmo em Afogados, ” afirmou a Secretária municipal de finanças, Lúcia Gomes.
O pagamento dos servidores será concluído na sexta (28). Confira o calendário na íntegra:
Calendário de pagamento março/2025
27/03 (Quinta) – Secretarias de Administração, Assistência Social, Agricultura, Assuntos Jurídicos, Controle interno, Cultura e esportes, Finanças, Governo, Infraestrutura, Meio ambiente, Mulher, Planejamento e Gestão, Trânsito e Transportes, além do Gabinete, Ouvidoria e Assessoria Especial.
Aposentados/Pensionistas com vencimentos até R$ 3.000,00.
28/03 (Sexta) – Secretarias de Educação e de Saúde, além de Aposentados e Pensionistas com vencimentos acima de R$ 3.000,00.
As escolas municipais Antônia Caldas Brandão, Nivaldo de Oliveira Barros e Brígida de Alencar foram contempladas, hoje, em Cabrobó, com a distribuição dos kits/lanche da merenda escolar, realizada pela Prefeitura através da Secretaria de Educação (SEDUC). Além das três escolas, a creche Ansberto Júlio Vidal Ferraz também foi contemplada com a ação que contou com […]
As escolas municipais Antônia Caldas Brandão, Nivaldo de Oliveira Barros e Brígida de Alencar foram contempladas, hoje, em Cabrobó, com a distribuição dos kits/lanche da merenda escolar, realizada pela Prefeitura através da Secretaria de Educação (SEDUC).
Além das três escolas, a creche Ansberto Júlio Vidal Ferraz também foi contemplada com a ação que contou com a participação dos pais dos alunos.
A distribuição dos kits/lanche da merenda escolar segue um calendário que começou no último dia 6 de maio, o objetivo é contemplar todos os 4.594 estudantes da rede municipal de ensino.
De acordo com a secretária municipal de Educação, Wilkislaine Silva Carvalho, as demais escolas receberão a ação na próxima semana, conforme calendário a ser divulgado. “Para que não haja aglomeração, solicitamos a compreensão de todos no uso obrigatório de máscaras, a utilização de canetas próprias visando a assinatura do protocolo e apresentação do CPF”, concluiu.
Em decisão liminar, ministro estabeleceu que o Estado tem o dever constitucional de transparência na formação do preço dos combustíveis e determinou que Petrobras forneça documentos e atos internos sobre as balizas para fixação de preços nos últimos 60 meses. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminar nesta sexta-feira (17) para […]
Em decisão liminar, ministro estabeleceu que o Estado tem o dever constitucional de transparência na formação do preço dos combustíveis e determinou que Petrobras forneça documentos e atos internos sobre as balizas para fixação de preços nos últimos 60 meses.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminar nesta sexta-feira (17) para suspender a eficácia do convênio ICMS 16/2022 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e decidiu que as alíquotas do ICMS dos combustíveis devem ser uniformes em todo território nacional. O ministro também estipulou uma série de medidas que devem ser observadas pelos estados e pela Petrobras.
Até que uma nova norma seja editada pelo Confaz a respeito do ICMS, conforme os termos da liminar, a base de cálculo do imposto para os combustíveis passa ser fixada pela média de preços praticados nos últimos 60 (sessenta) meses. A medida se baseia no artigo 7º da Lei Complementar (LC) 192/2022, que trata do óleo diesel, para os demais combustíveis, com efeitos a partir do dia 1º de julho de 2022.
A decisão foi tomada no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7164, apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU) e que discute a eficácia de cláusulas do Convênio ICMS 16/2022.
A AGU sustentava, incialmente, que a aprovação do convênio poucos dias após a promulgação da LC 192/2022, que prevê a cobrança de alíquota única do imposto sobre gasolina, etanol e diesel, entre outros combustíveis, “causou perplexidade”, porque as normas dão continuidade a um “sistema de tributação disfuncional, federativamente assimétrico e injustamente oneroso para o contribuinte”.
Posteriormente, a União aditou o pedido para suspender a eficácia da “íntegra do Convênio nº 16/2022 do Confaz, ou, ao menos, do seu Anexo I, por arrastamento à inconstitucionalidade das cláusulas quarta, quinta e Anexo II, aplicando-se durante este período o que prevê o artigo 7º da LC 192/2022”.
Antes de analisar o pedido, o ministro abriu possibilidade de conciliação e realizou reunião com os presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL); o ministro da AGU, Bruno Bianco; a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo; a Secretária Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Marques Consentino; e os 27 secretários estaduais e Distrital de Fazenda.
Após o recebimento das informações dos estados e da Advocacia-Geral da União, verificou-se não ser possível a conciliação pretendida. Assim, para evitar situação de insegurança jurídica em face dos questionamentos e dos impactos práticos da presente ação, o ministro proferiu a decisão.
Em seus termos, foram acolhidos os pedidos para suspender a eficácia da íntegra do Convênio ICMS 16/2022, editado pelo Confaz. Também se fixou orientação a fim de que as alíquotas de ICMS-combustível sejam: uniformes em todo o território nacional (arts. 150, V, 152 e 155, §4º, IV, “a”, CRFB/88); seletivas, na maior medida possível, em função da essencialidade do produto e de fins extrafiscais, de acordo com o produto (arts. 145, §1º, e 155, §4º, IV, “a”, in fine, CRFB/88); e “ad rem” ou específicas, por unidade de medida adotada (art. 155, §4º, IV, “b”, CRFB/88 c/c art. 3º, V, “b”, LC 192/2022).
Ainda, segundo a decisão, se determinou que na definição das alíquotas os estados considerem: um intervalo mínimo de 12 meses entre a primeira fixação e o primeiro reajuste dessas alíquotas, e de seis meses para os reajustes subsequentes (artigo 6º, §4º, da LC 192/2022); observem o princípio da anterioridade nonagesimal quando implicar aumento de tributo (artigo 6º, §4º, in fine, LC 192/2022); não ampliem o peso proporcional do ICMS na formação do preço final ao consumidor, tendo em consideração as estimativas de evolução do preço dos combustíveis (artigo 6º, §5º, LC 192/2022); observem o princípio da transparência tributária, de maneira a proporcionar, mediante medidas normativas e administrativas, o esclarecimento dos consumidores acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços (artigo 150, parágrafo 5º, CRFB/88).
Ao final, o ministro adotou medidas instrutórias no sentido de fortalecer o dever constitucional de transparência na formação dos preços dos combustíveis.
No curso da instrução processual e da tentativa de conciliação, os secretários estaduais de Fazenda e a União trouxeram elementos de discussão acerca dos efetivos impactos que eventuais alterações na atual sistemática de incidência do ICMS proporcionariam no preço final dos combustíveis percebido pelo consumidor nos postos de revenda.
Ou seja, segundo a decisão, não só a alíquota tributária sobre os combustíveis gera, em maior ou menor medida, impacto sobre o seu preço, mas também a política de preços praticada pela Petrobras, especialmente em função dos reajustes nos anos de 2021 e 2022, que tem reflexo direto no preço final.
Transparência
O ministro afirmou na decisão que a Petrobras, na qualidade de sociedade de economia mista da União e integrante da Administração Pública Indireta, deve atentar para Constituição e leis que regem sua atividade, em especial a Lei do Petróleo (Lei 9.478/1997) e a Lei das Estatais (Lei 13.303/2016), o que inclui os princípios da transparência; a conciliação entre a livre iniciativa e a função social da propriedade e da defesa do consumidor; bem como para o atendimento aos imperativos da segurança nacional, ao relevante interesse coletivo e sua função social.
A fim de garantir informações adicionais sobre a política de preços praticada nos mercados do petróleo e gás natural, em conformidade à Lei federal 9.478/1997, o ministro André Mendonça solicitou à Petrobras que encaminhe ao relator os documentos e atos internos em que foram discutidas e estabelecidas as balizas para formação dos preços nos últimos 60 meses, garantindo-se o devido sigilo às informações, que serão autuadas em apartado.
O ministro também solicitou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANS) e ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que prestem informações quanto às medidas adotadas, dentro de suas competências legais, em relação à política de preços praticada e a atuação da empresa.
Ainda não há previsão para julgamento de mérito em plenário.
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