Flores: Prefeitura vai cassar alvará de quem não cumprir medidas de prevenção, diz procurador
Por Nill Júnior
Blog Júnior Campos
A Prefeitura de Flores por meio da Secretaria de Saúde, tem intensificado a promoção de lives, que tem como foco a prestação de contas das ações para combater o avanço da COVID-19 e reforçar, que os moradores do município precisam continuar tomando as medidas de prevenção, tais como a utilização de máscaras, higienização das mãos, distanciamento social e não promover aglomerações.
Na live desta quarta-feira (05), estiveram no Estúdio Plantão Coronavírus – COVID – 19, o Secretário de Saúde – Adriano e o Procurador Jurídico do Município – Rivaldo Rodrigues.
Após prestar contas das ações realizadas no município para conter o avanço da doença e atualizar o boletim epidemiológico municipal, o Secretário de Saúde cobrou mais consciência da população.
“A população não tem mais a preocupação que tinha e está vivendo como se tivesse tomado a vacina, quando na verdade a gente está vivendo um pico aqui no interior. A gente percebe as pessoas fazendo eventos, promovendo aglomerações em um momento que ainda não está liberado. Todos os dias temos pacientes testando, na USF do Bairro Vila Nova e os testes são feitos por agendamento, mas temos visto a população bem relaxada”, alertou.
Com o olhar para o Plano de Convivência das Atividades Econômicas com a Covid-19 que estabelece a retomada gradual de setores da economia em Pernambuco, com protocolos gerais e específicos de segurança baseados em distanciamento social, higiene, monitoramento e comunicação, para evitar o contágio; o Procurador Jurídico do Município, Dr. Rivaldo Rodrigues avisou que o município vai agir com rigor.
“O município tem poder de polícia, pode e irar fazer, se houver descumprimento…a interdição, o fechamento, podendo até chegar a caçar o alvará de funcionamento e vamos comunicar ao Ministério Público Estadual que está muito atento ao cumprimento destas regras”, disse.
Ainda durante o Plantão Coronavírus, Jaconias – Agente de Vigilância Sanitária deu conhecimento de mais uma ação que será realizada, nesta quinta –feira (06), junto ao comércio local. “Não será apenas um ato educativo e sim, de advertência também, de reforço sobre o funcionamento de alguns seguimentos”, pontuou.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Durante depoimento à CPI da Pandemia nesta terça-feira (18), o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo confirmou que o Itamaraty enviou ao governo da Índia telegrama pedindo a liberação de insumos que seriam usados na produção de cloroquina no Brasil. Segundo o ex-chanceler, o Ministério das Relações Exteriores não atuava sozinho […]
Durante depoimento à CPI da Pandemia nesta terça-feira (18), o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo confirmou que o Itamaraty enviou ao governo da Índia telegrama pedindo a liberação de insumos que seriam usados na produção de cloroquina no Brasil.
Segundo o ex-chanceler, o Ministério das Relações Exteriores não atuava sozinho na condução das estratégias contra a covid-19 — o pedido de intermediação junto ao governo indiano teria partido, segundo ele, do Ministério da Saúde.
Além disso, após ser questionado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Ernesto Araújo declarou que o presidente Jair Bolsonaro teria conversado com ele sobre o assunto.
“Não foi exatamente um pedido para implementar esse pedido do Ministério da Saúde, mas o presidente da República, em determinado momento, pediu que o Itamaraty viabilizasse um telefonema dele com o primeiro-ministro [da Índia]”, disse.
A defesa do “tratamento precoce”, com uso de medicação sem eficácia cientificamente comprovada contra a covid-19, como é o caso do uso da cloroquina, é um dos focos de investigação da CPI.
De acordo com o ex-ministro, ainda no primeiro semestre de 2020 havia expectativa sobre os estudos relativos ao efeito da cloroquina no tratamento daqueles acometidos pela covid-19. Além disso, ele afirmou que a escassez desse medicamento para o tratamento de doenças crônicas também teria motivado a iniciativa.
Doação dos EUA
Renan Calheiros e o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), ainda confrontaram o depoente em relação à doação dos Estados Unidos de 2 milhões de doses de hidroxicloroquina, no ano passado, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) já orientava que a medicação não teria eficácia comprovada contra a covid-19.
O ex-ministro declarou que os medicamentos foram oferecidos por autoridades norte-americanas e não foram rejeitados porque, de acordo com ele, serviriam para suprir uma “necessidade real” do sistema de saúde brasileiro.
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que a remessa chegou ao Brasil quando ainda havia orientação para tratamentos de pacientes graves com o medicamento e não havia perspectiva de vacinas.
“Eu apenas gostaria de retificar aqui o que foi colocado pelo relator, senador Renan Calheiros, que os Estados Unidos encaminharam cloroquina, e não vacina ao Brasil. Mas nós sabemos que o envio da cloroquina ocorreu em julho de 2020 e, naquele momento, não havia nenhuma vacina aprovada no mundo contra o covid-19”, disse Bezerra.
Manaus
Os senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), além do presidente da CPI, Omar Aziz, questionaram o ex-chanceler sobre sua atuação durante a crise da falta de oxigênio para pacientes com covid-19 em Manaus. O assunto é um dos objetos da investigação da CPI.
Segundo Ernesto Araújo, o Itamaraty agiu após ser orientado pelo Ministério da Saúde para que fosse viabilizada a utilização de uma aeronave para o transporte de oxigênio. Omar Aziz rebateu o ex-ministro, afirmando que até mesmo o oxigênio doado pela Venezuela teve que ser transportado por estradas, o que, segundo o senador, teria atrasado a chegada em cinco dias, agravando ainda mais a situação em Manaus.
“Não permitiram que um avião fosse lá. Teve que vir de estrada. Enquanto estava morrendo gente sem oxigênio em Manaus, o oxigênio vindo da Venezuelana estava vindo de estrada. Um voo da FAB [Força Aérea Brasileira], se o Ministério das Relações Exteriores tivesse interferido, em uma hora ia e voltava!”, criticou o presidente da CPI.
Ao responder a uma pergunta do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues, Ernesto Araújo disse que não fez nenhum contato com o governo da Venezuela para pedir apoio humanitário para a crise de oxigênio em Manaus nem para agradecer pela ajuda oferecida.
O senador Eduardo Braga lembrou que, naquele período, morriam mais de 200 amazonenses por dia. Ele reforçou as críticas ao ex-ministro por sua atuação em relação à Venezuela.
“No dia 30 de janeiro, alcançamos o recorde de mortes no meu estado, tristemente: 225 mortos. E eu pergunto: porque a chancelaria brasileira, em defesa dos interesses dos brasileiros que lá vivem, não agiu proativamente, afirmativamente, para levar o oxigênio que estava mais perto para salvar vidas?”, questionou Braga.
Em resposta, Ernesto Araújo disse que o entendimento, naquele momento, era de que haveria oxigênio em outros estados, e que se buscou viabilizar o uso de aviões junto ao Chile e aos Estados Unidos. Só posteriormente, argumentou o ex-ministro, soube-se que o problema não estava na falta de aviões de carga, e sim na escassez de oxigênio.
Ainda conforme Araújo, havia uma aeronave disponibilizada pelo governo norte-americano, mas que não chegou a ser utilizado porque o governo estadual do Amazonas não teria prestado as informações necessárias para que isso ocorresse.
“Aconselhamento paralelo”
O relator da comissão citou durante o depoimento a afirmação, feita pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, de que o presidente da República seria aconselhado por uma “assessoria paralela”. Renan Calheiros quis saber se Ernesto Araújo teria conhecimento ou participou de alguma reunião com a presença do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente da República, ou da médica Nise Yamaguchi.
Renan também perguntou sobre a influência de Olavo de Carvalho na condução da política externa do país. O depoente disse desconhecer tanto a existência do grupo da “assessoria paralela” como uma possível influência de Olavo de Carvalho sobre o Itamaraty.
Sobre esse tema, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) argumentou que é comum o aconselhamento vindo de fora de gabinetes, o que não representaria um “gabinete paralelo”.
Já o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) perguntou ao ex-ministro se Bolsonaro se manifestava sobre o assunto nas reuniões com a presença dos ministros. De acordo com o ex-chanceler, ocorreram muitas reuniões ministeriais, mas naquelas que tratavam de aquisição de vacinas ou insumos não havia a presença do presidente.
Fake News
Os senadores Alessandro Vieira, Angelo Coronel (PSD-BA) e Leila Barros (PSB-DF) perguntaram ao depoente porque o Brasil se recusou a assinar acordo sugerido pela OMS para evitar a disseminação de informações falsas sobre a pandemia.
Ao responder, Ernesto Araújo assumiu exclusivamente a responsabilidade por essa decisão. Ele afirmou que esse acordo poderia ir contra a legislação brasileira já estabelecida sobre o assunto.
“Nós avaliamos que esse instrumento poderia conter determinadas expectativas de comportamento do governo brasileiro que podiam não ser compatíveis com a legislação nacional de proteção à liberdade de expressão e outros aspectos da expressão regulados pela nossa legislação”, declarou o ex-ministro.
Ao defender essa decisão, o senador Flávio Bolsonaro (Republicano-RJ) afirmou que, ao trazer o tema para a comissão, os senadores tentam construir uma narrativa de que o Brasil é a favor de fake news por não ter assinado o acordo.
“No Brasil as agências que checam o que é notícia falsa ou verdadeira têm um viés ideológico absurdamente maior de oposição ao governo, absurdamente maior. Por exemplo: eu não vi nenhuma agência dessa checar as falas que foram ditas aqui de que Bolsonaro trata, para a população em geral, que a covid é como uma espécie de gripezinha, quando, na verdade, ele falou que era para o caso dele específico. Isso era para ser rotulado como uma fake news, no meu entendimento e no entendimento de muitas pessoas. Então, quem vai dizer o que é fake news e o que não é?”, perguntou Flávio Bolsonaro.
Grupo procurou Delegacia para prestar queixa Candidatos que iriam se submeter ao exame seletivo para a Secretaria de Saúde de Serra Talhada, para diversos cargos, foram informados na entrada do prédio aonde seriam aplicadas as provas que o exame seletivo teria sido cancelado. A situação, sem comunicado prévio, gerou revolta dos candidatos. Segundo o PE […]
Candidatos fazem fila na Delegacia de Serra Talhada: reclamam desinformação
Grupo procurou Delegacia para prestar queixa
Candidatos que iriam se submeter ao exame seletivo para a Secretaria de Saúde de Serra Talhada, para diversos cargos, foram informados na entrada do prédio aonde seriam aplicadas as provas que o exame seletivo teria sido cancelado. A situação, sem comunicado prévio, gerou revolta dos candidatos.
Segundo o PE Notícias, candidatos dos estados da Bahia, Ceará, Alagoas e de outras cidades do Estado estão neste momento na Delegacia de Polícia prestando queixa. A alegação claro, de que não foram informados do cancelamento das provas com a devida antecedência, sendo pegos de surpresa.
Dizem os candidatos que souberam somente esta manhã apenas através de redes sociais. Nenhum comunicado foi feito por jornais de circulação ou outro mecanismo que fizesse a informação chegar a todos. Houve também muitas informações desencontradas e muito boca a boca. Reclamam falta de um Edital de Cancelamento.
Muitos candidatos se queixam que tiveram despesas de viagem e que retornariam aos seus estados ainda no dia de hoje. Eles disseram ter ouvido de um representante, não sabem se do município, que as provas seriam aplicadas neste domingo (14).
O estado de Pernambuco continua a trajetória de crescimento na geração de empregos formais, registrando um saldo positivo de 5.179 novas vagas com carteira assinada no mês de junho. O resultado, divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Novo Caged, é fruto de 52.697 admissões e 47.518 desligamentos, […]
O estado de Pernambuco continua a trajetória de crescimento na geração de empregos formais, registrando um saldo positivo de 5.179 novas vagas com carteira assinada no mês de junho. O resultado, divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Novo Caged, é fruto de 52.697 admissões e 47.518 desligamentos, consolidando um semestre positivo para o mercado de trabalho local.
“Os números divulgados nesta segunda-feira pelo governo federal confirmam aquilo que quem está dentro da gestão estadual vê a todo momento: Pernambuco está crescendo novamente, de maneira constante e sustentável. Para mim, como governadora, é de uma satisfação sem tamanho constatar que a nossa gente está voltando a ter a sua carteira assinada, está tendo a sua dignidade devolvida, como nunca deveria ter deixado de ser. E muito mais está por vir, essa é a missão de todo o time do Governo”, declarou a governadora Raquel Lyra.
No acumulado do primeiro semestre de 2025, o desempenho do Estado é ainda mais forte, alcançando a terceira colocação na região com um total de 25.366 empregos gerados. Com este resultado, o total de empregos gerados na atual gestão do Governo do Estado chega a 136.417. Outro indicador de destaque foi o salário médio de admissão, que atingiu R$ 1.937,41 em junho. O valor representa um crescimento real de 1,5% em relação ao mês anterior e de 1% sobre o mesmo período do ano passado, superando também a média regional do Nordeste (R$ 1.933,77).
A liderança feminina na geração de empregos é um dos grandes destaques do ano. No acumulado de janeiro a junho, já são 16.956 postos de trabalho criados para as pernambucanas, o que representa 67% do total de vagas geradas no Estado. Em junho, a tendência se manteve, com 2.677 carteiras assinadas para mulheres, contra 2.502 para homens.
“Os números divulgados hoje apontam para uma tendência de crescimento da geração de emprego no Estado. Apenas no mês de junho, foram mais de 5 mil posições geradas com carteira assinada, e no primeiro semestre nós acumulamos mais de 25 mil oportunidades criadas, das quais 67% foram destinadas a pessoas do sexo feminino, mães de família que estão aproveitando esse momento tão positivo para Pernambuco, sobretudo no setor de serviços”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Guilherme Cavalcanti.
Com o desempenho, Pernambuco ficou na quarta posição de geração de empregos no Nordeste em junho, atrás apenas da Bahia, do Ceará e do Maranhão.
“Os números de junho confirmam que Pernambuco está no caminho certo. É extremamente positivo ver o Estado manter um ritmo constante de geração de empregos formais, especialmente com o setor de serviços e a indústria puxando esse crescimento. Em um cenário nacional ainda desafiador, ver Pernambuco criar mais de 5 mil vagas em apenas um mês e ultrapassar 66 mil novos postos no acumulado de 12 meses mostra a força do nosso mercado de trabalho e a eficácia das políticas públicas e dos esforços do setor produtivo. É um resultado que merece ser celebrado”, destacou Manuca, secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo.
O setor de Serviços foi, mais uma vez, o grande motor da economia pernambucana, respondendo pela criação de 2.128 vagas. O resultado foi puxado principalmente pelo dinamismo das áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.
A Indústria seguiu como o segundo maior gerador de postos, com um saldo de 1.394 vagas, com forte influência da indústria de transformação e destaque para o fabrico e refino de açúcar. O setor de Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas também teve um desempenho robusto, com 960 novos postos. A Agropecuária contribuiu com 401 vagas, impulsionada pelo cultivo de uva, enquanto a Construção Civil somou 296 novos empregos formais.
NOVO CAGED – O Novo Caged é um método de geração de estatísticas do emprego formal que capta informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) e do sistema Empregador Web. A partir dos dados reunidos, é possível calcular a subtração entre o número de admissões e o de demissões ocorridas em um determinado período, obtendo-se o saldo (positivo ou negativo) de postos de trabalho formal.
A fala do vereador Wellington JK sugerindo que haveria a discussão da criação de um kit gay municipal em Afogados continua lhe rendendo críticas. O vereador, que não esteve na sessão dessa segunda na Câmara de Vereadores, foi criticado por colegas, pela Secretaria de Educação e desautorizado pela Câmara em nota. No uso da Tribuna […]
A fala do vereador Wellington JK sugerindo que haveria a discussão da criação de um kit gay municipal em Afogados continua lhe rendendo críticas.
O vereador, que não esteve na sessão dessa segunda na Câmara de Vereadores, foi criticado por colegas, pela Secretaria de Educação e desautorizado pela Câmara em nota.
No uso da Tribuna Popular, o vereador também foi criticado. Dentre os críticos, a comerciante Mônica Souto e o conselheiro tutelar Pedro Rafael que, acusaram o vereador de gerar desinformação.
JK foi durante criticado por um dos vereadores mais antigos da casa, Augusto Martins. “Ele disse que tinha votado contra e que por conta dele o projeto não foi aprovado. É bom ver realmente como ele votou”, disse o legislador, citando a discussão que autorizou as escolas em tempo integral do município.
E seguiu: “o colega faltou com a verdade mas uma vez. É a terceira vez que ele tenta . Ninguém cresce crescendo prejudicar outro”.
Tanto Câmara quanto Secretaria de Educação já afirmaram que em nenhum momento a questão foi discutida. A única questão em debate foi a retirada da palavra “gênero” do projeto decenal de educação, discutido e votado em 2015.
Augusto seguiu: “Ele espalhou que a fiscalização do Ibama foi o vereador Augusto Martins que trouxe. O vereador Zé Negão quase leva uma rasteira dele”.
Raimundo Lima: “era bom que o vereador estivesse aqui para ouvir olho no olho. Quero também repudiar porque o nobre vereador tentou manchar a imagem dessa casa e da Educação do município”.
Os vereadores Franklin Nazário e Zé Negão reforçaram as críticas a JK. Nazário chegou a pedir desculpas pelo constrangimento gerado com a desinformação.
“Ele usou dessa fala no dia que foi a um debate comigo. O negócio dele é tumultuar. Está agindo como um louco. Mentiu demais. Era pra estar aqui olhando no olho de vocês que vieram e ele correu”, disse Zé Negão.
Igor Mariano reforçou a nota divulgada ontem no blog e disse que seu papel será defender a instituição. “A verdade tem que prevalecer sempre. A câmara nunca discutiu isso. E ao contrário do que ele disse esse projeto nunca veio do Estado, como ele disse que teria também partido do governador”. Lembrou nomes que ajudaram a formatar o plano decenal de educação.
Durante o programa “Debate Popular”, no rádio, no último sábado (19), Ângelo Ferreira, deputado estadual e prefeito eleito de Sertânia, destacou conversa que terá com o novo ministro da Cultura, o pernambucano Roberto Freire. O político vai buscar recursos na pasta para realizar ações que estão dentro do seu plano de governo, para esta área, […]
Durante o programa “Debate Popular”, no rádio, no último sábado (19), Ângelo Ferreira, deputado estadual e prefeito eleito de Sertânia, destacou conversa que terá com o novo ministro da Cultura, o pernambucano Roberto Freire.
O político vai buscar recursos na pasta para realizar ações que estão dentro do seu plano de governo, para esta área, como a recuperação e a construção do cineteatro municipal no antigo prédio do Cine Emoir, no centro da cidade.
Durante a gestão do PSB, no município, o prédio foi adquirido e, atualmente, está desativado. Um espaço histórico e importante para que a população tenha acesso à cultura. O prédio vou alvo de um incêndio em março de 2015, ficando destruído interiormente.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República anunciou na noite da última sexta-feira (18) que o deputado Roberto Freire (PPS-SP) seria o novo ministro da Cultura . Freire assume o cargo no lugar do diplomata de carreira Marcelo Calero, que pediu demissão do cargo por “divergências” com integrantes do governo.
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