Luciane Luchim, filha de José Torres Silva entrou em contato com a redação da Pajeú pedindo ajuda para encontrar familiares em Afogados da Ingazeira.
Leia abaixo a nota de Luciana:
Olá, preciso de ajuda, se caso puder me ajudar de alguma forma, serei muito grata.
Procuro pela família do meu pai, José Torres Silva, nascido em Afogados da Ingazeira em 09 de maio de 1940. Ele deixou a cidade com 15 anos e desde então nunca mais teve contato com meus avós e tios, sei eles eram 09 irmãos.
Sei apenas o primeiro nome de uma das irmãs que se chama Severina, uma outra conhecida pelo apelido de Nenê e um irmão com o nome de Antônio
O nome dos meus avós é Amélia Maria da Conceição e Severino Torres Silva.
Estou procurando há algum tempo já, mas é muito difícil encontrar pessoas depois de tantos anos e sem conhecê-los.
Meu pai hoje está doente e nunca falou muito sobre a família, sei que é algo difícil, eles podem ter saído dessa cidade, mas se puder me ajudar de alguma maneira, vai me fazer muito feliz. Obrigada desde já.
Se Alguém tiver notícias da família de Luciana pedimos que procurem a Rádio Pajeú, para que possamos fazer contato.
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) invocou sua honra e da sua história política no plenário da Casa para buscar desmontar a peça que fundamenta o pedido de instauração de inquérito feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigá-lo no âmbito da Operação Lava Jato. Para Humberto, a […]
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) invocou sua honra e da sua história política no plenário da Casa para buscar desmontar a peça que fundamenta o pedido de instauração de inquérito feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigá-lo no âmbito da Operação Lava Jato.
Para Humberto, a petição contém “falhas e incoerências que a inviabilizam por completo”. O parlamentar listou o que considera ilações e incongruências que fundamentam de abertura de inquérito e questionou as ilações que lhe foram imputadas. A PGR manifestou-se em favor de diligência e inquérito que investigue suposto recebimento, pela campanha eleitoral de 2010 de Humberto, de doação de empresas investigadas pela Operação Lava Jato.
Paulo Roberto Costa disse em depoimento que foi procurado por um intermediário para arrecadar doações para a campanha do líder do PT no Senado. Os valores ultrapassariam R$ 1 milhão e teriam sido repassados por empresas investigadas na Lava Jato.
O ex-diretor diz que foi procurado em 2010 por Mário Beltrão, amigo de Humberto Costa, para ajudar na campanha ao Senado daquele ano com R$ 1 milhão. Paulo Roberto conta que “determinou a Alberto Youssef que ele disponibilizasse a quantia solicitada e que não tem conhecimento de como Alberto Youssef disponibilizou essa quantia”.
Para o senador, “há um espetáculo de incoerências e contradições, de conflitos gritantes entre os depoimentos dos dois réus que fulminam completamente essa informação de doação de recursos”. Disse: “Parece incrível que alguém tenha ainda encontrado elementos para a abertura de um inquérito”, comentou.
“Os dois depoimentos, dessa forma, se afundam e se anulam em suas evidentes contradições, em seu ‘descompasso’, para usar aqui uma expressão da própria Procuradoria-Geral da República, tornando insubsistente a fundamentação de um inquérito para investigar o que, de fato, não existe, como eles mesmos reconhecem”, declarou.
Além disso, o líder do PT ressaltou que a petição da PGR faz ilações incorretas, inclusive, sobre a sua condição no ano de 2010. A petição diz que tinha “estreita relação” o fato de “Humberto Costa, Senador da República, líder do PT no Senado” usar do cargo para conseguir doações e para a “própria manutenção de Paulo Roberto Costa como diretor de Abastecimento da Petrobras”. Naquele ano, Humberto não tinha mandato eletivo e era apenas candidato ao Senado.
Humberto reiterou, ainda, que todas as doações de campanha que recebeu foram legais, devidamente registradas, auditadas, julgadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. “O fato de parte dos recursos que legalmente recebi na campanha de 2010 vir de empresas investigadas no contexto da Operação Lava Jato não é, por si só, motivo de suspeição e, muito menos, motivo de abertura de inquérito”, sublinhou.
George Baía desacatou policiais, segundo a polícia; vice-prefeito diz que estava a caminho de casa quando viu uma ‘confusão’ O vice-prefeito e secretário de Infraestrutura da Ilha de Itamaracá, George Baía, foi detido, na noite dessa quinta-feira (11), suspeito de promover uma festa clandestina com cerca de 40 pessoas. Em comunicado, ele nega. A informação […]
George Baía desacatou policiais, segundo a polícia; vice-prefeito diz que estava a caminho de casa quando viu uma ‘confusão’
O vice-prefeito e secretário de Infraestrutura da Ilha de Itamaracá, George Baía, foi detido, na noite dessa quinta-feira (11), suspeito de promover uma festa clandestina com cerca de 40 pessoas. Em comunicado, ele nega. A informação é da Folha de Pernambuco.
De acordo com a Polícia Militar de Pernambuco, a corporação foi acionada para uma ocorrência de perturbação de sossego e aglomeração na cidade, localizada na Região Metropolitana do Recife (RMR).
No local, policiais do 26º Batalhão da PM constataram som alto, consumo de bebidas alcoólicas e a aglomeração – o que contraria as normas vigentes de prevenção à Covid-19.
A polícia acrescenta que, durante a intervenção, George Baía “desacatou os servidores públicos, tentando impedir um trabalho de rotina que está sendo feito em todas as regiões do Estado, com o intuito de proteger vidas”.
Em comunicado publicado em suas redes sociais, o vice-prefeito informou que a residência onde ocorria a festa pertence ao secretário de Juventude da cidade, Paulo Henrique.
Segundo o texto, a casa estava alugada a terceiros, e Paulo Henrique “não sabia do foco de aglomeração”.
O vice-prefeito acrescentou que estava a caminho de sua residência quando notou um princípio de confusão e parou para entender o que estava acontecendo.
“É falsa a informação que estava promovendo aglomeração”, informou o comunicado.
Após o episódio, George foi conduzido para o plantão da Delegacia de Paulista, também na RMR.
O vice-prefeito foi autuado por desacato e infração de medida sanitária preventiva.
Ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e será oportunamente intimado pela Justiça.
“Toda a ajuda é muito importante, mas nesse caso, é desnecessária”, disse “Sobrou boa vontade, mas faltou informação”, comentou o deputado federal Sebastião Oliveira em relação à notícia divulgada pelo também parlamentar pernambucano Fernando Monteiro sobre o Aeroporto Santa Magalhães, em Serra Talhada. De acordo com Oliveira, Fernando Monteiro “focou errado as energias, já que […]
“Toda a ajuda é muito importante, mas nesse caso, é desnecessária”, disse
“Sobrou boa vontade, mas faltou informação”, comentou o deputado federal Sebastião Oliveira em relação à notícia divulgada pelo também parlamentar pernambucano Fernando Monteiro sobre o Aeroporto Santa Magalhães, em Serra Talhada.
De acordo com Oliveira, Fernando Monteiro “focou errado as energias, já que todos os recursos necessários para a conclusão da obra de requalificação do aeroporto estão assegurados”.
“Assinei, ainda como secretário de Transportes de Pernambuco, o Termo de Compromisso que garante a liberação dos recursos por parte do Governo Federal sem que haja a contrapartida por parte do Governo do Estado”.
Sebastião Oliveira explicou ainda que falta pouco para que o equipamento possa ser entregue à população.
“Falta regularizar a questão da cerca, que já se encontra licitada, e finalizar a terraplanagem. Todo o trabalho já realizado foi bastante elogiado por todos os órgãos responsáveis pela certificação do aeroporto, como a ANAC”, disse Sebá.
“Toda a ajuda é muito importante, mas nesse caso, é desnecessária”, concluiu.
Do Blog do Robério Sá O Senador Humberto Costa (PT) continua vendo a fragilização de seu projeto de reeleição para as eleições deste ano. Distante da pré-candidata a governadora, Marília Arraes (PT), o líder da oposição no Senado ver o Deputado Federal, Silvio Costa (Avante), abrindo caminho para ocupar uma vaga na majoritária do Partido […]
O Senador Humberto Costa (PT) continua vendo a fragilização de seu projeto de reeleição para as eleições deste ano. Distante da pré-candidata a governadora, Marília Arraes (PT), o líder da oposição no Senado ver o Deputado Federal, Silvio Costa (Avante), abrindo caminho para ocupar uma vaga na majoritária do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco, com a benção do ex-presidente, Luís Inácio Lula da Silva.
Silvio Costa é pré-candidato ao Senado Federal e pretende ocupar uma das vagas para senador na chapa de Marília Arraes. Ele afirma que quer ser o “senador de Lula” em Pernambuco.
Nessa quarta-feira, dia 20, Silvio Costa escreveu um artigo detonando o Governador Paulo Câmara (PSB) e defendendo a candidatura própria de Marília Arraes ao Palácio do Campo das Princesas.
“O que estão tentando fazer contra Jarbas e Raul é uma das maiores violências da história política nacional”. Para o deputado federal, essa fala de Paulo Câmara, em defesa dos seus aliados, agride a inteligência dos pernambucanos.
“Pois é, governador! O senhor foi a São Paulo, levou uma comitiva do PSB e fez um apelo ao ex-presidente Lula – aliás, chegou a implorar- para que o ex-presidente retire a candidatura da vereadora Marília Arraes ao governo do Estado. Em troca, o senhor prometeu dar o tempo de televisão do PSB ao PT nacional. O senhor fez mais, governador: o senhor se comprometeu a retirar a candidatura de Márcio Lacerda, do PSB, ao governo de Minas Gerais, também em troca da retirada da candidatura de Marília Arraes”, escreveu Silvio Costa, completando:
“Violência, governador, é o que o senhor está tentando fazer com a vereadora. Tenta impedir o legítimo direito de Marília participar do debate político nas próximas eleições. Governador Paulo Câmara, o senhor está agredindo a militância do PT, os movimentos sociais e sindicais e desrespeitando os pernambucanos e pernambucanas que foram contra o impeachment da presidente Dilma. Relembro que o seu partido foi o grande traidor da presidente Dilma, um dos arquitetos do golpe”.
O ex-governador Paulo Câmara (sem partido) reassumiu, esta semana, seu cargo como servidor efetivo do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A informação é do Blog do Magno. Ele teve que deixar a presidência do Banco do Nordeste, por força da Lei Federal das Estatais, que não permitia a recondução do seu mandato à frente […]
O ex-governador Paulo Câmara (sem partido) reassumiu, esta semana, seu cargo como servidor efetivo do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A informação é do Blog do Magno.
Ele teve que deixar a presidência do Banco do Nordeste, por força da Lei Federal das Estatais, que não permitia a recondução do seu mandato à frente do banco estatal federal.
Em 2023, quando assumiu pela primeira vez o banco, Paulo estava amparado por uma cautelar do STF. Segundo informações da Presidência do Tribunal, Paulo Câmara entrou de férias, hoje, por 30 dias. Assim, não irá retomar de imediato suas funções como auditor. Outro servidor do TCE, o ex-deputado federal Danilo Cabral, após deixar a direção da SUDENE, preferiu se aposentar do tribunal.
A decisão de deixar o TCE foi comunicada em reunião do Conselho de Administração da instituição na terça-feira (21). No seu lugar, assume o servidor Wanger Rocha como Presidente Interino e Conselheiro de Administração do banco.
No começo do mês de outubro, o Ministério da Fazenda confirmou a saída de Paulo Câmara da presidência do BNB e disse que foi uma decisão pessoal do gestor.
Paulo Câmara deixa o Banco do Nordeste com recordes de crescimento em operações de crédito. Os números preliminares do terceiro trimestre de 2025 mostram que o Banco do Nordeste (BNB) continua em forte aceleração em todos os segmentos em que opera.
Analisando o período de janeiro a setembro, as contratações cresceram 18,4% em relação ao mesmo período de 2024, chegando a R$ 49,8 bilhões. Já os desembolsos subiram 14,4%, com um total de R$ 47,5 bilhões, e os R$ 9,7 bilhões do Crediamigo significaram um avanço de 13,4%, no comparativo com os nove primeiros meses de 2024.
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