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FHC: “recebi de empresas para fazer palestras”

Por Nill Júnior

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou nesta terça-feira (23) que não há nenhum problema em seu instituto, o iFHC, receber recursos de empreiteiras investigadas pela Operação Lava a Jato, como a Odebrecht e a Andrade Gutierrez. O tucano afirmou que o dinheiro é para promover seminários e palestras.

Perguntado sobre qual a diferença entre ele, Fernando Henrique, receber dinheiro para dar palestras e o ex-presidente Lula ser remunerado pela mesmo motivo, afirmou: “A minha palestra eu dou e vocês assistem…”

“Muita gente deu recurso [para o iFHC], mas aqui o recurso é para fazer o que nós estamos fazendo –não tem nenhuma relação com política, partido”, disse Fernando Henrique. Segundo ele, “foi dito que o instituto recebeu em dinheiro, e pode receber, e que o presidente Lula recebeu por palestra, também pode receber”. “Se houve desvio para fins políticos eu não sei”, afirmou.  (Do Portal BR 247)

Outras Notícias

Moro presta depoimento à Polícia Federal neste sábado em Curitiba

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, vai prestar depoimento neste sábado (2) na Polícia Federal, em Curitiba (PR). Moro será questionado sobre as acusações de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF e em inquéritos relacionados a familiares. A informação é de Camila Bomfim/TV Globo. As acusações foram […]

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, vai prestar depoimento neste sábado (2) na Polícia Federal, em Curitiba (PR). Moro será questionado sobre as acusações de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF e em inquéritos relacionados a familiares. A informação é de Camila Bomfim/TV Globo.

As acusações foram feitas pelo ex-ministro quando ele anunciou sua saída do governo, há uma semana.

O depoimento foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, que preside a investigação.

Nesta quinta-feira (30) Celso de Mello determinou que Moro fosse ouvido em 5 dias, atendendo a pedido de parlamentares. O prazo anterior dado pelo ministro era de 60 dias.

O inquérito foi autorizado pelo STF e vai investigar se as acusações de Moro são verdadeiras. Se não forem, o ex-ministro poderá responder na Justiça por denunciação caluniosa e crimes contra a honra.

“Não há espaço para brincadeira”, diz Lula sobre encontro com Trump

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (25), em entrevista coletiva, que não vê possibilidade de constrangimentos em um futuro encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Questionado por uma jornalista, Lula respondeu que a relação será pautada pelo respeito institucional. “Trump faz 80 anos em junho do ano que […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (25), em entrevista coletiva, que não vê possibilidade de constrangimentos em um futuro encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Questionado por uma jornalista, Lula respondeu que a relação será pautada pelo respeito institucional.

“Trump faz 80 anos em junho do ano que vem. Eu faço 80 anos em outubro deste ano. Portanto, eu sou mais velho do que ele e somos dois homens de 80 anos. Não há por que ter brincadeira numa relação entre dois homens de 80 anos de idade”, disse Lula.

O presidente destacou que pretende tratar Trump com a deferência devida ao chefe de Estado norte-americano, e espera o mesmo tratamento. “Eu vou tratá-lo com o respeito que merece o presidente dos Estados Unidos e ele certamente vai me tratar com o respeito que merece o presidente da República Federativa do Brasil. É assim que vai acontecer a reunião”, afirmou.

 

PE-365 gera disputa por paternidade em Serra Talhada

Farol de Notícias  Após a assinatura da ordem de serviço pelo governador Paulo Câmara, da requalificação da PE-365, que liga Serra Talhada a Triunfo, houve uma forte reação do deputado Sebastião Oliveira (Avante) sobre a real ‘paternidade’ da obra, orçada em mais de R$ 30 milhões. No último dia 4 de agosto, o ex-prefeito de […]

Farol de Notícias 

Após a assinatura da ordem de serviço pelo governador Paulo Câmara, da requalificação da PE-365, que liga Serra Talhada a Triunfo, houve uma forte reação do deputado Sebastião Oliveira (Avante) sobre a real ‘paternidade’ da obra, orçada em mais de R$ 30 milhões.

No último dia 4 de agosto, o ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) postou mensagem nas redes sociais, agradecendo o empenho do deputado Fernando Monteiro (PP) e da prefeita Márcia Conrado.

“Por várias vezes, durante o período em que estive prefeito, reivindiquei a renovação da PE-365, uma obra tão importante para o desenvolvimento das cidades cortadas por essa rodovia que atende essa região tão bonita e pujante de Pernambuco e que há muito tempo precisava do cuidado do estado”, escrevei o ex-prefeito.

A reação de Sebastião Oliveira veio a galope. Ontem (sábado), o deputado postou um card irônico nas redes sociais, em que aparece dirigindo um veículo com os dizeres: ‘uns pegam carona, o outro dirige’. Mas ‘Sebá’ vai além e ‘alfineta’ Duque.

“Quero agradecer ao governador e dizer que o nosso pleito foi atendido e de fato hoje se desmitifica os pais adotivos dessa obra, e se sabe, de fato, quem foi quem pediu, quem batalhou junto ao governador. A obra de requalificação da PE-365 tem o DNA do meu esforço e o do prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, reconhecido pelo governador Paulo Câmara”, cravou Oliveira.

Governo Federal projeta salário mínimo de R$ 1.630 para 2026

O governo federal prevê que o salário mínimo passará a ser de R$ 1.630 a partir de janeiro de 2026, com o novo valor sendo pago a partir de fevereiro. A estimativa faz parte do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, enviado nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional. A LDO é o […]

O governo federal prevê que o salário mínimo passará a ser de R$ 1.630 a partir de janeiro de 2026, com o novo valor sendo pago a partir de fevereiro. A estimativa faz parte do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, enviado nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional.

A LDO é o instrumento que define as metas fiscais, as prioridades do governo para o ano seguinte e serve como referência para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha o orçamento do país. O projeto precisa ser analisado e aprovado pelo Congresso antes do recesso parlamentar de julho.

Atualmente, o salário mínimo está fixado em R$ 1.518, após reajuste de 7,5% concedido neste ano. Caso a projeção apresentada pela área econômica do governo se confirme, o novo valor representará um aumento de R$ 112, equivalente a 7,4%.

O valor, no entanto, ainda é provisório. De acordo com as regras vigentes, o salário mínimo definitivo só será conhecido em dezembro deste ano, quando o governo divulgar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. Esse índice é utilizado como base de cálculo para a atualização do piso nacional.

O reajuste do salário mínimo impacta diretamente benefícios como aposentadorias, pensões e o seguro-desemprego, além de influenciar o orçamento de estados e municípios, que também utilizam o valor como referência para pagamentos de servidores e contratos.

Nos últimos anos, o governo federal retomou a política de valorização do salário mínimo, garantindo aumento real acima da inflação, com base na soma do INPC e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. A proposta para 2026 segue esse mesmo critério.

Arcoverde: Vereadora diz que CGU identifica mais de R$ 340 mil de danos aos cofres públicos na Educação

Cumprindo o que prometeu na sessão anterior, a vereadora da oposição, Zirleide Monteiro (PTB), apresentou na última segunda-feira (22), os primeiros dados de uma das três auditorias realizadas pela Controladoria Geral da União – CGU na Secretaria de Educação da prefeitura de Arcoverde que apontou mais der R$ 340 mil de possíveis danos ao erário […]

Cumprindo o que prometeu na sessão anterior, a vereadora da oposição, Zirleide Monteiro (PTB), apresentou na última segunda-feira (22), os primeiros dados de uma das três auditorias realizadas pela Controladoria Geral da União – CGU na Secretaria de Educação da prefeitura de Arcoverde que apontou mais der R$ 340 mil de possíveis danos ao erário público.

De acordo com a vereadora, os prejuízos aos cofres da prefeitura foram causados devido a compra de livros a mais do que a necessidade prevista pela própria secretaria de Educação, superfaturamento por sobrepreço em combustíveis, aquisição de produtos não licitados e falta de comprovação de despesas realizadas. Somente com a aquisição de produtos que não foram previamente licitados os danos foram da ordem de R$ 174.037,08.

O relatório da CGU ainda aponta que foi constatada a ausência de realização do devido processo licitatório para aquisição de livros e materiais didáticos para atender alunos do ensino infantil e anos iniciais do ensino fundamental (1º e 2º anos) da rede municipal de ensino, para o período de 2013 a 2016, totalizando mais de R$ 1,2 milhão. Segundo revelou a vereadora, ao invés disso, a Prefeitura de Arcoverde efetuou a compra direta, por meio de inexigibilidade, a qual mostrou-se desprovida de fundamentação compatível com os requisitos legais.

Segundo o relatório, a prefeitura adquiriu em 2013 a quantidade de 3.000 livros para atender a 2.750 alunos, o que causou um dano ao erário público da ordem de R$ 87.845,00. Já em 2015 esse dano aos cofres públicos teria sido da ordem de R$ 57.841,00.

Os dados fazem parte do primeiro relatório da auditoria da CGU lido pela vereadora Zirleide Monteiro, que tem o número 201700019, e deu origem ao Processo nº 00215.100056/2017-02. Esses trabalhos foram realizados pela CGU nos períodos de 27 de novembro a 29 de dezembro de 2017 e de 29 de janeiro a 15 de fevereiro de 2018 e compreende os anos de 2013, 2014, 2015 e 2016.

“Se há inocentes, que não paguem pelos pecados dos outros. Mas alguém vai ter que se explicar pelos mais de R$ 203 mil reais que teriam escorrido pelo ralo ou pelo cano, igual aquele da lavajato, só em menores proporções. Isso sem falar nos outros 144 mil reais que teriam sido pagos por livros comprados a mais. Alguém tem que pagar por isso, até porque não são simples erros como comprovou a auditoria da CGU”, disse Zirleide Monteiro finalizando que na próxima semana vai mostrar porque Arcoverde se transformou na “Terra do Alho”.

Um dos relatórios da CGU aponta que a Secretaria de Educação comprou mais de meia tonelada de alho a mais da necessidade prevista pelos nutricionistas da própria prefeitura.

RELATÓRIO