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Fernando Filho: “Perco um amigo e um irmão mais velho”

Por Nill Júnior

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O deputado federal Fernando Filho falou nesta quinta (14) sobre a sua relação com Eduardo Campos e da sua paixão pela política.

“Todo mundo ficou muito chocado, eu particularmente tinha uma relação pessoal, que construir desde à campanha de 2006 dele para Governador de Pernambuco, depois na reeleição, e nessa pré-campanha dele para presidência que eu tive oportunidade de fazer algumas viagens acompanhando ele pelo país à fora, e conheci a forma como Eduardo viveu intensamente.

Eduardo era uma pessoa acima de tudo aplicado, era um apaixonado pela política, ele cuidava da política de todas as esferas, a municipal, a estadual, a nacional, ele fazia isso e gostava do que fazia.

Acho que Pernambuco e o Brasil viu a transformação que Eduardo fez no estado. Então, o Brasil perde um político, Pernambuco perde um grande filho e eu particularmente perco um amigo e um irmão mais velho”.

Outras Notícias

Candidatos adotam seu tom no Guia Eleitoral

O Globo No seu primeiro programa do horário eleitoral, veiculado no início da tarde deste sábado, o PT criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de rejeitar o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida na madrugada deste sábado, e afirmou que entrará “com todos os recursos para Lula ser candidato”. O programa mostrou diversas […]

O Globo

No seu primeiro programa do horário eleitoral, veiculado no início da tarde deste sábado, o PT criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de rejeitar o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida na madrugada deste sábado, e afirmou que entrará “com todos os recursos para Lula ser candidato”. O programa mostrou diversas pessoas pedindo “Lula Livre”.

O protagonista do vídeo foi o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, inscrito como vice na chapa de Lula e seu provável substituto. Haddad narrou a maior parte do programa, mas não foi apresentado nem como vice, nem como candidato. Ele disse que o partido estará com Lula “até o fim”. O programa também mostrou uma fala do próprio Lula, gravada antes dele ser preso, em abril. O ex-presidente defendeu seu governo e criticou “juízes”.

Dono do maior tempo de televisão, Geraldo Alckmin fez ataques indiretos a Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas nos cenários sem Lula. Foi exibido o vídeo — que já havia sido adiantado nas redes sociais — que defende que “não é na bala que se resolve”. Além disso, uma locutora recomenda aos eleitores não votarem com “raiva” e e afirma que “é hora do equilíbrio”.

Já Bolsonaro, com pouco segundos, limitou-se a dizer:

— Vamos caminhar juntos, em defesa da família e da pátria.

Marina Silva (Rede) fez um discurso voltado para o público feminino:

— Alguém já te chamou de incapaz? Eu sei como é. Juntas nós somos fortes. Eu vou trabalhar todos os dias para que ninguém diga que você não pode. Você pode, sim. Essa é luta é nossa;

Ciro Gomes (PDT) reforçou sua promessa de ajudar as pessoas a saírem da lista de inadimplência do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Álvaro Dias (Podemos) criticou quem vai a Curitiba “homenagear o político preso”, em referência indireta a apoiadores do ex-presidente Lula, e afirma que foi a ciade para “homenagear a instituição certa: a Polícia Federal”.

Henrique Meirelles (MDB) disse que não vê problemas em ter trabalhado em governos “tão diferentes” como o de Lula e do presidente Michel Temer.

João Amoêdo (Novo) prometeu que, se depender dele, “esta é a última eleição com horário eleitoral obrigatório”. Guilherme Boulos (PSOL) foi apresentado pelo ator Wagner Moura como um “candidato que tem coragem de enfrentar privilégios.

“Glória a Deus. Chega de escravidão, chega de corrupção”, declarou Cabo Daciolo (Patriota). Vera Lúcia (PSTU) disse que o Brasil precisa de um “rebelião”. Eymael (DC) afirmou que irá governar com “honra, competência e caráter”. João Golaurt Filho (PPL) prometeu “recuperar o desenvolvimento e o orgulho de ser brasileiro”

Prefeitos caem na farra em boate de prostituição durante a 25ª Marcha

A Coluna Na Mira, comandada por Carlos Carone e Mirelle Pinheiro e publicada no portal Metrópoles, divulgou neste domingo (26) uma reportagem explosiva sobre a presença de prefeitos em uma boate de prostituição em Brasília. Segundo a Coluna, uma agitada trupe de pelo menos 50 garotas de programa fazia de tudo para chamar a atenção […]

A Coluna Na Mira, comandada por Carlos Carone e Mirelle Pinheiro e publicada no portal Metrópoles, divulgou neste domingo (26) uma reportagem explosiva sobre a presença de prefeitos em uma boate de prostituição em Brasília.

Segundo a Coluna, uma agitada trupe de pelo menos 50 garotas de programa fazia de tudo para chamar a atenção dos prefeitos e suas comitivas, gritando “Hora de faturar”. Enquanto a madrugada fria de quarta-feira (22/5) registrava temperaturas de 16°C na área central da capital, o ambiente dentro da boate, situada a cerca de 800 metros da Esplanada dos Ministérios, permanecia fervilhante.

Encontro dos prefeitos e noitadas regadas a sexo

Os chefes de diversos municípios do país estavam em Brasília para os eventos da 25ª Marcha dos Prefeitos. Conforme relatado anteriormente, após as agendas oficiais, as noites foram marcadas por festas regadas a álcool e sexo, sempre negociado por altas cifras com as prostitutas. De acordo com a Na Mira, era fácil identificar quando assessores encorajavam seus chefes com gritos de “Vai, prefeito!”, enquanto os prefeitos abraçavam e beijavam as garotas durante os shows de striptease.

Ostentação e luxúria

Conforme observado pela Coluna, os carros com placas pretas do Poder Executivo municipal estacionados próximos à boate denunciavam a presença dos prefeitos. Dentro da casa, protegidos por seguranças, os políticos e seus assessores ocupavam mesas redondas cercadas por cadeiras de veludo vermelho, ostentando poderio financeiro com “combos” sobre a mesa para atrair as garotas mais caras.

Noite de excessos

Desinibidos pela bebedeira, prefeitos se empolgavam com as doses de vodca com energético, que custavam exorbitantes R$ 55 por latinha. Um dos prefeitos, particularmente animado, estava sentado próximo ao palco e vibrava a cada show sensual. Segundo a Na Mira, as garotas de programa, contorcendo-se nas barras de poledance, tiravam suas roupas e dançavam de forma sensual para os clientes ilustres. A ostentação continuava com uma cerveja longneck a R$ 40 e uma garrafa de uísque oito anos por R$ 1,2 mil.

Prefeitos exigentes

De acordo com a reportagem, um prefeito “trocava” de garota de programa a cada hora. Após dispensar uma delas, outra rapidamente assumia o lugar, tentando fechar negócio com o chefe do Executivo de um município do interior paulista.

Hora de faturar

Anualmente, as prostitutas que trabalham na boate aguardam ansiosas pela Marcha dos Prefeitos. “É a hora de faturar. Os políticos chegam com vontade de gastar, e a gente precisa estar com disposição para ganhar”, afirmou uma das garotas de programa, sem saber que estava sendo gravada.

Preparação e ganhos

A Na Mira conversou com uma jovem goiana de 20 anos, que foi para Brasília preparada para os três dias de evento. Ela estava hospedada com uma amiga no hotel anexo à boate, facilitando o encontro com os políticos. Os valores cobrados variavam de R$ 1 mil a R$ 2 mil por uma hora de sexo, e alguns políticos não barganhavam, acertando o valor e subindo com as garotas para um dos quartos do hotel ou deixando o local de carro.

Postura de Renon e Roberto contra Daniel fazem debate virar um “dois contra um”

A participação dos candidatos Renon de Ninô (PTB) e Roberto Guarda (PSC) no debate com os candidatos a vice da Rádio Pajeú mostrou um alinhamento dos dois ao menos no discurso para questionar o candidato governista Daniel Valadares (MDB). Durante uma hora e meia de encontro, Renon e Roberto não se questionaram nenhuma vez. O […]

A participação dos candidatos Renon de Ninô (PTB) e Roberto Guarda (PSC) no debate com os candidatos a vice da Rádio Pajeú mostrou um alinhamento dos dois ao menos no discurso para questionar o candidato governista Daniel Valadares (MDB).

Durante uma hora e meia de encontro, Renon e Roberto não se questionaram nenhuma vez. O tempo todo atacaram o vereador governista.

Dentre os pontos de questionamento, a extinção da guarda municipal na gestão Totonho Valadares e nenhuma medida de reativação pela gestão do prefeito José Patriota. Nem quando Daniel lembrou que Zé Negão foi favorável à extinção quando vereador, Roberto voltou-se contra seu candidato a vice.

No mais, o tema da extinção da guarda e críticas de desvalorização dos servidores nortearam parte das falas de Roberto e Renon. O ex-presidente da Câmara também criticou o município afirmando que Tabira tem atraído mais empresas que Afogados.

Daniel Valadares se defendeu afirmando que várias empresas foram atraídas citando Americanas, Magazine Luiza, Éconis e Santander. Disse que não fazia política “no  retrovisor”, mas lembrou o voto de Zé Negão pela extinção da guarda e que era uma exigência para ajuste à LRF. Roberto rebateu dizendo que a não realização de concurso favorecia uso política de contratos. Daniel prometeu a reativação da Guarda e a municipalização do trânsito.

No embate entre Daniel Valadares e Renon, a pergunta foi sobre investimentos como a Feira do Empreendedorismo e os cursos superiores. Renon chegou a reconhecer a importância dos cursos de Direito e Engenharia, o que foi explorado por Daniel. Renon criticou a falta de investimentos no comércio local para aquisição de produtos pelo município. Daniel destacou a aprovação do governo Patriota. Também fez a defesa do pai, Totonho Valadares, pelos mandatos e ações que executou no município.

CCJ aprova relatório de Humberto que combate pedofilia na internet

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou projeto relatado pelo líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE), que prevê a infiltração de agentes da polícia na Internet para investigar crimes sexuais contra crianças e adolescentes. A matéria, aprovada na quarta-feira (21), segue agora para votação no plenário. De acordo com o senador, […]

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A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou projeto relatado pelo líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE), que prevê a infiltração de agentes da polícia na Internet para investigar crimes sexuais contra crianças e adolescentes. A matéria, aprovada na quarta-feira (21), segue agora para votação no plenário.

De acordo com o senador, a proposta é resultado do trabalho da CPI que investigou redes criminosas de pedofilia no país e altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) com o objetivo de dar mais segurança aos menores de idade nas redes sociais e demais páginas eletrônicas.

“Os praticantes de delitos de ordem sexual contra menores de idade encontram, no mundo cibernético, o ambiente propício para a satisfação de sua pulsão sexual, protegidos tanto pelo anonimato de apelidos e pseudônimos quanto pelas regras de proteção ao sigilo de dados”, avalia o parlamentar.

Humberto ressalta que o trabalho de investigação de combate a esses crimes na Internet muitas vezes fracassa devido à destruição de provas ou por não conseguir impedir a consumação do crime. “Nós queremos mudar essa realidade. As investigações serão muito mais eficientes caso a matéria seja aprovada”, acredita.

Pelo texto, o policial que ocultar a sua identidade para, por meio da internet, colher indícios de autoria e materialidade de crimes relacionados aos menores não cometerá crime. A iniciativa terá de ser devidamente autorizada pela Justiça e comunicada ao Ministério Público (MP).

De acordo com a proposta, a infiltração só será permitida se a prova do crime não puder ser obtida de outra maneira. As autorizações para as investidas na internet terão prazo de 90 dias, renováveis por até um ano. As informações no decorrer da operação terão de ser encaminhadas diretamente ao juiz responsável, que deverá zelar pelo seu sigilo.

O agente policial que não respeitar a estrita finalidade da investigação responderá pelos excessos. Quando a apuração for concluída, todos os atos eletrônicos praticados deverão ser registrados e gravados para serem encaminhados à Justiça e ao MP.

O Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 100/2010 estabelece ainda que o processo criminal e o inquérito policial resultantes do trabalho secreto terão de preservar a identidade do policial infiltrado e a intimidade das crianças e dos adolescentes envolvidos.

PGR pede arquivamento de inquérito sobre senador Antonio Anastasia

Do G1 O procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta sexta-feira (28) o arquivamento do inquérito sobre o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG). O órgão entendeu que não havia “elementos mínimos” para prosseguir com a investigação. Com isso, o parlamentar poderá se […]

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Do G1

O procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta sexta-feira (28) o arquivamento do inquérito sobre o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG). O órgão entendeu que não havia “elementos mínimos” para prosseguir com a investigação.

Com isso, o parlamentar poderá se livrar de acusações no caso. O arquivamento ainda depende de despacho do ministro Teori Zavascki, que supervisiona o andamento do inquérito no STF. É praxe que, diante de pedidos de arquivamento do Ministério Público, que conduz o inquérito, o Supremo siga a recomendação e encerre a investigação.

Anastasia passou a ser investigado a partir do depoimento do policial federal afastado Jayme Alves de Oliveira Filho, conhecido como “Careca”. Ele afirmou que em 2010, a mando do doleiro Alberto Youssef, entregou R$ 1 milhão nas mãos de Anastasia numa casa em Belo Horizonte, na época em que o tucano disputava o governo de Minas Gerais.

A acusação foi desmentida posteriormente pelo próprio Youssef, em depoimento prestado a partir de uma delação premiada, em que colabora com as investigações em troca de redução de pena. Ele disse que nunca pediu a Careca para entregar dinheiro a Anastasia.

Informado à noite sobre o pedido de arquivamento, o advogado do senador, Maurício Campos, disse que já imaginava que o caso seria encerrado.

“Nem posso dizer que chega em boa hora porque acho que vem tardiamente. Tudo apontava que não havia menor indício de verdade no que disse o tal ‘Careca’. E Youssef foi muito categórico ao afirmar que não havia entrega para o senador”, disse.

No pedido de arquivamento, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que, se surgirem novos indícios, o inquérito poderá ser reaberto.

Desde o início das investigações, Anastasia também negou fato. Num dos pedidos apresentados ao STF para arquivar a investigação no STF, a defesa afirmou que havia “absoluta imprestabilidade, total ineficácia probante e induvidosa precariedade” no depoimento de Careca.

Ainda em março, quando foi aberto o inquérito, Anastasia classificou as afirmações de Careca como “precárias e contraditórias”.”Espero e confio que a justiça seja feita com a brevidade possível para restaurar, na plenitude, a minha trajetória e a minha honra”, disse o senador.