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Expocose 2018 bate recorde de público em Sertânia, diz prefeitura

Por Nill Júnior

A edição de 2018 da Exposição Nordestina Especializada em Caprinos e Ovinos de Sertânia, a Expocose, no Sertão do Moxotó, entrou para a história, segundo a prefeitura em nota.

“Em seus 46 anos de existência, a Exposição de Sertânia se transformou no maior evento da caprino-ovinocultura do Norte-Nordeste e na maior exposição do interior do Estado, o que se confirmou com a movimentação financeira e de pessoas no município, entre os dias 04 e 08 deste mês de julho”, diz a prefeitura.

No sábado, dia 07, o Parque Professor Renato Moraes recebeu o maior público já visto na cidade, com uma estimativa de 48 mil pessoas, que assistiram aos shows de Alexandre Pires, Pablo e ainda da banda Farra do Imperador.

Outros artistas, como Cristina Amaral, Solange Almeida, Dorgival Dantas, Adriana Neves e a dupla Lino e Júnior também subiram ao palco e se apresentaram durante os três dias de festa.

Programação técnica e movimentação financeira

Conforme estimado, apenas a programação técnica gerou mais de meio milhão de reais em negócios no segmento, levando em consideração comercialização e premiação. Só esta última representou cerca de R$ 50 mil.

Levando em consideração a economia local, hotéis, comércios e serviços do município, a movimentação financeira girou em torno de R$5 milhões na sede do município.

Sertânia é considerada a Capital Nordestina da Caprinocultura, com um rebanho de mais de 210 mil animais, segundo dados do IBGE.

Durante os cinco dias de Expocose, o Parque Professor Renato Moraes recebeu uma centena de criadores, quase mil animais vindos de diversos estados e, principalmente, da Região Nordeste e circularam quase 90 mil visitantes, entre sertanienses e turistas. A geração de empregos chegou a 1,2 mil, entre diretos e indiretos.

Outras Notícias

Eleições: 25 tentam reeleição. Segundo turno ocorre em 57 cidades

Uol Neste domingo (30), 32,9 milhões de eleitores voltam às urnas para escolher os prefeitos em 57 cidades. Em 25 desses municípios, os prefeitos tentam a reeleição, oito deles em capitais. No Recife, o prefeito Geraldo Julio (PSB)disputa votos com João Paulo (PT). Em Fortaleza, o prefeito Roberto Cláudio (PDT)tenta o segundo mandato contra Capitão Wagner (PR). […]

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Neste domingo (30), 32,9 milhões de eleitores voltam às urnas para escolher os prefeitos em 57 cidades. Em 25 desses municípios, os prefeitos tentam a reeleição, oito deles em capitais.

No Recife, o prefeito Geraldo Julio (PSB)disputa votos com João Paulo (PT). Em Fortaleza, o prefeito Roberto Cláudio (PDT)tenta o segundo mandato contra Capitão Wagner (PR). Em São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT) tenta se reeleger contra Eduardo Braide (PMN). Já em Maceió, Rui Palmeira (PSDB) busca a reeleição, tendo Cícero Almeida (PMDB) como adversário.

Na região Norte, Artur Virgílio Neto (PSDB)tenta se reeleger em Manaus e enfrenta nas urnas Marcelo Ramos (PR). Em Belém, Zenado Coutinho (PSDB) busca o segundo mandato contra o ex-prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL). Em Macapá, o prefeito da Rede, Clécio Luís, disputa com Gilvam Borges (PMDB).

Entre as capitais do Sudeste, apenas Vitóriaterá um prefeito buscando a reeleição no segundo turno: Luciano Rezende (PPS) tenta o segundo mandato e enfrenta o candidato do Solidariedade, Amaro Neto.

Entre as capitais da região Sul e Centro-Oeste não há prefeitos que tentam a reeleição neste segundo turno.

Reeleição nas grandes cidades

No primeiro turno das eleições municipais, 16 dos 53 prefeitos de grandes cidades (capitais e municípios com mais de 200 mil eleitores) que se candidataram à reeleição tiveram sucesso, o que corresponde a um percentual de 30,2%.

A taxa é menor que a das últimas duas eleições. Em 2012, a quantidade de prefeitos reeleitos no primeiro turno dos grandes municípios foi de 36,8%, enquanto em 2008 foi de 67,39%.

O grupo das grandes cidades possui 93 municípios: as 26 capitais e outras 67 cidades com mais de 200 mil eleitores, onde é possível haver segundo turno.

Neste ano, o PSDB foi o partido que mais reelegeu candidatos no primeiro turno nas grandes cidades: foram sete, incluindo Teresina, em que Firmino Filho ganhou mais quatro anos de gestão. Depois aparecem PMDB, com três reeleitos, e DEM, com dois.

Nas capitais, sete dos 15 ex-prefeitos que tentavam voltar ao cargo foram “reprovados” pelas urnas. Outros oito ex-mandatários foram ao segundo turno.

Não há vencedores nas guerras e conflitos. Perde a humanidade…

O grupo terrorista Hamas é uma ditadura ultra radical religiosa na Faixa de Gaza, anti-mulher similar a Iran, Arábia Saudita. São terroristas desalmados e devem ser tratados como tal. Tem apoio de parte dos palestinos, mas não de todos e muito menos da maioria. Não são representantes da causa palestina de ter um Estado soberano […]

O grupo terrorista Hamas é uma ditadura ultra radical religiosa na Faixa de Gaza, anti-mulher similar a Iran, Arábia Saudita. São terroristas desalmados e devem ser tratados como tal.

Tem apoio de parte dos palestinos, mas não de todos e muito menos da maioria. Não são representantes da causa palestina de ter um Estado soberano vivendo em paz e segurança ao lado de Israel, como bem definiu Guga Chacra.

A ação só afasta ainda mais a possibilidade de convivência pacífica entre Israel e a Palestina. E fortalece o discurso de Netanyahu, que no contra ataque, também mata inocentes.

Assim como o Hezbollah não é o Líbano, o Hamas não é a Palestina. Você pode criticar o Hamas pelo terrorismo sem ser anti-Palestina.

Pior é ver pessoas sem menor conhecimento de política internacional, de geopolítica, querendo fazer desse assunto uma pauta nacional. Nessa hora pouco importa o que pensam ou de que lado estão Lula ou Bolsonaro. Sobre isso, não estou nem aí pra eles.

Sinto é a dor de israelenses e palestinos que nada tem a ver com o jogo de poder ou terrorismo na região e vêem crianças, mulheres e famílias pagando com a própria vida. O mundo sai menor de tudo isso. A humanidade, também…

Levy: rebaixamento foi transparente e indica prioridades para administrar dívida

Agência Brasil – O rebaixamento da nota do Brasil pela agência de classificação de risco Moody’s ocorreu de forma transparente e indica caminhos para o país melhorar a administração da dívida pública, disse, há pouco, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “Acho que a declaração da Moody’s explica exatamente os pontos que ela achou relevante. […]

1Agência Brasil – O rebaixamento da nota do Brasil pela agência de classificação de risco Moody’s ocorreu de forma transparente e indica caminhos para o país melhorar a administração da dívida pública, disse, há pouco, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

“Acho que a declaração da Moody’s explica exatamente os pontos que ela achou relevante. É uma declaração bastante detalhada, transparente e trata da indicação das prioridades que a gente deve ter em relação a manter a qualidade da dívida pública”, afirmou Levy, ao deixar o Ministério da Fazenda.

Durante duas horas, o ministro participou de reunião com o presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Murilo Portugal, e os presidentes dos principais bancos do país. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda, eles debateram a conjuntura econômica atual. Não foram fornecidos mais detalhes do encontro.

Os banqueiros saíram sem falar com os jornalistas e não comentaram o rebaixamento do Brasil. Além da declaração de Levy, a assessoria de imprensa da Fazenda informou que ainda deve sair uma nota sobre a decisão da Moody’s.

A redução da nota do Brasil foi divulgada há pouco. A Moody’s reduziu a nota de crédito de Baa2 para Baa3. A agência também mudou a perspectiva da nota de negativa para estável. Com a alteração na nota, o país mantém o grau de investimento, conferido a países considerados seguros para investir, mas fica a um degrau de ser rebaixado para o grau especulativo, referente a países com qualidade de crédito questionável.

Segundo nota divulgada pela Moody’s, os motivos para o rebaixamento da nota são a performance econômica abaixo do esperado, a tendência de crescimento dos gastos governamentais e a falta de consenso político sobre as reformas fiscais.

Para a agência, esse conjunto de fatores “impedirá que as autoridades alcancem superávits primários altos o suficiente para reverter a tendência de débito crescente neste ano e no próximo e desafiará sua habilidade de conseguir fazê-lo mais tarde”.

No fim de julho, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) já havia anunciado mudança da perspectiva da nota de crédito brasileira de estável para negativa. Assim como a Moody’s, a redução também deixou o Brasil apenas uma nota acima do grau de investimento.

Em conversa com Lula, Humberto Costa apresenta balanço das eleições 2014

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), disse que o encontro da bancada com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se centrou essencialmente em fazer um balanço das eleições, falar sobre o novo cenário do Congresso Nacional e sobre as estratégias do PT para o futuro. Segundo Costa, Lula adotou um tom […]

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O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), disse que o encontro da bancada com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se centrou essencialmente em fazer um balanço das eleições, falar sobre o novo cenário do Congresso Nacional e sobre as estratégias do PT para o futuro. Segundo Costa, Lula adotou um tom otimista, falando da “grande vitória” do partido nas eleições. Rui Falcão, presidente nacional da legenda e que também participou da reunião, disse que o ex-presidente falou ainda sobre união da bancada, colocando como prioridades a defesa do governo e ter “presença permanente” no Congresso.

Costa disse que, apesar da vitória apertada da presidente Dilma Rousseff nas urnas, a vitória foi representativa para o PT, por ter derrotado não apenas o candidato do PSDB, Aécio Neves, mas todas as forças políticas que o apoiaram, bem como parte da mídia, que considera ter feito campanha contra o partido. “Nossa perspectiva é de um governo bastante legitimado, que tem um compromisso com mudanças e que apresentou inclusive os caminhos para isso”, afirmou.

Sobre as estratégias para atuação no Senado, Costa admitiu que houve uma qualificação da oposição, com nomes de maior experiência assumindo cadeiras, mas disse que a bancada petista estará preparada. “Entendemos que, do ponto de vista quantitativo, não tivemos grandes mudanças no Senado. Queremos consolidar relacionamento dentro dessa bancada de apoio ao governo”, afirmou. “Naturalmente que tivemos, do ponto de vista da oposição, uma qualificação da bancada. Sabemos que isso vai tornar o debate mais rico, mais duro, mas também isso abre a possibilidade de negociação em torno de temas e propostas”, completou. O líder reforçou que a ideia é preparar a bancada do PT para fazer esse enfrentamento de ideias no Congresso, mas abrindo também espaço para um “diálogo mais permanente”.

Costa preferiu falar em qualificação da bancada da oposição como um todo, sem se dirigir especificamente ao PSDB. A principal legenda de oposição traz nomes para a nova legislatura como de José Serra (SP), Tasso Jereissati (CE) e Antonio Anastasia (MG). Questionado se a volta de Marta Suplicy (SP), que se afastou do Senado para assumir o ministério da Cultura, pode ajudar a reforçar a bancada petista, Costa disse que sim. “A Marta vai sem dúvida contribuir fortemente”, afirmou o líder que também citou os novos senadores eleitos pelo partido Paulo Rocha (PA) e Fátima Bezerra (RN) como quadros experientes que darão peso à bancada petista, mas ressalvou que a bancada atual tem conseguido sustentar um “bom diálogo político” com a oposição. Segundo Costa, Marta foi convidada para a reunião de hoje, em São Paulo, mas não pôde comparecer por questão de agenda. Ela confirmou ontem que vai deixar o ministério e voltar ao cargo de senadora.

Falcão fez questão de enfatizar que a reunião aconteceu por pedido da bancada, dizendo até que os senadores pediram a formação de um calendário de reuniões periódicas com Lula. O presidente nacional do PT evitou responder perguntas sobre o ex-presidente assumir uma presença maior no segundo mandato de Dilma. “Houve uma coincidência porque o presidente também quer conversar com as pessoas”, disse Falcão. Ele falou ainda que o ex-presidente, bem como o PT, têm focado em discussões sobre a renovação do partido e sobre como afastar a “pecha injusta” de corrupção que ficou como imagem da legenda.

A reunião contou com toda bancada do PT no Senado, à exceção de Jorge Viana (AC), que está em viagem. Os senadores saíram sem falar com a imprensa, apontando Costa e Falcão como porta-vozes. O encontro não foi divulgado oficialmente.

Presidência do Senado
Humberto Costa disse que não se discutiu diretamente, na reunião com Lula, a eleição para a presidência do Senado. Apesar de dizer que a estrutura de eleição na Casa é “razoavelmente pacificada”, com o entendimento de que o PMDB, por ter a maior bancada, elege o presidente, Costa disse que o PT quer refletir sobre esse sistema. “Obviamente, queremos discutir o processo”, afirmou. A presidência da Câmara de Deputados, que já vem sendo alvo de especulação e com mais partidos já falando em lançar candidaturas, não foi tratada, disse Costa.

Em entrevista à Rádio Jornal, Paulo Câmara fala sobre investimentos no combate à seca

Com informações da Rádio Jornal Em visita ao município de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco, o governador Paulo Câmara falou ao radialista Geraldo Freire, da Rádio Jornal, nesta sexta-feira (13), que a questão da seca no interior do Estado é uma grande prioridade da gestão. O debate teve a participação do comunicador Anchieta Santos, da Rádio […]

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Com informações da Rádio Jornal

Em visita ao município de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco, o governador Paulo Câmara falou ao radialista Geraldo Freire, da Rádio Jornal, nesta sexta-feira (13), que a questão da seca no interior do Estado é uma grande prioridade da gestão. O debate teve a participação do comunicador Anchieta Santos, da Rádio Pajeú.

Segundo ele, a arrecadação esperada com a venda da administração da folha de pessoal pelos bancos, cuja licitação vence em fevereiro de 2016, será destinada principalmente para obras hídricas no interior.

Paulo citou os municípios sertanejos de Itapetim, Brejinho, Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde como os de situação mais alarmante em relação a estiagem. “Eles precisam de uma atenção especial, pois estão em colapso total. Até os centros urbanos estão sendo abastecidos com carros-pipa”.

De acordo com Paulo, a Adutora do Agreste é a solução que promoverá uma sustentabilidade hídrica para a população, mas depende muito da conclusão da Transposição do Rio São Francisco.

“A Adutora do Agreste receberá água do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, que está com 80% de sua obra concluída. Isso quer dizer que devemos esperar, ainda, cerca de dois anos para a entrega do projeto. É muito tempo de espera e a previsão é de 2016 seja um ano ainda mais seco que este ano. Por isso, estamos pensando em ações provisórias de convivência com a estiagem nesse período”, afirmou.

Questões sobre o Sertão do Pajeú : Paulo Câmara ainda respondeu várias perguntas de Anchieta Santos sobre o sertão. Dentre os questionamentos, se pode acontecer com as Upas de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira.

Também sobre as PEs 292, esperando conclusão do recapeamento, além das rodovias 275 e 265, em mal estado. Também sobre o apoio para o Curral o Gado de Tabira e aumento do efetivo do 23º BPM. Sobre água, perguntou o que o governo está fazendo para agilizar junto a Celpe e Dnocs a segunda etapa da Adutora do Pajeú.

A Rádio Pajeú retransmite na íntegra o Debate às dez horas desta segunda (16), no programa Manhã Total.